O meu ponto de vista

Setembro 29 2020

A história de uma relação não se conta em poucas linhas. Muito pelo contrário. É um caminho cheio de curvas e contracurvas, bem como de susceptibilidades conjunturais. Trata-se algo que nasceu, cresceu, que se soube reinventar perante crises e adaptar a inovações e movimentos, para depois prosseguir o seu caminho natural ou morrer.

A disrupção relacional está em toda a parte e acontece quando menos se espera. Contudo, o futuro da relação só é incerto para quem não fizer as perguntas certas ou não souber responder às questões essenciais. Bem sei que o mundo está a mudar. Ou melhor, a mudança já começou há anos e em termos tais que era inconcebível há décadas. Tudo isto altera expectativas e preferências, criando novos padrões de comportamento, sobretudo entre a geração millennials.

Contemporaneamente, com a liberalização dos costumes, tem ocorrido, com grande aceleração, a mutação relacional. A honradez, o respeito mútuo, a nobreza de carácter, a urbanidade e até a caridade e o perdão têm estado cada vez mais ausentes, o que agrava, como é óbvio, a tendência para a disruptibilidade nos modelos de vida. As próximas ondas vão trazer complexidades e conduzirão ao surgimento de novas formas de relacionamento. Novas, entenda-se para piores.

Ao longo da história as relações têm determinado e determinará muitos destinos. Nas próximas décadas a baixa natalidade já hoje sentida agravar-se-á. O envelhecimento das populações vai transformar tudo, desde os cuidados de saúde à empregabilidade e sustentabilidade.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:43

Agosto 23 2020

O processo de decisão tem subjacentes sempre duas ou mais opções. Saber, a cada momento, qual a mais acertada é a questão crucial. Aliás, só depois de tomada a decisão final é que se sabe se foi a melhor. E, mesmo assim, restam sempre dúvidas.

Não existem decisões totalmente correctas e jamais se pode argumentar que noutras geografias e/ou em outros casos tudo correu pelo melhor. Basta recordarmos que basta um simples bater de asas de uma borboleta numa determinada latitude para alterar os parâmetros no outro lado do mundo.

Todavia, existem práticas que reforçam a independência da decisão, sobretudo que respeita à aceitação devida de serviços prestados, reduzindo assim o risco de familiaridade excessiva, para além de fortalecer igualmente a capacidade de defesa no caso de desacordo.

Só devemos aceitar missões para as quais tenhamos garantias de independência, dimensão e capacidade. É esta a regra. Aliás, sempre foi. Existem, no entanto, novas regras que vieram reforçar este contexto, desde logo uma maior limitação da natureza dos serviços distintos prestados. Não nos podemos esquecer daquele velho ditado chinês: quando alguém te pedir um peixe, não lho dês, ensina-o … Se grande parte das nossas receitas resultar de dádivas e não de provento próprio, isto compromete a médio/longo prazo a solvabilidade, para além de limitar a possibilidade de autoquestionamento.

É também sob este racional, de limitar as situações potenciadoras de extrema proximidade ou familiaridade, que coloco uma grande ênfase na rotação das relações. E fortaleço ainda o papel da própria qualificação, a qual, mais cedo que tarde, se recolhe especial dividendos.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:16

Junho 14 2019

Os processos de aprendizagem interpessoal são influenciados pelo factor tempo, podendo tornar-se mais intensos à medida que as pessoas envolvidas se conhecem melhor. É frequente começar-se por conhecimentos formais, que vão sendo acompanhados por contactos cada vez mais informais, em regra ilimitados. À medida que a relação avança e se reforça as relações de reconhecimento mútuo e de confiança, os contactos profundam-se, conduzindo a interacções mais estreitas. A partilha de conhecimentos mútuos torna-se mais densa, incluindo elementos tácitos e o desenvolvimento de linguagens e gestos comuns.

Eventualmente podem vir a criar-se conhecimentos em conjunto como resultado da interacção dinâmica entre as bases de erudição das pessoas envolvidas. O diálogo estabelecido pode conduzir à identificação de novas oportunidades e a novos insights, susceptíveis de ser desenvolvidos pelas pessoas.

