O meu ponto de vista

Junho 30 2015

Isto de ser notícia, senão diariamente, quase todos os dias, dá, na maior parte das vezes, origem a imbecilidades e das grossas. E, apesar de há muito isto ser do domínio comum, o certo é que os nossos governantes não aprendem. Que o diga Nuno Crato.

O MEC não faz a coisa por menos. Senão, vejamos.

Há coisa de duas semanas foi a lembrança de colocar ex-militares a fazer vigilância – não sei se de G3 em punho ou não – nos recreios das nossas escolas. Por um lado por causa da diminuição drástica do pessoal não docente e, por outro, devido ao envelhecimento deste.

É evidente que, de imediato, vieram logo os arautos do costume a dizer mal da solução. A esquerda a comentar que se queria militarizar as escolas e os directores destas, com receio de não terem “mão” naqueles – a designação de sargentões não é por acaso -, a vituperarem tal argumentando que estes não possuem formação para o fim preconizado.

Uma outra medida surgiu muito recentemente, no âmbito da luta contra a obesidade, e passa por transmitir aos alunos a ideia de que se devem deslocar para a escola a pé ou de bicicleta. Até que enfim! Sinto-me vingado. Há quase cinquenta anos, quando iniciei os meus estudos liceais, a esmagadora maioria dos discentes, tal como eu, na ausência de quaisquer transportes públicos, deslocava-se das suas aldeias de bicicleta. Este vosso escriva, por exemplo, percorria cerca de quinze quilómetros para cada lado e olhem que nunca faltou, quer fizesse sol, chuva ou neve.

Ah, já agora, vou montar uma empresa de venda e/ou aluguer de “bikes”.

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:51

Junho 29 2015

O Verão aperta e nós queremos é praia ou um refresco à sombra da bananeira. Aliás, desde sempre ou quase sempre marcámos esta época por um grande despreendimento, olhando para o quotidiano com algum humanismo e, sobretudo, livre pensamento. O calor obligè!

Por exemplo, a Grécia é um desaforo e não há mais pachorra para ver, dia após dia, os avanços e recuos de parte a parte – leia-se Syriza-CE/BCE/FMI -, mais parecendo brincadeiras de garotos do que conversações entre gente madura e com enormíssimas responsabilidades.

Por outro lado, ou melhor, por estas bandas mais de cem polícias foram alvo de processos disciplinares por trocarem passes de transportes públicos – pagos por todos nós, entenda-se - por dinheiro. Contudo, o sindicato que os representa afirma que os vai defender. Bem, não me atrevo a classificar tal opção.

A terminar, conto-vos a melhor anedota do início desta semana: “a direcção do PS diz que os políticos não são todos iguais e que vai demonstrar isso”. Com as pessoas que rodeiam António Costa e que este privilegia, as quais já conhecemos de ginjeira e de muitos outros carnavais, é caso para dizer, parafraseando um actor brasileiro, «só contaram para você, né?»

publicado por Hernani de J. Pereira às 18:50

Junho 23 2015

Pois é. Sempre assim foi e sempre assim será. Morto por ter cão, morto por o não ter. Podia usar outros adágios similares para atingir os mesmos objectivos, mas não fortifica a finalidade, uma vez que o relevante é a ideia substancial que está na génese do que quero transmitir.

Todos reclamamos - bem, todos não é verdade, uma vez que alguns, pelo menos os mentores das associações de pais, pensam o contrário - por um ano lectivo mais curto, e com a duração de períodos mais homogénea, já que está provado que somos, a nível europeu, senão o que mais dias de aulas temos, pelo menos uns dos que mais têm. Aliás, não nos podemos esquecer que dar mais do mesmo não é solução alguma. Esta está, sim, na diferenciação de metodologias e, sobretudo, na assiduidade.

Ora, quando o poder político, apesar de tal medida poder cheirar a algum eleitoralismo - quem estiver sem pecado que atire a primeira pedra -, vai ao encontro das preocupações dos principais agentes educativos, i.e., por exemplo, iniciar o ano lectivo – p.f. não confundir com ano escolar – em 21 de Setembro em vez do habitual 14, eis que toda a esquerda, fundamentalmente a “caviar”, gritam «aqui d’El Rei» que não pode ser e clamam pela presença de Nuno Crato na AR a fim de dar explicações.

Sinceramente, não há pachorra para tais desmandos!

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:07

Junho 19 2015

Se existe tema que todos estamos conscientes da sua enorme gravidade, esse tema é a decrescente natalidade de que, ano após ano, padecemos. Nenhuma função, independentemente do seu teor, fica imune a esta questão. Nos últimos anos assistimos, mais ou menos impávidos e serenos, ao resvalar da taxa de nascimentos e, como habitualmente, pensamos que tal há-de encontrar solução per si. Puro engodo, uma vez que, conforme a experiência nos ensina, o cenário apenas mudará se procedermos em conformidade.

