O meu ponto de vista

Janeiro 11 2026

Ainda a recuperar de forte gripe – é a terceira; eu não acredito em bruxas, mas que as há, há – resolvi passar este domingo em casa. Domingo, pelo menos da parte da tarde, de chuva miúda, tornando o ambiente ainda mais soturno. As notícias, quer nos jornais, quer na TV, apenas realçam a campanha eleitoral para as presidenciais. Lá pelo meio um ou outro destaque, a maior parte das vezes sem qualquer importância.

Todavia, há relevâncias que se dão a esta ou a outra, muitas delas autênticos spins, que não passam de montanhas que no final apenas parem ratos. Por exemplo, hoje noticiava-se que o Ministério da Educação pagou, o ano passado, 26 milhões de euros a 30 mil professores em horas extraordinárias. Visto de um prisma primário até parece que os docentes receberam, em acréscimo, uma fortuna. Esta é uma das situações que mais parece à la carte do CM. Denota mau jornalismo e, sobretudo, falta de trabalho de casa.

É que se nos dermos ao trabalho, veremos que, em média, cada professor recebeu bem menos de mil euros. Por outro lado, se avançarmos que tal importância se reporta a acerto de contas em horas extraordinárias desde 2018, então o caso muda totalmente de figura. Mais: tal atraso na aludida rectificação não veio, de modo algum, acrescida dos respectivos juros. Observem o que acontece com os nossos impostos: atrasamo-nos, nem que seja um dia, e o fisco cobra-nos, de imediato, um tanto a mais.

publicado por Hernani de J. Pereira às 17:23

Novembro 29 2025

Há muitos anos que advogo e já o escrevi imensas vezes. A escola ensina e a família educa. Por isso, e pedindo desculpa de me repetir, sou de opinião que o Ministério da Educação se devia designar por Ministério da Instrução. Bem sei que este nome é bafiento e cheira a tempos de outrora, i.e., dos idos do Estado Novo. Todavia, já é tempo de passarmos para trás das costas estes pruridos e avançarmos …

Começam felizmente, hoje-em-dia, a ouvirem-se vozes de outros intervenientes no ensino a defenderem igual postura. Acho bem e folgo por ver tal. Os alunos vão para a escola para aprenderem e para isso lá estão os professores. De todo estes jamais se encontrarão entre as quatro paredes daquela para darem educação. Esta deve vir de casa e os pais jamais se poderão demitir de tal prerrogativa ou delegar noutros aquilo que é, sem margem para dúvidas, sua inteira responsabilidade.

E, falando da obrigação que os pais têm em educar os filhos, há muito tempo que defendo que o não é não – não estou a falar de política, entenda-se – e deve ser mantido por muito que custe a uns e a outros. Bem sei que é muito mais fácil dizer que sim que não. Contudo, este educa enquanto, na maior parte das vezes, o sim derroga e conduz ao desleixo. Por outro lado, não sendo adepto de qualquer agressão física, admito – lá se vão levantar os wokistas com o Carmo e a Trindade – que uma palmada no rabo é, por vezes e em determinadas idades, mais eficaz que o pão que lhe colocamos na boca.

publicado por Hernani de J. Pereira às 18:29

Maio 05 2025

É muito habitual, hoje-em-dia, ouvir perorar-se aos quatro ventos sobre a falta de autoridade sentida na escola, da qual os professores tanto se queixam. Todos têm opinião, desde o gato ao periquito, todos emitem juízos de valor, sendo a mais comum a que é assacada à educação, ou melhor, à falta dela, que os pais exercem junto dos seus rebentos.

Todavia, desengane-se quem pense que o problema é de hoje. Já em 10.10.2006, numa entrevista dada por Daniel Sampaio ao suplemento Educação do JL, se podia ler: “Na minha geração, os pais eram bastante autoritários, impondo demasiados limites. A partir dos anos 80, as gerações aproximaram-se muito. O generation gap (intervalo de gerações) estreitou-se e há muita camaradagem entre pais e filhos, o que é muito bom em múltiplos aspectos. Mas há um contra: a dificuldade de estabelecer limites e regras, comum em pais que têm hoje 30 anos. A pior consequência é a de termos crianças que são muito exigentes. Comandam a vida familiar, determinam a hora de deitar e invadem a vida dos pais e dos amigos dos pais. O que vai ter consequências na adolescência. Quando têm 15 e 16 anos são fisicamente poderosos e podem tornar-se agressivos com os próprios pais.”