Importará, no entanto, referir que nem sempre as relações evoluem no sentido de uma maior convergência. Em certas situações, os processos de relacionamento podem conduzir a trajectórias diferentes. A partir de um nó comum de interesses, o qual não significa obrigatoriamente casamento, as pessoas podem seguir lógicas de vida distintas, pelo que a cooperação não deixa de se justificar. Noutros casos, a incapacidade de obter resultados em tempo útil pode gerar tensões, devido às diferentes avaliações das pessoas quanto ao interesse do projecto comum e à vantagem de continuar a investir tempo e recursos. Finalmente, pode acontecer que um dos parceiros tenha entrado na relação numa perspectiva oportunista da absorção do outro e uma vez alcançado este desiderato, deixará de estar interessado naquela.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:19

Outubro 28 2016

Perguntam-me, por vezes, se estou de acordo com tudo aquilo que escrevo. Respondo que maioritariamente sim, uma vez que é fruto do meu modo mais intrínseco de pensar. No fundo, é produto das minhas reflexões pelo que hoje-em-dia sou, com todas as condicionantes da razoabilidade. Contudo, existem excepções que confirmam a regra. É o caso do presente texto.

Não adianta negarmos o óbvio, com as devidas exclusões. Se há décadas vivíamos uma relação para toda a vida, presentemente passámos a ter várias e a mudar de parceiro(a) consoante as circunstâncias que a vida dita. Reparem que não falo do coração e tal é propositadamente. A adaptabilidade ao modelo de vida que nos é, muitas vezes, imposto ou que “livremente” escolhemos, obriga a uma gestão mais eficaz dos nossos recursos e talentos, face às contingências dos ciclos etários.

Esta flexibilidade relacional, com a qual não concordo, repito, tem uma forma de expressão muito característica, fundamentalmente assente no individualismo, na não cedência, na cristalização de ideias e hábitos e no ter sempre razão. Outras marcas existem mas, no essencial, são residuais. Convém também atentar que este modo de ser e estar, servindo-se da conjuntura económica penosa pela qual passamos, fixou-se para muitos definitivamente - ainda que por vezes pouco claro - e com conotação prestigiante para os seus intervenientes. Infelizmente, acrescento.

No ano transacto, de acordo com as estatísticas oficiais, por cada 100 casamentos oficializados registaram-se 65 divórcios. Ora, tal leva-nos a concluir que o acima exposto tem concretização efectiva e que se trata de uma modalidade relacional perfeitamente viável nos dias de hoje. Por isso, se quereis continuar a fazer frente à solidão, há que optar entre aceitar estas novas dinâmicas e moldá-las rapidamente a vosso favor, ou continuar a evitar sequer discuti-las, insistindo num passado que dificilmente será repetido.

Vale a pena pensar nisto!

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:46

Abril 29 2016

O texto que se seguirá, falará essencialmente da mulher. Todavia, pode ser lido independente do género. Por isso, quem assim o entender, onde está escrito mulher pode ler homem. Feito o aviso prévio à navegação, vamos à reflexão que hoje me anima.

As mulheres não se escolhem nas revistas ou em páginas dos jornais, isto apesar de saber que proliferam por esse vasto mundo da Web imensos sítios onde se podem catrapiscar. Mesmo que o mediatismo de determinada mulher possa gerar a ilusão de ser, automaticamente, e sem qualquer processo de comparação prévia com outras, aquela tal, a especial, não é conveniente ir por aí.

Conseguir a mulher dos nossos sonhos não é matéria fácil e, na maior parte das vezes, tal só acontece cirurgicamente e quando pensado ao detalhe, exigindo estudo, paciência e, sobretudo, assertividade elevada a um exponencial muito alto.

O desafio para o homem é ser seleccionado o melhor de entre os melhores. Focalização na beleza, ainda que esta seja relativa? Ser, simultaneamente, carinhoso e másculo? Estar orientado para a afectividade, para a visão do conjunto ou da parceria, para a criatividade e inovação, bem como para a resiliência? Bem, são muitos os factores a ter em conta e bastante complexos, tanto mais que não se podem comprar em qualquer farmácia.

Ora, sabendo que não vêm com livro de instruções, que cada uma é um ser especial, i.e., que de estandardização não têm nada, que se acham o centro do mundo, por esta pequena amostra se vê que é tarefa ingrata aquela que espera o homem.

