O meu ponto de vista

Maio 30 2017

Será desta que o malfadado destino dos portugueses se inverterá?

Acorados a uma jangada de pedra virada para o Atlântico, é longa a tradição que tem lançado os portugueses em busca de novas oportunidades de expansão por esse mundo fora, aproveitando a boleia da globalização de que foram um dos povos pioneiros.

Desde a era dos Descobrimentos portugueses, em que a partir do séc. XV um novo capítulo na história mundia se abriu, muita tinta tem corrido. Mais de cinco séculos decorridos, já não é a exploração marítima e a conquista de outras latitudes que traçam os desígnios estratégicos – os económicos, pelo menos – desta nação europeia.

A braços com uma crise económica-financeira interna que encontrou também ecos no bloco europeu como um todo, colocando entraves à evolução tanto no mercado nacional como no espaço comunitário. Parte de Portugal partiu, mais recentemente e também agora, à descoberta de um mundo novo de emprego. Um direcionar de atenções para o exterior que, apesar de ter sido ultimamente mais vincado pela conjuntura deficitária que atravessamos, já tinha sido muito impulsionada pela aludida globalização.

Ora, segundo palavras de António Costa, a propósito da saída de Procedimento por Défice Excessivo, esta nova situação do país deve ser aproveitada para, fundamentalmente, tudo fazer com vista a trazer de volta as centenas de milhares de jovens que se viram na contingência de procurar além-fronteiras o sustento que a mãe-pátria lhes negou.

Desígnio certo, apesar de saber que muitos não quererão, de todo, regressar, a não ser de férias, ao torrão natal. Aproveitar a folga económica, como pretendem o PCP e o BE, para voltar a engordar os de sempre é que não lembra ao mais pintado.

publicado por Hernani de J. Pereira às 13:03

Maio 26 2017

Conheço muito bem Vagos, tanto mais que a minha avó paterna era daquele concelho. Terra pacata, cheia de gente valorosa, misto de agricultores e pescadores. Simultaneamente, terra muito afeiçoada a certos rituais e tradicionalismos que, segundo parece, já não são de agora. Infelizmente para uns, felizmente para outros. Sinais dos tempos!

Gente que sempre votou à direita e, por isso, não é por acaso que esta polémica se instala. Por mão de quem? Do Bloco de Esquerda (BE), claro está. Não possui qualquer representatividade junto daquela, mas, ao menor sinal, ei-los que saltam para a ribalta como primeiros defensores, não dos bons costumes – seja lá o que cada um entender por tal -, mas sim de uma progressividade que há milénios fez cair Roma e o mesmo há-de acontecer connosco agora.

O caso conta-se em meia-dúzia de palavras. Duas alunas da Secundária de Vagos, onde também estudam discentes desde o sétimo ano, ou seja, com doze ou treze anos, beijaram-se prolongadamente no recreio, provocando a indignação de alguns dos presentes. Vai daí a direcção da Escola chamou as aludidas intervenientes e disse-lhes que tal conduta não era a mais apropriada àquele local.

Como está bem de se ver, mal o BE teve conhecimento do caso logo o empolou e “toca” de chamar a comunicação social, a qual, como todos bem sabemos, se pela por qualquer caso de lana caprina, independentemente do sentir da esmagadora maioria dos vaguenses. Isto faz lembrar outros tempos em que não se podia dizer o que quer que fosse a um negro pois era, de imediato, apelidado de racista. No fundo, no fundo, o que se pretende é uma escola com todos e mais alguns direitos e sem, repito, sem deveres de qualquer espécie.

O caldo, como é óbvio, entornou-se e a direcção vê-se em palpos de aranha para explicar um caso cuja importância, senão é nula, é extremamente reduzida. Uma coisa é certa: não invejo o actual papel do Hugo Martinho.  Já por lá passei e sei o quanto é fácil, para os “profissionais” do costume, fazer a maior tempestade num simples copo de água. Uma achega à questão: sempre fui contra as manifestações de afecto mais íntimo no interior do espaço escolar, independentemente da orientação sexual. E penso que é aqui que bate o cerne da questão.

Entretanto, o Ministério da Educação (ME) afirmou que “repudia actos de discriminação e vai agir no sentido de apurar o que aconteceu naquela Escola. O ME teve, esta quarta-feira, conhecimento do referido caso, pelo que vai agir no sentido do apuramento dos alegados factos”.

