O meu ponto de vista

Março 05 2020

Existem escolas, mercê dos respectivos planos de contingência, elaborados de raiz ou copiados letra por letra, que estão a proibir todas as reuniões, cancelar todas as visitas de estudo, eventos, nomeadamente as cerimónias de atribuição dos prémios, bem como outras iniciativas realizadas quer em locais fechados quer em locais abertos.

Caso este cenário se estenda a todas as escolas, isso quer dizer que as tão (mal)afamadas viagens de finalistas, bem como outras, não se realizarão? E o dinheiro já investido em agências de viagem? Estas afirmam só o devolver se o governo decretar univocamente a sua proibição. Como tal não verá a luz do dia, uma vez ser, então, o Estado a assumir as responsabilidades, pais existem a insistir na realização daquelas. Por outro lado, vamos realizar as reuniões de avaliação do 2º período, a decorrerem muito em breve, por videoconferência? E quanto às actas? A esmagadora maioria de nós não possui assinatura digital.

Já agora: proíbem-se reuniões, enquanto as aulas irão decorrer normalmente? É que a proximidade e o número de pessoas dentro do mesmo espaço é substancialmente superior no segundo caso. E em caso de um discente/docente ou funcionário contrair o Coronavírus? Encerra a escola? Não quero ser pessimista e muito menos que entramos em paranóia, mas que existem muitas perguntas sem resposta lá isso é verdade

publicado por Hernani de J. Pereira às 12:33

Janeiro 17 2020

O Ministério da Propaganda, perdão da Educação, anunciou que os professores com mais de 60 anos podem deixar de dar aulas, ficando a desempenhar outras actividades. Antes de mais, deixem-me dizer, desde já, que não acredito na concretização de tal medida, a qual, por agora não passa de mera intenção. A ir para a frente, seriam muitos milhares de professores a necessitarem de serem substituídos e isso, como bem sabemos, representa muitos milhões. Ora, o “Ronaldo” das Finanças não estará, certamente, na disposição de abrir mão destes. E ele é que manda, ainda que digam que menos que antes. Lá iria por água abaixo o superavit que tanta almeja.

E se eu estiver enganado? Suponhamos, então, que a breve prazo o ME produzirá legislação com vista a colocar em prática a aludida medida. Vamos por uma vez, sem exemplo, acreditar na “bondade” dos ocupantes da 5 de Outubro.

E, a ser verdade, repito, como se efectivará tal propósito? Os docentes nessas condições passariam a estar em ocupações de alunos, bibliotecas, salas de alunos, de tarefas e de apoio, bem como nos clubes da mais variada natureza? E isto só para citar alguns exemplos, pois bem sabemos como a criatividade nas escolas, sobretudo neste âmbito, é extraordinária. No fundo passariam a ser pau para toda e qualquer colher, i.e., uns meros tapa-buracos, uns professores faz-de-conta, sem autoridade, mas com muita responsabilidade.

Assim sendo, se for essa a decisão de Tiago Brandão Rodrigues, esse sim um verdadeiro faz-de-conta, então, desde já, declaro a minha recusa. Prefiro mil vezes ser professor de turmas indisciplinadas, ministrar aulas, muitas vezes, sem as mínimas condições, suportar burocracias que não lembram ao Diabo, vergar-me a decisões superiores, algumas delas ao arrepio do mínimo direito de justiça, presenciar reuniões atrás de reuniões onde se chega a discutir o sexo dos anjos, mas onde possuo autoridade – pelo menos aquela que me deixam ter - e sentido do cargo inerente, do que ser um pau-mandado deste ou daquele.

publicado por Hernani de J. Pereira às 11:55

Novembro 27 2019

De há umas semanas a esta parte, nas escolas, as reuniões sucedem-se a um ritmo alucinante. São de grupo/disciplina, departamento, de curso, preparatórias disto e daquilo, entre tantas outras. E nestas existe de tudo como na farmácia. Existem os mais individualistas, outros partidários do colectivismo, uns enfatizando a igualdade, outros valorizando a hierarquia, uns mais orientados para os resultados, outros focando-se nos relacionamentos.

