O meu ponto de vista

Março 13 2024

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Não sendo de agora, está cada vez mais na moda. Refiro-me ao consumo dos designados produtos biológicos, sobretudo por parte de alguns estratos da classe média, os quais por se acharem pretensa e claramente esclarecidos se querem alcandorar à elite do bem-viver. Aliás, podem nunca ter semeado uma batata e/ou plantado uma couve, mas ai daqueles que coloquem em causa a sua superioridade - não em quantidade, mas em qualidade – em termos consumistas. Há acrescentar que a esmagadora maioria das pessoas com este pensar são de esquerda, a tal esquerda caviar, bem pensante e melhor falante. E se o ainda não são, para lá caminham. Como gostaria de os ver sujar as mãos na terra e depois, sim, falarem.

Alguém que produza alimentos, tanto vegetais como animais, e que utilize adubo, estrume processado, ração, etc., é, de imediato, rotulado de criminoso e altamente potenciador das alterações climáticas. Então, se tem a veleidade de abrir a boca e proclamar que usa pesticidas e herbicidas, por muito que acrescente que os usa com extremo cuidado e sempre respeitando as instruções oficiais, é apelidado de assassino. Mais: deveria ser sujeito ao desterro, senão mesmo à forca.

Esquecem-se que a apetecida alimentação biológica é, para além de acarretar outros inconvenientes, origem das mais chocantes injustiças sociais, uma vez que por ser muito mais cara que a dita não-biológica, somente aqueles com poder de compra a pode consumir. Os pobres, esses coitados, têm que comer tudo: com hormonas, pesticidas e herbicidas.

Como é óbvio, também gostaria de comer sempre robalo, dourada, cherne, corvina selvagem, entre tantos outros. Porém, a minha carteira recusa-se, com excepção de quando o Rei faz anos, a tais desaforos.

Mas o engraçado é que se prolongarmos a conversa, a contradição salta gritantemente à vista. Daí a pouco algumas daquelas sabem onde se pode comprar em promoção os vegetais, os peixes e a carne mais fresca. Na última discussão soube, passe a publicidade, que aqui perto é o Mercadona em Águeda.

A finalizar, é necessário dizer que se apenas consumíssemos produtos biológicos a maior parte da população deste planeta morreria à fome. Mas para aqueles isso pouco importa, pois desde que houvesse comida no seu prato o resto são “peaners”, como dizia o outro.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:27

Fevereiro 23 2024

É por todos conhecida, nos últimos anos, a crónica falta de professores. Ainda agora, a meados do segundo período, existem à volta de 40 000 alunos que diariamente têm falta de um professor a uma ou a várias disciplinas.

Por outro lado, fala-se, aliás, de cerca de 35 000 docentes que terão de ser “formados” até 2030, com vista a colmatar a actual ausência de docentes bem como daqueles que até lá se irão reformar, ao que se diz à média de 5 000 ao ano.

Como também vem sendo anunciado as escolas superiores encontram-se muito longe de formar, ano após ano, os números em falta, tanto pelos discentes que aí entram como pela capacidade de formação.

Felizmente, começa-se a falar de duas situações com vista a breve prazo resolver a questão em apreço, i.e., proporcionar, no mais curto espaço de tempo, docentes a todos os alunos, o que é um imperativo nacional:

  • - Dar pós-formação, breve e q.b., a muitos licenciados cuja formação académica não estava vocacionada para o ensino e que se encontram em condições de trabalho desajustadas e/ou insatisfeitos;
  • - Recrutar antigos docentes, os quais se reformaram “novos” – bem sei que este é um conceito algo polémico – e que não se importem de voltar a dar aulas, tal como acontece presentemente com os médicos.

Todavia, como não há bela sem senão, estas questões levantam algumas nuances, para as quais é absolutamente necessário atempar. Vejamos:

  1. A aludida formação deve ser dada em horário laboral, mas sobretudo pós-laboral. A explicação é simples: ninguém se vai despedir, por muito mal que se encontre, por algo incerto, não sabendo do que viver, apenas para assistir a aulas das 09h00 às 17h00;
  2. Ter em atenção que a formação pedagógica é importante. Porém, mais relevante é a científica. Aliás, por modéstia o digo, pois sou um mau exemplo, o certo é que iniciei o meu serviço docente – ainda existem dezenas de milhares no activo nas mesmas condições – com base somente na minha habilitação académica. Só dez anos depois efectuei a profissionalização em serviço – concluída com 17 valores - e, como toda a franqueza, não vi que a minha ministração de aulas evoluísse para muito melhor. Nalguns casos até regrediu.
  3. Os antigos docentes que queiram reintegrar-se no serviço docente não podem ser penalizados fiscalmente, uma vez que estarão a prestar um serviço de primeira necessidade ao país.
publicado por Hernani de J. Pereira às 20:50

Fevereiro 05 2024

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Com toda a sinceridade afirmo que muitas vezes os meus inimigos já tentaram abater-me. Não conseguiram. Não esqueci, mas o que lá vai, lá vai. Contudo, também é verdade que já fui assassinado um ror de situações por amigos. Estas situações, sim, é que custaram imenso. E não olvido.