Mais à frente afirmava: “em relação aos professores passa-se o mesmo. E neste momento há um problema de autoridade. Mas é preciso ter cuidado porque há muita gente a dizer que é preciso regressar aos pais e professores autoritários. Não concordo.”

Agora, caríssimos leitores, passados que são quase dezanove anos, digam se não há razão quando comumente se afirma “fica-te mundo cada vez pior”.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:01

Julho 06 2024

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  1. Soube-se hoje que a proposta do Governo dá mais 200 euros por ano aos polícias do que aos professores. E aqueles continuam a gritar por mais. Absurdos desta vida.
  2. Um recluso que beneficiou de uma saída precária tentou regressar à cadeia de Paços de Ferreira com quatro telemóveis e 130 comprimidos escondidos no ânus. O caso foi detetado na última quarta-feira e não se tratou de um episódio isolado. Mais palavras para quê? Quando muito mais ânus, ou melhor, maiores ânus.
  3. Uma nota relevante: ontem Portugal jogou contra a França com apenas 10 jogadores, uma vez que o insubstituível – já agora o invisível - não pode sair. Para piorar um dos dez falhou um penalti. Pior não podia acontecer.
  4. A finalizar, uma nota de rodapé: acabei de arrancar as batatas deste ano. Um saco de semente de batata vermelha Red Label produziu cerca de 25 sacos. Já meio saco da Agria não deu mais que seis. Anos e tragédias de um agricultor.


publicado por Hernani de J. Pereira às 21:05

Fevereiro 23 2024

É por todos conhecida, nos últimos anos, a crónica falta de professores. Ainda agora, a meados do segundo período, existem à volta de 40 000 alunos que diariamente têm falta de um professor a uma ou a várias disciplinas.

Por outro lado, fala-se, aliás, de cerca de 35 000 docentes que terão de ser “formados” até 2030, com vista a colmatar a actual ausência de docentes bem como daqueles que até lá se irão reformar, ao que se diz à média de 5 000 ao ano.

Como também vem sendo anunciado as escolas superiores encontram-se muito longe de formar, ano após ano, os números em falta, tanto pelos discentes que aí entram como pela capacidade de formação.

Felizmente, começa-se a falar de duas situações com vista a breve prazo resolver a questão em apreço, i.e., proporcionar, no mais curto espaço de tempo, docentes a todos os alunos, o que é um imperativo nacional:

  • - Dar pós-formação, breve e q.b., a muitos licenciados cuja formação académica não estava vocacionada para o ensino e que se encontram em condições de trabalho desajustadas e/ou insatisfeitos;
  • - Recrutar antigos docentes, os quais se reformaram “novos” – bem sei que este é um conceito algo polémico – e que não se importem de voltar a dar aulas, tal como acontece presentemente com os médicos.

Todavia, como não há bela sem senão, estas questões levantam algumas nuances, para as quais é absolutamente necessário atempar. Vejamos:

  1. A aludida formação deve ser dada em horário laboral, mas sobretudo pós-laboral. A explicação é simples: ninguém se vai despedir, por muito mal que se encontre, por algo incerto, não sabendo do que viver, apenas para assistir a aulas das 09h00 às 17h00;
  2. Ter em atenção que a formação pedagógica é importante. Porém, mais relevante é a científica. Aliás, por modéstia o digo, pois sou um mau exemplo, o certo é que iniciei o meu serviço docente – ainda existem dezenas de milhares no activo nas mesmas condições – com base somente na minha habilitação académica. Só dez anos depois efectuei a profissionalização em serviço – concluída com 17 valores - e, como toda a franqueza, não vi que a minha ministração de aulas evoluísse para muito melhor. Nalguns casos até regrediu.
  3. Os antigos docentes que queiram reintegrar-se no serviço docente não podem ser penalizados fiscalmente, uma vez que estarão a prestar um serviço de primeira necessidade ao país.
publicado por Hernani de J. Pereira às 20:50

Janeiro 14 2023

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As reivindicações dos professores, com recurso à greve, duram há mais de um mês, mas só agora os portugueses parecem ter acordado para tal realidade. Capitaneados (!!!) pelo STOP, uma organização designada de marginal, levou, face à enormíssima adesão dos docentes, a que nos últimos dias outros sindicatos acordassem do marasmo – há quem lhe chame até colaboração - de anos e anos, como são exemplos a Fenprof e a FNE. Como é óbvio todas estas movimentações mexeram com o PS. E recusando-se a habituarem-se, lá vai disto …

Assim, não admira que nos últimos dias o ME e hoje o primeiro-ministro começassem a colocar em marcha a já habitual campanha de contrainformação. Não há telejornal, jornal, rádio e rede sociai que repita à exaustão a opinião do governo. Começam por referir o prejuízo para os alunos e respectivas famílias, sugerem a investigação pela IGE, recorrem a parecer da PGR, especialistas de direito emitem opiniões contra a greve, falam no estabelecimento de serviços mínimos, entre tantos outros desmandos.

