O meu ponto de vista

Fevereiro 07 2018

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Todos os anos digo o mesmo e acerto sempre. Confesso estar cansado de ter razão antes do tempo. Pessoas existem que nunca mais aprendem. Basta colocar-lhes um microfone à frente e toca de debitar sound bites. A coerência que vá às malvas. Importante, importante é dar nas vistas e realçar o melhor, ainda que não seja directamente da sua lavra, e varrer para debaixo do tapete o pior.

A propósito de quê vem esta prosa? Passarei a explicar. Então, não é que anda a circular pelas redes sociais um vídeo retirado de uma reportagem efectuada pelo CM, onde se alude aos bons resultados registados por uma escola pertencente a um agrupamento de escolas aqui bem perto. Naquele pode ver-se um excerto de uma aula – não foi por acaso a escolha -, assim como alunos, dirigentes intermédios e quase máximos a dizer do porquê de tal sucesso.

Se até aqui nada a obstar, apesar do referido ser de há muito uma realidade concreta – bem, em abono da verdade, diga-se que, nessa altura, os mesmos criticavam ferozmente quem aludisse a tal -, o espanto aumento exponencialmente quando não são capazes de mencionar as razões porque as outras unidades educativas do mesmo agrupamento têm francamente piores resultados, incluindo a escola-sede. Será que a liderança não é a mesma?

Ai se hipocrisia matasse!

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:29

Fevereiro 03 2018

Sim, eu sei que divulgar o que quer que seja sobre rankings, para a proeminência do mainstream educativo deste retângulo à beira-mar plantado, é bem pior que cuspir na sopa. Então discutir sobre tal, ainda que se queira observar da sua ineficácia ou assertividade, é mais escabroso que o assédio sexual.

Isto apesar de saber que neste meio, a hipocrisia pulula mais que pulgas no Verão sobre o dorso de qualquer cão sarnoso. Quem não conhece este ou aquele responsável escolar – podia até adiantar nomes – que publicamente dizem cobras e lagartos sobre aqueles? Contudo, nesta ou naquela reunião, de forma mais ou menos velada, lá vão exaltando a escola, professores e alunos, sem esquecer de mencionar que também é devido à sua liderança que tais resultados foram obtidos, isto se a posição é confortável. Em caso contrário, não se esquecem de aludir à implementação de novas estratégias, outras parcerias, em suma, outra forma de ser e estar no seio da comunidade educativa, ao mesmo tempo que advogam que o insucesso é devido aos pais, ao meio, bem como ao sumiço do lince ibérico.

Assim, eis, como serviço público, o ranking respeitante aos concelhos bairradinos, cujos créditos pertencem ao JN. Cada um, se assim o entender, que tire as suas ilações.

 

9º ANO

Posição

Escola

Concelho

Média

149

Escola Básica n.º 2 de Pampilhosa

Mealhada

3.41

238

Escola Básica Marquês de Marialva

Cantanhede

3.23

286

Escola Básica de Vilarinho do Bairro

Anadia

3.16

394

Escola Básica n.º 2 de Mealhada

Mealhada

3.07

503

Escola Secundária de Oliveira do Bairro

Oliveira do Bairro

2.98

557

Escola Secundária da Mealhada

Mealhada

2.95

 

SECº

Posição

Escola

Concelho

Média MAT

Média PORT

Média EXAMES

154

Esc. Bás. e Secundária

Anadia

12.21

12.35

11.22

157

Escola Secundária

Oliv. do Bairro

12.25

11.31

11.20

227

Escola Secundária

Cantanhede

11.28

10.79

10.82

336

Escola Secundária

Mealhada

9.28

12.32

10.41

 

Adenda: Quem achar interessante efectuar a comparação com os anos anteriores basta ir a http://omeupontodevista.blogs.sapo.pt/ranking-das-escolas-2016-509745

 

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:57

Junho 21 2017

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O Governo deve ser como uma orquestra onde cada um tem o seu papel a desempenhar. Todavia, a música que consegue tocar só será de boa qualidade se todos os músicos se articularem bem entre si. Uma “melodia” que quando se consegue faz com que cada músico se sinta parte integrante e importante de um todo motivado e, sobretudo, realizado.

Infelizmente não é o que acontece como o actual ME, Tiago Brandão Rodrigues, figura governamental que nitidamente não sabe tocar o “instrumento” com que António Costa o brindou e que, para mal dos nossos pecados, quando pretende “botar” algumas notas, estas saem em completa dessintonia com o resto da orquestra.

Responsabilidade, disponibilidade para aprender, proactividade, espírito de iniciativa, motivação e capacidade para trabalhar em equipa são hoje competências tão ou mais importantes que uma brilhante média final de curso. No momento de selecção o indigitado primeiro-ministro deve procurar para a sua equipa, muito mais que competências técnicas, alguém que possua aqueles valores.