Por outro lado, também em diversas circunstâncias desamores houve que tentaram trucidar-me. Felizmente não alcançaram esse objectivo. Porém, difícil, difícil foram as facadas dadas nas costas pelos amores. Como recordo de todos estes. E se aqui escarrapachasse os nomes?

Igualmente, em momentos distintos, familiares mais ou menos chegados já tentaram liquidar-me. Umas vezes de frente, outras pelas costas, mas, quer num ou noutro, sem sucesso. Posso não me lembrar de outros factos, mas destes memoro e bem.

Não pretendendo, independentemente das circunstâncias, qualquer forma de vingança, apenas direi que o anúncio da minha morte foi e continua a ser manifestamente exagerada.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:26

Janeiro 15 2024

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As dores não me largam, sobretudo durante a noite. Esta é escura e inimiga, irreflectida e anteparo de angústia, obrigando-me a ponderar sobre o que há muito desconheço, i.e., a serenidade e o respeito pelos meus cabelos brancos. Então, no que concerne à paz nem é bom falar. Há muito que não sei o que é, onde pára. Aliás, tenho dúvidas se alguma vez existiu, se existe ou se existirá.

Tudo isto apesar da operação, dos dias de recuperação, da fisioterapia e mais este, outro e outro medicamento. Independentemente do que dizem os especialistas, não vejo melhoras. Bem pelo contrário. Posso estar enganado, mas continuo a sentir que não existem operações, tratamentos, medicamentos, bem como outras formas de nos levarem dinheiro, que sejam 100% eficazes e que não tragam subsequentemente mazelas.

E a chuva não dá tréguas. Numa pequena aldeia, a vida torna-se ainda mais cinzenta. A humidade excessiva embrutece-nos, a idiotice toma conta de nós, a troca do dia pela noite desmazela o nosso relógio biológico e as refeições, tomadas fora de horas, isola-nos e a sensaboria instala-se.

A família há muito que se desvaneceu, pouco mais sendo que uma palavra vã. E se agora é assim, altura em que pior ou melhor ainda me consigo valer a mim próprio, o que poderei esperar daqui a dez ou vinte anos? Os amigos, costuma-se dizer, são para as ocasiões. Mais: de acordo com Demétrio, estadista e historiador grego,“amigo é quem, na prosperidade, vem quando é chamado e, na adversidade sem sê-lo”. Conversa da treta para adormecer aqueles que ainda conservam fé na humanidade. Em boa verdade, não tenho nenhum que não diga repetidamente: se necessitares basta apenas uma palavra. Todavia, quando preciso, olho para todos os lados e não vejo ninguém. A velhice é uma merd@.

Estou a exagerar? Admito que sim. E sei que existem imensas pessoas neste mundo em condições bem piores que a minha. No entanto, neste momento – sim, eu sei que estou a ser um tanto ou quanto egoísta -, é muito mais importante a pequena dor na minha boca que milhões de outras pessoas a morrerem à fome em tantos lados deste planeta.

Pode parecer uma contradição com o anteriormente exposto, mas apenas em Deus confio. Só Ele me pode valer e, principalmente, perdoar. Só n’Ele deposito toda a confiança.

 

publicado por Hernani de J. Pereira às 17:59

Janeiro 01 2024

Foram exactamente quinze, os dias em que, de dia e de noite, tomei conta da minha neta. A Laurinha, uma menina, pelo menos para mim, encantadora, começa a manifestar a sua personalidade. Possuindo uma identidade forte, atravessa a primeira fase em que denota com alguma robustez o seu querer. Ao mesmo tempo que demonstra uma enorme ternura, igualmente é capaz de bater o pé para (re)afirmar o seu sim e/ou não.

Veio com diarreia, tosse e muito constipada, algo natural nos tempos que correm. Com extrema paciência e muito cuidado tudo curei. Bem, os grelhados e o peixe cozido na hora, assim como tisanas caseiras também ajudaram.

Para além de ajudar nos muitos TPC, uma coisa é certa: nestes dias, ora frios, ora chuvosos, próprios da época, fiquei a conhecer a imensa série de desenhos animados. De entre muitos, destaco o Bluey, os Teen Titans Go, o SpongeBob e, sobretudo, o Incrível Mundo de Gumball.

