O meu ponto de vista

Janeiro 29 2016

Nos últimos anos, à medida que ganharam notoriedade, as escolas de alto desempenho dependem, cada vez mais e como é óbvio, das pessoas que as integram e quando tentamos identificar as principais características encontramos a capacidade de mudar, a participação activa e, sobretudo, a coragem para se reinventar diariamente.

Sobre a primeira muito já escrevi e qualquer manual sobre recursos humanos e gestão a aborda sistematicamente e melhor que eu. As outras duas, porém, parecem-me esquecidas ou pouco mencionadas. De uma forma sucinta tentarei ir ao seu encontro.

Que me perdoem os superentendidos em análise futebolística por recorrer a tal analogia, mas diria que, para entender aquelas duas vertentes do sucesso, é necessário controlar os seguintes factores:

  • Exógenos – conhecer o adversário, ou seja a concorrência; dominar o terreno, i.e., o tipo de discentes; e por último o meio ambiente onde se está inserido.
  • Endógenos – ter consciência das próprias forças e fraquezas; desenvolver estratégias contendo propostas de valor e planeamento; focagem na vitória.

Depois, na acção concreta, no terreno, é fundamental jogar com disciplina e exercer constantemente uma pressão alta ou, dito por outras palavras, jogar ofensivamente. E tal e qual como no futebol, dependendo da fase do jogo, toda a equipa, repito, toda a equipa apoia o ataque ou a defesa e todos os jogadores do modo mais assertivo possível participam no jogo.

Como é evidente, momentos haverá para celebrar, para levantar uma, duas, três vezes do chão, alturas em que são observadas faltas ou foras de jogo inexistentes num golo que foi anulado, colocando-nos em desvantagem, entre outras situações.

Importa, contudo, focarmo-nos no jogo, garantir que cumprimos as regras e, acima de tudo, acreditar que somos os melhores.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:28

Janeiro 28 2016

Tenho dito imensas vezes que soubesse o que sei hoje e se o tempo voltasse atrás, jamais faria as mesmas escolhas. E isto, no entanto, não tem nada com a ver com a existência ou não de coerência, mas sim com a experiência que os anos nos vão dando. O que era, para mim, ponto assente aos trinta ou quarenta anos é muito distinto do que actualmente penso.

Hoje, por exemplo, não entraria na função pública. Não porque não goste da função docente que exerço, na qual, aliás, coloco diariamente, todo o meu enlevo, mas sim pelas ideocracias a que está associada e, sobretudo, pela indiferenciação de todos os que trabalham directamente para o Estado. Nunca fomos e jamais seremos todos iguais e, por isso, igualar, pela base ou pelo mero tempo de serviço, é reduzir-nos a máquinas ou, quanto muito, a pessoas sem ânimo próprio.

Não estou com isto a querer dizer que sou o melhor dos melhores. Bem pelo contrário, uma vez que, no dia-a-dia, encontro gente bem melhor que eu. Assim, o que quero aqui, de forma veemente, (re)afirmar que, se existem alguns bem mais capazes que este vosso escriva, muitos mais existem que são nitidamente piores. E, nessa ordem de ideias, não abdico do reconhecimento por quem se esforça e por quem talento.

Esta questão de tudo igualar, tão cara à esquerda e extrema-esquerda, faz com os melhores se sintam desconfortáveis e procurem melhores horizontes. É que tal política, do género em que a antiguidade é um posto, apenas vai ao encontro dos que apenas tem como missão diária apresentar-se no respectivo serviço e, por conseguinte, para usar um termo muito suave, serem os menos eficazes.

Seguir uma política de valorização dos recursos humanos, por muito difícil e subjectiva que seja, deve assentar na captação e retenção dos melhores. Ora, isto apenas se pode encontrar quando os seus pilares estiverem assentes numa política estruturada e contínua da carreira dos melhores profissionais.

publicado por Hernani de J. Pereira às 09:45

Janeiro 26 2016

Existem razões que a inteligência mais aberta não consegue alcançar. Um blogue que anda entre as 400 e as 500 visitas dárias, ontem, de forma inesperada, chegou às 1266, como podem observar na infogravura que abaixo publico.

Que a(s) causa(s) levaram a atingir estes valores? Bem, com toda a franqueza, também eu gostava de saber. Será que foram as eleições presidenciais? O que não há duvida é que tal facto é de assinalar e com muita ênfase.

