O meu ponto de vista

Abril 17 2014

Todos conhecemos pessoas que deram a vida para salvar a vida de outras pessoas ou deram generosamente a vida pela pátria. Sabemos tudo isto pelos jornais, pela televisão ou por aquilo que nos ensinaram. Todavia, o egocentrismo não nos permite captar os sentimentos do dom e da abnegação que estão por detrás  dessas meritórias acções.

Todos admiramos os que defendem, os que lutam pela vida e - porque não? – também os que atacam. Por isso, nos custa compreender tanto que Jesus Cristo se tenha deixado crucificar, mais parecendo que este gesto de Amor não foi mais que um sinal de fraqueza.

Por conseguinte, não é demais insistir que Jesus quis morrer, não por Ele, mas sim por nós. Quis viver aquilo que todos os homens vivem, quis morrer como morrem todos os homens, em suma, quis ser um homem igual a nós também no sofrimento e na morte, excepto no pecado.

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:16

Abril 14 2014

Numa conjuntura em que a crise está na cabeça de todos, não faltam, contudo, motivos para fazer do sonho realidade: em qualquer latitude do nosso país não prescindamos, então, de fantasiar. Vamos arrumar a mala, viajar e trazer recordações inesquecíveis.

Os bilhetes há muito que estão marcados, à espera que a data de embarque chegue. O destino e o itinerário, esses, foram os primeiros a ser escolhidos, ainda a viagem não passava de uma miragem. A companhia estava eleita à partida, ideal para mudar de ares e desfrutar dos instantes de mais puro lazer.

Deixemos, pois, as preocupações e os afazeres em casa e rumar a novas paragens, em busca de uma jornada de aventura, de um relaxe à beira-mar ou um banho de cultura e história.

Vá, não podemos demorar mais. Espero por ti no carro!

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:14

Abril 12 2014

Habituado à caneta troquei, neste últimos dias, esta por outra bem mais pesada mas não menos reconfortante, ou, dito por outras palavras, a enxada tem sido minha companheira desde o nascer até ao morrer do dia. Trata-se, como costumo dizer, do meu ginásio, o qual, por imperativos de agenda profissional e, sobretudo, devido à meteorologia, não me é possível fazer uso diário.

Sendo certo que as batatas há muito que estão semeadas, pouco faltando, aliás, para o respectivo sacho, os últimos dias tem sido ocupados a lavrar, fresar, abrir regos e, por último, o mais difícil, pois é feito por força braçal, o semear de milho, de feijões e de abóboras. Sinceramente, por vezes, tenho pena do tractor face à dezena ou mais de horas que diariamente trabalha, apenas descansando no parco tempo de almoço, já que do meu corpo não me queixo. Costumo, até, dizer, meio a brincar meio a sério, que devia comer metade e trabalhar- fisicamente, é claro – o dobro.

A reduzida dimensão das explorações, a dispersão das mesmas e as suas características, a predominância do trabalho isolado, envolvendo tractores, máquinas e equipamentos perigosos, entre outros factores específicos da actividade agrícola, trazem enormes desafios aos que da lavoura fazem o seu sustento ou, como é o meu caso, o seu hobby.

Para além dos desafios inerentes à acticidade agrícola, outros existem que, por terem características imprevisíveis como sejam, por exemplo, as condições atmosféricas, as imposições do mercado, as restrições da agroindústria, entre tantas outras, alteram, quase constantemente, as condições de trabalho e, principalmente, os justos proventos de quem com tão boa fé a tais trabalhos se entrega.

Contudo, quem corre por gosto não se cansa! Quanto a proventos económicos, nem é bom falar nisso. Sei o dinheiro que "perco", mas vale mais gastá-lo "nestas condições" do que no café, na dança ou em outras actividades fúteis.

publicado por Hernani de J. Pereira às 23:51

Abril 08 2014

Olhava o ecrã vazio do computador, uma vez já serem muito poucos aqueles que escrevem directamente em folha de papel, e, com toda a sinceridade, apetecia-lhe escrever sobre o amor, seja ele relativo a uma pessoa especial, ao próximo ou seja lá quem for. Contudo, era impossível!

