O meu ponto de vista

Julho 10 2019

Só Deus sabe o que se sofreu – então, eu, particularmente nem se fale – por causa da avaliação de desempenho docente, vulgo ADD. Em tempos que já lá vão, tudo se contestava, tudo era negativo, e o sol jamais brilharia com tal medida. As pessoas mal esclarecidas e, sobretudo, acicatadas pelos sindicatos tudo deturpavam. Pura e simplesmente, não queriam e não aceitavam sequer a mínima discussão. Pouco importava que pessoas houvesse que tinham de obedecer a ordens superiores. Sim, bem sei que outros, hoje-em-dia muito bem posicionados, nada ligaram a isso. Nunca foi e jamais será a minha ideia de serviço público. A não ser que seja algo que fortemente se interponha entre o dever de lealdade e os meus valores éticos/morais, nunca vacilarei sobre o caminho a seguir, mesmo que isso me crie uma auréola de impopularidade. Aliás, foi o que aconteceu.

Deixemos, porém, a luta de 2007 e 2008. É algo que já lá vai e como o nosso povo costuma dizer “águas passadas não movem moinhos”. Importa o dia de hoje. E actualmente a maioria dos docentes está, nesta altura, a ser avaliada e, de certo modo, pelos mesmos parâmetros e tendo por base a incidência em idênticos percentis.

Assim, é engraçado - ou, melhor, até nem tem graça nenhuma – verificar a passividade em como que se aceita a avaliação docente. Mais: quotidianamente todos se submetem e não se verifica qualquer relutância em aceitar o resultado final. Eu que o diga como avaliador.

Passados dez/onze anos a mansidão é total, o que me leva a perguntar: para quê tantos vitupérios, tanta maledicência, tanto enforcamento em praça pública, tanto azedume e grito de revolta? Afinal, soçobraram uma vez que a razão não os assistia. Poderão dizer que a idade os alquebrou. Todavia, a verdade é que não quiseram ouvir, naquela altura, a voz da razão. O canto das sereias falou mais alto. Infelizmente.

publicado por Hernani de J. Pereira às 15:40

Junho 25 2018

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Estejam descansados os meus detractores, pois não é por acaso que, hoje-em-dia, escrevo muito mais sobre o que se passa nas escolas. Não falo de educação, pelos motivos há muito explicitados, mas sim do ensino e da gestão do mesmo.

Já agora, confirmo ter recebido alguns comentários na respectiva caixa de correio, textos aliás impublicáveis. É que os leitores que comigo comungam opiniões semelhantes, como sempre, preferem não dar a cara. Pelo telefone e/ou de viva voz lá vão dando palmadinhas nas costas, todavia dar a cara... E quanto aos primeiros não surgem de imediato publicados – recordam-se de 2008/09 e o gozo que tal dava? – uma vez ter imprimido a moderação aos mesmos. Temos que aprender com os erros.

Vamos, porém, a mais uma crónica sobre o que se passa em algumas escolas. Não digo a maioria, mas para muitos de nós, que passamos anos e anos na mesma escola, não nos apercebemos do que se passa e como se gerem as outras. Felizmente, tenho tido a sorte de, com estabilidade e, sobretudo, com aprendizagem de novos ditames, apreender outras realidades. Nunca é tarde para se instruir mesmo quando já se tem 60 ou mais anos.

Uma das coisas que gosto é de ser tratado por colega, expressão que sempre usei, em vez de “caro(a) professor(a)/educador(a)”. Por muito que digam que não são directores, mas estão no lugar de tal, o certo é que os “tiques” estão lá e a todo o momento são realçados. Aliás, tal e qual como o ME e/ou os seus braços mais directos fazem. Por exemplo, recordam-se da carta que o Tiago Brandão Rodrigues nos dirigiu no início do presente ano lectivo? Também começava do mesmo modo. Em resumo, uns e outros não são nossos colegas. Ah, pouco importa que no final de cada comunicação esta termine com uma frase muito “queriducha.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:15

Junho 08 2016

É público e sem margem para mais desmentidos. A recapitalização da CGD, banco público, vai custar aos contribuintes bem mais que o BPN e BANIF juntos e, como é óbvio, terá um impacto extraordinário e incontornável na dívida pública e/ou défice.