Efectivamente, podemos encontrar no adiar de uma consecução efectiva de vida e, simultaneamente, continuar a permanecer em projectos temporários, uma boa forma de desenvolver – egoisticamente, é claro - as nossas vivências e aumentar a rede de conforto. É verdade, tal como não é mentira, que tal atitude somente disfarçará a nossa indiferença.

Notícias recentes deram-nos conta que, anualmente, em Portugal, por cada 1 000 crianças que nascem, 200 abortos são feitos. Ou lido de outra forma, o Estado, ou seja todos nós, paga para que se façam cerca de 40 abortos por dia.

Ora, tais contas terão que, obrigatoriamente, originar uma reflexão. É que senão a totalidade, pelo menos a esmagadora maioria, tivesse a graça da vida de que apenas Deus é Senhor, a questão da natalidade não se colocava.

Em jeito de conclusão, posso dizer, sem receio de ser desmentido, que a resolução deste assunto não assenta em mais e melhores condições para os actuais e futuros pais – apesar de muita coisa poder e dever ser feita neste âmbito -, mas sim no querer e, sobretudo, no ter Fé e Acreditar.

Não tenhamos dúvidas, há cinquenta ou cem anos, para não recuar muito mais, a dificuldade em criar os filhos era, sem sombra para dúvidas, muito maior. Senão acreditam, perguntem aos mais idosos.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:20

Junho 17 2015

Conjecturamos, muitas vezes, a necessidade de “ver a luz ao fundo túnel”. Luz metafórica, essa, pela qual se anseia dado que, afinal, permite adivinhar um fim para as circunstâncias adversas que nos rodeiam e vislumbrar um horizonte de futuro mais auspicioso.

Se aquela expressão é de uso corriqueiro nas mais variadas situações e quadrantes do dia-a-dia, este ano tal tem-se mesmo prestado a caracterizar os mais diversos cenários que se vão desenrolando do ponto de vista eleitoral.

Aliás, e a este propósito, também é hábito ouvir dizer-se que todos os anos deveriam ser ano de eleições, tanto mais que, por um lado, a crise deixaria de existir, e, por outro, a maioria dos problemas, senão mesmo a totalidade, que os cidadãos sentem seriam debelados. Pelo menos na afiguração!

Veja-se, por exemplo, o caso dos exames este ano já feitos. É um fartote de facilidades e, consequentemente, um aumento do sucesso. Bem, como é óbvio, em ano de eleições não convinha nada que a média das classificações, em comparação com anos anteriores, diminuísse. Bem pelo contrário. E depois digam-me se tudo isto também não é política. É, sim, e pura e dura!

Os alunos apresentam mais e superiores conhecimentos? Os respectivos docentes, com o brio nas alturas, esforçaram-se por transmitir aprendizagens de nível excelente? As escolas funcionaram com um nível organizativo eficaz? Os programas foram alterados para melhor e as estratégias implementadas foram acertadas e assertivas? É claro que não, mas isso pouco ou nada importa.

O fundamental é que “a luz ao fundo túnel” se transformou num clarão. Somente na aparência? E qual a dúvida? Se todos ficam contentes, “avante camarada”!

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:06

Junho 16 2015

Não há menor dúvida que se quisermos que as pessoas compreendam quem somos e o que fazemos, a primeira coisa a fazer é conhecermo-nos a nós próprios.

Esta receita parece simples, mas, atenção, não é fácil, já que tendemos a subvalorizar a importância da introspecção nas nossas vidas. Aliás, esta atitude é reflexo da nossa cultura, meios e valores sociais e elementos determinantes na socialização.

Enquanto indivíduos, é a interagir connosco próprios e com os outros que aprendemos o mundo e a dinâmica das relações, sobretudo as afectivas, sendo também um meio de envolvimento em actividades sociais e treino de competências.

É habitual, infelizmente, o interesse em explorar a utilização da incongruência disfarçada de relativismo como catalisador de experiências pseudo-positivas. Os estudos, porém, sobre a importância do auto-conhecimento em contexto de formação da personalidade têm demonstrado que este é um factor de motivação, envolvimento e aumento de eficácia relacional. Todavia, dar este passo não está ao alcance de todos!

Naturalmente, ao longo dos anos foram sendo criados diferentes contextos relacionais e andrológicos, todos eles, mais ou menos, simulando diferentes variáveis da vida real. Mas serão eles, em si, o factor facilitador da vida? Ou terão, na sua génese, os elementos que nos possam ajudar a construir experiências de vivência gratificantes e verdadeiramente indutoras? A resposta a estas questões tem modificado para o mal ou para o bem o amor, dando, quando negativa, origem a um conceito que, nos últimos anos, tem crescido desmesuradamente designado de umbiguismo.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:48

Junho 15 2015

Os mais atentos sabem que a taxa de desemprego em Portugal atingiu, nos inícios de 2013, o recorde de 17,8%. No entanto, daí para cá e, sobretudo, nos últimos meses, tem vindo a registar uma ligeira mas constante descida, de tal modo que, presentemente, se situa na ordem dos 13%. Ainda é alta, é certo, mas registe-se o decréscimo.

