O meu ponto de vista

Junho 30 2018

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Pronto. Acabou o sonho. Apesar de ter jogado melhor, finalizado pior, Portugal foi eliminado do Mundial da Rússia 2018. Foi sofrer a bom sofrer, ou melhor, a mau sofrer, já que este verbo significa suportar algo que não desejamos, padecer com resignação e paciência, enfim, tolerar o que adoraríamos nem sequer pensar.

Ok. Voltamos para casa e a não ser os fanáticos do futebol, aqueles que independentemente de quem joga, desde que sejam onze contra onze a correrem atrás de uma bola, recomeçaremos a pensar no que é mais importante nas novas vidas e com os pés bem assentes na terra o quotidiano tornará a absorvermo-nos.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:21

Junho 27 2018

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Quando se luta contra tudo e contra todos, por norma, não é bom sinal. Os meios materiais e humanos são parcos e bem mais escasso é o tempo. Como tudo na vida - e a natureza que há muito estudamos a isso nos ensina - é necessário ratear, fazer escolhas. Caso contrário, pretendendo atingir todos e mais alguns, do mais pequeno ao maior, acabamos, no final, por a “montanha parir um rato”.

Mais uma vez a PGR investiu hoje contra o inesperado. Os dois maiores partidos, PSD e PS, receberam a visita dos inspectores da PJ, comandados por magistrados do MP, tal como ontem o Benfica foi “bafejado” com tal sorte, isto para não falar de outros clubes. Ah, a autarquia da capital também não escapou.

De modo algum estou contra tais investigações. Receio, porém, que com tanta dispersão de meios, o peixe graúdo acabe por escapar e, no final, a culpa recaia sobre a empregada de limpeza ou sobre o electricista, por muita consideração que tenha por estas profissões.

Por outro lado, esta legislação que obriga a investigar toda e qualquer denúncia, seja anónima ou não, tem o seu quê de perverso. Sim, bem sei, que se não fosse o anonimato muito do que hoje se sabe jamais surgiria à luz do dia. Porém, o reverso da medalha está que a coberto do anonimato se coloca, muitas vezes, pelas ruas da amargura gente honrada, bem como se coloca na lama ou abaixo dela instituições mui dignas – principalmente quem as dirige – só porque alguém ressabiado - sabe-se lá porquê – decide, após uma noite de insónia, escrever cobras e lagartos, muitas vezes apenas fruto de um delírio.

 

publicado por Hernani de J. Pereira às 16:56

Junho 26 2018

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Apesar deste início de Verão muito envergonhado, há muito homem a pensar o modo como se há-de apresentar na praia depois de farras, copos e, sobretudo, pouco exercício efectuado durante os meses que antecederam. Sim, porque o corpo masculino também é hoje celebrado como objecto de interesse sexual, desportivo ou lúdico. Aliás, não por acaso que o ideal popular, por estes dias, passou a valorizar o porte atlético como verdadeiro e quase único atributo do homem.

Os modelos são sempre jovens, bonitos e, pelo menos por fora, perfeitos. A televisão, algo cada vez mais consumido, mostra incessantemente imagens de gente linda e magra, eles musculados e confiantes, mesmo que seja para usar um detergente qualquer para a roupa, dançando com mulheres bonitas, cinturas de vespa e, cereja em cima do bolo, sexys.

É claro que existem homens que não perseguem activamente os novos padrões corporais masculinos – eu, pecador, me confesso -, muitos, porém, idealizam-nos e consideram-nos um objectivo social e cultural a atingir a todo o custo. Todavia, se é verdade que existe alguns - e ainda bem – com uma preocupação genuína, intensa e permanente, em manter um bom aspecto físico, tanto mais que isso é muito bom em termos de saúde, outros existem que o fazem devido à imagem.

A autoestima e o modo como cada um se julga a si próprio, quase exclusivamente através da aparência, desenvolve a exigência de um ideal que, muitas vezes, pode levar a uma exagerada avaliação de si mesmo, tornando-se extremamente crítico para si e para com os outros. Numa época particularmente difícil para os homens, o mundo pede-lhes cada vez mais, o que faz com estes peçam, a si próprios, também cada vez mais.

publicado por Hernani de J. Pereira às 17:41

Junho 25 2018

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Estejam descansados os meus detractores, pois não é por acaso que, hoje-em-dia, escrevo muito mais sobre o que se passa nas escolas. Não falo de educação, pelos motivos há muito explicitados, mas sim do ensino e da gestão do mesmo.