Todavia, para ser coerente é conveniente perguntar: onde estão as vozes esganiçadas da esquerda e extrema-esquerda a gritar contra mais um atentado aos nossos bolsos? Com toda a certeza, todos se recordarão do clamor e da vozearia que se levantou e ainda ecoa relativa aos casos BPN, BES e BANIF.

Agora? Nem piam! E quando alguém diz que a gestão da CGD necessita de ser averiguada, uma vez ser indiferente público ou privado, o que importa, sim, é o dinheiro dos contribuintes, aqueles grupelhos políticos nem querem ouvir falar de tal. Resumindo: quando se trata de uma instituição pública, esta pode desbaratar o dinheiro de qualquer modo e com todo o bandalho que apareça. Não há problema algum. É gestão pública! Problema existe e todos os impropérios são lançados quando é privada! Como se para nós, pagantes, fosse diferente para onde vai o nosso rico dinheirinho, i.e., se vai para os bolsos dos privados ou dos privilegiados do sector público.

A CGD tem a sede mais luxuosa da maioria dos bancos europeus? Isso não importa. São trocos. A CGD teve como administrador esse grande conhecedor do meio financeiro, chamado Armando Vara, o tal que deu aval ao empréstimo de 100 milhões de euros ao empreendimento Vale do Lobo – inserido até às orelhas no caso Sócrates - e não há responsabilidades? Ah, invejosos! A CGD financiou, entre tantos outros, sem o mínimo de garantias, o Joe Berardo para este “assaltar”, em termos de aquisição de acções, o BCP, ficando a “arder” com centenas de milhões de euros? E isso que importa? É um banco público e está tudo dito.

Por último, e uma vez que a esta entidade bancária apresenta uma situação financeira francamente positiva, o número dos seus administradores foi aumentado para, nada mais nada menos, dezanove elementos. Para além disso, o tecto salarial, o qual, o actual presidente já estava isento, deixará de surtir efeito para todos os restantes. Maravilhoso!!!

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:05

Março 13 2016

Imensas vezes somos confrontadas quando perguntamos porquê, com respostas do género “porque eu disse, porque sim, porque eu quero e porque sei que este é o caminho”. As justificações sucedem-se. Tudo porque queremos que façam o que decidimos, porque sabemos o que está certo ou sentimos que essa deve ser a forma de fazer. Ou, dito de outro modo, porque sou pai, porque sou mais velho, porque sou o chefe.

A gestão de pessoas, a sua liderança e inspiração nunca se baseiam num título, função ou estatuto. Não se extingue numa resposta curta, sem envolver ou ouvir outras pessoas.

Há sempre um “porquê”, e mesmo demorando mais tempo, é obrigatório partilhar esta justificação, dar a conhecer o que motiva a decisão. Não existirá outro caminho? Sim, podemos simplesmente mudar as pessoas, arranjando novas caras e começando tudo de princípio. Um caminho que parece mais fácil, mas que não é necessariamente a solução e que não implica a falta de justificações.

Alguém vai querer saber o porquê, vão perguntar e vão duvidar. Porque as pessoas aprendem, porque têm valor e porque podem existir motivos para hoje não estarem a seguir o caminho, mas estão prontas a mudar.

Se o que até agora escrevi tem alguma semelhança com o que se tem passado algures, aqui bem perto, podem crer, não é mera coincidência. É a realidade nua e crua.

Nada mais natural do que querer mudar. Queremos fazer diferente e de um modo mais assertivo. Mas, antes de trocar as pessoas olhemos primeiro para os processos, tendo em linha de conta a comunicação e encontrando a coesão na diferença, criando equipas de trabalho transversais para que o modus operandi mude e assim exista verdadeira mudança.

publicado por Hernani de J. Pereira às 00:14

Fevereiro 06 2014

Por muito que nos tenha custado e, certamente, vai continuar a custar, a mudança é obrigatória. Não há volta a dar. Para triunfar, hoje-em-dia, não basta ser tecnicamente bom. Não é suficiente ser bom na essência e na aparência; não é suficiente ter talento e competência, se não o souber demonstrar.

Na prática, a competitividade imposta pelo trabalho, cada vez mais concorrencial e global, obriga-nos a que, antes de mais, sejamos exímios vendedores de nós próprios. Aliás, muitos especialistas dizem, sem pudores, que actualmente o primeiro emprego é vender a marca pessoal de cada um.