Não é, pois, de estranhar que se questione a sustentabilidade desta descida. Em matéria tão estruturante na sociedade e com tamanho impacto na vida das pessoas importaria, para além de tudo, a verdade. Enquanto o governo enfatiza a descida, incluindo uma conferência de imprensa de Paulo Portas, primeiro-ministro para o mini-governo CDS-PP, e defende a sua sustentabilidade – termo muito em voga ultimamente -, a oposição, a começar pelo PS, ou não lhe dá relevo ou até chega ao cúmulo de negar a sua existência.

Creio, pessoalmente, que a verdade se encontra algures no meio, aliás como sempre. Na verdade, tem-se verificado uma certa reanimação do mercado interno e das exportações, o clima económico e o índice de confiança dos consumidores melhoraram e algumas políticas activas de emprego tiveram impacto.

Isto explica alguma absorção do desemprego, mas convenhamos o seguinte: a saída de mão-de-obra jovem para o estrangeiro irá continuar; muitos trabalhadores encontram-se empregados em tempo parcial; outros desistiram de procurar emprego; outros, ainda, foram as próprias estatísticas, refazendo os respectivos critérios, que os eliminaram.

Uma coisa é certa: a redução sustentada do desemprego será sempre ancorada no investimento e crescimento económico, sobretudo privado, apoiada na formação e requalificação, com benefícios decorrentes de uma mutação da gestão organizacional das nossas empresas.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:08

Junho 12 2015

É a lamentação mais amiúde ouvida nas escolas e quem à sua volta gravita, i.e., a comunidade escolar. Refiro-me, concretamente, à indisciplina provocada pela má educação e à desadequada postura dos alunos. Diminuísse esta e, não tenho a menor dúvida que, a questão do número excessivo de “chumbos”, que tanto tem ultimamente preocupado certos políticos e bem pensadores da nossa praça, senão desaparecia de todo, pelo menos atenuava muitíssimo.

Recentemente, li que 78% dos docentes acham que nas suas escolas se vive um ambiente de indisciplina, principalmente dentro da sala de aula, gastando mais de 25% do tempo desta a corrigir a atitude dos alunos, com a consequente perda de tempo para o que é essencial, ou seja, para o ministrar de matéria.

O mesmo estudo apontava que 85% dos professores são de opinião que uma parte do problema assenta na não aplicação das sanções que a lê prevê por parte das direcções. O que nos leva a pensar que tal se fica a dever ao afrouxar do exercício da autoridade, talvez com receio de serem cognominados de autoritárias. E, como este poder não é realmente exercido, tal acarreta, pelos motivos óbvios, que, hierarquicamente, os que estão abaixo se sintam desautorizados e, muitas vezes, também releguem para segundo plano o dever de fazer cumprir as regras básicas de cidadania.

Ainda sobre o autoritarismo, abro um parêntesis para dizer que desde sempre – e ando nesta vida há 38 anos – adoptei um lema para com os meus alunos e para com os que foram e são meus subordinados: prefiro que me chamem mau do que acharem que sou um banana. Ponto final parágrafo!

Todos sabemos, independentemente de sermos ou não professores, que sem modos de ser e estar dentro e fora da sala de aula, não é possível construir uma sociedade de qualidade e/ou, dito por outras palavras, virada para o sucesso. Ora, isso só possível com o estabelecimento de regras claras e aplicação impiedosa da lei desde o primeiro dia que o aluno coloca os pés na escola.

Contudo, é bom relembrar que a escola é, essencialmente, um lugar de ensino. A educação dá-se em casa. Quem não compreender e, sobretudo, não aplicar este preceito não tem quaisquer direitos a falar sobre o presente e, principalmente, sobre o futuro deste país.

Aliás, deixem-me concluir com um desabafo. Como é possível haver pais, alguns até professores, que toleram, em casa e fora dela, aos filhos a recusa em comer este ou aquele prato; admitem um porte esparramado quando se refeiçoa, independentemente de terem ou não visitas; que permitem o telemóvel em cima da mesa quando se está a comer e, além do mais, consentem o atendimento de chamadas; que dizem sempre ou quase sempre sim, já que é muito mais difícil dizer não; que autorizam a permanência em frente do PC ou da TV durante horas e horas ou até imensamente tarde? Estes são apenas alguns exemplos, pois outros há tanto ou mais graves.

