O meu ponto de vista

Maio 08 2023

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A minha neta, com apenas sete anos, começa amanhã as provas de aferição neste ano lectivo. Como é evidente tem andado perturbada, chorando e manifestando imenso receio. Por muito que a mãe e eu a tentamos acalmar, o certo é que, em determinados momentos, o sistema nervoso activa-se e surge a instabilidade. A pergunta sacramental é sempre a mesma: “se eu não conseguir responder a tudo e de forma positiva, vou reprovar?”

Ora, se não se justificam quaisquer provas de aferição, pela sua nula utilidade, aplicá-las em crianças em idade tão precoce é um crime. E em computador, quando nesta idade se deve exigir, a todo o custo, o manuseamento da escrita manual?

Todavia, com o (des)governo como actualmente temos não admira estes e muitos outros atropelos ao bom senso. Não se justificam em termos pedagógicos e muito menos em demarcações científicas.

Reafirmo o que sempre declarei, inclusive quando tinha poderes direcionais, ou seja: as provas de aferição são uma fraude e apenas servem para acrescentar ao já imenso trabalho das escolas mais burocracia.

Exames? Sim, no final do 2º e 3º CEB e Secundário, com uma majoração mínima de 50 %.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:28

Fevereiro 08 2023

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Para uma certa esquerda, ou melhor, pseudoesquerda, também conhecida por esquerda caviar, tudo o que é fracturante tem sentido e, por isso, deve ser o caminho a trilhar. Como é óbvio, o ensino não é excepção e algumas aulas de Cidadania e Desenvolvimento Pessoal, i.e., naquelas em que os respectivos docentes seguem à risca os conteúdos mais radicais desta, são um bom exemplo.

Não acreditam? Vejam este exemplo, ocorrido numa escola do Alentejo, onde num teste de Português, mas tendo em conta os aludidos conteúdos daquela disciplina, havia uma pergunta polémica, a qual tinha duas opções, ambas sobre o tema da prostituição. "Coloca-te na pele de uma jovem mulher que caiu numa rede de prostituição. Escreve, com cuidado, um texto (150-180 palavras) em que reveles as circunstâncias que conduziram ao crime e o drama vivido pela vítima, através dos seus pensamentos", lê-se no enunciado da prova, seguindo-se outra opção: "Coloca-te na pele de um explorador sexual. Escreve, com cuidado, um texto (150-180 palavras) em que reveles as circunstâncias que conduziram ao crime e os argumentos para aceitação/rejeição do mesmo pelo criminoso, através dos seus pensamentos."

Ora, para alunos(as) do 8º ano não está nada mal. Obrigar adolescentes de treze/catorze anos a analisar o drama da prostituição é no mínimo bizarro. Um dia destes ser-lhes-á indagado algo a ver com o aborto ou a eutanásia.

Não sou puritano. Longe disso. Porém, há limites que, de modo algum, devem ser ultrapassados. Nessa ordem de ideias, se me perguntarem se tais questões se podem colocar a discentes do 12º ano, não coloco qualquer entrave. Agora do 8º ano? Francamente.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:10

Janeiro 14 2023

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As reivindicações dos professores, com recurso à greve, duram há mais de um mês, mas só agora os portugueses parecem ter acordado para tal realidade. Capitaneados (!!!) pelo STOP, uma organização designada de marginal, levou, face à enormíssima adesão dos docentes, a que nos últimos dias outros sindicatos acordassem do marasmo – há quem lhe chame até colaboração - de anos e anos, como são exemplos a Fenprof e a FNE. Como é óbvio todas estas movimentações mexeram com o PS. E recusando-se a habituarem-se, lá vai disto …

Assim, não admira que nos últimos dias o ME e hoje o primeiro-ministro começassem a colocar em marcha a já habitual campanha de contrainformação. Não há telejornal, jornal, rádio e rede sociai que repita à exaustão a opinião do governo. Começam por referir o prejuízo para os alunos e respectivas famílias, sugerem a investigação pela IGE, recorrem a parecer da PGR, especialistas de direito emitem opiniões contra a greve, falam no estabelecimento de serviços mínimos, entre tantos outros desmandos.

Para além disso, afirmam que a colocação dos docentes jamais esteve equacionada no âmbito da designada descentralização municipal. Todavia, todos sabemos que quando vemos as barbas do vizinho a arder devemos colocar as nossas de molho. É que a municipalização do ensino, neste momento, já abarca o pessoal não docente e a responsabilização pela parte edificada. Já agora, lembro que a demora na substituição de uma simples lâmpada, da incumbência da autarquia, pode ter consequências graves na docência. Por outro lado, também é verdade que ouvimos, imensas vezes, senão todos pelo menos a maioria, dizer que não fazia qualquer sentido uma câmara ter responsabilidade sobre o ensino no município se não tivesse uma palavra sobre os professores que aí exercem o seu múnus.