Com toda a franqueza, o que sobrava em ideias faltava palavras para tal. Não há dúvidas que necessitava de crescer neste campo e, para tal, teria de investir, o que não tinha feito nos últimos tempos, diga-se em abono da verdade. Outras preocupações recentes tinham-no obrigado a trilhar outros caminhos, pelo que só existia uma solução: pedir a Deus para lhe dar forças para não criar, ainda mais, fossos entre a felicidade e o mal-estar, isto para utilizar uma expressão muito soft.

É a construção deste equilíbrio, aliás muito difícil, podem crer, que ele designava por audácia de mudar. A reflexão que tem vindo, paulatinamente, a fazer, demanda, antes de mais, soluções concretas, portos onde ancorar, de preferência com “mar-chão”, bem como terra onde possa cavar o dia de amanhã.

Dizia o outro dia, convictamente, para consigo próprio: há que me (re)conhecer nesta recente fase e, sobretudo, (re)apreender o novo eu para, posteriormente, (re)compreender os outros. A drenagem dos recursos tem sempre um fim e a tentativa de inverter, não digo os flagelos, mas os desaires é algo a encetar sem demora.

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:21

Abril 07 2014

O assunto que domina este texto não é, deforma nenhuma, a continuação do anterior, apesar de parecer. Este é, antes de mais, um aviso prévio à navegação, principalmente para aqueles que não gostaram do antecedente, de modo a que não desistam da leitura deste.

Afinal, a segurança não é sinónimo de ausência de risco, mas antes a necessidade de, por nós próprios ou através do amparo proporcionado por terceiros, nos acautelarmos face aos eventuais perigos, sinistros ou infortúnios que a todo o momento podem espreitar. No entanto, e tendo em conta que é limitada a capacidade de, pelos nossos próprios meios, nos precavermos das ameaças a que naturalmente estamos expostos na vida, em matéria de saúde, de emprego, no que toca à habitação, aos veículos ou às finanças pessoais, e ainda no que diz respeito ao desempenho nos negócios – compras, alugueres, acções em tribunal, etc. – é necessário, nos dias que correm, uma preocupação acrescida.

Como se costuma dizer “cuidados e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém”. Por isso, valorizada tanta pelas famílias como pelos que vivem sós, a garantia de estabilidade é, não obstante os privilegiados, ainda mais premente em conjunturas de crise como aquela com que o país se debate nos mais variados quadrantes. Não é difícil perceber porquê: é nestes momentos de incerteza que os cidadãos ficam mais vulneráveis e, por isso mesmo, mais necessitam de um abraço amigo.

Se em determinados casos, pelo menos aparentemente, os cenários de maior instabilidade económica, social e, sobretudo, emocional, abonam a favor da relação conjugal, há, porém, o reverso da medalha, i.e., não se deve esquecer o que tal panorama pode acarretar. Dito por outras palavras, outras consequências negativas existirão, às quais o bom senso não poderá ficar imune.

A redução do poder de compra, a diminuição dos rendimentos disponíveis, o aumento dos encargos, a pressão fiscal, a precariedade laboral e social, a retracção da economia e o receio perante a ameaça de maior austeridade são obstáculos inequívocos para determinadas atitudes, levando a que as pessoas – tanto individualmente como corporativamente – tenham maior propensão para alterarem os seus valores e padrões de vida.

Contudo, sendo certo que, em determinada medida, estes pressupostos sejam mais ou menos verdadeiros, também não deixa de ser verídico que as pessoas fazem escolhas e adoptam, por vezes, comportamentos incompreensíveis, já que se aqueles são válidos para uma postura, igualmente o devem ser para todo o modo de vida.