Para além disso, afirmam que a colocação dos docentes jamais esteve equacionada no âmbito da designada descentralização municipal. Todavia, todos sabemos que quando vemos as barbas do vizinho a arder devemos colocar as nossas de molho. É que a municipalização do ensino, neste momento, já abarca o pessoal não docente e a responsabilização pela parte edificada. Já agora, lembro que a demora na substituição de uma simples lâmpada, da incumbência da autarquia, pode ter consequências graves na docência. Por outro lado, também é verdade que ouvimos, imensas vezes, senão todos pelo menos a maioria, dizer que não fazia qualquer sentido uma câmara ter responsabilidade sobre o ensino no município se não tivesse uma palavra sobre os professores que aí exercem o seu múnus.

Mais: tal como receberam de mãos abertas a gestão do pessoal não docente – os votos, sempre os votos – anseiam ferverosamente a administração dos professores. Nunca o disseram claramente, mas que é verdade é.

Por último, recordam-se da última vez que foi falada a questão da requisição/estabelecimento dos serviços mínimos aos professores? Foi, em 2014, no governo de Passos Coelho aquando da marcação de uma greve aos exames. E lembram-se o que disse, então, o PS e os demais partidos da esquerda? Vá lá façam um esforço e pesquisem!

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:03

Dezembro 13 2022

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O Ministério da Educação recentemente divulgou os resultados das provas de aferição realizadas no final do ano lectivo transacto. E, pasme-se, apesar destas provas se realizarem após dois anos em que os alunos, pelo menos durante algum tempo, estiveram em casa, i.e., tiveram ensino à distância, a performance académica destes aumentou. É caso para repetir “só contaram para você”!

Ora, das duas uma, ou melhor, das duas, duas: ou as provas foram extraordinariamente fáceis e/ou os critérios de correcção eram tão latos que a ordem deveria ter sido para aproveitar tudo e mais alguma coisa.

É evidente que houve também uma imperiosidade em transmitir uma leitura política da situação. A primeira prende-se com o facto de não ter sido fundamental a ausência, durante praticamente o ano inteiro, de docentes nas escolas; a outra pretende dar a entender que os professores e os alunos estarem na escola – no sentido físico – é despiciendo.

Já gora, com resultados tão bons, o porquê de se ter dado ordem às escolas para organizarem estratégias de recuperação de matérias dadas nestes dois anos em durou a pandemia?

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:49

Maio 18 2022

Os mais de 10 000 professores deslocados do estabelecimento de ensino, a cujos quadros pertencem, para as escolas que indicam, invocando motivos de doença/incapacidade dos próprios, dos maridos/esposas, dos ascendentes ou dos descendentes, originando a colocação em algumas delas de mais de 100 docentes do que os necessários, o que tem levado a que a sua esmagadora maioria nada faça a não ser polir paredes ou dobrar esquinas, bem como o aumento do número de alunos que reiteradamente continuam sem aulas, motivou o ME a encetar uma mudança da legislação que rege esta mobilidade.

Tal bastou para incendiar as redes sociais e para cada artigo os comentários dos professores são os mais díspares, chegando alguns deles a raiar os limites da loucura, tendo a certeza que envergonhariam os frequentadores da tasca mais reles. Não acreditam? Vejam, então, apenas este exemplo

Foda-se………………puta que pariu…………

Agora anda tudo armado em Bufo………..só querem denunciar á Inspeção – IGEC

Fazem Muito Bem em Denunciar…………..já devia ter sido á mais tempo para não se chegar aqui…………puta-que-pariu……………………foda-se……………………

Ide á merda………………é só vigarices nas mobilidades e destacamentos….muito pior que o Oliveira e Costa….muito pior que o Jo Berardo……………..foda-se………….puta-que-pariu esta merda…………..

