O meu ponto de vista

Maio 18 2021

O ensino, como é do conhecimento geral, é absolutamente necessário para o desenvolvimento do país, bem como para a alavancagem social dos jovens. Por isso, deve maximamente eficaz. Ora, para atingir tal desiderato deve ser o menos burocratizado possível, uma vez que, somente deste modo, as energias serão canalizadas para a instrução e respectivas aprendizagens.

Todavia, não é isso que vemos diariamente nas escolas. Os docentes são atulhados de papéis e mais papéis, grelhas e mapas em formato digital, etc., etc., a maioria dos quais completamente desnecessários, servindo apenas para parecer relevante a presença de determinados burocratas que se (des)ocupam daqueles.

Por exemplo, a Avaliação de Desempenho Docente (ADD) é um caso paradigmático. Para além da existência de normas travão, da exigência de formações atrás de formações, muitas delas ministradas das 18h30 às 21H30 – depois querem que os docentes ainda preparem aulas? -, isto para não falar da ausência da mínima razão para alguma vez terem visto a luz do dia, a não ser pagar e bem a meia-dúzia de apaniguados, ditos formadores, há o caso das aulas assistidas.

Por amizade, tenho ajudado colegas nesta última situação. Após a preparação das ditas aulas, divulgação e ministração, pergunto sempre qual o feedback do colega assistente, o qual vem obrigatoriamente de outra escola. A resposta é invariavelmente a mesma: “É pá não diz nada. Entra mudo e sai calado, sem proferir uma palavra amiga ou desamiga, sem um comentário abonatório ou desfavorável”. Desculpem o termo: ora porra, para que servem, então, estas aulas? Para fazer figura de corpo presente e no final dar uma classificação. Se é para isto, gravem-se as aulas – depois de devidamente autorizados pelos EE – e após a visualização classifique-se. Poupava-se tempo e dinheiro.

publicado por Hernani de J. Pereira às 09:34

Julho 10 2019

Só Deus sabe o que se sofreu – então, eu, particularmente nem se fale – por causa da avaliação de desempenho docente, vulgo ADD. Em tempos que já lá vão, tudo se contestava, tudo era negativo, e o sol jamais brilharia com tal medida. As pessoas mal esclarecidas e, sobretudo, acicatadas pelos sindicatos tudo deturpavam. Pura e simplesmente, não queriam e não aceitavam sequer a mínima discussão. Pouco importava que pessoas houvesse que tinham de obedecer a ordens superiores. Sim, bem sei que outros, hoje-em-dia muito bem posicionados, nada ligaram a isso. Nunca foi e jamais será a minha ideia de serviço público. A não ser que seja algo que fortemente se interponha entre o dever de lealdade e os meus valores éticos/morais, nunca vacilarei sobre o caminho a seguir, mesmo que isso me crie uma auréola de impopularidade. Aliás, foi o que aconteceu.

Deixemos, porém, a luta de 2007 e 2008. É algo que já lá vai e como o nosso povo costuma dizer “águas passadas não movem moinhos”. Importa o dia de hoje. E actualmente a maioria dos docentes está, nesta altura, a ser avaliada e, de certo modo, pelos mesmos parâmetros e tendo por base a incidência em idênticos percentis.

Assim, é engraçado - ou, melhor, até nem tem graça nenhuma – verificar a passividade em como que se aceita a avaliação docente. Mais: quotidianamente todos se submetem e não se verifica qualquer relutância em aceitar o resultado final. Eu que o diga como avaliador.