Pode, à primeira vista, parecer chocante, mas não deixa de ser verdade. Não é que, pessoalmente, esteja de acordo, mas a realidade diz-me que assim é, apesar de lutar contra uma certa mercantilização da imagem e uma “marketização” dos talentos que Deus nos deu.

Aliás, a minha experiência ensina-me que o fazer muito, a entrega total à causa, o vestir integral da “camisola”, não são de modo algum factores primordiais para vencer. A arte do charme, o cantar da “canção do bandido”, o saber ouvir, independentemente de no minuto seguinte tudo esquecer, o falar eloquentemente, mesmo que, espremido, não dê líquido algum, fazem, na maior parte das vezes, milagres.

Por isso, se possui estas características tem mais hipóteses de ser lembrado, recomendado, contratado, promovido e, até, passe-se a eventual redundância, ser melhor remunerado.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:20

Janeiro 28 2014

A crise económica e, sobretudo, a crise de valores têm tido efeitos perniciosos nas relações humanas. Ora, quando estas se degradam não existe engenho que resista.

Um dos princípios básicos para a criação de equipas de sucesso está na capacidade de juntar talentos que partilhem a visão, postura e valores idênticos. Se já é extremamente difícil conseguir – no papel, entenda-se – processos perfeitos, muito mais difícil se torna se as pessoas não forem a argamassa que os une. Uma equipa coesa cria sinergias de sucesso e é distinguida pela performance superior que adopta nos projectos em que participa.

É do conhecimento geral que o fortalecimento da ligação das pessoas à instituição favorece, de forma exponencial, o seu êxito. Contudo, para que isso aconteça há que criar planos de carreira moldados ao ritmo e à ambição do todo, sem olvidar o individual, pois é sabido que o valor das partes é maior que a respectiva soma.

Isso, porém, só pode acontecer quando se tiver uma postura que vise, numa abordagem sistemática, colaborar junto do público-alvo na optimização dos processos com vista a alcançar resultados mais eficientes.

Tal desiderato só é possível, repito, quando as equipas não são deixadas em “roda livre”, mas sim constituídas e incentivadas por talentos que demonstrem, além das capacidades técnicas requeridas, uma forte componente comportamental e comunicacional, facilitando a sua integração em ambientes e projectos desafiantes e com elevado nível de exigência corporativa.

publicado por Hernani de J. Pereira às 18:39

Dezembro 09 2013

Um trabalhador, independentemente do ramo onde trabalhe, tem a obrigação de gerar lucro, apesar de se saber que sectores existem onde é extremamente difícil apurar os ganhos. Mas, dizia eu, é uma verdade indiscutível que tem de gerar riqueza de modo a continuar a prestar serviços ou produzir bens que sejam úteis à sociedade e, assim, assumir a função social a que está obrigado, no compromisso entre o direito à propriedade e os limites que a sociedade impõe ao uso dessa mesma propriedade.

As opções que se colocam a um empresário, tal como as que se colocam a um proprietário, são as mesmas que se colocam aos trabalhadores, i.e., são, entre nós, limitadas por esse compromisso inegociável que é, ou melhor, deveria ser, um dos pilares de uma democracia moderno e, sobretudo, de um Estado de direito. Ou seja, o direito à propriedade privada e à justa remuneração.

Destas evidências, que em alguns edifícios jurídicos até são letra das respectivas constituições, resulta a necessidade, diria mesmo a obrigação que o Estado sente em criar as condições mínimas para que todas empresas, quer sejam estatais ou privadas, possam realmente satisfazer as obrigações que lhes estão inerentes, sem álibis de espécie alguma.

Nestas condições inclui-se, sem margem para dúvidas, o lucro e a sua repartição equitativa. O coração é um músculo que, enquanto há vida, tem de bombear sangue para todo o corpo mesmo que a mente diga o contrário. Ora, a criação de riqueza pela aplicação das mais-valias é, tal como o coração, inquestionável.