Claro que me irão responder que tudo é relativo e que os tempos mudaram. Pois, é com estes e outros argumentos, puramente falaciosos, que chegamos aonde chegámos. Os princípios da boa educação são imutáveis, remato eu.

publicado por Hernani de J. Pereira às 15:46

Junho 09 2015

Mais um inocente preso. Aliás, conforme escrevi o outro dia, salvo raras e honrosas excepções, as cadeias portuguesas e não só, estão repletas de inocentes. Que justiça esta que raramente acerta, i.e., é incapaz de, na esmagadora maioria das suas acções, efectuar um julgamento justo?

José Sócrates (JS) sai ou não da prisão? Vai para casa com outras medidas de coação ou, como diz ter direito – atenção, que é muito diferente do que no seu íntimo cogita –, à plena liberdade de actos e movimentos?

Todo o país fervilha na ânsia de saber mais, quando e como se desenrolará o final de mais um capítulo desta novela. De mau gosto, acrescento eu!

E, afinal, soube-se há pouco que não sai!

Para António Costa (AC) é que as coisas, mais uma vez, não correm de feição. Por exemplo, aquando da sua entronização como novo líder do PS, em Novembro p.p., esperava ser levado em ombros por todo este país. Eis que, de um momento para o outro – há quem afirme que não é mera coincidência -,  surge a prisão de JS e lhe rouba o protagonismo, arruinando, como é óbvio, os festejos.

Agora, novo azar. No último fim-de-semana, por esmagadora maioria dos votos, a Convenção Nacional dos socialistas sufragou o programa eleitoral por AC apresentado - dando azo à santificação do crismadíssimo e superior orientador - eis que, novamente, é relegado para segundo plano e somente se fala do preso 44 da Cadeia de Évora.

Caramba, assim não dá. Não há pachorra que aguente este constante assarapantar da vida. Por muito que faça com os pés, há-de vir sempre alguém a desfazer com os mãos, ou vice-versa. Que sina!

Será tudo obra do acaso ou existem forças ocultas a mexer determinados cordelinhos?

Já agora, se Sócrates fosse para casa, isso seria mais benéfico ou prejudicial para o PS?. É que para muitos socialistas é bem melhor que ele esteja, até ao final das próximas eleições legislativas, na prisão, pois, assim, as ondas serão bem menores. Há males que vêm por bem!

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:17

Junho 08 2015

Se Deus não tivesse feito a mulher, não teria feito a flor.

Victor Hugo

Sim, é verdade, tenho saudades! Saudades da meninice e das brincadeiras sem fim, da adolescência e dos dianteiros amores, ou melhor, das primeiras paixonetas, da juventude e a da respectiva liberdade, inerente aos verdes anos, da vida de estudante e dos anseios que a mesma despertava, dos primeiros tempos de homem já feito e com responsabilidades, dos meus pais que, infelizmente, já partiram e com toda a perca que isso acarreta.

Sim, repito, tenho saudades desses tempos, mas saudades mesmo tenho de todas as mulheres que amei e que me amaram. Até mesmo daquelas que me amaram e não amei. Bem, o contrário também aconteceu e, mesmo assim, a saudade igualmente permanece.

As mulheres, tal como as flores, são protagonistas de primeiro plano no universo dos sentidos. Não é por acaso que o primeiro destes nos é dado, logo à nascença, por uma (grande) mulher, a nossa mãe. É um facto comum a todas as épocas e civilizações, tendo inspirado pintores, músicos, poetas, escritores, os quais procuraram na sua imensa variedade, formas e feitios, a beleza e a harmonia de que o ser humano tanto carece.

Mediadoras de sedução, as mulheres estiveram sempre associadas a mitos e lendas, cada uma podendo simbolizar ( e alterar) um estado de espírito, um gesto, uma ideia, um valor, um sentimento, uma poesia e, sobretudo, uma memória perdurável no tempo.

As mulheres em geral e aquelas que, em particular, amei, foram e são detentoras de segredos inconfessáveis e, principalmente, indecifráveis. A matéria de que são feitas não é obra do acaso, bem pelo contrário. Souberam, desde sempre, como me atrair, à semelhança das flores que produzem substâncias cativantes para atrair os polinizadores. Contudo, simultaneamente, num momento ou noutro - infelizmente não tão poucos como isso - conseguiram ser extremamente repulsivas.

A delicadeza das loiras, a sensibilidade das morenas, a diplomacia das inteligentes, a graciosidade das negras, a alegria das inocentes, a generosidade das mais cheiinhas, a sumptuosidade das imperiais, a tenacidade das fortes, a nobreza das possuidoras de carácter, a doçura das … são adjectivos admiráveis e verdadeiros. Que me perdoem aquelas que não mencionei e me deram, similarmente, o traço do seu símbolo para me inspirar.

 

 

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:19

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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