O meu ponto de vista

Dezembro 08 2020

Os resultados do PISA/TIMSS (Trends in International Mathematics and Science Study) de 2019 aí estão, acabados de vir à estampa. E, como era de prever, regista-se uma clara diminuição das aprendizagens dos alunos portugueses em relação a 2015. Diga-se, para não fugir à verdade, que desde o ano 2000 aqueles têm vindo paulatinamente a crescer. Agora, para apenas espanto dos apaniguados socialistas e seus compagnons de route, a queda deu à luz, qual advento da má educação.

O fim dos exames do 4º e 6º anos, mal e porcamente substituídos por provas de aferição que de condução e/ou tomada de novos rumos nada têm, bem como a flexibilização do ensino e a diversificação curricular explicam em grande parte estes péssimos resultados. Recordo que passámos do 13º ao 21º lugar no ranking.

Se em 2015 quase todos nos espantámos por o governo PS, com poucos dias de actividade, assumisse como seu, o então sucesso manifestado pelos jovens portugueses, mais desassossego nos causa agora quando endossa os actuais maus resultados ao governo de Passos Coelho, mais concretamente às medidas do ex-ministro Nuno Crato. É preciso não ter vergonha na cara. Já faltou mais para nos virem dizer que as actuais dificuldades do país se devem a Afonso Henriques!

publicado por Hernani de J. Pereira às 15:25

Dezembro 04 2019

Ontem foram dados à estampa os resultados da edição 2018 do, em tradução livre, Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA). E, tal como se suspeitava, deu jeito para tudo e, sobretudo, para todos. Tendo sido o penúltimo realizado em 2015, este, de certo modo, versa sobre a implementação das políticas educativas do anterior governo (2015-2019), já que o actual, apesar de ser mais do mesmo, ainda não produziu nada.

Que continuamos numa curva ascendente ninguém tem dúvidas. Todavia, há um senão. No que concerne às Ciências, estas denotam um decréscimo nos respectivos resultados. Se até aqui nada de alarmante há a registar, o caso muda de figura quando nos deparamos com as declarações do (não)ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

O ainda ME, desenvergonhadamente, mas sem reivindicar o contínuo êxito em Matemática e Literacia – era o que mais faltava -, não se conteve de remeter o insucesso de Ciências à acção governativa de Nuno Crato. É de bradar aos céus.

Como se sabe o ex-ME implementou uma política de rigor, essencialmente a nível de Matemática e Português, com a introdução de exames, nestas disciplinas e noutras, em todos os finais de ciclo. Daí não nos admirarmos do sucesso nestas. Se continuasse a governar, a maioria das pessoas está convencida que a ascensão de todas as áreas seria possível, uma vez que os exames se estenderiam à generalidade das disciplinas.

E o que fez o actual ME? Acabou, pura e simplesmente, com os exames, com excepção do 9º ano. E mesmo neste será para acabar com a intenção de transitar todos os alunos. Oxalá esteja enganado, mas com esta política facilitista, onde a preocupação economicista é premente, os resultados em 2021 serão bem piores.

Finalmente uma palavra para quem merece. Independentemente dos políticos ou da ausência deles, o certo é que tais resultados se devem aos alunos, mas também aos professores que, por muito que seja maltratados – o actual e anterior governo PS é o paradigma disso mesmo - não desistem.

publicado por Hernani de J. Pereira às 13:39

Fevereiro 16 2018

Em tempos não muito distantes o então ME, Nuno Crato, não podia colocar o pé na rua que, fosse onde fosse, aí tinha a Fenprof, com meia-dúzia de docentes, mas todos com cartazes e apitos, a manifestar-lhe o seu repúdio e proclamando incessantemente “está na hora, está na hora, de NC ir embora”. Claro que os media, sobretudo as televisões, de modo algum eram esquecidas. Faziam, aliás, parte substancial da “luta”.

Recentemente, porém, tudo é diferente. Sopram outros ventos e o espírito de diálogo é permanente e, segundo se afirmava, muito profícuo. Bem, segundo querem fazer crer, parece que agora a mudança está em cima mesa e até novas greves estão marcadas.