Na condução de tais eventos, há os tendem a resolver um assunto de cada vez, enquanto outros, com a sua visão holística, acreditam que nenhum item está resolvido enquanto o todo assunto não o estiver. Depois, há os que procuram ansiosamente a verdade, orientando-se para os efeitos e consequências, enquanto outros querem encontrar o caminho e os meios são mais importantes do que o objectivo final. Por fim, há aqueles que (híper)valorizam o debate até que se chegue a um consenso, enquanto outros se mostram mais diligentes durante o vai e vem de todo o processo.

A doença da reunite veio para ficar e, pelo menos por agora, não se vê antídoto para a respectiva cura. Ora fala um, ora fala outro e outro, sendo que a maioria observa e cogita para os seus botões: caramba, engoliram pilhas Duracel. Nunca mais se calam! Até que surge um corajoso que exclama em voz alta: eh pá, nunca mais chegamos ao ponto “e nada mais havendo a tratar …”?

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:50

Novembro 13 2019

Existe uma enorme carência de auxiliares nas escolas? Bem, não é verdade, diz o cientista e (não) Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues. Mais: mesmo que fosse verdade, a culpa será de todos os outros, “sobretudo dos directores de escola que não lançaram os concursos atempadamente”. Palavras daquele. Aliás, os dirigentes escolares são uns madraços, uma vez que o ME lhes dá tudo, a tempo e a horas, e recebe em troca apenas maledicências. Se não fosse por certas coisas, o melhor eram demiti-los a todos e nomear boys and girls de uma cor que todos sabemos e que bem sabem erguer o punho fechado.

O Secretário de Estado da Energia, João Galamba, vai a Boticas e tem de fugir com o rabo entre as pernas, uma vez que os habitantes, quais broncos e incultos, não se deixam convencer da extrema bondade da exploração de lítio, cuja concessão mineira foi entregue a uma empresa de socialistas e constituída três dias por amigos seus. Mas, para não variar, tudo isto acontece – afirmou aquele – “por culpa do governo de Passos Coelho”, como depois deste não tivesse governado mais alguém.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:58

Outubro 11 2019

Nada em ti exageres ou excluas. Sê tudo quanto és, no mínimo que fazes.

Fernando Pessoa

 

Ah, o Ensino, essa realidade que nos é tão cara. Não sabemos conceber e apreciar a responsabilidade e eficiência nas escolas sem nos interrogarmos sobre a natureza e o processo da tomada de decisão. Decidir é escolher de entre os vários cenários possíveis, aquele que aparece como o mais pertinente para atingir um resultado desejado, dentro de um espaço de tempo possível, utilizando as informações e recursos disponíveis. Ora, de acordo com este pensar o ensino/aprendizagem é uma questão de método, de saber fazer e de estar, ou seja, é um quesito de técnica ou processo. Será?

A resposta é negativa, uma vez aquele raciocínio preponderar a mera transmissão de conhecimentos, desvanecendo a felicidade e o humanismo como filosofia de gestão do esforço diário. Um paradigma a não esquecer assenta no pressuposto em que a ética e a rentabilidade andam de mãos dadas, emergindo desta forma verdadeiros exemplos de sustentabilidade e sucesso. O grande objectivo será, assim, levar a felicidade às pessoas e não às escolas, enquanto instituições, sabendo com toda a certeza que esta também será sinónimo de rentabilidade e de perenidade.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:42

Junho 05 2019

O Projecto de Autonomia e Flexibilidade Curricular (PAFC) vai estender-se, de um modo definitivo, a todas as escolas e alunos no próximo ano lectivo. Já o escrevi, por variadas vezes, aqui e noutros locais, que não há governo que não queira deixar uma marca no sistema de ensino em Portugal. É algo que não conseguem resistir e fazem-no sem pudor e independentemente de analisar e avaliar ou não a(s) anterior(es) propostas/reformas. Este é um caso paradigmático e que tem feito correr rios de tinta, essencialmente pela oposição que surge no seio das comunidades educativas.