Por isso, vejo com muita estranheza a luta – muito mais política que laboral - que se anda a travar em defesa dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC). Esta empresa que, ao longo do último ano, não conseguiu um único contrato para construir o que quer que fosse, mantendo, deste modo, os trabalhadores desocupados, mas a receber mensalmente os seus ordenados, não pode, com toda a certeza, gerar riqueza e a saída só pode ser o seu encerramento ou a entrega a quem não a fizer depender do Estado ou, dito de outro modo, de todos nós. E não me venham com a treta de inexistência de financiamento. Por um lado, em tempos houve e até demais – a CE ameaça querer o dinheiro de volta – e, por outro, se hoje não existe é porque a banca não confia na sustentabilidade mínima da empresa.

É que se é para defender o posto laboral, então arranje-se trabalho também para todos os desempregados deste país. Ou há moralidade ou comem todos.

É evidente que o presente raciocínio se pode e deve aplicar a todas as empresas públicas deficitárias, como são exemplos, o Metro de Lisboa, a Carris, a Transtejo, a CP, os STCP, entre muitas outras.

Uma nota final para dizer que também acho muito estranho entregar-se a concessão dos ENVC à Martinfer, uma empresa extremamente endividada. Daí a questão: com um défice tão enorme será que esta empresa conseguirá crédito bancário de modo a salvar aqueles? Tenho as minhas dúvidas!

publicado por Hernani de J. Pereira às 18:55

Junho 14 2011

Foram experiências muito intensas, que levaram a adrenalina a níveis muito acima do razoável. Essas experiências foram, depois, interiorizadas pela reflexão e “digeridas” emocionalmente, o que, como é lógico, levaram um certo tempo. Contudo, o verdadeiro impacto vem, na realidade, com o distanciamento da situação, isto é, quando ganhamos consciência sobre o que executámos, o que nos foi proposto, o impacto que tivemos sobre os outros, a imagem que passámos para a audiência e o que fomos naturalmente numa situação de liderança de uma equipa de elevada performance.

Mas não se ficou por aqui. O diagnóstico foi feito, de modo algum tipo relâmpago, sobre o que fomos e o que se fez e tivemos o privilégio de receber feedback de muita gente que, não tendo tido experiência em gestão e liderança, nos disse com naturalidade o que viram e, sobretudo, o que sentiram. E o que é realmente espantoso é o facto de ser tão visível o carácter e o que pudemos fazer de forma diferente. Aprende-se algo muito interessante: não compensa gastar energia em mostrar o que não somos pois aquilo que somos é na realidade visível para todos e em pouco tempo. Portanto, é mais eficaz assumirmos o que somos em, por exemplo, três minutos e passar um ano a trabalhar para isso do que passar um ano a disfarçar o que achamos que os outros não viram.

Parece extremamente simples. Todavia, tal implica fazer uma escolha consciente de exposição pessoal, mas sem a qual não se evolui.

E como líder de uma equipa, foi interessante perceber a evolução com elevada performance? É claro que sim! Foi, aliás, interessante perceber que a evolução depende da vontade conjunta e da cumplicidade gerada, do tempo investido a preparar metas, ou seja, relevar a índole e as regras de comunicação entre todos, o que funciona e não funciona. Foi, por outro lado, igualmente curioso perceber que nos podemos entusiasmar enquanto aprendemos e tiramos partido de estilos diferentes. E ficou muito claro que é possível alguma auto-gestão, mesmo que seja por períodos limitados, mas que a excelência só se atinge mesmo com uma liderança – não apenas gestão – focada nas pessoas, principalmente nos usuários, na forma como chegamos a elas e no significado que temos para elas.

A finalizar, é importante referir que não basta dar uma ideia do “produto”, ou seja, proporcionar apenas uma abordagem criativa, de natureza ensaística e, simultaneamente, metafórica/imagética que perdure na memória durante algum tempo. Quanto muito, esta pode ser utilizada como momento de arranque de um programa estruturado, um momento de pausa para reflexão/avaliação de como estamos ou não em momento de construção, mas nunca como impacto de natureza lúdica ou mesmo como momento de grande pulcritude, pois a envolvente cénica – hoje tão usada! - é tudo muito elegante.

Ter ou não continuidade? Eis a questão! Acima de tudo, o relevante é ser consistente e ser levado muito a sério e, finalmente, ser acompanhado individual e colectivamente para garantir que levamos, em profundidade, o processo de desenvolvimento.

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:25

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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