Assim, uma vez que no próximo dia 19 de fevereiro o ministro de Educação vem a Anadia, nomeadamente às escolas do 1.º CEB, Vila Nova de Monsarros e Aguim, exijo à Fenprof que use os mesmos métodos e “monte” o aludido circo, tão conhecido de todos os portugueses. Os motivos não decresceram. Bem pelo contrário. Descongelamento e progressão na carreira, aposentação, componente lectiva/não lectiva, horários de trabalho, entre tantos outros.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:12

Dezembro 06 2016

Sei de fonte limpa que não haverá hoje ninguém, directa ou indirectamente ligado ao ensino, que não diga algo sobre os resultados dos alunos portugueses nos testes PISA 2015. Eu, como é óbvio, não fujo à regra.

Assim, os discentes portugueses deram continuidade a uma evolução, a qual tem sido constante desde a primeira participação, em 2000. Nos testes PISA 2015, os estudantes nacionais chegam ao "top" 20, entre mais de 70 países - incluindo os 35 membros da OCDE -, nos domínios de Literacia Científica (17.º lugar) e de Leitura (18.º), melhorando ainda a prestação na Matemática (22.º). É de realçar que é a primeira vez, que os nossos jovens conseguem ficar acima dos valores médios nos três domínios de avaliação, sendo que a Literacia Científica - área em destaque nos testes realizados no ano passado por mais de meio milhão de estudantes de todos os continentes - acaba por ser a cereja no topo do bolo.

Ora, mesmo tendo em conta que durante os aludidos quinze anos, sete foram por conta – para infelicidade nossa – dos governos de José Sócrates, restam oito liderados por governos do PSD. Mais: quatro deles, os últimos do referido estudo, foram conduzidos, sob a batuta da responsabilidade e eficiência, pela mão de Nuno Crato, do qual a esquerda e, sobretudo, a Fenprof disseram o que os maometanos não dizem do toucinho. Seria, agora o momento, caso tivessem decoro, de pedir desculpa.

A terminar, como se costuma dizer, não há bela sem senão. Assim, há assinalar que os alunos inquiridos tinham todos quinze anos, o que pressupõe à partida que frequentassem o 10º ano. Não é, contudo, o que a realidade denota. Apenas 55% dos inquiridos frequentavam esse ano, sendo que 22% andavam no 9º e os restantes repartiam-se entre o 7º e o 8º ano de escolaridade.

Ah, a Finlândia, esse paradigma das boas práticas educacionais, continua a regredir. Sintomático! E o actual ME dá os parabéns aos alunos e professores. Aos seus antecessores, nem uma palavra! Também aqui é sintomático!

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:28

Novembro 29 2016

Cada vez mais enchemos a boca com exigência e responsabilidade. A começar pelos mais novos, já que é de pequenino que se torce o pepino, lá diz o ditado. Todavia, na prática, os pais quase nunca se atrevem a dizer não, isto para não falar em que lhes dão tudo o que pedem e os deixam, em termos de ser e estar, conforme muito bem querem.

O ex-ministro da Educação, Nuno Crato, apesar dos erros que cometeu – o número destes é, em princípio, proporcional à quantidade de trabalho – tentou implementar um ensino de responsabilidade. Manda a verdade dizer que, por este e outros motivos, lhe deram porrada de água a jarra. Mais, a Fenprof, organização insuspeita de alguma ligação à Igreja, comparou-o a um autêntico anti-Cristo, movendo-lhe uma cruzada constante.

Bem, segundo notícias hoje vindas a pública, tal política começa a dar os seus resultados. De acordo com o Trends in International Mathematics and Science Study (TIMSS), um estudo internacional que avalia o desempenho dos alunos do 4.º (e do 8.º ano) de escolaridade a matemática e ciências e que foi aplicado no final do ano lectivo de 2014/2015, os alunos portugueses do 4.º ano estão melhores a Matemática do que aqueles que terminaram o primeiro ciclo do ensino básico em 2011, tendo até ultrapassado a Finlândia.

Como não há bela sem senão, aos conhecimentos a Ciências decresceram. Por isso, ninguém me tira da cabeça de que se os exames fossem alargados a todas as disciplinas, também aqui o resultado seria diferente.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:25

Outubro 06 2015

Ainda não se sabe quem, na verdade, será indigitado para formar governo, já os media adiantam que os ministros X, Y e Z vão abandonar funções, enquanto P, T e O se manterão com toda a certeza.

Sinceramente, não acredito na maior parte dos vaticínios e sobre outros tenho as maiores reservas. Todavia, um existe que anda muito na berlinda, vá-se lá saber porquê.