Não há milagres, nem fórmulas de sucesso. Há, sim, muito trabalho e dedicação, abundante investimento de tempo e de espera. A empresa americana de pesquisa, Stanton Chase, identifica que a escolha da mulher certa implica considerar sempre, pelo menos, o conhecimento de 40 possibilidades. Desafortunado de mim, pois nem à quarta parte cheguei. Bem, como dizia em tempos alguém, “não é coisa de que me deva orgulhar”!!!

Por outro lado, as boas competências reveladas por um homem, “técnicas” e comportamentais, são relevantes, mas o fundamental é que saiba manter-se atractivo aos olhos dela. Dito de outo modo: não basta ter low prolife, mas sim com o ser reconhecido entre pares, ter consolidado prestígio em áreas de intervenção paralelas, como a responsabilidade social e possuir o “saber estar e ser” em qualquer circunstância. Sublinho qualquer circunstância!

Finalizo com uma máxima: um homem se tem razão deve calar-se; se não tem deve pedir desculpa.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:58

Novembro 16 2015

Como, aliás, já imensas vezes aconteceu, não vou escrever sobre os que os media falam e escrevem a toda a hora, sobre tudo e, na maior parte das vezes, sobre nada. Recuso-me a alinhar na carneirada.

Não quer esta minha tomada de posição dizer que desvalorizo o assunto. Bem pelo contrário, pois dou-lhe a máxima importância. Todavia, sei, por experiência própria, que de tanto se falar no assunto, o mesmo acaba por ser banalizado, para além de ir ao encontro das pretensões dos terroristas.

Debruçar-me-ei, sim, sobre as relações entre o ocidente e o mundo islâmico. Tal como Vasco Pulido Valente defendeu em artigo no Público, não há volta a dar-lhe: as relações entre um e o outro devem ser as mínimas possíveis, i.e., resumir-se ao estritamente necessário: compramos-lhe petróleo e vendemos-lhes tecnologia. Atenção: não confundir com armamento.

Tudo o que vá para além disso dá e, cada vez mais, dará asneira. Senão vejamos: ao longo de séculos, tentámos sempre moldá-los ao nosso modo de sentir. Não digo, hoje-em-dia, cristianizá-los, pois as cruzadas há muito que deixaram de ser úteis, mas não nos cansamos de lhes impor o nosso modo de viver, ser e estar. Assim aconteceu no Iraque, no Líbano, na Líbia e, de certo modo, também no Egipto, nos quais “forçámos” a designada Primavera Árabe, com todos os males que daí advieram. Num aparte, não podemos olvidar que é preferível um ditador à anarquia, pois com aquele já sabemos com que contamos.

Em segundo, eles pensam o mesmo. Ou seja, principalmente os radicais que vêem no Corão todos os argumentos e mais alguns, têm como pensamento comum que deve ser a sua religião a comandar e a ditar as leis de todos os povos. E, como vemos diariamente, mártires não lhes faltam.

Nesta ordem de ideias, por muito que o nosso espírito de tolerância seja máximo, que o nosso amplexo de paz consubstancie uma abrangência para com todos, tal não é possível. Consciencializamo-nos disso.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:06

Março 11 2015

Encontrou-se em terras distantes e, de certo modo, desconhecidas, com um porto de abrigo que lhe deu o apoio necessário para se autonomizar. Não era novo para si encarar um ambiente desconhecido e um mundo de oportunidades para agarrar e, podem ter a certeza, que não se tratam de questões de emprego.

É-lhe estimulante e desafiante ter de construir algo a partir do zero. Talvez seja um “descobridor destes tempos”, à semelhança dos descobridores do passado que hoje se designam por empreendedores.

É necessário reconhecer que nem todas as pessoas se adaptam a um desafio desta natureza e abordar tal situação exige muito foco no objectivo pretendido, persistência e jamais admitir a desistência.

O contexto em que se desenvolvem as relações aconselha a um estudo detalhado em termos culturais, sociais e, sobretudo, afectivos, acautelando, deste modo, o conhecimento sólido sobre variáveis como a segurança, habitação e cuidados mútuos.