Em declarações ao Jornal de Notícias, o director da Escola, Hugo Martinho, explicou que “não houve qualquer repreensão ou crítica à orientação sexual das alunas”, mas que lhes pediu “alguma contenção”. Um elemento da direcção falou com uma das alunas, num local reservado, pedindo alguma moderação, no sentido de as proteger”, disse Hugo Martinho.

publicado por Hernani de J. Pereira às 11:14

Abril 21 2017

Tem-se, nos últimos tempos, registado descrispação e descendimento na sociedade? É evidente que sim. Os motivos são fáceis de entender. Por um lado, porque o governo atendeu algumas das reivindicações dos trabalhadores, fundamentalmente do sector público; por outro, porque os sindicatos, os quais como é do conhecimento geral, são comandados pelo PCP, encontram-se anestesiados, por via da amarração deste partido à política geringonçal.

Assim, não é de estranhar que a maioria dos portugueses e até muitos empresários, os quais, de modo algum, comungam das ideias programáticas dos partidos que suportam este governo, se sintam satisfeitos.

Recordam-se das greves, mandatadas por tudo e por nada, sobretudo do sector dos transportes, os quais colocavam sistematicamente o país de pantanas? Pois é! Existiram e infernizaram a vida de muita gente, principalmente a que vive e trabalha nas grandes cinturas industriais. Agora é a paz dos anjos.

O governo de Passos Coelho foi acusado, até à insanidade, de querer ir além da troyka. Não se falava de outra coisa. Bem, este governo foi além dos ditames da CE – veja-se a questão do défice -, demonstrando, pelo menos nas reuniões em Bruxelas, que é um “bom aluno”, e o que acontece? Uma declaração ou outra, perfeitamente inócuas, por parte do BE e do PCP, de modo a que, de hoje para amanhã, não se diga que nem a boca abriram.

Protestos, acções de rua, manifestações é de vez em quando e quanto muito para que se diga que os sindicatos ainda existem e justificar (mal) o muito dinheiro que recebem. Greves? Nem falar nisso é bom. Até arrepia aqueles que ainda há tão pouco tempo faziam prática disso vinte e quatro sobre vinte e quatro horas.

Atente-se nestes dois exemplos. Ontem, António Costa afirmou que, devido à sustentabilidade da segurança social, não podia permitir que os trabalhadores com quarenta anos de desconto se pudessem reformar sem penalização. O Programa de Estabilidade e Crescimento não prevê qualquer actualização salarial dos funcionários públicos durante os três próximos anos. Colocadas estas questões à vista de toda a gente, observaram alguma indignação? O que aconteceria se fosse o PSD a governar?

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:18

Janeiro 17 2017

Só quem nunca geriu ou esteve perto da gestão é que, certamente, não deverá ter muita dificuldade em propor e posteriormente aplicar medidas, sobretudo quando estas começam maioritariamente pelas palavras reposição, limitação ou proibição. As empresas e principalmente os trabalhadores – sim, arrisco dizer trabalhadores – precisam de ferramentas de gestão e trabalho flexíveis. Só quem não conhece o país e o mercado de trabalho é que pode querer, senão desde o primeiro dia quase, um contrato para toda a vida e com bom ordenado.

A polémica instalada sobre a descida da Taxa Social Única (TSU) encadeia-se nesta problemática de emprego e salário. O governo, pretendendo agradar a gregos e troianos – convenhamos que desde o primeiro dia não tentou fazer outra coisa - aumentou o ordenado mínimo em 85 euros em dois anos. O que à partida parece pouco, em termos percentuais é muito. Para compensar desceu, para o patronado, o desconta da aludida TSU.

Se até aqui nada de novo, pois o PS, apesar de saber dos votos contrários do PCP e BE, os quais apenas olham para os salários e preferem uma política de terra queimada a um desenvolvimento sustentado, contava com a viabilização de tal por parte do PSD, isto sem, previamente, ter negociado o que quer que seja, fazendo de conta que os sociais-democratas fossem uns autênticos verbos-de-encher. Ora, como é do conhecimento público, estes, à semelhança do que António Costa tem feito constantemente – é bom recordar o que disse de António José Seguro e a sua actual prática diária – não estiveram por meias medidas, i.e., declararam não apoiar tal medida.

Aqui d’El Rei que cai o Carmo e a Trindade! Mas como é? Negoceia, quando necessita, com os seus parceiros de esquerda, essencialmente para levar por diante a agenda fracturante destes. Todavia, quando necessita do apoio do PSD assobia para o lado e toca de “malhar” e, ainda por cima, acusa-o de incoerência. Sobre isto há que dizer duas coisas: os tempos são diferentes e, conforme dizia Mário Soares, só não mudam os burros. Segundo, incoerência é uma palavra que deveria ser banida do léxico do PS, tantas são as situações em que as suas ideias e práticas são completamente opostas.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:11
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Dezembro 05 2016

O que está na ordem do dia, desde há várias semanas, é a questão da administração da CGD. Sinceramente, já não existe pachorra para tanta incompetência e desleixo, sobretudo da parte governo, o qual após ter nomeado e feito, à socapa da lei, um acordo com António Domingues, lava agora as mãos como Pilatos.