Refiro-me concretamente  a Nuno Crato. Uns, numa hora, dizem que sai, enquanto outros, na hora seguinte, dão a sua continuidade como certa. Uma coisa tenho para comigo: se for não deixa muitas saudades.

Para justificar tal posição, apresento uma, de entre muitas outras razões: o academicismo que, umas vezes às claras, outras de forma encapotada, tem implementado junto das escolas é deveras atroz, o qual, mais cedo que tarde, iremos todos pagar com língua de palmo. Mais: só para citar um exemplo, não há-de tardar muito que teremos engenheiros electrotécnicos, formados e devidamente credenciados, que nunca mudaram sequer uma lâmpada.

Atenção, porém, a algo importante. O ainda MEC não está sozinho neste desiderato, uma vez existirem, infelizmente, hoje-em-dia muitas direcções de escolas, bem como alguns docentes, que pugnam assanhadamente por este tipo de ensino.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:02

Junho 30 2015

Isto de ser notícia, senão diariamente, quase todos os dias, dá, na maior parte das vezes, origem a imbecilidades e das grossas. E, apesar de há muito isto ser do domínio comum, o certo é que os nossos governantes não aprendem. Que o diga Nuno Crato.

O MEC não faz a coisa por menos. Senão, vejamos.

Há coisa de duas semanas foi a lembrança de colocar ex-militares a fazer vigilância – não sei se de G3 em punho ou não – nos recreios das nossas escolas. Por um lado por causa da diminuição drástica do pessoal não docente e, por outro, devido ao envelhecimento deste.

É evidente que, de imediato, vieram logo os arautos do costume a dizer mal da solução. A esquerda a comentar que se queria militarizar as escolas e os directores destas, com receio de não terem “mão” naqueles – a designação de sargentões não é por acaso -, a vituperarem tal argumentando que estes não possuem formação para o fim preconizado.

Uma outra medida surgiu muito recentemente, no âmbito da luta contra a obesidade, e passa por transmitir aos alunos a ideia de que se devem deslocar para a escola a pé ou de bicicleta. Até que enfim! Sinto-me vingado. Há quase cinquenta anos, quando iniciei os meus estudos liceais, a esmagadora maioria dos discentes, tal como eu, na ausência de quaisquer transportes públicos, deslocava-se das suas aldeias de bicicleta. Este vosso escriva, por exemplo, percorria cerca de quinze quilómetros para cada lado e olhem que nunca faltou, quer fizesse sol, chuva ou neve.

Ah, já agora, vou montar uma empresa de venda e/ou aluguer de “bikes”.

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:51

Junho 23 2015

Pois é. Sempre assim foi e sempre assim será. Morto por ter cão, morto por o não ter. Podia usar outros adágios similares para atingir os mesmos objectivos, mas não fortifica a finalidade, uma vez que o relevante é a ideia substancial que está na génese do que quero transmitir.

Todos reclamamos - bem, todos não é verdade, uma vez que alguns, pelo menos os mentores das associações de pais, pensam o contrário - por um ano lectivo mais curto, e com a duração de períodos mais homogénea, já que está provado que somos, a nível europeu, senão o que mais dias de aulas temos, pelo menos uns dos que mais têm. Aliás, não nos podemos esquecer que dar mais do mesmo não é solução alguma. Esta está, sim, na diferenciação de metodologias e, sobretudo, na assiduidade.

Ora, quando o poder político, apesar de tal medida poder cheirar a algum eleitoralismo - quem estiver sem pecado que atire a primeira pedra -, vai ao encontro das preocupações dos principais agentes educativos, i.e., por exemplo, iniciar o ano lectivo – p.f. não confundir com ano escolar – em 21 de Setembro em vez do habitual 14, eis que toda a esquerda, fundamentalmente a “caviar”, gritam «aqui d’El Rei» que não pode ser e clamam pela presença de Nuno Crato na AR a fim de dar explicações.

Sinceramente, não há pachorra para tais desmandos!

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:07

Fevereiro 02 2015

Já muito foi dito e escrito sobre a celebérrima PAAC e, por conseguinte, pouco ou nada acrescentarei ao debate. Porém, quero deixar claro a minha posição.

Sempre fui e, enquanto não me demonstrarem o contrário, serei a favor de uma prova de entrada na profissão docente. Aliás, esta existe também para os médicos, advogados, economistas, engenheiros e outras profissões, sem que haja qualquer movimento ou opinião contrária.