Não menos importante foi obter a máxima informação sobre tudo o que os rodeiam, os gostos, o modo de ser e estar, bem como outros dados para uma melhor gestão da relação, nomeadamente se a oportunidade em cima da mesa pressupõe um novo projecto de vida e num um curto assignment de curto prazo.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:30

Março 13 2014

Pouco a pouco vou descobrindo novos caminhos, deixando-me levar por eles, enfrentando outros desafios numa conjuntura adversa. Uma grande parte da sociedade reduz a sua actividade para atacar o insucesso profissional e, sobretudo, afectivo, fazendo-o com prejuízo de si própria, esquecendo uma lição básica: as pessoas vivem das relações e não fundamentalmente do dinheiro, por muito que este esteja mais ou menos interligado com aquelas.

Por isso, todos necessitamos de demonstrar capacidade de adaptação, mas principalmente de aceitação dos outros. Alguém com idade para ser considerado pessoa já madura, por muito que tente demonstrar que ainda é teenager, deve possuir conhecimentos actualizados, experiência obtida pela prática e pelo (in)sucesso no dia-a-dia, uma vez que, presume-se, já tenha resolvido grande parte dos seus problemas existenciais e construído soluções, individualmente ou, de preferência, colectivamente.

A eventual rede de contactos que possui é, sem dúvida, uma arma poderosa. Todavia, a mesma é desprezível se não for partilhada, dando fim à sua estanquicidade. É necessário desmistificar que a dificuldade está no outro, quando o foco deve ser colocado no contributo objectivo de cada um.

Ao contrário das pessoas com vista curta, de paixões tipo fósforo, é preciso encontrar, especialmente nestes tempos de crise, outros que, pelo seu contributo assente na experiência e partilha de vida, possuam uma nova postura de estar na vida.

Há que acreditar que, apesar do número de anos aumentar - a lei da vida oblige -, o nosso interesse pela vida e particularmente pelos outros não diminui.

É uma verdade que nem sempre recebemos o que damos. Contudo, não deixa de ser menos verdade que quando nada damos, pouco ou nada recebemos.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:46

Junho 21 2011

Ah, pois, as relações. Essas ligações, por vezes tão ténues, qual rio desaguando em deserto, outras tão fortes, mais parecendo velhos penedos inamovíveis. E a verdade é que todos, sem excepção, somos um misto de sistema de relações, cada um de nós com voz distinta dentro deste.

O sistema de relações é, naturalmente, criativo e pleno de recursos. Contudo, as relações, como tudo na vida, têm uma esperança de vida variável. Se terminarem, isso não deverá ser visto como um fracasso, antes como uma oportunidade de averiguar o que está para acontecer.

O sistema relacional deve funcionar como uma orquestra, onde, por um lado, todos são capazes de ler a “partitura”, momento a momento, conferindo a cada membro o tempo de antena requerido sem perder de vista o todo. Por outro, cada um deve revelar-se por si mesmo, mas sem esquecer que, quando é o caso, tem obrigação de “reparar” o sistema ou tratar o que está “mal”. Aliás, não é por acaso que somos possuidores de inteligência e capacidade de auto e heteroregulação.

A crise de valores e perturbação inerente à mudança entretanto gerada, trouxeram oportunidades de reanalisar a qualidade dos sistemas relacionais, nomeadamente onde se geram as dinâmicas transformacionais. Por isso, de acordo com Goleman (1995), é obrigatório congregar um conjunto de metacompetências (atitudes, valores e princípios de acção) de elevada aplicabilidade na construção dos desafios da actualidade, equilibrando aspectos mais formais e normativos com os de cariz mais emocional e intuitivo, a saber: compromisso, respeito consciencialização, democracia profunda, emoções, humor e colaboração/parceria.

Numa conjuntura em que se denota, cada vez mais, uma enorme tendência para a recusa da assumpção de posições, onde a preferência pela incerteza do individualismo é maior que a força do conjunto, torna-se imperativo um maior alinhamento em torno de um “sentimento do nós”, de primazia reforçado e operativo.

E estabelecendo novamente algum paralelismo à volta da orquestra, a melodia do desempenho deverá contar com todas as vozes do sistema, sendo aconselhável menos individualismo, mais partilha e conjugação de esforços em torno de objectivos comuns.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:44

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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