O meu ponto de vista

Julho 06 2024

449780792_454283707488993_7814891718065886283_n.jp

  1. Soube-se hoje que a proposta do Governo dá mais 200 euros por ano aos polícias do que aos professores. E aqueles continuam a gritar por mais. Absurdos desta vida.
  2. Um recluso que beneficiou de uma saída precária tentou regressar à cadeia de Paços de Ferreira com quatro telemóveis e 130 comprimidos escondidos no ânus. O caso foi detetado na última quarta-feira e não se tratou de um episódio isolado. Mais palavras para quê? Quando muito mais ânus, ou melhor, maiores ânus.
  3. Uma nota relevante: ontem Portugal jogou contra a França com apenas 10 jogadores, uma vez que o insubstituível – já agora o invisível - não pode sair. Para piorar um dos dez falhou um penalti. Pior não podia acontecer.
  4. A finalizar, uma nota de rodapé: acabei de arrancar as batatas deste ano. Um saco de semente de batata vermelha Red Label produziu cerca de 25 sacos. Já meio saco da Agria não deu mais que seis. Anos e tragédias de um agricultor.


publicado por Hernani de J. Pereira às 21:05

Maio 15 2024

istockphoto-121274436-612x612.jpg

Declarar que os tempos andam conturbados é, como hoje se costuma dizer, poucochinho. Numa semana registam-se temperaturas na ordem dos 30º ou mais, para na seguinte descerem para metade ou menos, acompanhada de chuva e até granizo nalguns lugares. Até parece que nos últimos tempos entrámos num remoinho que nos retira do chão, eleva-nos aos céus, para a seguir nos deixar cair abruptamente e sem para-quedas.

Então, estas últimas semanas têm sido uma perfeita catástrofe em termos de agricultura. As diferenças climáticas têm propiciado um exponencial aumento de míldio e oídio na vinha. Contudo, as condições climáticas não permitem os respectivos tratamentos. Lá se vai mais uma vindima. Sim, com estas circunstâncias pouco irá restar.

Por outro lado, este tempo de chuva-sol é extraordinário amigo das infestantes. É só caminhar por estes campos para observar como as batatas, o milho, as abóboras, os feijões entre outras culturas se encontram assoberbadas de ervas daninhas, com a agravante de não existir herbicidas selectivos para estas. Quando o tempo melhorar, das duas uma: ou se deixa ao abandono ou a enxada terá que voltar a perder a ferrugem. Só que esta solução é extremamente cara, para além de não existir mão-de-obra suficiente.

Por exemplo, hoje saí, cerca das 14h30, de tractor com vista a atar parras nas vinhas. O vento esgalha-as e para contrariar isso ... Trinta minutos depois começou a chover violentamente durante uma hora. Consequência: apanhei uma molha da cabeça aos pés e … ala para casa. Pouco depois de chegar a casa o sol brotou por entre as nuvens e não voltou a chover.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:15

Novembro 08 2023

transferir.jpg

Se estão à espera que escreva sobre o terramoto político que ontem desabou sobre Portugal, tirem o cavalinho da chuva. Tanto mais que, tendo em conta a contínua chuva, o animal era bem capaz de adoecer gravemente.

Em boa verdade, não falarei sobre a demissão de António Costa – aqui entre nós, não deixa muita saudade -, tanto mais que nada iria acrescentar ao que têm dito (as dezenas, senão centenas de comentadores) isto, aquilo e o seu contrário sobre o ambiente político entretanto instalado. A corrupção fala mais alto.

Dissertarei, sim, sobre a chuva que, dia após dia, persistentemente teima em não nos abandonar. Sim, eu sei que fui um dos muitos que, durante largos meses, pediu, insistentemente, a S. Pedro que nos enviasse chuva. Aliás, poucos havia que não estavam cansados de tantos dias de sol e, sobretudo, de temperaturas altas, i.e., bem acima da média. Mas, tal como pedi a vinda de chuva, também sou o mesmo a solicitar o fim da mesma.

Todos sabemos que nesta questão do clima, apesar da má influência humana – leia-se alterações climáticas -, Deus tem sempre a última palavra. Ai se assim não sucedesse. Se fosse o Homem – linguagem politicamente incorrecta (!!!) – a mandar, há muito que nos teríamos matado uns aos outros. É só lembrar o adágio “uns querem sol na eira, outros chuva no nabal”.