Ora, como é quase unanimemente reconhecido, o actual responsável pela “5 de Outubro” foi e continua a ser um autêntico erro de casting, como ainda agora se vê por mais este episódio da possível fuga de informação relativo ao exame nacional de Português do 12º ano.

De acordo com o Expresso uma gravação áudio circulou nas redes sociais alguns dias antes do exame nacional e que revelava o que ia sair na prova, o que se veio a confirmar. Segundo o áudio, a fuga partiu da "presidente de um sindicato de professores". Na gravação, feita por uma aluna que não se identifica, pode ouvir-se a estudante a dizer: "Ó malta, falei com uma amiga minha cuja explicadora é presidente do sindicato de professores, uma comuna, e diz que ela precisa mesmo, mesmo, mesmo só de estudar Alberto Caeiro e contos e poesia do século XX. Ela sabe todos os anos o que sai e este ano inclusive. Pediu para ela treinar também uma composição sobre a importância da memória e outra sobre a importância dos vizinhos no combate à solidão", acrescenta a aluna.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:13

Julho 07 2016

Nos últimos dias tem-se falado muito da diminuição do insucesso escolar registado, principalmente, em 2013/14 e 2014/15. Pois bem, mesmo assim, o actual governo é de opinião que a taxa de insucesso ainda é muito alta e apresenta como objectivo final – a palavra meta foi considerada maldita – a retenção zero, pelo que direi que o melhor é, sem exagero, um dia destes darem às crianças, logo à nascença, o canudo da licenciatura, quiçá mesmo do doutoramento.

É por demais sabido que a regeneração depois de um forte impacto é lenta, mas absolutamente necessária. E é demorada porque exige uma avaliação dos danos, mas mais do que isso uma reinvenção tendo por base a (re)aprendizagem após insucesso. Olhar para onde e como se falhou é repensar prioridades e estratégias. O pós-insucesso é uma fase mais ou menos longa, mas indispensável, repito, e que não se deve cingir à estatística de curto prazo, que é ainda, obviamente, desanimadora. É certo que ainda não existia uma proporcionalidade entre a criação e cessação, o que não permite equilibrar rendimentos ou desempenhos. Mas lá iriamos.

Contudo, e apesar disso, também olhando para os números, o gap já não é um fosso enorme, parecendo, assim, que lentamente o tecido escolar estava a entrar em fase de renascimento. Por isso, o argumentário contra a existência de exames no quarto e sexto ano de escolaridade cai por terra e muito menos entendo a fúria contra uma evidência do dia-a-dia das escolas, i.e., a existência de alunos que não estudam e, pior ainda, não deixam estudar, pelo que, na minha óptica, é da mais salutar lógica reprová-los. Caso contrário, beneficiamos o infractor.

Tirem da mão dos professores a “brasa” usada sistematicamente “se não estudares chumbas” e será, então, o descalabro total. E não me venham com a cantilena que existem países mais evoluídos que nós onde os alunos até ao nono ano não reprovam. Nós não somos os países nórdicos e muito menos acredito na importação de medidas para aplicar género “chapa 5”. Estou cansado de experimentalismos dos cientistas da educação!

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:18

Janeiro 08 2016

Na área do Ensino este governo, cedendo em toda a linha aos seus actuais compangons de route, leia-se PCP e BE, entrou numa onda de revogacionite e/ou suspensionite. Em pouco mais de um mês, repito um mês, já terminou com o exame para os alunos do 4º ano – nunca teve esse nome, mas sim prova de avaliação final de ciclo -, prova de admissão para professores, fazendo, agora, o mesmo relativamente ao 6º, bem como ao exame de Inglês do 9º ano, este da responsabilidade da Universidade de Cambridge. Ah, também a Bolsa de Contratação de Escola, vulgo BCE, e instrumento de escolha dos docentes, também vai ao ar. Acrescento, em abono da verdade que relativamente a este último item até nem estou em total desacordo, face aos problemas que, em tempos não muito distantes, originou. Porém, uma coisa é reformular, inserindo-lhe factores que melhorem a ferramenta, outra, totalmente distinta, é pura e simples terminar com ela. Esta medida, pelos motivos óbvios, apenas serve os professores carreiristas, os quais se limitam, ano após ano, a somar tempo de serviço.

Está em curso, entretanto, a suspensão das metas curriculares de Português e Matemática, pelo menos a nível do 1º ciclo, aguardando-se, para breve, igual “sorte” para as dos restantes ciclos do ensino básico.

