O meu ponto de vista

Junho 24 2021

Hoje, uma das manchetes na imprensa diária era “Porto entra na lista dos concelhos em alerta”. Evidentemente que tal se referia à pandemia provocada pela propagação do Covid-19. Tal como aludia ao aumento de casos infectados, um pouco por todo o país, com especial incidência na região de Lisboa e Vale do Tejo e, agora, também no Porto.

Com toda a sinceridade, somos os maiores na política do balancé, tanto estamos em cima, como, de repente, passamos para a mó de baixo. Sim, bem sabemos que esta questão de oito ou oitenta não é de hoje, bem pelo contrário, mas jamais aprendermos com erros passados, mesmo que muito recentes, deixa-me furioso, para não dizer fora de mim.

Estamos a caminhar para o abismo, mas em vez de arrepiarmos caminho, não, ainda fazemos pior, corremos e mergulhamos mesmo. Por exemplo, o caso da realização da final da Champions no Porto já foi um enormíssimo erro, reconhecido, inclusive pela chanceler alemã, Angela Merkel. Agora, por motivos meramente eleitoralistas, sabendo previamente dos mais que eventuais agravamentos, foram permitidos os festejos, ainda que minimalistas, de S. João.

Depois queixem-se da pouca sorte, i.e., daqui a umas semanas passarmos a ser novamente o pior país da Europa e, sobretudo, sermos um país a evitar.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:04

Junho 15 2021

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Nunca é demais denunciar o extraordinário declínio da natalidade no nosso país. Cada vez existem mais casais sem filhos e os poucos que têm coragem para enfrentar tal desiderato, têm-nos cada vez mais tarde e em menor número.

As explicações são muitas e servem para todos os gostos. Individualismo, egoísmo, hedonismo, pensar apenas no presente e, entre tantas outras, uma que considero fundamental: inexistência de condições económicas. Bem sei que a recorrência a este último argumento nem sempre é fundamentada, mas que tem muito de verdade é certo.

Como todos bem sabemos não há programa de governo que não contemple uma série de promessas sobre a matéria em questão. Promessas que não passam disso mesmo. O vento as leva.

Por outro lado, não existe governo que, em momento algum, não tenha um pendor eleitoralista. É assim com o interior, onde se diz que se vai investir muitos e fundos, mas há míngua dos votos que tais regiões dão, nada ou muito pouco se faz, como também assim é com a natalidade. Os bebés não votam. Ponto final.

Observe-se o apoio à terceira idade versus benefícios à natalidade. Os mais velhos reivindicam aumento de pensões, mesmo para aqueles que, por vontade própria, nunca descontaram um cêntimo, apoio aos lares, transportes gratuitos ou quase, amparo na saúde – são os mais despesistas, como é normal -, etc., etc. E isto independentemente de terem filhos muito bem instalados na vida e/ou possuírem uma excelente conta bancária. Contudo, como votam, os governos lá vão cedendo. Não tanto como querem, uma vez que o lençol é curto, mas vão obtendo benesses atrás de benesses.

É, pois, chagada a altura de inverter este tipo de política. Apoie-se o nascimento de crianças com uma doação – por exemplo 10 000 € -, criem-se creche e infantários gratuitos – por vezes custa mais a mensalidade de uma criança num destes estabelecimentos do que a propina de um universitário -, dêem-se mais e melhores condições às parturientes, tais como licenças prolongadas e pagas a 100 %, férias a dobrar, tantos dias de descanso por mês, entre outras. Tudo isto até a criança, por exemplo, atingir os seis anos. Mas caramba, façam qualquer coisa.

publicado por Hernani de J. Pereira às 11:07

Junho 14 2021

O governo, sem ouvir quem quer que seja, nomeou Pedro Adão e Silva, conhecido colunista e excelso defensor das posições socialistas, como presidente da Comissão das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, com direito a mordomias e gabinete maiores que alguns ministros e durante cerca de seis anos (!!!). Tal coutada, a ver pelo presente caso, é exclusiva do PS. E ai daqueles que se atrevem a criticar mais uma colocação de um apaniguado, pois são logo rotulados de anti-abrilistas e não democráticos.

O mesmo governo decidiu nomear Ana Vitorino para presidente da nova Autoridade dos Transportes e Mobilidade, actual deputada e ex-ministra do anterior governo socialista, esposa do muito afamado e ainda vigente ministro Eduardo Cabrita, auferindo um vencimento superior a 12 000 euros a que são acrescidos mais de 4 000 para despesas de representação, com o argumento de que era uma pessoa extremamente competente e dava provas de total independência. Pelo currículo nota-se logo!!!