Mais: tal como receberam de mãos abertas a gestão do pessoal não docente – os votos, sempre os votos – anseiam ferverosamente a administração dos professores. Nunca o disseram claramente, mas que é verdade é.

Por último, recordam-se da última vez que foi falada a questão da requisição/estabelecimento dos serviços mínimos aos professores? Foi, em 2014, no governo de Passos Coelho aquando da marcação de uma greve aos exames. E lembram-se o que disse, então, o PS e os demais partidos da esquerda? Vá lá façam um esforço e pesquisem!

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:03

Maio 18 2022

Os mais de 10 000 professores deslocados do estabelecimento de ensino, a cujos quadros pertencem, para as escolas que indicam, invocando motivos de doença/incapacidade dos próprios, dos maridos/esposas, dos ascendentes ou dos descendentes, originando a colocação em algumas delas de mais de 100 docentes do que os necessários, o que tem levado a que a sua esmagadora maioria nada faça a não ser polir paredes ou dobrar esquinas, bem como o aumento do número de alunos que reiteradamente continuam sem aulas, motivou o ME a encetar uma mudança da legislação que rege esta mobilidade.

Tal bastou para incendiar as redes sociais e para cada artigo os comentários dos professores são os mais díspares, chegando alguns deles a raiar os limites da loucura, tendo a certeza que envergonhariam os frequentadores da tasca mais reles. Não acreditam? Vejam, então, apenas este exemplo

Foda-se………………puta que pariu…………

Agora anda tudo armado em Bufo………..só querem denunciar á Inspeção – IGEC

Fazem Muito Bem em Denunciar…………..já devia ter sido á mais tempo para não se chegar aqui…………puta-que-pariu……………………foda-se……………………

Ide á merda………………é só vigarices nas mobilidades e destacamentos….muito pior que o Oliveira e Costa….muito pior que o Jo Berardo……………..foda-se………….puta-que-pariu esta merda…………..

Vigaristas Unidos já mais serão Vencidos…………vamos todos para a MPD………………foda-se, já estou a preparar os documentos para meter essa merda…………….

Durante os meus 45 anos de serviço conheci imensos colegas que recorreram à MPD. Uns, é certo, com toda a razão para usufruírem daquela regalia. Outros, porém, era e é um fartar de vilanagem, como é exemplo aquela colega – sim, sei o respectivo nome e a escola – que, apesar de pertencer aos quadros de uma escola de Coimbra, mas por não gostar da mesma, recorre anualmente à MPD a fim de ser colocada numa outra da mesma cidade, pois sabe, de antemão, que nesta não fará a ponta de um corno.

Como em tudo na vida, há-de pagar o justo pelo pecador.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:48

Maio 01 2022

Aquilo que há muito esperava finalmente aconteceu.

Após 45 anos de serviço docente, onde ocupei todas as funções, desde o “simples” professor provisório, hoje designado contratado, até o de presidente do conselho executivo, tendo dado aulas desde o norte ao sul do país, indo, inclusive, mais além, i.e., para paragens além-fronteiras, ensinando ou tentando ensinar crianças, adolescentes e jovens, desde o 5º até ao 12º ano, da forma que melhor soube, posso – ufa, até que enfim! – anunciar que estou aposentado.

Desvinculado de todo e qualquer serviço, não deixo de ser docente, pois, caso contrário, era negar-me. Professor um dia, professor toda a vida. Aliás, não é por acaso que continuo a visitar os mesmos sites e tudo o que se relaciona com ensino é, de imediato, alvo de primeira atenção.

Resta a saudade de muitos alunos, funcionários e colegas. De outros nem tanto, para não dizer nenhumas. É a vida! E saber que, liberto de algumas amarras – quem nunca as sentiu? -, continuarei a escrever sobre o que mais me apaixona: o de transmitir às novas gerações – abro um parêntesis, para lembrar a minha querida Laurinha - as maravilhas de um mundo novo.

Uma nova página se abre. Solto de horários rígidos e de tarefas inadiáveis, outras perspectivas se descerram: tempo para a segunda paixão – a agricultura – e, sobretudo, repito, principalmente para a minha adorada neta.

E o tão esperado segundo livro um dia destes surgirá. Como alguém disse e cito “andarei por aí”. Aguardem-me. Por isso não será o primeiro dia do resto da vida. Apenas um recomeço.

Até já.