Passados dez/onze anos a mansidão é total, o que me leva a perguntar: para quê tantos vitupérios, tanta maledicência, tanto enforcamento em praça pública, tanto azedume e grito de revolta? Afinal, soçobraram uma vez que a razão não os assistia. Poderão dizer que a idade os alquebrou. Todavia, a verdade é que não quiseram ouvir, naquela altura, a voz da razão. O canto das sereias falou mais alto. Infelizmente.

publicado por Hernani de J. Pereira às 15:40

Fevereiro 11 2018

Já alguém afirmou e eu corroboro: “ainda vamos ter saudades do tempo em que o tempo para progressão esteve congelado”. Ainda agora, durante a confirmação de dados relativamente ao recenseamento docente era ver estes a fazerem fila nos SA com vista confirmar ou não os dados sobre esta e outras questões”. E a esmagadora maioria, inadvertidamente é certo, dizia impropriamente que tinha sido avaliada todos estes últimos anos, quando efectivamente a última avaliação decorreu no período 2011/2013.

A partir daqui, vai ser um ver se te avias. Uma autêntica corrida contra o tempo. Por exemplo, há quem, há semelhança de alguns colecionadores, tenha, nos últimos quatro anos, dezenas de formações, as quais somadas darão centenas de horas.

Por isso advogo a mudança de paradigma de formação. É por demais sabido que os modelos mais robustos previnem os desvios decorrentes do avaliador – que tende a classificar mais alto os “alter ego” – e possuem medidas de correção para homogeneizar os resultados da avaliação. Por outro lado, para que a avaliação de desempenho seja real é necessário que o docente desempenhe a sua função com conhecimento dos seus objectivos, os quais devem ser específicos, mensuráveis, atingíveis, realistas e temporizáveis.

Só assim o desempenho pode ser o maximamente justo, já que totalmente nunca o será, para ordenar os docentes, identificando, como se espera, os “melhores”.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:46

Janeiro 02 2018

Agora que o descongelamento da carreira docente irá (!!!) acontecer, começa a preocupação com a avaliação de desempenho (ADD), como aliás já referiram imensos comentadores.

A avaliação de desempenho constitui uma das medidas mais complexas na gestão dos recursos humanos. Raramente é amada, quer por avaliadores, quer por avaliados. Em função da sua subjectividade, as resistências redobram quando não são observados os mais elementares princípios de regulação do processo.

Uma avaliação de desempenho só tem valor, tanto no plano ético como legal, quando utiliza instrumentos que garantam a imparcialidade dos avaliadores e defendam os direitos dos avaliados. Para ser credível a avaliação do desempenho deve especificar claramente responsabilidades e competências previamente acordadas com o titular da função, permitindo uma justa qualificação e hierarquização na estrutura da escola. Por outro lado, deve definir objectivos e critérios de sucesso de modo a que aquela se consubstancie no desenvolvimento da carreira.

Ora, o que vemos e tememos é que estes pressupostos dificilmente são respeitados, pelo que a ADD tem demonstrado não ser um factor de promoção e um incentivo para a performance profissional e pessoal dos docentes.

Nesta ordem de ideias, por muito que tal desagrade a imensas pessoas, preconizo a revisão da ADD, o qual tem obrigatoriamente de incluir uma discussão séria e serena.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:01

Agosto 31 2014

Amanhã inicio um novo ano lectivo e hoje termino a série de artigos que tenho vindo a dedicar ao Ensino. Concluído que está o período de férias é o momento ideal para efectuar o que resta do balanço a que me propus. Não é que não houvesse muito mais para analisar, tão inúmeras são os assuntos que dão corpo a este sector, mas outros temas da nossa actualidade merecem igualmente a atenção deste vosso escriba.

Encerro falando da avaliação do desempenho docente (ADD). Esta, transformada em pouco mais que nada, resume-se, na maior parte das vezes, a um relatório não muito dissemelhante daquele que se entregava no anterior sistema de avaliação. Com uma diferença: naquela época o documento era entregue aquando da mudança de escalão; agora é anual.

Outro aspecto a frisar tem a ver com as quotas para o excelente e muito bom, classificações que, segundo me transmitiram, são destinadas aos docentes que são obrigados a ser avaliados através de aulas assistidas. Verdade ou mentira, não sei, pois tal como muitos outros assuntos da vida das escolas, também este não prima pela transparência. Em tempos idos todos os professores eram classificados como “satisfaz”. Hoje em dia, para a esmagadora maioria dos docentes, a classificação é “bom”. Desafio que me digam onde está um docente que teve a classificação “insuficiente” ou mesmo “regular”.