Por isso, vou falar do Orçamento de Estado para 2017. Este, sim, afecta a vidinha de todos e mais ou menos – bem visto é mais – nos vai aos bolsos. Não é de esperar que este documento estruturante, fundamental da política do Estado, venha a trazer um contributo significativo para o desenvolvimento económico. Pelo contrário, o aumento da despesa pública não é, per si, gerador de investimento nem sequer garante que venha a concorrer para ele. As designadas gorduras do Estado encarregam-se de se acoplarem com tudo ou quase tudo.

Do lado dos impostos, nenhum impacto virá da descida destes, tanto mais que isso não se verificará. Bem pelo contrário. Nesta matéria, o factor decisivo é, antes, o clima de confiança interno e externo, ou seja, a criação da convicção dos potenciais investidores nacionais e estrangeiros de que que vale a pena apostar em unidades produtivas no nosso país. Ora, só para citar alguns exemplos, quem olhar para as declarações do BE e do PCP, notará que não existem boas perspectivas de curto ou médio prazo.

Por isso, digo e reafirmo que primeiro temos que levar a cabo uma autêntica reforma do Estado e equilibrar as contas públicas. Só depois, se o trabalho for bem feito, haverá condições para um crescimento sustentável da economia com reflexos positivos.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:39

Setembro 22 2016

O desemprego, felizmente, tem vindo a decrescer desde 2014. Ainda é grande – basta haver uma só pessoa sem trabalho para ser intolerável – mas, o certo, é que tem vindo a diminuir. Também é verdade que à custa de algum trabalho temporário. Mas só quem não sentiu os malefícios do desemprego pode desdenhar de um emprego a termo certo. Como o nosso bom povo costuma dizer “mais vale um pássaro na mão que dois a voar”.

Para que este caminho continue há também que mudar mentalidades. Empresas, trabalhadores e candidatos enfrentam este desafio dando primazia à geração de valor acrescentado e rentabilidade. Por outro, ultrapassando o estigma do trabalho temporário e do outsourcing, focando-se sim em acrescentar valor, enriquecer a sua experiência e até reinventarem-se para o mercado.

Ora, o BE – qual, senão este grupo político? – propõe fortes limitações ao trabalho temporário. A ideia do Bloco, secundado pelo Governo – podia ser de outra forma? -, é criar um limite para o número de renovações, assemelhando estes contratos aos contratos de trabalho a termo. Se no final do período estipulado, a empresa decidir manter o trabalhador ao seu serviço, então o funcionário entra para os quadros.

À primeira vista, a ideia até é simpática. Todavia, sabendo como está a nossa economia, qualquer empresa vai conter-se na contratação de trabalhadores, pois sabe que, senão o fizer, mais cedo que tarde, terá de passar estes para os seus quadros, situação por todos sabida como incomportável.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:23

Setembro 20 2016

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Pouco a pouco, sem que a maioria dê por isso e muito menos mostre sinais de preocupação, caminhamos para um novo paradigma: acabar com os ricos de modo a que todos sejamos iguais, i.e., pobres na verdadeira acepção da palavra.

O BE, comandado pelo clã Mortágua e encontrando um PS totalmente subjugado, senão mesmo de cócoras, não pára e ei-lo a combater qualquer forma de poupança, qualquer sinal exterior de riqueza, numa raiva atroz e intempestiva. Para a frente é que é o caminho. Seja qual for a circunstância da vida, quando surge alguma barreira algures ao longo do percurso ou aquele que caminha sente hesitações sobre o rumo a tomar, eis a querida líder – Costa apenas lhe interessa continuar à tona da água – a dizer-nos, de entre outras pérolas, que “a primeira coisa que temos de fazer é perder a vergonha de ir buscar dinheiro a quem está a acumular dinheiro”.

Ora, quem diz dinheiro, diz comercializar uma casa, adquirir um novo carro, ir às compras ao shopping ou ao supermercado. Isto porque o desejo mais profundo de Mariana Mortágua é o igualitarismo total, é a subversão completa do nosso modo de vida. Mais que indicar uma direcção, a frase refere-se à perseverança de quem deve aprender a contorná-la, e não a deixar-se travar pelos obstáculos que vão surgindo a cada etapa.

Sujeitando-se às mais variadas leituras, aproveita-se aqui o provérbio para enquadrar à luz da conjuntura recessiva em que a economia ultimamente mergulhou. Nada a parará. Olof Palme, esse grande estadista sueco e, de certo modo, pai do estado social, afirmou que o seu desejo não era terminar com os ricos, mas sim com os pobres. Todavia, para a timoneira Mortágua, tal não passa de um ideal que contém uma pudicícia intrínseca, a qual tem de ser urgentemente combatida. Daí a sanha.