Se a desconfiança pode ser mãe de toda a segurança, é correcto também afirmar que certas estratégias e mudanças bruscas no modo de ser e estar, fazendo tábua rasa de todo um passado em que usufruíram muito mais do que deram, levam ao afastamento, à degradação das relações e a perspectivar novos horizontes.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:28

Abril 04 2014

A leitura da imprensa de âmbito nacional, de preferência na sua forma impressa, sempre foi e continua a ser algo fundamental ao homem que pretende manter-se actualizado e com pretensões a discutir os mais variados assuntos, sem entrar em demagogia fácil ou populismos de trazer por casa.

Todavia, a imprensa regional continua a ter o seu lugar ou, como hoje se costuma dizer, a possuir o seu nicho bem definido e a revelar a sua importância. Como é evidente, quem lê este género de comunicação social não vai à procura de grandes parangonas nacionais, mas sim o que dizem os colunistas e correspondentes locais sobre a sua terra ou região.

Por outro lado, porque ninguém sabe o que o dia de amanhã pode trazer, assegurar o futuro hoje é uma garantia de estabilidade, principalmente nestes temos de enorme incerteza. Numa conjuntura em que se somam riscos, há que fazer contas à vida e consciencializar-se das mais-valias, não em função somente dos custos mas dos proventos.

Há, porém, quem sustente que a desconfiança é a mãe da segurança. E se, à primeira vista, a máxima nos diz que é o património que nos conforta e nos proporciona estados de alma mais elevados, um olhar atento levanta o véu sobre aquele e desmente-o em toda a linha. Já dizia o falecido actor brasileiro Paulo Gracindo - recordam-se dele na extraordinária interpretação de coronel-mor na primeira telenovela que passou na televisão portuguesa Gabriela, Cravo e Canela? – não concordo, de modo algum, com o velhíssimo ditado «mais vale só que mal acompanhado», pois a única vantagem de estar só é de poder ir à casa de banho e deixar a porta aberta.

Todas estas palavras por causa de um anúncio que vi na edição de ontem do Jornal da Bairrada e que, com a devida vénia, também divulgo. Quem sabe se assim contribuo, modestamente, é certo, para a felicidade do Sr. Manuel J. Fernandes, pessoa que, aliás, não conheço.

Já agora, uma sugestão ao aludido solitário: se decidir republicar o anúncio na próxima semana – trata-se de um semanário -, aconselho-o a dizer a quantidade de bovinos, caprinos, o número de varas de porcos, coelhos, galinácios, etc., bem como a quantidade de terras cultiváveis, pinhais/eucaliptais de que é proprietário e se possui ou não máquinas agrícolas para lidar com tal pecúlio. As características da casa também ajudam. Mas adorei o “entras como patroa”. Esta foi mesmo a cereja em cima do bolo.

Por último, uma chamada de atenção às minhas leitoras, sobretudo aquelas que se encontram dentro da faixa etária pretendida: olhem que “achados” destes não se encontram todos os dias – dois carros, 1 scooter e duas bicicletas eléctricas!!! 

publicado por Hernani de J. Pereira às 15:22

Abril 03 2014

Com toda a franqueza, digo-vos que, amiúde, me sinto mal neste rectângulo à beira-mar plantado. A falta de coerência e de ética, principalmente na nossa classe política é desesperante. Mas desengane-se quem pense que é apenas nas designadas elites governativas ou em outras pessoas com menor ou maior peso político que tal acontece. Não, no povo, mais ou menos anónimo, entre as classes profissionais ditas mais dignas, entre os estratos sociais (pequeno/médio) burgueses, também tal estado de atitudes e valores está instalado.