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publicado por Hernani de J. Pereira às 19:54

Janeiro 26 2016

Não quero dizer que estivéssemos no óptimo caminho, tanto mais que este, como se costuma dizer, é o oposto ao bom. Contudo, era claro - as últimas eleições legislativas provaram-no -, que tínhamos saído da enorme recessão e que começávamos a vislumbrar a luz ao fundo do túnel.

Hoje, todavia, a situação começa, para quem está minimamente atento e tem os pés bem assentes na terra, a enegrecer-se, a não ser para os amantes da política de terra queimada.

Mudando o bico à agulha, quero, hoje, falar, da palavra celebrar, a qual é parte integrante do nosso dia-a-dia. Celebrar momentos relevantes, umas vezes porque somos reconhecidos, outros porque vivemos e convivemos e, mais do que isso, porque estamos juntos. Encontramo-nos unidos, num momento sem formalidade, mas sob o mesmo mote, vestindo a mesma camisola.

Assim, cabe a qualquer um de nós efectuar esse reconhecimento, dizer “parabéns” sem inveja, mas com gosto, com o orgulho de fazer parte de um projecto maior e de estar rodeado de talentos e/ou amizades, porque só assim podemos também nós desenvolver todo o nosso potencial, seja ele profissional e/ou afectivo.

O erro, quer seja próprio ou alheio, vai sempre existir e, com o tal, não deve ser ignorado ou olvidado, mas não tem de ter o papel principal e muito menos ser o único motivo de conversa entre as pessoas, entre as equipas. Por princípio, não deve ser penalizador, mas sim parte integrante da aprendizagem. Aliás, todos erramos, mesmo os mais velhos e mais experientes. O erro sistemático, porém e mal seria se não fosse assim, condiciona o sucesso

Nesta ordem de ideias, aos planos de melhoria devem estar associados a momentos de celebração, uma vez que ouvir que se fez bem alimenta o nosso ego e porque todos nos alimentamos de elogios e gostamos de reconhecimento.

Ora, porque acredito nisto tenho comemorado, tenho celebrado momentos, não apenas aniversários, mas achievements sempre com a certeza que são as pessoas que me levam a estes momentos, as melhores pessoas, que são aquelas que me rodeiam no dia-a-dia.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:41

Janeiro 24 2016

 Não vamos desistir da democracia. Vamos votar. Por Portugal

 Como era previsível e desejável, Marcelo Rebelo de Sousa foi eleito, à primeira volta, Presidente da República. Contra vento e marés, sofrendo com a estoica resignação os ataques de todos os outros candidatos e não só, vilipendiado até à medula, o certo é que os portugueses não se deixaram iludir por cantos de sereia e acabaram por o eleger.

Manda a verdade dizer que a esquerda, completamente fraccionada, foi a grande derrotada desta noite e, dentro desta área, principalmente o PS. De louvar a votação de Marisa Matias, a qual deixou a léguas Maria de Belém. Esta nem como uma votação miserável perdeu o sorriso seráfico. Sintomático!

Uma palavra para Edgar Silva. Com uma votação tão exígua, inclusive atrás do Tino de Rans, conseguiu acertar um enorme problema para António Costa. O PCP, ensanduichado entre o PS e o BE, só tem uma solução: afastar-se o mais rapidamente possível da acção governativa e, nessa ordem e ideias, irá a muito curto espaço de tempo encetar uma fuga em frente, com todas as consequências negativas na sustentabilidade do actual governo.

Lamento a elevada abstenção fruto do desencanto que os portugueses nutrem pela política portuguesa.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:30

Janeiro 21 2016

 

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Sem darmos por isso, pouco a pouco, os portugueses estão a adquirir maior mobilidade, flexibilidade e autonomia, tornando-se, como resultado, mais difíceis de gerir e, “pior” ainda, de alcançar.

É este contexto que coloca às organizações políticas, e fundamentalmente aos seus dirigentes, a necessidade de reinventar a forma como gerem as expectativas das pessoas e de potenciar a criação de ideias novas e ”fora da caixa” que as tornem relevantes. Os compromissos que em tempos passados eram para uma vida há muito que foram enterrados.

A cultura do volátil, do consumo imediato e do descartável a isso nos levou. E não vale a pena chorar sobre o leite derramado. É assim e pronto. Ou nos adaptamos ou seremos avassalados. De certo modo foi o que Marcelo Rebelo de Sousa, um homem muito inteligente, rapidamente apreendeu e colocou em prática.