Que a aludida prova pode ser elaborada de muitos modos não tenho a menor dúvida. Mas, independentemente da sua forma, a sua existência, para mim, não oferece dúvidas. Com isto não quero dizer que concorde com tudo o que nela(s) consta(m). Este ano, por exemplo, pelo menos uma das questões não lembra ao Diabo, pois a sua formulação é de tal modo dúbia que deixa baralhado o mais catedrático dos professores.

No entanto, só pelo facto de se ficar a saber o número de erros cometidos pelos candidatos – poucos houve que não tiveram um único – já é salutar. Como todos bem compreendemos, excepto os sindicalistas, preconizadores de quanto pior melhor, não é admissível que um docente dê um tão grande número de erros num simples texto. Atenção que não estou a falar da questão de vírgulas e/ou de pontuação, mas de erros em que se usa indevidamente o “a´”, o “há” e o “à”, bem como o “ç” e o “ss”, entre outros.

Bem sei que há quem diga que um docente de Educação Tecnológica, de Matemática ou de outras disciplinas ditas exactas, pode ser, em termos pedagógicos e científicos, um excelente professor destas e, simultaneamente, continuar a dar pontapés na gramática. O poder pode, mas é diferente, como se costuma dizer. Tenho a certeza que nunca será um professor na verdadeira acepção da palavra.

Ainda a propósito da PACC, Mário Nogueira afirmou que esta é tão inútil para a educação como Nuno Crato o é. Já agora, podíamos extrapolar e dizer que este sindicalista enferma dos mesmos males, i.e., que Mário Nogueira é tão útil ao sindicalismo como o é à educação. No entanto, não entramos no mesmo jogo, ou seja, na argumentação do vazio de ideias.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:07

Julho 22 2014

Já lá diz o nosso povo “o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita”. É o que acontece com a aludida Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC) dos candidatos a professores, a qual tanta celeuma tem dado nos últimos meses, mas sobretudo nos últimos dias, com o culminar de mais uma série de incidentes no dia de hoje.

Exame instituído pela ex-ministra de Sócrates, Maria de Lurdes Rodrigues, e por isso constante do Estatuto da Carreira Docente, só agora se concretizou mercê de dois factores: vontade expressa de Nuno Crato e inoperância dos socialistas. Estes, porém, para além de a terem introduzido como forma legal de acesso à carreira, vêm agora, de forma despudorada, afirmar que são contra, mas sem terem coragem de adiantar que tal deve ser expurgada da lei.

Voltando ao dia de hoje há a realçar os seguintes aspectos:

  • O MEC ao anunciar a data da prova para esta altura e, principalmente, com cinco dias de antecedência – três dias úteis -, apesar de cumprir escrupulosamente a lei, revelou má-fé e algum receio no confronto com os opositores – não confundir com a maioria dos docentes do quadro.
  • Pelo seu lado a Fenprof, depois de ver os tribunais retirarem-lhe a razão e permitindo a realização daquela, continuou a sua contestação – também não é novidade – a tudo e a todos os que não comungam com as suas ideias estalinistas da educação. Imaginam o que diriam do MEC se este contestasse na rua e prosseguisse com as suas propostas depois de qualquer tribunal o impedir de tal?
  • As acções – infelizmente poucas – de alguns pseudo-professores ao tentarem impedir que outros, livremente, pudessem realizar o mencionado exame, invadindo escolas, fazendo barulho, agredindo funcionários, com a conivência vergonhosa da PSP, só mostra à saciedade que aqueles jamais possuem capacidade e, acima de tudo, sentido de urbanidade para serem professores. Esqueceram-se facilmente daquela máxima que diz: “a minha liberdade termina quando começa a do outro”.
  • Como se viu pelas imensas reportagens que as diversas televisões transmitiram, de entre os contestatários, muitos havia que não eram professores. Aliás, sem um pingo de vergonha na cara, declararam, em frente das câmaras, que estavam ali por solidariedade, uma vez que este governo estava a dar cabo do estado social, tanto a nível da educação, saúde, justiça, blá, blá, blá. A cassete de sempre!

Resumindo, tal como aconteceu noutras ocasiões – lembram-se da pouca vergonha que foram as peripécias encetadas no dia 10 de Junho? -, também hoje a larga maioria dos professores, de modo algum, se revê nestas formas de luta.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:44

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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