Com toda a franqueza sou auto-excluído da PAFC. Sempre achei, e continuo a pensar, que é algo passageiro, o qual será remetido para o lixo logo que surja um governo com outra orientação ideológica. Contudo, isso não faz de mim alguém que não reflicta sobre tal.

Nesta ordem de ideias, penso que se tratam de conceitos que mais não visam que facilitar a transição, diminuindo, ainda que por vielas e travessas enviesadas, o insucesso escolar. Bem sei que o actual governo tem sido exímio em pressionar administrativamente os docentes para que eliminem os “chumbos” das suas avaliações. Se provas fossem indispensáveis, os imensíssimos documentos, as grelhas e as justificações necessárias a provar a justeza da retenção estão aí a demonstrá-lo.

Por isso, a palavra forte é tranquilidade. Não alinho em ondas e, na medida do possível, continuarei a proceder do mesmo modo. Farei somente o que for obrigado e no cumprimento estrito da legislação. Sim, porque existem pessoas - são poucas mas existem e vestem rosa - mais papistas que o Papa.

publicado por Hernani de J. Pereira às 11:26

Fevereiro 18 2019

Poucos são aqueles que dizem abertamente dar importância real ao ranking das escolas ou, como já vi escrito, ranking dos alunos. Todavia, é raro aquele que por manifesto interesse ou mera curiosidade não dê uma olhadela a tal e mais publicamente ou em privado não discuta o assunto.

Conforme já ouvi, por pouco interesse que o assunto presentemente desperte, bem como a subjectividade dos resultados, é sempre preferível a divulgação da informação do que a sua sonegação.

Sem outras considerações eis o que apurei.

9º Ano

Posição

Denominação

Concelho

Nº de exames

Média 2018

Média 2017

6

Escola Básica de Vilarinho do Bairro

Anadia

50

3,58

3,16

10

Escola Básica Nº 2 de Mealhada

Mealhada

117

3,47

3,07

15

Escola Básica Carlos de Oliveira - Febres

Cantanhede

95

3,34

2,85

16

Escola Básica Nº 2 de Pampilhosa

Mealhada

96

3,33

3,41

30

Escola Básica Marquês de Marialva

Cantanhede

258

3,05

3,23

43

Escola Secundária de O. Bairro

O. Bairro

259

2,98

2,98

 

Secº

Posição

Denominação

Nº de alunos

Média 2018

Média 2017

137

Escola Secundária Lima de Faria - Cantanhede

701

113,57

108,2

192

Escola Básica e Secundária de Anadia

531

110,29

112,2

318

Escola Secundária de Oliveira do Bairro

551

104,96

112

404

Escola Secundária de Mealhada

420

100,91

104,1

 

Agora, resta a cada um tirar as devidas ilações.

.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:36

Junho 25 2018

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Estejam descansados os meus detractores, pois não é por acaso que, hoje-em-dia, escrevo muito mais sobre o que se passa nas escolas. Não falo de educação, pelos motivos há muito explicitados, mas sim do ensino e da gestão do mesmo.

Já agora, confirmo ter recebido alguns comentários na respectiva caixa de correio, textos aliás impublicáveis. É que os leitores que comigo comungam opiniões semelhantes, como sempre, preferem não dar a cara. Pelo telefone e/ou de viva voz lá vão dando palmadinhas nas costas, todavia dar a cara... E quanto aos primeiros não surgem de imediato publicados – recordam-se de 2008/09 e o gozo que tal dava? – uma vez ter imprimido a moderação aos mesmos. Temos que aprender com os erros.

Vamos, porém, a mais uma crónica sobre o que se passa em algumas escolas. Não digo a maioria, mas para muitos de nós, que passamos anos e anos na mesma escola, não nos apercebemos do que se passa e como se gerem as outras. Felizmente, tenho tido a sorte de, com estabilidade e, sobretudo, com aprendizagem de novos ditames, apreender outras realidades. Nunca é tarde para se instruir mesmo quando já se tem 60 ou mais anos.