A CM de Lisboa enviou o nome e dados pessoais para a Embaixada da Rússia de elementos organizadores de uma manifestação a favor do preso político Navalny. Como é evidente estes temem pela sua vida e sobretudo da dos seus familiares que se encontram naquele país. Numa acção a roçar a nojice o MNE, Santos Silva, pediu àquele país para apagar dos dados enviados. E não foi caso único, pois, segundo já se sabe, também algo semelhante aconteceu com a China, Israel, Venezuela, entre outros. Fernando Medida, presidente desta autarquia diz lamentar o sucedido, o que foi secundado pela camarilha socialista. Mais: negou só ter conhecimento do caso agora e pela imprensa quando se sabe, por documentos escritos, que há meses que o seu gabinete foi informado.

Ah, é engraçado verificar o comportamento do BE. Quer que seja verificado em todas as autarquias deste país se houve comportamento semelhante. Como se sabe, quando se pretende investigar tudo, o resultado é nada se provar. Os amigos são para as ocasiões.

A sorte deste governo e principalmente dos socialistas é o Campeonato Europeu de Futebol. Com a TV a falar muito pouco destes e de outros problemas, não admira que, na maior parte das horas, apenas interessa o que fazem 22 jogadores aos pontapés à bola. Não é por acaso que tal é designado como um dos ópios do povoléu.

publicado por Hernani de J. Pereira às 11:15

Maio 25 2021

Nos últimos dias registou-se sistematicamente uma subida do número de contágios por Covid-19, sendo de realçar que metade se verifica em Lisboa, fruto da festa do final do campeonato de futebol, promovida por adeptos do Sporting, bem como da desvalorização dos cuidados na noite lisboeta, como, aliás, temos visto amiúde nas televisões.

Como se tem visto, o governo fala, fala, mas agir em Lisboa …. Está quieto.

Assim, como não quer fazer o que tem feito, e bem, em muitos outros concelhos do país, ou seja, forçando a regressão nas medidas de confinamento, começa a inventar outras soluções: mudança da matriz de risco, i.e., aumento do índice do número de infectados por 100 000 habitantes, bem como acelerar a vacinação, baixando o nível etário, falando-se já em inocular os indivíduos da faixa etária dos 30-40 anos.

A pergunta que impõe: porque não se tomaram estas medidas nas autarquias que subiram o número de infectados? Lisboa é Lisboa e o resto é paisagem. Fosse a capital governada por outra cor política e veriam como as medidas seriam diferentes.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:32

Maio 03 2021

O governo, pela voz da ministra da Modernização Administrativa, Alexandra Leitão, anunciou a construção de residências universitárias em Lisboa – onde mais poderia ser? - para os filhos dos funcionários públicos.

Se relativamente à primeira parte nada a obstar, ou melhor até é de aplaudir a edificação de mais “habitação social” para os estudantes do ensino superior, já no que concerne à segunda estou totalmente contra. E, apesar de ser funcionário público, estou contra pois sempre me incomodaram, e de sobremaneira, os privilégios, a permanência de castas, a providência só para alguns, como se o sol quando nasce não fosse para todos.

É bom recordar que antes de 25 de Abril, a maioria dos funcionários públicos auferiam tarde e mal, muito abaixo do sector privado. Daí que só ia trabalhar para o Estado quem não conseguisse emprego noutro lado. Justificava-se, assim, algumas regalias. Todavia, após aquela data e, sobretudo, nos últimos anos a situação inverteu-se e de uma forma drástica. Sem desemprego, nem lay off e muito menos salários em atraso, serão, se encararem a actual situação de uma forma digna, os derradeiros a queixarem-se.

Aliás, estou plenamente convencido que a generalidade dos aludidos funcionários públicos rejeita veemente mais esta prerrogativa.

publicado por Hernani de J. Pereira às 10:36

Março 07 2021

Vivemos tempos de algum constrangimento. Não me refiro propriamente à questão do confinamento, mas de algumas tentativas de cerceamento da liberdade. A comprovar atente-se no manifesto subscrito por uma série de “personalidades”, as quais se revoltam com o facto dos jornalistas das televisões generalistas se centrarem “apenas” nos casos negativos da pandemia, de relatarem os aspectos menos claros da vacinação contra o Covid-19, em suma de denegrirem constantemente a acção do PS e, sobretudo, do governo.

É evidente que existe no PS e não só, por muito que apregoem o extremo amor à liberdade, gente que ainda tem uma costela salazarista. Nada de números de infectados e/ou mortos, excluam-se as filmagens sobre as filas de ambulâncias às portas dos hospitais, bem como a pré-rotura destes, chegando a necessitar de ajuda estrangeiro, etc., etc. Somente notícias cor-de-rosa como, por exemplo, a excelente governação proporcionada por António Costa.