O que hoje é assim, manhã é assado. O que ontem era uma verdade indesmentível, jurada a pés juntos, hoje é mentira. Os que estão “em cima “ são uns malandros, uns gatunos, que apenas sabem governar-se à nossa custa. Nós, bem pelo contrário, somos o exemplo vivo da seriedade, da pontualidade e assiduidade, mesmo que chegamos atrasados quase diariamente e, pior ainda, acharmos que é uma enorme injustiça a marcação da respectiva falta quando a ausência, por vezes, ultrapassa uma hora. Somos um modelo de competência, de um desempenho denodado e, até imaculado, que nos impede de ver televisão, de ler, de ir ao cinema, de ter fins-de-semana, etc., etc., apesar de vez em quando nos escapar a boca para a verdade e lá afirmarmos que “seguimos” esta e aquela telenovela, que vimos o filme X, Y e Z, que vamos diariamente ao ginásio ou à dança, que passamos dois ou três dias neste ou naquele local, entre muitos outros lazeres.

Mas voltando aos políticos, pergunto o que move, por exemplo, Bagão Félix? Infeliz ministro das Finanças de um (des)governo presidido por Santana Lopes, nada de assinalável fez. Lembram-se de uma única medida por ele implementada? Nada, zero, nicles! A não ser aumentar desmesuradamente o défice e, por conseguinte, a dívida, no qual teve exímios seguidores – a dupla José Sócrates e Teixeira dos Santos – nada mais recordamos dele. Governo que Jorge Sampaio teve que demitir, tal era a sua inépcia, e que depois deu origem a uma maioria de má memória.

Hoje, excelentemente bem reformado, Bagão Félix é, pelo menos aparentemente, um homem amargurado. Primeiro, porque ninguém fala do seu legado – não se pode falar do inexistente, acrescento eu. Por outro lado, sente uma enorme frustração já que, mensalmente, lhe vão ao bolso retirar umas míseras migalhas da sua choruda pensão. É caso para dizer: lágrimas de crocodilo leva-as o vento.

No entanto, se chorasse sozinho, ainda vá que não vá. Mas aliar-se a indivíduos como João Cravinho, conotado com o sector mais esquerdista do PS, com quem elaborou o Manifesto dos 70, com vista à reestruturação da dívida ou, dito por outras palavras, a solicitação do perdão do que devemos, não lembra ao diabo. E depois dar a subscrever o dito documento a tantas outras personalidades – algumas, entretanto, já fizeram marcha-atrás -, entre as quais Manuel Carvalho da Silva, ex-dirigente máximo da CGTP e comunista confesso! Alguém, a não ser num acto de desespero, se lembraria de algo semelhante?

publicado por Hernani de J. Pereira às 16:25

Abril 02 2014

Sim, ele sabia que, mais cedo ou mais tarde, ela haveria de aparecer. Mulher curiosa, capaz de reflectir sobre as suas experiências e extrair aprendizagens relevantes, orientadas para o bom senso e uma partilha a dois. Por outro lado, a capacidade analítica e a resolução de problemas, uma comunicação encantadora, eficaz e, principalmente, capaz de estabelecer pontes onde os outros apenas vêm margens em forma de penhascos, são outros dos seus predicados.

Não se conheciam pessoalmente, apesar de ambos, ao longo do tempo, terem mantido contacto e interesse em se encontrarem. Isto não quer dizer indecisão, demora na aproximação, mas apenas fruto de circunstâncias várias, aguardando por melhores dias, pois as exigências profissionais, quer de um, quer de outro, assim o ditavam.

Ele, pelo seu lado, exigente não só quanto às suas actuais preocupações, mas tendo também em atenção o potencial de crescimento que a relação denotava, o sim não foi difícil, antes pelo contrário.

Independentemente do que se seguir, uma coisa têm a certeza: os passos serão dados em terra firme, uma vez que a urgência há muito deixou de fazer sentido.

O entendimento no cumprimento, o olhar cúmplice, o carinho, a ternura de um abraço forte e o sabor do beijo molhado de novo experimentado foram actos que substituíram, no momento do encontro, as palavras já algo “gastas” por muitas horas de conversa.

publicado por Hernani de J. Pereira às 18:27

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
hernani.pereira@sapo.pt
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