Já agora, alguém consegue resolver este problema que vem no caderno de actividades de Matemática do terceiro ano? Eu não e vários amigos, docentes desta disciplina do secundário, também não.

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publicado por Hernani de J. Pereira às 18:11

Novembro 08 2023

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Se estão à espera que escreva sobre o terramoto político que ontem desabou sobre Portugal, tirem o cavalinho da chuva. Tanto mais que, tendo em conta a contínua chuva, o animal era bem capaz de adoecer gravemente.

Em boa verdade, não falarei sobre a demissão de António Costa – aqui entre nós, não deixa muita saudade -, tanto mais que nada iria acrescentar ao que têm dito (as dezenas, senão centenas de comentadores) isto, aquilo e o seu contrário sobre o ambiente político entretanto instalado. A corrupção fala mais alto.

Dissertarei, sim, sobre a chuva que, dia após dia, persistentemente teima em não nos abandonar. Sim, eu sei que fui um dos muitos que, durante largos meses, pediu, insistentemente, a S. Pedro que nos enviasse chuva. Aliás, poucos havia que não estavam cansados de tantos dias de sol e, sobretudo, de temperaturas altas, i.e., bem acima da média. Mas, tal como pedi a vinda de chuva, também sou o mesmo a solicitar o fim da mesma.

Todos sabemos que nesta questão do clima, apesar da má influência humana – leia-se alterações climáticas -, Deus tem sempre a última palavra. Ai se assim não sucedesse. Se fosse o Homem – linguagem politicamente incorrecta (!!!) – a mandar, há muito que nos teríamos matado uns aos outros. É só lembrar o adágio “uns querem sol na eira, outros chuva no nabal”.

Agora, sabendo que a continuar este tempo – bem, favorece a EDP – as produções hortícolas, bem como os trabalhos de Inverno vão, literalmente, por vala abaixo, encarecendo de modo extraordinário tais bens a nível do consumidor, é altura para pedir novamente a S. Pedro. Só que, desta vez, para implorar que venha sol. Aliás, se vier acompanhado de frio não faz mal nenhum. Bem pelo contrário.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:06

Novembro 03 2023

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Alguém quer uma cadela, de tamanho pequeno – sim, bem sei que este conceito é relativo -, com cerca de oito meses e que mal ouve e/ou vê um outro cão a passar na rua, uma pessoa mais ou menos estranha que se aproxime da casa, um gato em cima do muro, não se cala, principalmente durante o dia, mas não se nega a ter o mesmo comportamento à noite?

Passo os dias a gritar “Luna, cala-te!”. Algumas vezes – não são assim tão poucas como isso - obriga-me a ir junto do espaçoso canil e ralhar-lhe de forma menos carinhosa.

Uma pessoa, por amor da neta, arranja, através de doação, um animal de companhia. Depois o que acontece? Enquanto a cadela é bebé, anda com ela por todo o lado, só não dormindo com a mesma porque não deixo. Um bom desassossego.

Porém, como não há bela sem senão, e como é óbvio, esta acaba por crescer e deixa de ter tanta graça. Por outro lado, tem maiores necessidades, ou melhor também faz as suas necessidades, obrigando a limpeza semanal, pelo menos, do canil, bem como dar-lhe banho torna-se mais difícil. Em resume, o avô assume todos estas e outras tarefas, uma vez que a Laurinha só vem ao fim-de-semana e não todos. E quando vem os interesses são outros. Todavia, as minhas inquietações sobem a um nível alarmante.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:16

Outubro 25 2023

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Escrevo, sentado no meu escritório, enquanto lá fora a chuva cai, ora miudinha, ora mais forte, mas de forma persistente. Foi assim todo o santo dia. Fiz o mínimo dos mínimos, tal como dar comida aos animais, arrumar a casa e fazer as refeições. Bem, fazer as refeições é uma forma de dizer, uma vez que hoje foi comer o que se tinha na arca já confeccionado e aquecer no microondas. É que para agravar o dia, desde a manhã que não há água da rede pública. A rotura de uma conduta a isso obrigou e, estou convencido, que não será ainda no dia de hoje que a reparação de tal se concluirá.

Todavia, importa muito mais o actual estado do tempo. A chuva que desde há pelo menos duas semanas persevera - e dizem as previsões meteorológicas que irá continuar na próxima semana – dá cabo das minhas articulações, principalmente a do ombro direito, o qual, devido a uma queda que dei há cerca de dois meses, não me deixa descansar nem de dia nem de noite, como já aludi em texto anterior. A grave tendinite já diagnosticada, estou certo, será solucionada (!!!) na mesa das operações. A RM que ontem fiz assim ditará o futuro.