Já agora, confirmo ter recebido alguns comentários na respectiva caixa de correio, textos aliás impublicáveis. É que os leitores que comigo comungam opiniões semelhantes, como sempre, preferem não dar a cara. Pelo telefone e/ou de viva voz lá vão dando palmadinhas nas costas, todavia dar a cara... E quanto aos primeiros não surgem de imediato publicados – recordam-se de 2008/09 e o gozo que tal dava? – uma vez ter imprimido a moderação aos mesmos. Temos que aprender com os erros.

Vamos, porém, a mais uma crónica sobre o que se passa em algumas escolas. Não digo a maioria, mas para muitos de nós, que passamos anos e anos na mesma escola, não nos apercebemos do que se passa e como se gerem as outras. Felizmente, tenho tido a sorte de, com estabilidade e, sobretudo, com aprendizagem de novos ditames, apreender outras realidades. Nunca é tarde para se instruir mesmo quando já se tem 60 ou mais anos.

Uma das coisas que gosto é de ser tratado por colega, expressão que sempre usei, em vez de “caro(a) professor(a)/educador(a)”. Por muito que digam que não são directores, mas estão no lugar de tal, o certo é que os “tiques” estão lá e a todo o momento são realçados. Aliás, tal e qual como o ME e/ou os seus braços mais directos fazem. Por exemplo, recordam-se da carta que o Tiago Brandão Rodrigues nos dirigiu no início do presente ano lectivo? Também começava do mesmo modo. Em resumo, uns e outros não são nossos colegas. Ah, pouco importa que no final de cada comunicação esta termine com uma frase muito “queriducha.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:15

Junho 22 2018

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A iniciativa parlamentar do CDS, sobre a descida do imposto sobre combustíveis, a qual com o apoio do PSD, o voto contra do PS, como é óbvio, e abstenção dos restantes partidos, foi aprovada, deu origem a um acalorado debate. Antes, durante e depois as reações, quer dum lado, quer doutro, não se fizeram esperar.

Abstenho-me de comentar as palavras de quem aprovou tal medida, apesar de não se saber se entra em vigor ou não ainda este ano, dirimindo somente sobre o que dirigentes e altos responsáveis socialistas proferiram.

Andou o governo e o PS a vender-nos a ideia de que os aumentos de salários, o descongelamento de carreiras e a diminuição de horas de trabalho – estas três medidas referentes à função pública -, bem como a diminuição do IRS e aumento de pensões, assentava essencialmente num novo modo de governar, numa outra abordagem política aos problemas do país, em suma devido aos excelentes gestores que actualmente nos dirigem.

Bem, pela voz morre o peixe, conforme diz o ditado popular. Ficou a saber-se, por declarações proferidas abundantemente, que é sobretudo através de impostos indirectos, como é o caso em questão, que o governo nos vai diariamente ao bolso para pagar tudo aquilo que se farta de gabar de fazer e ter feito. Ontem foi expressamente perguntado: “sem este imposto como podem querer aqueles benefícios?”

Até, efectivamente podemos ter mais dinheiro no bolso ao final de cada mês. Não é muito, mas é algum. Porém, em boa verdade, quem nos dá mais cinco ou dez é o mesmo que, posteriormente, nos retira, ainda que mansa e ordeiramente, é certo, quinze ou vinte.

Já agora, sobre a descida de IRS é importante dizer-se que sendo um imposto progressivo, ou seja, quanto mais se ganha mais se paga, é algo que mais de 50% dos portugueses, por ganharem tão pouco, estão isentos, pelo que aquela medida em nada os afectou. Outra coisa totalmente diferente se passa com o imposto sobre os combustíveis, já que todos os portugueses, mesmo os que não possuem carro, sentem a sua incidência. Aliás, não é por acaso que os impostos indirectos, como é o exemplo em apreço, assim como o IVA, são aqueles que mais atingem as classes com menores rendimentos.

publicado por Hernani de J. Pereira às 10:40

Junho 21 2018

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Em tempos que já lá vão, mas não muito distantes, o dia-a-dia das escolas era substancialmente diferente. Dois simples exemplos: qualquer ideia que não coincidisse com a vulgata sindical-comunista ou pseudo-esquerdizante dificilmente ou nunca vingava; um projecto ou actividade que não surgisse da iniciativa dos grupos pedagógicos, a esmagadora maioria liderados por gente que se não eram da esquerda caviar para lá caminhavam, só com muita persistência e sabiamente cheio de razão é que ia avante.