Por último, reafirmo a minha estranheza ao ver a composição de algumas comissões de avaliação de desempenho, uma vez que muitos dos seus membros, senão a totalidade, em tempos que já lá vão, lutaram encarniçadamente contra a ADD e, sobretudo, contra a existência de quotas. Agora, porém, sem apresentarem qualquer rubor nas faces, aplicam-nas e ai daqueles que discordem.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:02
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Março 19 2014

O outro dia vi e ouvi, na televisão, alguém, não ligado directamente à educação, muito sorridente e com ar feliz, dizer “as nossas crianças começam com alegria a serem diferentes desde muito cedo”, acrescentando, de seguida, que “este é um projecto que as ajuda a destacarem-se e que lhes ensina que é importante sonhar que se vai ser grande”.

Bem sabem, os meus leitores, o que penso dos projectos, sobretudo, daqueles dedicados e pensados numa vertente escolar. O eduquês ainda não terminou, bem pelo contrário.

A Escola deve ser um lugar onde se ensina as mais variadas áreas do saber, como maior ou menor profundidade, consoante o grau que se ministra e a idade dos discentes. Tudo o que vá para além disto é subverter a Escola, é fazer desta uma comunidade onde cabe tudo e pouco ou nada se instrui. Já lá diz o ditado “quem tudo quer, tudo perde”.

Dizer que a Escola é um lugar onde se educa, retirando esta enorme responsabilidade aos pais, se habilita para tudo – sexualidade, prevenção rodoviária, literacia financeira, empreendedorismo, igualdade de género/parental, entre tantas outras matérias – faz com que a mesma se disperse a acabe por não dar importância ao essencial.

É evidente que esta sintomatologia já foi muito pior. No entanto, ainda existem resquícios que urgem arredar. A avaliação de desempenho dos docentes tem de deixar de passar por demonstração de evidências, as quais, na sua grande maioria, nada mais são que fruto de delírios e apenas gastam dinheiro e, sobretudo, impacientam até o mais santos dos santos, retirando tempo para o fundamental.

Por último, enganem-se aqueles que julgam que isto se passa longe. Ainda hoje ouvi dizer “eh pá, com tantas actividades não só não conseguirei cumprir o programa, como não consigo sequer um dia para fazer o teste”.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:05

Dezembro 19 2013

Independentemente de concordar ou não – divirjo mais do que aceito, (re)afirmo desde já -, o sector público atravessa uma forte reestruturação, o que implica um impacto inevitável na educação, intensificando a dificuldade de contratação de professores.

Não podemos culpar o sector público pela incapacidade de absorver a totalidade dos profissionais que se licenciam todos os anos em cursos relacionados com a educação. Perante esta impossibilidade, que alternativas podem encontrar os professores? Por um lado, podem posicionar-se no sector privado, apesar de se saber que também aqui as vagas não abundam. Por outro lado, existe sempre o além-fronteiras, à semelhança do que acontece com outros profissionais. Por último, resta a reconversão profissional, sabendo-se que este caminho pode ser desafiante, sobretudo para as pessoas que, durante toda a sua carreira, nunca se colocaram em lugares de conforto.

Não nos podemos esquecer que somos nós quem tem de se adaptar às oportunidades que o mercado laboral oferece e não os projectos que têm de se adaptar a nós.

Estas palavras servem de introdução à realização da Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC), a que, ontem, estavam obrigados os docentes contratados com menos de cinco anos de serviço e, sobretudo, a celeuma gerada à volta da mesma.

Sendo o direito à greve inquestionável, também não é menos verdade que este direito não pode coartar o dos outros, seja ao trabalho ou, como é o presente caso, à realização de uma prova. Cordões humanos de modo a impedir a entrada de professores e, fundamentalmente, invasões de escolas - acções promovidas pela Fenprof - não são formas legais de manifestação.