Já agora, explico a referida queda, uma vez que a mesma tem sido sujeita a especulações mais ou menos irónicas, por vezes até maledicentes. O sucedido é simples de explicar: querendo atar um molho de canas de feijão a uma coluna de cimento subi a um escadote e … zás. Um dos degraus, o último – tinha de ser – partiu-se e, como é óbvio, caí. Para agravar, caí em cima de uns canos de rega, mais precisamente na extremidade destes que possuem a boca de encaixe dos aspersores. Sei que desmaiei, não sei por quanto tempo. Sozinho, sem ter a quem naquele momento recorrer, a muito custo consegui levantar-me e vir para casa. Como observei que nada tinha partido, só dois dias depois fui ao médico, uma vez não aguentar as dores. Medicado com Brufen – passe-se a publicidade –, assim fiz os muitos e muitos dias de vindima. O calor ajudou, é claro. Como é lógico, o caso agravou-se e agora …. Deus é grande e n’Ele confio.

publicado por Hernani de J. Pereira às 18:40

Outubro 17 2023

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O Outono tem destas coisas. Ao mesmo tempo que, de certo modo, adormece a natureza, dá-nos, por vezes, também um estado de modorra, i.e., uma situação de meio acordado, meio adormecido. Quem neste tempo, em que o frio ainda não aperta, mas a chuva é copiosa e persistente, não se sentou no sofá, a ler (preferencialmente), a ver TV ou a realizar outra tarefa relaxante, e acabou a dormir a meio da tarde? Sabe muito bem e é absolutamente necessária.

Hoje foi um dia desses. Depois de um almoço oferecido pelo meu irmão – regressa dentro de dias aos USA – na “Cabana do Pastor”, composto por um soberbo arroz de línguas de bacalhau, seguido de uns negalhos – há dezenas de anos que não provava tal iguaria -, acompanhados de batata assada e grelos de nabos passados muito ligeiramente por alho e azeite na sertã, tudo regado com um belo vinho tinto caseiro, onde a velhice com odor a carvalho, onde deve ter estagiado, se notava, o tempo obrigou-me a formosentar em casa o resto da tarde.

O codorno durou cerca de uma hora, mas foi extraordinariamente retemperador. Para quem durante tantos e tantos dias, aguentando os horrores de sóis tórridos, mal tendo tempo para comer uma bocada ao almoço, soube muito bem esta oportunidade.

publicado por Hernani de J. Pereira às 18:27

Outubro 14 2023

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Terminada a safra do azeite, dá-se por concluída a época das colheitas. Pelo menos era deste modo que os nossos antanhos diziam. Aplico o tempo do verbo dizer propositadamente no passado, uma vez que, hoje-em-dia, não é bem assim, pois resta a colheita dos kiwis, algo que irá suceder daqui a um mês ou mais. Contudo, como se trata de uma cultura exógena, do qual possuo apenas três exemplares para consumo da casa, pouco me preocupa. Irei estar entretido, nesta colheita, meia dúzia de dias, mas apenas para ajudar os amigos.

Voltando, porém, ao fim das colheitas há que fazer o respectivo balanço: muito milho, feijão e abóbora, cujos preços andam pelas ruas da amargura, tal como referi em crónica anterior, muito vinho e de qualidade média – a chuva que a meados de Setembro caiu muito contribuiu para esta baixar -, pouca fruta e muito deteriorada, bem como pouca azeitona. A propósito desta última, pela primeira vez colhi azeitona num dia e no seguinte levei-a ao lagar, i.e., sem a conservar em água, evitando deste modo o apodrecimento. Aliás, tal procedimento verifica-se há muitos anos em Trás-os-Montes e no Alentejo cujas cooperativas recebem e processam a azeitona colhida no próprio dia, tal como acontece com as uvas. O rendimento é menor, mas a qualidade é muito superior.

Agora, apesar de surgir todos os dias trabalho para fazer, presumo que irei ter mais vagar, voltando à escrita e ao vosso contacto. Isto para além de descansar, algo que necessito muito. A esmagadora das pessoas que se dão ao incómodo de me ler, não imaginam a canseira a que tenho estado sujeito desde meados de Agosto. E, em jeito de conclusão, vou ver se recupero do meu ombro e braço direito, pois depois da queda que dei tenho sofrido dores horríveis. Tenho adiado, de dia para dia, pensando isto vai melhorar, mas ao contrário cada vez pior. Já me foi retirado líquido na competente articulação e feita uma infiltração articular à base de cortisona, mas não vai lá a não ser ir à “faca”.

publicado por Hernani de J. Pereira às 11:19

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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