Os professores achavam-se donos e senhores da escola. Aliás, quando o pessoal não docente e pais/encarregados de educação ganharam foros de alguma cidadania na escola e, assim, conseguiram que os seus votos também contassem para a eleição do órgão de gestão foi quase como tivesse caído o Carmo e a Trindade.

Um sindicalismo atroz e atrofiante, em que as ingerências na vida das escolas era uma constante, deu origem ao que ainda hoje se paga, i.e., à má visão que a opinião pública tem dos professores. E ai daqueles que, de um modo ou de outro, tentaram outra via. Foram esmagados sem dó nem piedade. Existem ainda muitos que sobreviveram àqueles tempos e, de certo modo, permanecem na crista da onda? Claro que sim. Naqueles tempos baixaram-se, afirmando que não podiam lutar contra tudo e contra todos, por muito que convictamente fossem da opinião que tal estado não podia persistir. Como alguém disse “outros valores se levantaram” – leia-se o apego ao poder. Naqueles tempos, não havia a moda das selfies, mas se sim então teriam sido campeões. Para isso tinham jeito.

O mais engraçado é que investidos em novas funções, com outros atributos e competências, fazem agora, e de forma muito mais grave, aquilo que por puro sofismo não se atreveram a fazer noutros tempos.

Ainda mais dignos de fortíssima crítica são aqueles que tanto lutaram contra o trabalho abnegado, o bom senso, a ordem e a disciplina, sejam agora agentes perfeitamente passivos, acomodados, pacientes e aceitadores de toda e qualquer prepotência. Nomes que poderia aqui citar? Seriam páginas e páginas. Porém, não valem o tempo que perderia em tal obra.

ADENDA: para completo esclarecimento informo que já estou no último escalão, pelo que os 9 anos, 4 meses e 2 dias não me afecta directamente.

publicado por Hernani de J. Pereira às 10:25

Junho 19 2018

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Durante as últimas décadas, os sucessivos governos, mas sobretudo a sociedade, usaram e abusaram dos professores, assim como das respectivas mais-valias, sem se preocuparem com a degradação junto da opinião publicada - p.f., não confundir com opinião publicada. A preservação do património natural/científico/tecnológico, pertencente inequivocamente à docência, foi lançada “às urtigas”. Tempos não muito longínquos, senão mesmo agora, todos os agentes sociais se arvoravam no direito de ser leccionadores de tudo e mais alguma coisa. Mais: o métier de tal era perfeitamente desvalorizado, inclusive pelos próprios. Quem não se recorda de haver instrutores a gabarem-se de somente trabalhar uma dúzia de horas por semana e ter três meses de férias?

Portugal enfrenta, hoje-em-dia, os desafios de um ensino característico de qualquer país subdesenvolvido, por muito que os nossos governantes digam o contrário. A eficácia da resposta pressupõe profundas alterações no estilo de vida e nos modelos de desenvolvimento vigentes, o que implica uma mudança clara de atitudes e a adopção de comportamentos que permitam estabelecer uma relação mais saudável e equilibrada com a sociedade.

Cada um de nós representa uma peça do puzzle e, através de pequenos gestos diários, podemos desempenhar o papel que nos cabe: prevenção e minimização dos riscos quanto ao analfabetismo. Sim, porque nos dias que correm não basta ler e escrever. A interpretação de um simples mapa é uma dificuldade sentida e sinónimo daquele.

Por isso, a presente luta dos professores - apesar de não me tocar monetariamente, uma vez já estar no último escalão – deve ser uma batalha de toda a sociedade, i.e., alunos, pais e restante comunidade. Somente com docentes “presenteados” com um estatuto condigno – condições de trabalho, salário, respeito, força e dedicação – poderá elevar o país mais alto. Alguém tem dúvidas que se queremos ter bons médicos, engenheiros, advogados, gestores, etc., etc., temos que lhes dar mestres de bem consigo próprios e com o mundo que os rodeia?

publicado por Hernani de J. Pereira às 14:05

Junho 15 2018

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Liga-se a televisão e somente dois casos surgem: o Mundial da Rússia, bem como o desempenho da selecção nacional, e o caso do Sporting, com conferências diárias de Bruno de Carvalho. As abordagens a ambos os assuntos são manifestamente exageradas, mas este último é ad nauseam.

Caramba, será que, neste momento, não existe mais vida para além do futebol? Não é que adore futebol, bem pelo contrário, mas tudo o que é demais enjoa.