Agora, sabendo que a continuar este tempo – bem, favorece a EDP – as produções hortícolas, bem como os trabalhos de Inverno vão, literalmente, por vala abaixo, encarecendo de modo extraordinário tais bens a nível do consumidor, é altura para pedir novamente a S. Pedro. Só que, desta vez, para implorar que venha sol. Aliás, se vier acompanhado de frio não faz mal nenhum. Bem pelo contrário.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:06

Outubro 14 2023

transferir.jfif

Terminada a safra do azeite, dá-se por concluída a época das colheitas. Pelo menos era deste modo que os nossos antanhos diziam. Aplico o tempo do verbo dizer propositadamente no passado, uma vez que, hoje-em-dia, não é bem assim, pois resta a colheita dos kiwis, algo que irá suceder daqui a um mês ou mais. Contudo, como se trata de uma cultura exógena, do qual possuo apenas três exemplares para consumo da casa, pouco me preocupa. Irei estar entretido, nesta colheita, meia dúzia de dias, mas apenas para ajudar os amigos.

Voltando, porém, ao fim das colheitas há que fazer o respectivo balanço: muito milho, feijão e abóbora, cujos preços andam pelas ruas da amargura, tal como referi em crónica anterior, muito vinho e de qualidade média – a chuva que a meados de Setembro caiu muito contribuiu para esta baixar -, pouca fruta e muito deteriorada, bem como pouca azeitona. A propósito desta última, pela primeira vez colhi azeitona num dia e no seguinte levei-a ao lagar, i.e., sem a conservar em água, evitando deste modo o apodrecimento. Aliás, tal procedimento verifica-se há muitos anos em Trás-os-Montes e no Alentejo cujas cooperativas recebem e processam a azeitona colhida no próprio dia, tal como acontece com as uvas. O rendimento é menor, mas a qualidade é muito superior.

Agora, apesar de surgir todos os dias trabalho para fazer, presumo que irei ter mais vagar, voltando à escrita e ao vosso contacto. Isto para além de descansar, algo que necessito muito. A esmagadora das pessoas que se dão ao incómodo de me ler, não imaginam a canseira a que tenho estado sujeito desde meados de Agosto. E, em jeito de conclusão, vou ver se recupero do meu ombro e braço direito, pois depois da queda que dei tenho sofrido dores horríveis. Tenho adiado, de dia para dia, pensando isto vai melhorar, mas ao contrário cada vez pior. Já me foi retirado líquido na competente articulação e feita uma infiltração articular à base de cortisona, mas não vai lá a não ser ir à “faca”.

publicado por Hernani de J. Pereira às 11:19

Agosto 29 2023

transferir.jpg

As enormes diferenças de temperatura que se fizeram sentir entre nós nos últimos dias têm afectado todas as pessoas, mas são sobretudo os mais velhos que sofrem e de um modo grave estas brutais alterações climáticas.

Como é evidente nestas zonas, essencialmente rurais, também se fala destas vagas de calor, infelizmente cada vez mais frequentes, bem como a ausência de chuva, levando ao sofrimento hídrico das sementeiras agrícolas e fundamentalmente das videiras.

Umas vezes alinho na cantilena de que a culpa é dos outros, mas noutros momentos «salta-me a tampa» e digo umas quantas verdades, a saber: o abandono do cultivo do milho, batata e feijão, substituído pelo plantio intensivo do kiwi e ultimamente também do abacate, todos eles consumidores extraordinários de água, assim como a não plantação de um pinheiro, mas sim de eucaliptos, outro enorme secador de fontes, uma vez que o dinheiro manda muito mais que a preservação dos ecossistemas. Depois queixam-se …

Vejam apenas este exemplo, algo caricato, mas verdadeiro: em tempos que já lá vão, apanhar pinhas para ajudar a acender a lareira nos meses frios de Inverno era relativamente fácil. Hoje percorrem-se quilómetros e não se consegue encher um saco. Eu que o diga.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:29

Julho 17 2023

milho_616104491.jpg

O primeiro-ministro, António Costa, alertou esta segunda-feira que a suspensão do acordo de cereais por parte da Rússia é uma "muito má notícia" que pode levar a uma "crise alimentar à escala global". Estas palavras e outras declarações semelhantes proferidas também por vários dirigentes europeus e não só não causam espanto a ninguém. Sendo a Ucrânia o grande celeiro da Europa, este embargo, a manter-se por algum tempo, irá, sem margem para dúvidas alterar os preços dos cereais, rações e produtos similares, levando consequentemente ao aumento do pão e das carnes.