Por este andar ainda seremos a Coreia da Europa. Não teremos Kim Jong-un, mas para nossa felicidade desfrutaremos de La Comandante Mortágua, assim cognominada por João Miguel Tavares.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:09

Agosto 08 2016

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Soube-se que três secretários de Estado, com responsabilidades no âmbito da GALP, deslocaram-se e assistiram a jogos de Portugal no Euro 2016 a convite desta empresa, colocando em causa a independência e a imparcialidade governamental, isto para não falar do apoucamento da ética e dos bons costumes, e o que disse António Costa, primeiro-ministro? Nada, pois continua a banhos.

O país arde literalmente - ultrapassando, neste dia, os 5 000 soldados da paz no seu combate - colocando em causa bens e pessoas, e o que disse António Costa, primeiro-ministro? Nada, pois continua a banhos.

Já agora o que diria o PS, PCP e o BE se o primeiro-ministro ainda fosse Passos Coelho e procedesse desta forma?

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:28

Outubro 08 2015

Sinceramente, não sou daqueles que embandeiram em arco contra um eventual governo chefiado pelo PS, com o apoio, mais ou menos tácito, do PCP e do BE, uma vez achar que a legitimidade política não é de esquerda nem de direita, ou, dito de outra forma, sou dos pensam que os deputados da esquerda e até da extrema-esquerda foram igualmente eleitos por portugueses tão portugueses como quaisquer outros.

Contudo, uma coisa é legitimidade para governarem, outra, completamente diferente, é os interesses colocados sobre a mesa. Por isso, se me perguntarem se tal governo é o melhor para o país, aí direi que não, já que se trata de uma aliança entre políticas, pelo menos em matérias fundamentais – euro, União Europeia, pacto de estabilidade e crescimento, finanças públicas, segurança social, entre tantas outras -, diametralmente opostas.

Atenção, porém, ao estado a que o PS chegou. Perante a desilusão total e a desorientação completa dos seus dirigentes, há que dar a volta por cima, proporcionando, deste modo, algumas alegrias aos seus militantes, para não dizer cargos aos boys. Ora, tal pode ser a estratégia dos socialistas: fuga para a frente, varrer o lixo para debaixo do tapete, empurrar os problemas com a barriga e quem vier depois que feche a porta, porque a luz há muito que, nessa altura, já se terá apagado.

publicado por Hernani de J. Pereira às 18:56

Maio 26 2014

Hoje, é inevitável falar de eleições europeias. E, apesar de haver um vencedor, o PS, uma vez ser este o partido que mais votos teve, o certo é que, em termos reais, praticamente se pode afirmar que não houve vitoriosos nem derrotados. Isto, claro, nos partidos do designado arco do poder.

A explicação é simples. Nem o PS obteve uma vitória estrondosa que tanto anunciou e que estava à espera, como a coligação PSD/CDS-PP não ficou muito aquém daquele. A divergência, em termos de votos, foi de 3,74%, o que não permite a António José Seguro pedir, com segurança, eleições antecipadas, ao mesmo tempo que dá alguma tranquilidade ao governo para “navegar” - mas à vista (!) - até às legislativas do próximo ano. Recordo que ainda há meia dúzia de meses, aquando das eleições autárquicas, o PS obteve cerca de 36 % dos votos, o que quer dizer que os autarcas socialistas valem muito mais que Seguro e Assis juntos. Em suma, foi aquilo que alguém, e muito bem, já designou por “vitória amarga, derrota doce”.

Enquanto o BE, conforme as minhas previsões, vai caminhando inexoravelmente para a extinção, o PCP mercê, por um lado, do espírito fervoroso dos seus militantes e, por outro, do descontentamento que lavra na população, catapultou, sem margem para dúvidas, a sua votação.

A grande surpresa foi, sem dúvida, Marinho Pinto. Homem anti-sistema, pessoa, como gosta de se afirmar, acima das tricas e baldrocas partidárias, senhor de um discurso populista, mas dando a entender – honra lhe seja feita - o contrário, venceu em toda a linha. No “terreno” conseguirá levar o barco a bom porto? O dom de palavra, rasando muitas vezes a verborreia, talvez não chegue a tanto. A ver vamos!

Uma chamada de atenção para a subida, na generalidade dos países europeus, da extrema direita – na Grécia passou-se exactamente o contrário -, naturalmente considerada anti-europeia, o que, para além de ser um contra-senso, deve levar à reflexão de todos, mas sobretudo da esquerda por força da aplicação das suas práticas políticas-sindicais, como é exemplo paradigmático o caso francês.

Por último, notar que abstenção, essa sim a grande vencedora, juntamente com os votos brancos e nulos chegou aos 75%, o que quer dizer que três em cada quatro portugueses não se revêm em qualquer movimento político. Sintomático!

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:26

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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