As pessoas há muito que “deixaram de dar” para grandes comícios e outras acções panfletárias. Encontram-se cansadas da discussão política e, sobretudo, do que as mesmas encerram, i.e., promessas e mais promessas. Principalmente, querem trabalhar, descansar e gozar a vida com a família. No fundo, se lhe quisermos chamar assim, estão mais viradas para actos burgueses, como o aconchego do lar e que lhe falem ao coração.

Ora, aquele candidato, para além de nos ter habituado a décadas de comentários e análise política dentro de um teor cordato e bem-disposto, continua nesse mesmo timbre. Simpático, sempre bem-humorado e discutindo a política somente em registo qb. E tem ainda a vantagem de ao ser atacado por todos a ninguém agredir, o que, no olhar do cidadão comum, lhe proporciona uma áurea que o situa acima dos demais.

Por isso, não causando admiração a ninguém, no próximo domingo votarei MRS.

publicado por Hernani de J. Pereira às 14:00

Janeiro 19 2016

Não quero dizer que estivéssemos no óptimo caminho, tanto mais que este, como se costuma dizer, é o oposto do bom. Contudo, era claro - as últimas eleições legislativas provaram-no - que tínhamos saído da enorme recessão e que começávamos a vislumbrar a luz ao fundo do túnel.

Hoje, todavia, a situação começa, para quem está minimamente atento e tem os pés bem assentes na terra, a enegrecer-se, a não ser para os amantes da política de terra queimada.

Mudando o bico da agulha, quero, hoje, falar, da palavra celebrar, a qual é parte integrante do nosso dia-a-dia. Celebrar momentos relevantes, umas vezes porque somos reconhecidos, outros porque vivemos e convivemos e, mais do que isso, porque estamos juntos. Encontramo-nos unidos, num momento sem formalidade, mas sob o mesmo mote, vestindo a mesma camisola.

Assim, cabe a qualquer um de nós efectuar esse reconhecimento, dizer “parabéns” sem inveja, mas com gosto, com o orgulho de fazer parte de um projecto maior e de estar rodeado de talentos e/ou amizades, porque só assim podemos também nós desenvolver todo o nosso potencial, seja ele profissional e/ou afectivo.

O erro, quer seja próprio ou alheio, vai sempre existir e, com o tal, não deve ser ignorado ou olvidado, mas não tem de ter o papel principal e muito menos ser o único motivo de conversa entre as pessoas, entre as equipas. Por princípio, não deve ser penalizador, mas sim parte integrante da aprendizagem. Aliás, todos erramos, mesmo os mais velhos e mais experientes. O erro sistemático, porém, e mal seria se não fosse assim, condiciona o sucesso

Nesta ordem de ideias, aos planos de melhoria devem estar associados a momentos de celebração, uma vez que ouvir que se fez bem alimenta o nosso ego e porque todos nos alimentamos de elogios e gostamos de reconhecimento.

Ora, porque acredito nisto tenho comemorado, tenho celebrado

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:57

Janeiro 18 2016

Muitas vezes, neste e noutros locais, escrevi sobre o desemprego e quanto esta ferida afecta a moral de qualquer pessoa e contagia a respectiva família. Hoje, mercê de pessoa amiga estar a passar por tal trauma, volto ao assunto.

À semelhança do que, historicamente, aconteceu noutras regiões e noutras épocas, a emergência de novos sistemas económicos leva inevitavelmente a que, por falta de qualificações ou razões etárias, um número significativo de trabalhadores não consiga fazer a transição para realidades tecnologicamente mais evoluídas. Os mais jovens por ausência ou habilitações a mais. Os mais velhos - é o caso em questão – porque náufragos de sectores económicos que desapareceram na voragem da obsolescência, também não reúnem – presume-se por princípio(!!!) - as competências necessárias para responder aos novos desafios da empregabilidade.

Daí, não admirar, que o desemprego de longa duração se tenha tornado em Portugal, tal como nos países da Europa do Sul, uma fatalidade social que o crescimento económico dificilmente resolverá.

A ti, caro amigo, resta a consolação de que não morrerás de fome. Tens força e terra não te falta para a alimentação essencial. Bem sei que muita gente não verá com bons olhos esta minha última consideração. Porém, como ontem falávamos, há que recomeçar num ponto qualquer de modo que a inflexão tão esperada seja, quanto antes, retomada.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:14

Janeiro 15 2016

Digam o que disserem, quando vejo a Fenprof e, sobretudo, Mário Nogueira elogiar um ministro da educação fico extremamente preocupado. E com toda a razão. Os anos mais negros da história do Ensino em Portugal, principalmente nas últimas quatro décadas, foram protagonizados quando aquela estrutura proto-comunista comandou, em todo o sentido, a 5 de Outubro. Desde a desresponsabilização, a anarquia, a sobejidão de burocracia, onde o preenchimento de fichas, relatórios e quejandos anexos “era mato”, passando pela inexistência de suporte de poder hierárquico que indiciasse, não digo todos, mas pelo menos os maiores parasitas, tudo aconteceu naqueles anos.