E lá anda o Ensino, sector estratégico em qualquer país, pelo menos é o que os políticos apregoam constantemente, aos avanços e recuos, sem uma linha orientadora para, já não peço mais, uma década. Faz que a seguir desfaço e vira o disco … Que importa que existam uns bobos, quais contorcionistas, que ora ensinam deste modo, ora tentam atingir determinados patamares, para logo a seguir, a meio do jogo, lhes mudarem as regras? E os discentes, submetidos a autênticas experiências, quais ratos de laboratório, contam para algo? É evidente que não. Tanto estes, os mais importantes, como aqueles não passam de peças de um puzzle que se monta e desmonta consoante os ventos. Se existe área onde é imprescindível um acordo de regime é no Ensino. E ontem já era tarde!

A concluir, uma referência ao regresso das famosas provas de aferição. Tal como aqui, aqui e aqui escrevi, quem esteve no “terreno” e observou a realização de tais instrumentos de avaliação, bem como analisou o resultado dos mesmos, tem a absoluta certeza que ninguém quer saber daquelas, principalmente os alunos mais velhos, uma vez saberem que não contam para a classificação final. Regressar a algo que provou ser totalmente ineficaz é apenas satisfazer a agenda político-sindical e dar azo às queixas das escolas que se situam sistematicamente no fundo da tabela.

Numa altura em que todos exigimos o acesso a uma informação, estatisticamente o mais fiável possível, no caso do Ensino regredimos para o pântano.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:31

Julho 10 2015

Foram ontem publicados os resultados das provas finais de Português e Matemática do 9º ano. Destes ressalta, relativamente a 2014, a subida em Português em três pontos percentuais e o mesmo valor, mas em sentido inverso, no respeitante a Matemática, originando nesta última uma média inferior a 50%, isto para não falar dos 1600 discentes que tiveram zero pontos, i.e., nem 0,1 conseguiram. É obra!

Os motivos para tal hecatombe são muitos e há-os para todos os gostos. Desde o pouco investimento que o 1º CEB faz nesta matéria, passando pelos pais cuja colaboração senão é nula é quase, passando pelo deficiente esforço por parte dos alunos, pelo tipo de prova e terminando nas erradas estratégias aplicadas por muitos docentes.

Contudo, o que sei é que não é dando mais do mesmo que se encontra a solução. Por exemplo, a larga maioria dos docentes de Matemática, por sua pressão e pela demissão/omissão de orientações próprias dos conselhos pedagógicos e com a conivência das direcções, usa as suas horas de componente não lectiva como apoios aos alunos com dificuldades, ou seja, repito, dando mais do mesmo até à exaustão.

Ora, está mais que provado que tal modelo se encontra esgotado e poucas ou nenhumas melhorias acarreta. No entanto, estou plenamente convencido que no próximo ano irão ter ainda mais horas para apoio. Querem apostar?

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:52

Junho 17 2015

Conjecturamos, muitas vezes, a necessidade de “ver a luz ao fundo túnel”. Luz metafórica, essa, pela qual se anseia dado que, afinal, permite adivinhar um fim para as circunstâncias adversas que nos rodeiam e vislumbrar um horizonte de futuro mais auspicioso.

Se aquela expressão é de uso corriqueiro nas mais variadas situações e quadrantes do dia-a-dia, este ano tal tem-se mesmo prestado a caracterizar os mais diversos cenários que se vão desenrolando do ponto de vista eleitoral.

Aliás, e a este propósito, também é hábito ouvir dizer-se que todos os anos deveriam ser ano de eleições, tanto mais que, por um lado, a crise deixaria de existir, e, por outro, a maioria dos problemas, senão mesmo a totalidade, que os cidadãos sentem seriam debelados. Pelo menos na afiguração!

Veja-se, por exemplo, o caso dos exames este ano já feitos. É um fartote de facilidades e, consequentemente, um aumento do sucesso. Bem, como é óbvio, em ano de eleições não convinha nada que a média das classificações, em comparação com anos anteriores, diminuísse. Bem pelo contrário. E depois digam-me se tudo isto também não é política. É, sim, e pura e dura!

Os alunos apresentam mais e superiores conhecimentos? Os respectivos docentes, com o brio nas alturas, esforçaram-se por transmitir aprendizagens de nível excelente? As escolas funcionaram com um nível organizativo eficaz? Os programas foram alterados para melhor e as estratégias implementadas foram acertadas e assertivas? É claro que não, mas isso pouco ou nada importa.

O fundamental é que “a luz ao fundo túnel” se transformou num clarão. Somente na aparência? E qual a dúvida? Se todos ficam contentes, “avante camarada”!

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:06

Maio 25 2015

Que me perdoem os meus caríssimos leitores, mas a indignação leva-me a voltar à carga. No outro dia escrevi sobre a data da realização das provas finais do 1º e 2º CEB e a perturbação que as mesmas geram em face da sua realização a cerca de um mês do final das aulas.

