O meu ponto de vista

Abril 21 2019

JESUS CRISTO ressuscitou.

Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Paz aos homens de boa vontade.

 

A todos os meus leitores uma Santa e Feliz Páscoa.

publicado por Hernani de J. Pereira às 10:52

Março 27 2016

 

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 (Imagem extraída da Net)

 

CRISTO Ressuscitou, Aleluia, Aleluia, Aleluia.

 

Feliz e Santa Páscoa para todos.

 

publicado por Hernani de J. Pereira às 11:10

Março 25 2016

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Jesus Cristo quis sofrer e morrer para nos salvar. E morreu de cruz. Meditemos, pois, no seu sofrimento e, sobretudo, na sua entrega por nossa salvação

Hoje, comungando com a dor e morte do Filho de Deus, genufleti e beijei a Sua Cruz, prometendo, simultaneamente, carregar a minha e ajudar os meus irmãos a também suportarem a deles.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:15

Fevereiro 27 2016

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 O nosso povo costuma, e muito bem, dizer “muitas graças a Deus, poucas graças com Deus”. Apesar de haver muitos que não são praticantes, o certo é que a esmagadora maioria, superior a 90%, declara-se católico e, por conseguinte, acredita em Jesus Cristo como filho único do Altíssimo.

Aliás, conheço muitos que dizendo-se não crentes, em momentos de aflição a primeira coisa que fazem é rezar e até, em última instância, prometem isto e aquilo a Deus e aos santos.

Somos um povo de matriz judaica-cristã, algo inegável e que, para desespero de uns poucos, faz parte integrante do nosso ADN. Refutar isto é negar a nossa história.

Por princípio sou adverso a tabus e adoro uma boa discussão filosófica, onde a religião e a cultura poderão estar incluídas, desde qua mesma seja feita num espírito de urbanidade. Todavia, existem assuntos sobre os quais não admito discussão e muito menos ofensa. Refiro-me concretamente, mas sem proselitismo, à crença religiosa de cada um, à ideologia política, à família e à bandeira. Posso não concordar e, por isso, sou livre de achar que aquela ou aqueloutra pessoa professa o credo errado, politicamente está equivocada, pertence a uma família inadequada aos padrões comummente aceites pela sociedade e o país cuja bandeira defende se encontra nos antípodas dos valores que defendo. Discordo e sou capaz de lho dizer cara-a-cara, mas não deixo de a considerar como ser humano e jamais me passa pela cabeça ofender os seus apreços.

Para o Bloco de Esquerda (BE), porém, nada destes valores, desta atitude e postura, deste modo de ser e estar tem qualquer valor. De tudo ri, escarnece e se serve para atingir os seus vis objectivos. É um baralhar perseverante e um novo dar de cartas permanente. Tudo é colocado em causa e tudo serve para fracturar, fazendo gala de serem constantemente elefantes mesmo que se encontrem em lojas de porcelana!

De modo algum posso calar a revolta que me assola de cada vez que olho para o cartaz por estes dias tronado público por aquela força política. É de uma baixeza, de um desmando atroz e uma afronta a todos os que acreditam em Cristo.

Liberdade de expressão sim, mas mesmo esta tem os seus limites. A minha liberdade termina quando começa a do outro, costuma-se dizer e com verdade.

Não sei se existem cristãos militantes no BE. Votantes presumo que sim. Gostaria de saber como se sentem ao admirar tal propaganda a propósito do fim da discriminação da lei da adopção.

publicado por Hernani de J. Pereira às 01:47

Dezembro 03 2014

No passado domingo, com o início do Advento, mais um ano litúrgico principiou. Porém, não é deste princípio que quero falar, mas sim do Advento. De acordo com a Wikipédia, «o Advento (do latim Adventus: "chegada", do verbo Advenire: "chegar a") é o primeiro tempo do ano litúrgico, o qual antecede o Natal. Para os cristãos, é um tempo de preparação e alegria, de expectativa, onde os fiéis, esperando o Nascimento de Jesus Cristo, vivem o arrependimento e promovem a fraternidade e a paz».

Ora, é este advir, i.e., o que irá acontecer, ou melhor ainda, o que terá de suceder, que, a nível pessoal, é relevante. Num tempo que se caracteriza por um consumismo desenfreado, entremeado por acções caritativas de índole meramente momentânea, só a renovação interior é capaz de nos levar à boa vontade e até às experiências transcendentais, o que pode e deve significar abertura a novas realidades e à descoberta de novos mundos.

As pessoas valorizam isto. A sociedade necessita disto. Por isso, há que tirar partido deste tempo novo, por muito que possamos ser alvo de crítica ou mesmo de chacota. Lembro que Jesus Cristo, Aquele que veio e há-de vir, o fez e fará para salvar os pecadores. É que os outros, os sem mácula, acham que, neste campo, pouco ou nada devem fazer, já que, sem piáculos, nada têm de provar.

Concretamente quero fazer parte integrante de uma família que acredita no nascimento de Jesus e não da vinda do Pai Natal, apresentando características únicas: inovação no ser, qualidade no estar, confiança no outro, paixão pelos mais simples e, sobretudo, o gosto de amar quem me rodeia.

Conseguirei? Não sei. Todavia, acima de tudo, é necessário acreditar.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:40

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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