Até sempre.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:39

Maio 18 2021

O ensino, como é do conhecimento geral, é absolutamente necessário para o desenvolvimento do país, bem como para a alavancagem social dos jovens. Por isso, deve maximamente eficaz. Ora, para atingir tal desiderato deve ser o menos burocratizado possível, uma vez que, somente deste modo, as energias serão canalizadas para a instrução e respectivas aprendizagens.

Todavia, não é isso que vemos diariamente nas escolas. Os docentes são atulhados de papéis e mais papéis, grelhas e mapas em formato digital, etc., etc., a maioria dos quais completamente desnecessários, servindo apenas para parecer relevante a presença de determinados burocratas que se (des)ocupam daqueles.

Por exemplo, a Avaliação de Desempenho Docente (ADD) é um caso paradigmático. Para além da existência de normas travão, da exigência de formações atrás de formações, muitas delas ministradas das 18h30 às 21H30 – depois querem que os docentes ainda preparem aulas? -, isto para não falar da ausência da mínima razão para alguma vez terem visto a luz do dia, a não ser pagar e bem a meia-dúzia de apaniguados, ditos formadores, há o caso das aulas assistidas.

Por amizade, tenho ajudado colegas nesta última situação. Após a preparação das ditas aulas, divulgação e ministração, pergunto sempre qual o feedback do colega assistente, o qual vem obrigatoriamente de outra escola. A resposta é invariavelmente a mesma: “É pá não diz nada. Entra mudo e sai calado, sem proferir uma palavra amiga ou desamiga, sem um comentário abonatório ou desfavorável”. Desculpem o termo: ora porra, para que servem, então, estas aulas? Para fazer figura de corpo presente e no final dar uma classificação. Se é para isto, gravem-se as aulas – depois de devidamente autorizados pelos EE – e após a visualização classifique-se. Poupava-se tempo e dinheiro.

publicado por Hernani de J. Pereira às 09:34

Fevereiro 24 2021

Senão todos, pelo menos a esmagadora maioria é pai e/ou mãe. Aliás, mesmo aqueles(as) que o não são sabem que o seguinte é verdade: Os filhos, mas também os netos, passam a vida a contrariar os mais velhos, sejam eles progenitores, avós e/ou outros. É aquilo que se costuma dizer: É a lei da vida.

É um dado adquirido e sem deixar a “coisa” em lume brando, o certo é que contestar sempre, por tudo e a todos os momentos, a maior parte das vezes é pura perda de tempo. Com o passar dos anos a excitação própria da juventude – em mecânica designa-se por vibração – acabará por passar. Não digo em todos e na mesma altura, mas que passa e eles assentam é uma verdade irrefutável.

Hoje-em-dia os professores, os quais fazem e são vistos inúmeras vezes como pais/mães, são motivo de contestação de uma forma veemente e continuada. Não fossem adultos e já experimentados e poder-se-ia dizer que se estava em presença de bullyng. Se o decente diz para fazer de um modo, os alunos tentam, por todas as formas, fazer de outro. Quando no final o resultado é manifestamente mau ou pior, a culpa é do docente: Ou porque não ensinou convenientemente, na versão dos alunos, ou porque não foi persistente – estou a ser benéfico nesta adjectivação – no entender dos pais.

publicado por Hernani de J. Pereira às 14:26

Janeiro 01 2021

Não me considero desprovido de inteligência - antiga designação de burro -, mas também não sou um suprassumo de intelectualidade. Sou aquilo que sou, sem ponto final, e, quase que me atreveria dizer que, se assim foi, tal se deve inteiramente à minha custa. Isto sem desprimor para os meus progenitores, os quais, com escassíssimas posses, me colocaram a estudar. Foi no melhor local? Não, não foi. Foi o possível para eles e mesmo assim com imensos sacrifícios, de tal modo que, por muitos anos que viverei, jamais lhes poderei agradecer. Muitos outros, nas mesmas ou em melhores condições, colocaram os descendentes a trabalhar na agricultura, a servir cimento e tijolos e/ou em outra profissão. Aliás, não menos dignas. Bem pelo contrário.

Acontece, porém, que sei, e todos aqueles que de mais próximo privaram e privam comigo sabem, que aquilo que então se designava por ensino industrial, hoje pomposamente chamado de profissional, não era, para mim, o mais adequado. Todavia, entre um ensino gratuito, a via escolhida, e a colegial, paga a peso de ouro, não havia alternativa.

Se por via desta opção ou por culpa própria existem lacunas no meu percurso académico, o que ressalta é de que existem. A aprendizagem das línguas é uma delas, sem esquecer que as manualidades, caminho que acabei por enveredar, com toda a sinceridade, não é o meu forte.

Adiante. Importa agora registar o que tenho visto e lido muito recentemente. Há quem não resista a assinalar como livros, filmes, documentários e outros textos, escritos sobretudo em inglês, como o que de bom conseguiu reter de 2020, por todos designado como annus horribilis. E não pensem que se trata de académicos de alta estirpe. Não, trata-se, no seu dizer, de homens comuns.