Em tempos que já lá vão, por estas bandas todos semeavam cereais, sobretudo milho. Não havia terra de rega e/ou de sequeiro que ficasse em poisio. Com o surgimento das reformas, ainda que exíguas – bem, a maioria também nada descontou para tal, apesar de para isso terem possibilidades -, as pessoas com mais de 65 anos deixaram praticamente de produzir algo substancial. Quanto muito, cultivam pequenas courelas onde “lavram” uma pequena horta, com a qual produzem tomates, pepinos, feijão verde, batatas, couves e pouco mais. Apenas para consumo próprio. Deixaram de cevar o porco e nem frangos querem criar. Actualmente a esmagadora maioria dos terrenos produz amoras silvestres ou matéria-prima para celulose.

Hoje numa aldeia - como esta -, essencialmente rural, somos apenas três as casas a produzir o dito cereal. Que dá muito trabalho e acarreta imensos sacrifícios é uma verdade indesmentível. Por exemplo, ainda hoje, pelas seis horas já tinha a moto-bomba a regar, por aspersão o cerca de meio hectare que semeei. Sim, como os entendidos sabem, a rega deve ser realizada pela manhã ou à noitinha.

É evidente que, nestes tempos de incerteza que atravessamos, sabe muito bem ter conhecimento que, para o próximo ano, terei as arcas cheias com vista a poder matar dois porcos e criar à volta de 120 frangos nesse espaço temporal. Esclareço que os familiares e amigos também comem.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:22

Junho 01 2023

transferir.jpg

Como é costume dizer, não há bela sem senão. Explico: até agora, a esmagadora maioria das pessoas, suspiravam e bem por chuva. Agora que, dia sim, dia não, chove os agricultores, sobretudo os viticultores, começam a colocar as mãos na cabeça e a desejar ardentemente que o tempo melhore, i.e., venha sol de manhã à noite. É que este tempo é extraordinariamente propício ao surgimento de doenças nas vinhas, a começar pelas mais conhecidas, como o míldio e o oídio, passando pela podridão cinzenta e black rot.

Com isto, dizem os especialistas que os tratamentos fitossanitários, cujas durações, em tempos solarengos, duram pelo menos quinze dias, devem passar a ser feitos de oito em oito dias. Ora, tal, para além de acarretar mais trabalho, implica mais dinheiro. É que se existem produtos que aumentaram substancialmente de valor foi os que se aplicam na agricultura.

Bem, no meu caso, como tenho que desparrar previamente, tarefa que farei no próximo sábado, a sulfatação deverá ocorrer no domingo de manhã por duas razões: já passaram oito dias desde o último tratamento e o novo terá que ser feito obrigatoriamente de manhã, altura em que não há vento. Se me custa fazer este tipo de serviço ao domingo? Claro que sim, mas estou certo que Deus compreenderá e perdoará. Atenção: fá-lo-ei depois de ir à missa, uma vez que isso não dispenso.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:37

Junho 22 2022

402_kubota site.png

Com a publicação do Decreto-Lei n.º 151/2017, de 7 de Dezembro, verte-se na legislação portuguesa a diretiva europeia 2016/1106/UE sobre a carta de condução. De entre outras, alteram-se algumas regras sobre a condução de veículos agrícolas.

Assim, passa a ser obrigatório frequentar uma formação, nos seguintes casos:

- Condutores com carta de condução da categoria B (automóveis ligeiros) que queiram conduzir veículos agrícolas de categoria II, os quais englobam tractores agrícolas ou florestais (simples ou com equipamentos montados), desde que o peso do conjunto não exceda 3.500 Kg, bem como tractores agrícolas ou florestais com reboque ou máquina rebocada, desde que o peso do conjunto não exceda 6.000 Kg.

- Condutores com carta de condução da categoria C ou D que queiram conduzir veículos agrícolas das categorias II ou III, sendo estes últimos referentes a tractores agrícolas ou florestais com ou sem reboque e a máquinas agrícolas ou florestais pesadas, ou seja, que pesem mais de 3.500 Kg.

Ora, possuindo carta de condução da categoria B e tractor até 3.500 Kg estou obrigado, até Agosto próximo, a fazer formação, a qual se pode frequentar gratuitamente - valha-nos a ajuda da Santa UE - numa cooperativa ou pagando 200 € a uma entidade particular/privada.

Assim, não estando disposto a pagar aquela despudorada exorbitância para pouco ou nada aprender, efectuei a respectiva inscrição em duas cooperativas. Porém, à minha frente encontram-se centenas de agricultores numa delas e mais de um milhar noutra.

De uma coisa não poderei ser acusado: não ter tentado.

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:07

Março 31 2021

Há dezenas de anos que possuo carta de condução. Em Portugal e no estrangeiro fiz centenas de milhares de quilómetros sem jamais ser penalizado com qualquer multa. Daí possuir uma carta totalmente limpa, facto que a maioria dos concidadãos também se pode orgulhar.