Quem deve esfregar as mãos de contente é o governo, pois durante um mês, pela amostra, de outra coisa não se falará a não ser da performance de Ronaldo e seus muchachos. Não há greve de docentes às avaliações, não existem perturbações nos transportes, etc., etc. Até o âmbito da Saúde, sector sempre em ebulição, parece que está a funcionar às mil maravilhas.

Deste marasmo informativo só um incêndio – vá de retro Satanás – como o de há um ano nos salvava. Agora mais a sério: previnam-se, pois, no início da próxima, os termómetros subirão bem acima dos trinta graus.

publicado por Hernani de J. Pereira às 09:12

Junho 12 2018

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Como já escrevi várias vezes, este governo prometeu tudo e mais alguma coisa. Umas vezes explicitamente, outras implicitamente e outras ainda dizendo nim, i.e., empurrando com a barriga o problema para a frente, facto aliás muito corrente nesta geringonça, na vã esperança que posteriormente surgisse uma solução ao fundo do túnel ou então que o mesmo se desvanecesse.

António Costa e o seu delfim Mário Centeno não se cansaram de proclamar aos quatros ventos que o fim da austeridade era um facto indesmentível, que havia dinheiro para a saúde, educação, justiça, etc, sem esquecer o aumento de pensões, descongelamento de carreiras na função pública e, como é óbvio, o consequente aumento dos salários. Em suma, esta era uma nova era e tínhamos um governo, acima de tudo, dialogante e pronto a estender a mão aos que dele se abeirassem.

O caso dos professores é paradigmático. Diálogo mensal, sorrisos a toda a hora, portas escancaradas do ME para as reivindicações há muito engavetadas e esperançosas de surgirem à luz do dia. Todavia, passada fase da empatia mútua, eis que surge a verdadeira face deste governo. Por isso, António Costa, à semelhança de Victor Gaspar, ex-ministro das Finanças de Passos Coelho, também disse com voz grossa “não há dinheiro”. Ponto final parágrafo.

Claro que os professores, até aqui amansados por uma Fenprof presa por rabos de palha, resolveram ir à luta. A greve às reuniões de avaliação em muitas escolas está na ordem do dia e a provocar mossa. Não admira, assim, que o ME, através de nota informativa (!!!) tenha deitado às malgas – diga-se, em abono da verdade, que é useiro e vezeiro em tal – toda a legislação que rege esta matéria.

Estou perfeitamente convencido que uma parte dos pais e encarregados de educação agradecem e aplaudem o gesto de Tiago Brandão (Lurdes) Rodrigues. Outra coisa, porém, é o caso dos directores de escolas seguirem os ditames da tutela mesmo sabendo que se trata efectivamente de uma ilegalidade. Pela amostra parece que têm a espinha muito curvada, para além de não terem frutos vermelhos muito apreciados em saladas.

publicado por Hernani de J. Pereira às 11:51

Junho 11 2018

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Numa sociedade cada vez mais exigente, mas infelizmente com cidadãos menos responsáveis, a consciencialização para a problemática do estar, independentemente do ser, da preservação ambiental e das condições do emprego – p.f. não confundir com trabalho -, tornou-se premente. Assim, impõe-se uma tomada de decisão, no sentido de encontrar soluções adequadas e cujos resultados sejam visíveis.

A gestão dos recursos naturais está na ordem do dia, dado que a sua escassez se acentua e compete às gerações actuais deixar às vindouras os meios suficientes para uma vida de nível, senão melhor, pelo menos tão elevado quanto o presente.

O modo de ser é um desafio que se constrói dia-a-dia, é um estímulo para o desenvolvimento do conhecimento, é um factor de competitividade para todos. Estes são aspectos fundamentais para a melhoria do bem-estar dos cidadãos, suportando a definição de uma nova política, nesta fase de transição para uma economia e uma sociedade baseada no conhecimento.

A melhoria da vida dos cidadãos, que se traduz em melhores serviços de saúde, melhor educação, melhor ambiente, melhor justiça, melhores transportes é, nos nossos dias, um factor de importância vital para o desenvolvimento do nosso país.

É evidente que quando falamos em melhoria, estamos, como é lógico, a servirmo-nos de padrões comparativos, ou seja, confrontando-nos com a realidade das sociedades mais desenvolvidas, onde os serviços, a segurança e a protecção ambiental, sempre aliados a uma constante evolução tecnológica constituem factores que o Homem procura incessantemente melhorar. Aliás, é esta procura permanente que possibilita um progressivo desenvolvimento de um país.

publicado por Hernani de J. Pereira às 11:26

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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