Tem muita razão Cavaco Silva quando vem criticar esta tentativa de amordaçamento da democracia. Não quer dizer que esteja isento de erros, bem pelo contrário. Contudo, tal como tinham razão quando em tempos lhos apontarem, ele, agora, tem todo o direito de os indicar. Como seria de esperar os “cães” de fila do PS – leia-se PCP e BE – vieram, de imediato, amesquinhá-lo, chegando ao cúmulo de Jerónimo de Sousa dizer que se tinha de lhe dar um desconto pois estava velho. É caso para dizer: Olha quem fala! Logo ele que é um poço de juventude.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:29

Fevereiro 14 2021

Em tempos de contínua luta com vista a salvar milhares e milhares de vidas, chegando ao cúmulo de necessitarmos de ajuda do estrangeiro, como são exemplos as equipas de saúde da Alemanha, França e Luxemburgo que estão entre nós, o que faz o nosso parlamento? A resposta está nos temas fracturantes: eutanásia e a possibilidade de mulheres poderem engravidar com esperma de maridos já mortos. Está bem visto, pois é isso que preocupa, sem margem para dúvidas, a esmagadora maioria dos portugueses.

É o que dá sermos governados por uma maioria de esquerda e extrema-esquerda.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:15

Fevereiro 09 2021

Os especialistas confirmam aquilo que todos já sabíamos, i.e., a curva de crescimento da pandemia do Covid-19 continuou interruptamente a subir desde inícios de Janeiro, só começando a achatar - duas semanas depois - após o encerramento das escolas. São dados concretos e indesmentíveis. Dizem mais: o aludido fecho só pecou por tardio, pois jamais deveriam as escolas terem aberto em Janeiro. Culpa, máxima culpa, do governo.

Todavia, durante duas ou três semanas o governo e sobretudo o ME negou o óbvio. Aliás, o primeiro-ministro, de forma desonesta, chegou a desmentir o intuitivo, ou seja, dizendo que foi no momento em que as escolas encerraram que o pico de transmissão foi alcançado. Estava-se a referir às interrupções de Natal, nas quais, devido à desbragada atitude governamental e não só, houve um criminoso desconfinamento (quase total). Tal foi a sua latitude que a maioria dos cientistas, já nessa altura, recomendavam a não reabertura das escolas, ou seja, a quatro de Janeiro.

Todavia, o governo, o ME e sobretudo o Ministério das Finanças – afinal, é quem manda – sabiam que estavam longe, muito longe de cumprir os objectivos que se propuserem, e proclamaram aos quatro ventos, desde Abril do ano transacto: apetrecharem as escolas e, principalmente, os alunos do material informático necessário a um mínimo digno de E@D. Daí o protelamento máximo. Muitas mortes teriam sido evitadas. Criminosa tal atitude.

Agora, sem qualquer despudor, o ME já começa a falar, contra todas as ideias defendidas pelos peritos, na reabertura das escolas. Volto a repetir: sabem muito bem porque insistem em tal medida. Essencialmente, por culpas no cartório. Principalmente, por existirem milhares de alunos sem as mínimas condições para continuar a seguir as aulas à distância.

publicado por Hernani de J. Pereira às 16:54

Janeiro 19 2021

Não há direito. Isto, volto a dizer, não é confinamento. É uma farsa. O governo e, sobretudo, António Costa diz, mas não diz o que pensa, escreve mas com letra ilegível, legisla mas deixa tantos “buracos” que é como não houvesse lei nenhuma.

No fundo, o primeiro-ministro é um sabidão. Deixa as coisas correr. Se correrem bem, colhe os louros. Se a coisa der para o torto, a culpa é dos portugueses. Ora, se há coisa que caracteriza os portugueses é a fuga. Veja-se o caso paradigmático dos impostos. Só não fogem aqueles que não podem e a meia-dúzia para os quais a ética e a moral estão acima de tudo. Com este pseudo confinamento é a mesmíssima coisa.

Só com medidas duras, rígidas e seriamente levadas à prática, por via de um policiamento eficaz, o número de infectados por Covid diminuirá. Só que isso António Costa não quer fazer. Verão no próximo domingo em como a festa da democracia, como lhe chamam, se irá transformar no agravamento da nossa desgraça.

E Marcelo Rebelo de Sousa por precisar dos votos dos socialistas alinha e dança o tango. São necessários dois para ...

publicado por Hernani de J. Pereira às 11:21

Dezembro 09 2020

O quê? O Estado, para além dos despedimentos, com os quais, infelizmente tenho de concordar, pois não podem ser tratados diferentemente de qualquer outro sector económico, vai injectar 3 200 milhões de euros na TAP? E ninguém diz nada? Onde está o PCP e o BE?

Já em 2018 e 2019, estranhamente, a transportadora nacional registou prejuízos na ordem dos 200 milhões. Isto apesar do enormíssimo boom de transporte de passageiros, por causa do aumento do turismo e não só. E o que fez o governo? Assobiou para o lado. Quando não o fez acusou os privados de tal e, numa sanha nacionalizante, assumiu a quase totalidade do capital da companhia.

Agora, em tempo de vacas magras, pagamos todos, como é timbre dos socialistas.

É, sem sombra para dúvidas, um “Novo Banco”. Só que agora branqueado à esquerda.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:29

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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