À semelhança da manifestação dos polícias, os quais por pouco não invadiram o Parlamento, e que, por isso, ficaram muito mal na fotografia, também aqui os docentes – é favor não confundir a árvore com a floresta – deram uma péssima imagem da classe, uma vez parecerem mais uns arruaceiros do que educadores e formadores dos homens de amanhã. Que belo exemplo deram aos alunos!

Todos sabemos que existe sempre uma resistência à mudança. Aconteceu com os exames do 12º ano, os quais deram em 1995, data do seu início, mega-manifestações de estudantes, para não dizer tumultos. Hoje, tais exames estendem-se, com toda a normalidade, até ao 4º ano e poucos ou nenhuns os colocam em causa. Sucedeu também com a avaliação dos professores: está implantada no terreno e, por muito que seja injusta, incoerente e fortemente subjectiva, encontra-se aceite, senão interiormente, pelo menos formal e tacitamente.

Já agora, sem querer apontar o dedo a quem quer que seja, causa-me muita estranheza haver docentes que, sem qualquer rebuço, avaliam os colegas, com todas as injustiças que este processo acarreta, mas que se recusam a vigiar/corrigir uma prova deste teor. É caso para dizer que, cada vez mais, necessitamos de coerência.

Em jeito de apêndice, acrescento algo que ultrapassa a minha compreensão. Então não é que o PS, no tempo em que Maria de Lurdes Rodrigues governava a 5 de Outubro, altera o Estatuto da Carreira Docente e, à revelia de tudo e de todos, inscreve a realização da aludida PACC. Agora, quando há alguém que concretiza as suas intenções, “aqui d’El-Rei” que não pode ser. Não se trata apenas de aproveitamento político, mas sim de uma enormíssima falta de pudor.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:06

Novembro 06 2013

Começo por afirmar, desde já, que vou ser crucificado na praça pública. De forma injusta, no meu entender, mas vou. Tão certo como dois e três serem cinco. E o corpo já me começa a doer, mas o que tem de ser tem muita força!

Há poucos dias fui instado a tomar conhecimento da minha avaliação de desempenho docente (ADD), relativa ao último ciclo avaliativo. Até aqui nada de novo a assinalar, como se costuma dizer.

Não concordando muito com o resultado da avaliação que fizeram sobre o meu trabalho, mas atendendo ao carácter subjectivo que a mesma enferma, não me vou pronunciar sobre tal.

Vou tecer, sim, algumas considerações sobre a divulgação desta matéria, ou melhor, da sua ausência. Continuo a não compreender do porquê da não publicitação dos resultados da ADD de todo o corpo docente. Será que a legislação o proíbe? Não vejo onde. Será que se trata de protecção de dados? Também muito menos consigo vislumbrar onde está a relutância, tanto mais que se divulga, sem quaisquer rebuços, o tempo de serviço, classificação académica e profissional, de entre tantos outros dados.

Só vejo uma explicação. A matéria é tão controversa que a comissão de ADD e, principalmente, as direcções preferem manter o secretismo, evitando, deste modo, o avolumar de críticas e, sobretudo, os naturais recursos. A ignorância é mãe de imensas inacções.

Uma questão é verdade: esta problemática é comum senão à totalidade das escolas, pelo menos à maioria. Aliás, não será por acaso que não conheço nenhuma que proceda à aludida difusão. Já agora, quem souber de uma apenas agradeço a informação.

A concluir, gostaria muito de saber quem são, afinal, os colegas “muito bons” e “excelentes”. Apenas por uma razão: saberíamos a quem “entregar” as turmas mais problemáticas.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:17

Novembro 07 2011

Chegada que é a hora da divulgação, na maior parte das escolas, dos resultados da avaliação do desempenho docente (ADD), a discórdia instala-se. Como era de esperar, há uma minoria que se sente muito confortável, uma maioria que se acha (enormemente) injustiçada e, por último, uns tantos que se mostram indiferentes. Uma coisa é certa, a classificação atribuída, principalmente a referente aos escalões mais elevados, vulgo excelente e muito bom, é o pomo da desarmonia.