Uma das coisas que gosto é de ser tratado por colega, expressão que sempre usei, em vez de “caro(a) professor(a)/educador(a)”. Por muito que digam que não são directores, mas estão no lugar de tal, o certo é que os “tiques” estão lá e a todo o momento são realçados. Aliás, tal e qual como o ME e/ou os seus braços mais directos fazem. Por exemplo, recordam-se da carta que o Tiago Brandão Rodrigues nos dirigiu no início do presente ano lectivo? Também começava do mesmo modo. Em resumo, uns e outros não são nossos colegas. Ah, pouco importa que no final de cada comunicação esta termine com uma frase muito “queriducha.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:15

Junho 21 2018

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Em tempos que já lá vão, mas não muito distantes, o dia-a-dia das escolas era substancialmente diferente. Dois simples exemplos: qualquer ideia que não coincidisse com a vulgata sindical-comunista ou pseudo-esquerdizante dificilmente ou nunca vingava; um projecto ou actividade que não surgisse da iniciativa dos grupos pedagógicos, a esmagadora maioria liderados por gente que se não eram da esquerda caviar para lá caminhavam, só com muita persistência e sabiamente cheio de razão é que ia avante.

Os professores achavam-se donos e senhores da escola. Aliás, quando o pessoal não docente e pais/encarregados de educação ganharam foros de alguma cidadania na escola e, assim, conseguiram que os seus votos também contassem para a eleição do órgão de gestão foi quase como tivesse caído o Carmo e a Trindade.

Um sindicalismo atroz e atrofiante, em que as ingerências na vida das escolas era uma constante, deu origem ao que ainda hoje se paga, i.e., à má visão que a opinião pública tem dos professores. E ai daqueles que, de um modo ou de outro, tentaram outra via. Foram esmagados sem dó nem piedade. Existem ainda muitos que sobreviveram àqueles tempos e, de certo modo, permanecem na crista da onda? Claro que sim. Naqueles tempos baixaram-se, afirmando que não podiam lutar contra tudo e contra todos, por muito que convictamente fossem da opinião que tal estado não podia persistir. Como alguém disse “outros valores se levantaram” – leia-se o apego ao poder. Naqueles tempos, não havia a moda das selfies, mas se sim então teriam sido campeões. Para isso tinham jeito.

O mais engraçado é que investidos em novas funções, com outros atributos e competências, fazem agora, e de forma muito mais grave, aquilo que por puro sofismo não se atreveram a fazer noutros tempos.

Ainda mais dignos de fortíssima crítica são aqueles que tanto lutaram contra o trabalho abnegado, o bom senso, a ordem e a disciplina, sejam agora agentes perfeitamente passivos, acomodados, pacientes e aceitadores de toda e qualquer prepotência. Nomes que poderia aqui citar? Seriam páginas e páginas. Porém, não valem o tempo que perderia em tal obra.

ADENDA: para completo esclarecimento informo que já estou no último escalão, pelo que os 9 anos, 4 meses e 2 dias não me afecta directamente.

publicado por Hernani de J. Pereira às 10:25

Abril 23 2018

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É um lugar comum ouvir dizer que as pessoas não são números. Também não estranha, bem pelo contrário, escutar declarações que relatam casos em que a aposta nas pessoas é causa ganha. Estou de acordo, como igualmente comungo que, na maioria das vezes, se enche a boca e se encolhe o coração. Já lá vamos.

Dizem os primeiros que fazem vingar a ideia nova, assente no pressuposto de que a riqueza das instituições reside, antes de mais, no capital humano. Aliás, adiantam que o sucesso não é alheio ao facto da aposta feita nas pessoas, encaradas como o verdadeiro valor emergente da causa, contrariando, deste modo, a prática comum de as encarar como um mero “lançamento contabilístico”, i.e., um bem de que a instituição se serve e para a qual geram riqueza.

Se até aqui nada a opor, o caso muda de figura quando a filosofia de gestão adoptada não tem das pessoas uma visão diferente da de um simples recurso físico, padronizado e substituível, olhando-as como um simples activo dotado de mais ou menos capacidades de trabalho. Não observar que cada um tem uma participação única, cuja soma mobiliza e se transforma na pedra basilar de uma entidade ganhadora, capaz de antecipar o futuro para consolidar o presente, é meio caminho para o insucesso.

publicado por Hernani de J. Pereira às 13:00

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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