Hoje, porém, fui multado. Não por circular de carro, mas sim por andar de tractor. O assunto explica-se em três penadas: Como amanhã se prevê chuva, resolvi - e penso que bem - colocar um produto anti-míldio nas batatas. Até aqui tudo bem. O pior foi quando, tentativa atrás de tentativa, o estupor do atomizador resolveu não pegar. Única solução: levá-lo à oficina. Uma centena de metros andados e eis que me cruzo com uma brigada da GNR. Viram-me sem o “pirilampo” ligado – pelas 16h00 de um dia pleno de sol que diferença faz? -, sem o “arco” erguido – ia em estrada de alcatrão e o perigo de tombar era nulo ou extremamente reduzido - e, sobretudo, sem o cinto de segurança, eu que não circulava a mais de 20 km/h. De imediato, «alto lá», lá vem um patego a quem podemos sacar mais uns euros. Autêntica caça à multa!!!

Por muito que argumentasse a urgência do caso e a dúvida sobre a aplicação de tais objectos em termos de segurança e obrigatoriedade legal, o certo é que tive de pagar na hora, caso contrário os documentos ficavam confiscados e nem o carro poderia conduzir.

Resumindo, se estivesse em casa a beber umas cervejolas, a dormir, ou a fazer qualquer outra actividade de lazer tudo estaria bem. Estava a trabalhar, produzindo algo para mim, familiares e/ou amigos e, sobretudo, para o país, e … pronto: Toma lá uma multa, paga e não bufes.

Muito mais poderia escrever. O caso é problemático e levanta várias questões (legais e/ou morais). Todavia, sem assumir qualquer atitude cobarde, o melhor é não dizer mais pois, caso contrário, arrisco-me a ter diariamente a polícia à porta. Imaginem o que é transportar lenha dos anexos até casa – distância que não ultrapassa os 50 metros – e ter que baixar o “arco”, a seguir erguê-lo, para um minuto depois ter que o baixar para depois o erguer novamente. As casas erguidas há vinte/trinta anos não contemplavam estes requisitos, isto é, portões com três metros de altura.

Desculpem a linguagem menos prosaica, mas não há tes@o que aguente.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:10

Junho 01 2020

Segundo a previsão, nos próximos dias irá chover. Encontro-me dividido. Por um lado, adoraria que chovesse, uma vez possuir culturas a necessitar imenso de água. Por outro, gostaria imenso que o tempo permanecesse estável, sem carecimento de calor extremo, de modo a que o sol brilhasse num céu completamente limpo. Estou naquela posição em que o nosso povo costuma dizer “quero chuva no nabal e sol na eira”.

Uma coisa é certa: este tempo deixa-me constrangido. Este tempo de “não chove nem faz sol”, para além de me fazer doer a coluna, é um monte de doenças para a vinha e não só. O míldio e o oídio aí estão a comprová-lo. As noites frias que se avizinham, por outra via, faz surgir a podridão no cacho, sobretudo devido ao excesso de humidade.

Bom, como isto interessa a ninguém, vá lá, quanto muito, a meia-dúzia de pessoas, termino por aqui este não-texto.

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:05

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
hernani.pereira@sapo.pt
Julho 2024
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
12
13

14
16
17
18
19
20

21
22
23
24
25
26
27

28
29
30
31


arquivos

Julho 2024

Junho 2024

Maio 2024

Abril 2024

Março 2024

Fevereiro 2024

Janeiro 2024

Novembro 2023

Outubro 2023

Setembro 2023

Agosto 2023

Julho 2023

Junho 2023

Maio 2023

Abril 2023

Março 2023

Fevereiro 2023

Janeiro 2023

Dezembro 2022

Novembro 2022

Outubro 2022

Setembro 2022

Agosto 2022

Julho 2022

Junho 2022

Maio 2022

Outubro 2021

Setembro 2021

Agosto 2021

Julho 2021

Junho 2021

Maio 2021

Abril 2021

Março 2021

Fevereiro 2021

Janeiro 2021

Dezembro 2020

Novembro 2020

Outubro 2020

Setembro 2020

Agosto 2020

Julho 2020

Junho 2020

Maio 2020

Abril 2020

Março 2020

Fevereiro 2020

Janeiro 2020

Dezembro 2019

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Agosto 2005

Julho 2005

Junho 2005

Maio 2005

Abril 2005

Março 2005

Fevereiro 2005

Janeiro 2005

Dezembro 2004

pesquisar
 
blogs SAPO