Vigaristas Unidos já mais serão Vencidos…………vamos todos para a MPD………………foda-se, já estou a preparar os documentos para meter essa merda…………….

Durante os meus 45 anos de serviço conheci imensos colegas que recorreram à MPD. Uns, é certo, com toda a razão para usufruírem daquela regalia. Outros, porém, era e é um fartar de vilanagem, como é exemplo aquela colega – sim, sei o respectivo nome e a escola – que, apesar de pertencer aos quadros de uma escola de Coimbra, mas por não gostar da mesma, recorre anualmente à MPD a fim de ser colocada numa outra da mesma cidade, pois sabe, de antemão, que nesta não fará a ponta de um corno.

Como em tudo na vida, há-de pagar o justo pelo pecador.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:48

Fevereiro 24 2021

Senão todos, pelo menos a esmagadora maioria é pai e/ou mãe. Aliás, mesmo aqueles(as) que o não são sabem que o seguinte é verdade: Os filhos, mas também os netos, passam a vida a contrariar os mais velhos, sejam eles progenitores, avós e/ou outros. É aquilo que se costuma dizer: É a lei da vida.

É um dado adquirido e sem deixar a “coisa” em lume brando, o certo é que contestar sempre, por tudo e a todos os momentos, a maior parte das vezes é pura perda de tempo. Com o passar dos anos a excitação própria da juventude – em mecânica designa-se por vibração – acabará por passar. Não digo em todos e na mesma altura, mas que passa e eles assentam é uma verdade irrefutável.

Hoje-em-dia os professores, os quais fazem e são vistos inúmeras vezes como pais/mães, são motivo de contestação de uma forma veemente e continuada. Não fossem adultos e já experimentados e poder-se-ia dizer que se estava em presença de bullyng. Se o decente diz para fazer de um modo, os alunos tentam, por todas as formas, fazer de outro. Quando no final o resultado é manifestamente mau ou pior, a culpa é do docente: Ou porque não ensinou convenientemente, na versão dos alunos, ou porque não foi persistente – estou a ser benéfico nesta adjectivação – no entender dos pais.

publicado por Hernani de J. Pereira às 14:26

Outubro 20 2020

A grande maioria das pessoas não faz a mínima ideia do que se passa no interior das escolas. Umas porque não têm qualquer familiar, seja filho, neto ou outro, naquelas ou porque simplesmente não querem saber e têm raiva a quem saiba. A única coisa que lhes desperta alguma curiosidade é saber se existe ou não, na escola das suas redondezas, caso positivo à Covid-19. Como se evita o respectivo contágio e as medidas tomadas nesse sentido, se existem ou não ajuntamentos, se os docentes e funcionários fazem das tripas coração a cada dia que se apresentam no seu posto de trabalho, prontos, apesar de tudo, a darem o seu melhor, se são distribuídas ou não máscaras e se estas se apresentam nas condições ideais, isso nada lhes diz.

Todavia, no interior das ditas escolas há toda uma série de vivências, despercebidas ao comum dos mortais, mas importantíssimas no dia-a-dia destas. A criação do conceito de bolha, i.e., em que cada turma representa um casulo, de onde os alunos não podem sair e poucos são os que devem entrar, passou a fazer parte do conceito diário do mundo escolar. Ora, este novo conceito trouxe à tona aquilo que há muito está legislado, mas que com o decorrer dos anos se foi desvanecendo. Falo, concretamente, das aulas de substituição/ocupação.

Ora, é sobre esta última acepção que a “porca torce o rabo”. Havendo necessidade, de hora a hora, os docentes com horas destinadas a este efeito se deslocarem a esta ou aquela turma, cujo colega está a faltar, tudo fazem para contrariarem este desiderato. Uns não aparecem, outros queixam-se disto e daquilo e ainda outros argumentam que já foram muitas vezes, etc., etc. Como todos sabem os que bem me conhecem, não é difícil saltar-me a tampa. Foi o caso de hoje. Fui substituir um colega, mas lavrei antecipadamente o meu protesto. Exigi, alto e em bom som, que aos ausentes lhes fosse marcada a respectiva falta. Responderam-me os colegas presentes: "é assim mesmo. Ou há moralidade ou comem todos".

Instala-se um mau ambiente? É natural que sim. Porém, a Covid-19 é democrática. Pelo menos aquando do contágio.

publicado por Hernani de J. Pereira às 13:21

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