Agora, porém, volta à liça por causa da correcção das mesmas. Os professores correctores, para além de realizarem o serviço normal, que semanalmente lhes está destinado, mais concretamente, terem a imposição máxima de cumprirem o programa, são obrigados a corrigir em média 45 provas – um à parte: não compreendo o critério de uns terem mais outros menos.

Ora, se até aqui havia algo de anormal, o caso agrava-se com estes a terem dispensa da componente não lectiva, bem como dois dias com componente lectiva, tudo isto para que melhor possam executar aquela tarefa. Como é evidente não discuto esta medida, uma vez que a mesma só peca por ser de reduzida dimensão.

O que questiono, sim, é o facto de haver muitos alunos que durante dois dias não usufruirão de aulas com todas as sequelas dai advenientes: risco de não cumprimento dos programas, revisões que deixam de ser feitas, testes de final de período inseridos, de certo modo, “à martelada”, pois o calendário não é elástico, excesso de trabalho com o consequente stress e o que tudo isso acarreta, etc., etc.

Ora, tal poderia e deveria ser evitado, bastando para isso que a época destas provas ocorresse após o términus das aulas, ou seja, repito, aquando da realização dos exames do nono e décimo segundo ano.

É pedir demais? Será que o MEC - que me perdoem os portadores de tal doença – é autista?

E o papel dos sindicatos? Em vez de gritarem contra a realização de exames, os quais, como todos bem sabem, vieram para ficar, tanto mais que a maioria os aprova, não seria muito mais eficaz lutar contra a data em que os mesmos são realizados? Ou será que apenas estão interessados em lutas de “terra queimada”? Mas qual a admiração? Não é verdade que os principais interessados falam, refilam e vituperam … mas na sala de professores.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:27

Maio 20 2015

Mais uma época de exames se iniciou. E, como já por diversas vezes escrevi, se coisas existem que abomino é o calendário a que a mesma obedece.

Escolas há em que, por terem no mesmo edifício alunos do quarto e sexto ano, estão quatro dias sem aulas, i.e., de 18 a 20 do corrente, inclusive, com todos os inconvenientes daí advenientes para a leccionação do currículo, isto para não falar do stress provocado aos discentes a quase um mês do final das aulas.

A explicação, para os menos entendidos nesta matéria, segundo o MEC, prende-se com o facto dos alunos que tiverem nível inferior a três, vulgo negativa, possam usufruir de aulas de compensação de modo a que, numa segunda fase, possam recuperar.

Todavia, esta crença só pelas cabeças bem pensantes da 5 de Outubro é que ganha alguma substância. Alguém acredita que um aluno, o qual, durante um ano de aulas e respectivos apoios, não conseguiu superar as suas dificuldades o pode fazer em duas semanas, ainda por cima a decorrerem no final de Junho, altura de altas temperaturas e de enorme cansaço acumulado?

Já agora gostaria de saber qual a percentagem de alunos que subiram a sua classificação da primeira para a segunda fase? Não tenho a menor dúvida que será residual.

Assim, repito o que já disse em ocasiões anteriores, por todas estas e mais algumas razões, estes exames ou provas finais, como o MEC gosta de lhe chamar, deveriam ocorrer no final das aulas, à semelhança do nono e décimo segundo ano. Ficavam a ganhar os alunos, pais, professores e, sobretudo, a serenidade a meio do último período não seria uma palavra vã.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:01
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Junho 13 2014

Como bem noticiou a comunicação social, os resultados dos exames ou provas finais – o nome é redundante, como expliquei em texto publicado oportunamente – do 4º e 6º ano foram uma desilusão a Matemática. Já a Português foram francamente positivos, registando-se, outrossim, uma subida em relação ao ano passado.

Assim, percebe-se a reação da Associação de Professores de Português quando esta, através da sua presidente, considera as provas da língua materna “objectivas, coerentes e adequadas ao nível etário dos alunos”, adiantando, ainda, que “dada a qualidade dos exames, não nos surpreendem os resultados positivos”.

Para Edviges Ferreira, “os resultados das provas espelham o bom estado do ensino do Português e o bom trabalho dos professores”.

Em contraponto, a presidente da Associação de Professores de Matemática afirma que “os exames no 4.º e 6.º ano perturbam a aprendizagem das crianças e introduzem elementos de segregação e selecção. Acrescentou que “os exames nacionais de Matemática foram desequilibrados e tinham demasiado cálculo”. Lurdes Figueiral justificou, desta forma, os resultados negativos nos exames do 4.º e 6.º ano. “Consideramos que as provas têm uma exagerada quantidade de cálculo, nomeadamente no 6º ano, onde 80% da prova avaliava cálculo. Mesmo quando os itens em questão não tinham que ver com cálculo, como em perguntas de escolha múltipla e de resposta directa, eram necessários vários passos de cálculo para se chegar ao resultado”.

Característico, não? Resta dizer que enterrar a cabeça na areia nunca foi solução.

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:10

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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