Como é óbvio, não faltam vozes de queixume. As expressões “teve tal avaliação porque é amigo do relator e/ou do director!”, “como é possível ter aquela nota quando é uma baldas em assiduidade e até em termos pedagógicos?”, “então, e aquele que apenas trabalha para o show off?”, entre tantas outras, ouvem-se amiúde.

Sendo certo que não existe nenhum modelo de avaliação que agrade a todos, também não deixa de ser verdade que existem erros de palmatória, os quais, se tivesse havido o mínimo de bom senso, não veriam a luz do dia.

Todavia, para a discussão importa aqui realçar a divulgação da aludida avaliação. Algumas pessoas dizem que leram – não conseguem é dizer onde – que tal é ilegal. Outras, porém, afirmam que a legislação proíbe, sendo, porém, incapazes de apontar qual. Acarreta dizer que tal prática podendo originar um ou outro inconveniente, alavancaria vantagens que superariam as adversidades, pois evitaria a especulação e alguma maledicência e, sobretudo, aumentaria -  e de que modo! - a transparência. Pessoalmente, até prova em contrário, continuo a dizer que é legal, pois desconheço legislação que proíba que tal informação seja pública.

Diga-se, em abono da verdade, que apenas a quem avalia, e principalmente às chefias, interessa que tal fique no segredo dos deuses, pois sabem, de antemão, que com a sua divulgação seriam questionados, cara a cara, pelos docentes, pelo que se torna óbvio, que isso é a última coisa que querem.

Por outro lado, devem lembrar-se que, em tempos, correu um email apelando que os professores avaliados com excelente ou muito bom lhes fosse dado a leccionar as turmas mais difíceis, como sejam, por exemplo, os CEF e os PCA. Ora, achando a ideia muito interessante, pela justiça que a mesma encerra, a mencionada publicitação só vinha ajudar o caso.

publicado por Hernani de J. Pereira às 18:29

Setembro 14 2011

Já quase tudo foi dito sobre o novo modelo de avaliação de desempenho docente (ADD). Que é

  • menos burocratizante, pois elimina definitivamente o recurso a documentos verdadeiramente redundantes, como seja, de entre outros, a comprovação das designadas evidências;
  • mais simples, uma vez que a avaliação efectivar-se-á somente no final de cada escalão e não de dois em dois anos como até aqui;
  • mais justa, por via da avaliação externa e pelo facto dos avaliadores obrigatoriamente terem de pertencer a escalões superiores ao avaliado, acabando com as situações de concorrência de interesses;
  • positiva, já que deixa, no caso dos docentes do quadro, de ter efeitos sobre a graduação profissional para efeitos de concurso;
  • progressiva, uma vez que permite a todos os docentes, com a classificação mínima de bom, alcançarem, em tempo útil, o topo da carreira,

já todos sabemos.

O que desconhecemos é o verdadeiro motivo que levou a Fenprof a não assinar o acordo com o ME, quando há um ano subscreveu, com Isabel Alçada, um modelo de ADD muito mais gravoso. Aliás, desconhecer não será a palavra exacta, já que todos bem sabemos que tal se deveu apenas e somente apenas a motivos de agenda política.

Já agora, lamento que o ME tenha cedido na questão da avaliação dos docentes posicionados nos três últimos escalões. A proposta original era, sem sombra para dúvidas, aquela que melhor servia os interesses da educação e, sobretudo, o erário público. Estes docentes – a maior parte com trinta ou mais anos de serviço – não necessitam de provar o que quer que seja. Isto sem invalidar o raciocínio de que existem docentes menos bons em qualquer escalão.

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:51
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Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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