Logo, eu é que sou analfabeto.

publicado por Hernani de J. Pereira às 17:36

Outubro 20 2020

A grande maioria das pessoas não faz a mínima ideia do que se passa no interior das escolas. Umas porque não têm qualquer familiar, seja filho, neto ou outro, naquelas ou porque simplesmente não querem saber e têm raiva a quem saiba. A única coisa que lhes desperta alguma curiosidade é saber se existe ou não, na escola das suas redondezas, caso positivo à Covid-19. Como se evita o respectivo contágio e as medidas tomadas nesse sentido, se existem ou não ajuntamentos, se os docentes e funcionários fazem das tripas coração a cada dia que se apresentam no seu posto de trabalho, prontos, apesar de tudo, a darem o seu melhor, se são distribuídas ou não máscaras e se estas se apresentam nas condições ideais, isso nada lhes diz.

Todavia, no interior das ditas escolas há toda uma série de vivências, despercebidas ao comum dos mortais, mas importantíssimas no dia-a-dia destas. A criação do conceito de bolha, i.e., em que cada turma representa um casulo, de onde os alunos não podem sair e poucos são os que devem entrar, passou a fazer parte do conceito diário do mundo escolar. Ora, este novo conceito trouxe à tona aquilo que há muito está legislado, mas que com o decorrer dos anos se foi desvanecendo. Falo, concretamente, das aulas de substituição/ocupação.

Ora, é sobre esta última acepção que a “porca torce o rabo”. Havendo necessidade, de hora a hora, os docentes com horas destinadas a este efeito se deslocarem a esta ou aquela turma, cujo colega está a faltar, tudo fazem para contrariarem este desiderato. Uns não aparecem, outros queixam-se disto e daquilo e ainda outros argumentam que já foram muitas vezes, etc., etc. Como todos sabem os que bem me conhecem, não é difícil saltar-me a tampa. Foi o caso de hoje. Fui substituir um colega, mas lavrei antecipadamente o meu protesto. Exigi, alto e em bom som, que aos ausentes lhes fosse marcada a respectiva falta. Responderam-me os colegas presentes: "é assim mesmo. Ou há moralidade ou comem todos".

Instala-se um mau ambiente? É natural que sim. Porém, a Covid-19 é democrática. Pelo menos aquando do contágio.

publicado por Hernani de J. Pereira às 13:21

Setembro 22 2020

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Apesar de haver pessoas que acham que dar aulas é muito fácil, o certo é que nunca foi e, nos tempos que correm, ainda menos. Para além da indisciplina, motivada pela falta de educação dos jovens – os pais devem fazer constantemente mea culpa -, temos agora a continuação da pandemia do novo corona vírus, a qual nos obriga a andar de máscara durante um dia inteiro.

Em salas extremamente mal ventiladas, uma vez que as janelas somente abrem uma pequena fresta inferior a dez centímetros – recordo que a Parque Escolar foi uma festa no dizer de uma ex-ministra do PS -, colocam-se vinte e muitos alunos com idades bem perto dos vinte anos, não porque a direcção assim o queira, mas por falta de alternativa, cuja distância social ronda o meio metro. Resultado: um ambiente abafado, a rasar o claustrofóbico e saturado de tanto incómodo. Os alunos, por um lado, abanam-se com os cadernos e/ou livros, enquanto por outro, as suas colegas, hoje já mais prevenidas, tentam com leques refrescar-se.

O ar condicionado não pode ser ligado. Para além do efeito de ar reciclado, reconhecidamente proibido, não existe dinheiro para pagar a energia que tal sistema consome. Estamos a falar de mais de uma centena de salas, gabinetes e outros espaços. Assim, há que aguentar. Só pedimos que a temperatura não aumente.

Após a primeira aula, a voz vai-se, esfuma-se mais parecendo que estamos a falar do fundo de um túnel. O esforço que é necessário colocar para nos fazermos ouvir, aliado à falta de oxigénio, leva a um cansaço extremo, náuseas e dores de cabeça. Disfarçamos com a beberagem de água, o que nos permite tirar a máscara durante algum tempo. Abeiramo-nos, mais vezes que seria desejável, da porta sempre aberta, ouvindo os colegas na sala contígua e vice-versa. Nos intervalos, em vez da sala de professores, procuramos ansiosamente o parque automóvel, pois dentro dos nossos carros podemos tirar, por uns minutos, a maldita máscara. Sim, bem sabemos que é absolutamente necessário o seu uso e dar o exemplo, mas que a odiamos não deixa de ser também uma grande verdade.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:20

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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