Daquilo que leio e investigo, uma coisa é certa: deve contar, para cada profissional, muito mais a reputação do serviço onde está inserido do que os benefícios que, no imediato, pode eventualmente retirar. Cada um de nós, profissionais do Ensino, deve fazer as seguintes perguntas: estou disposto a mudar de cidade ou de país, por um salário mais elevado? Será o critério de renumeração assim tão importante na minha ponderação? Ou serão as condições de trabalho, tais como socialização, ambiente escolar, (in)disciplina, estima dos demais intervenientes da comunidade educativa, reputação induzida pela sociedade, entre outras, muitos mais relevantes?

Bem sei que viver de amor e numa cabana apenas é verdade em conto de fadas. Todavia, não tenho a menor dúvida que valorizamos muito mais o estímulo e adrenalina que nos dá o suporte de segurança medido através do bem-estar, do que a conta bancária, propriamente dita. Infelizmente, a maioria de nós apenas consegue transmitir este sentir em grupos fechados, já que publicamente somos, desculpem-me o calão, uma carneirada. Tem dúvidas? Vejam o que se publica nas redes sociais, essencialmente no FB, e digam-se se tenho ou não razão.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:33

Janeiro 14 2016

É reivindicar, é reivindicar minha gente. Está na hora e a preço de saldo. Quem mais reivindicar mais barato lhe fica. Atenção minhas senhoras e meus senhores, meninas e meninos, novos e velhos, pessoas no activo e reformados e … até malandros, todos podem e devem reivindicar. É de aproveitar, pois jamais em tão pouco tempo terão hipóteses de receberem tanto por apenas reivindicarem. E não se macem com grandes e duradouras ameaças pois estamos numa maré de tudo dar. O importante é que o “nacional porreirismo” vá avante e em força!

Reivindiquem que nós revimos, revertemos, reporemos, revogamos, restauramos, recuperamos, ressarcimos, restituímos, reintegramos, pois não estamos cá para outra coisa.

Um dia, quando alguém vier tapar, mais uma vez, o buraco financeiro que deixámos, havemos de dizer como a outra afirmou foi uma festa.

Os exames estavam a servir para treinar os alunos em vez de aprenderem e, sobretudo, representavam a cultura da nota (como isso fosse péssimo, acrescento eu)? Então, de uma rajada sem dar ouvidos a ninguém, uma vez que somos nós, os detentores do domínio absoluto da razão, que mandamos, revimos a questão, revogamos os exames e repomos as celebérrimas e paupérrimas provas de aferição.

Os funcionários públicos acham que trabalhar 40 horas por semana é demais? Não há problema. Nós revertemos a situação e passam a estar no serviço apenas 35. Igualdade entre sector público e iniciativa privada? Ah, isso é conversa de quem não sente o pulsar dos … sindicatos. Aliás, ontem, um sindicalista dizia que se tal medida trouxer o aumento dos funcionários isso até é salutar pois diminui o desemprego. Boa malha! Com um tão elevado raciocínio, o melhor é reduzir para 20 horas, uma vez que, se não terminar com esta chaga dos tempos modernos, pouquíssimos serão os que ficarão sem trabalho.

Os transportes públicos de Lisboa e Porto, um cancro financeiro, o qual se repete década após década, querem, pelos motivos óbvios, continuar na esfera do Estado. Não há crise. Nós revertemos e retiramos as concessões às empresas estrangeiras que ganharam os respectivos concursos. Credibilidade de Portugal para além dos enormes custos? Isso são ninharias.

O capital da TAP deve estar maioritariamente na mão do Estado, ainda que seja à custa de todos os portugueses, inclusive daqueles que nunca ou muito raramente voaram nela? Claro que sim. Ontem já era tarde e, por isso, restauramos o “perdido”.

Não queres trabalhar, seja o emprego e local que for, não abdicas da ida quase permanente ao café, não tens dinheiro para comer, mas apresentas-te, bem como o restante agregado familiar, com excelentes telemóveis e tablets? Não entres em agruras. Nós repomos e aumentamos o RSI.

publicado por Hernani de J. Pereira às 13:21

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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