O meu ponto de vista

Janeiro 30 2014

Passados que são quatro meses após as últimas eleições autárquicas, sem que se vislumbrem cabais esclarecimentos sobre a hecatombe, então, registada, estando consciente da conjuntura que se vive no concelho de Anadia e, sobretudo, na estrutura partidária do PSD, é chegado o momento de escrever algo sobre o que se tem, ou melhor, não se tem verificado. Refiro-me, concretamente, à ausência de análise séria e, fundamentalmente, do “enterrar a cabeça na areia” como fazem as avestruzes.

Escrevi, na altura própria, que a estratégia era errada e, consequentemente, não daria os melhores frutos. À semelhança de outros companheiros, não fui ouvido e, pior ainda, postergado, para não dizer vilipendiado. Todavia, os resultados vieram, infelizmente, dar-nos razão.

Posteriormente, face a tão grande desaire, avancei que havia um único caminho: imediata colocação dos cargos partidários à disposição dos militantes. Novamente, até pareceu que tinha “caído o Carmo e a Trindade”, uma vez que, principalmente nas redes sociais, foi dito de mim o que os muçulmanos não dizem do toucinho. Como se vê, tudo gente que convive bem com a crítica!

Explicações que sejam do conhecimento público não existem. Ilações de tão graves erros não se conhecem, bem pelo contrário. Apesar das parcas palavras que se conhecem sobre o assunto, continuam a argumentar que sempre tiveram razão, que tinham as melhores propostas e, acima de tudo, os melhores candidatos, só que o povo estúpido – é claro, digo eu - não vislumbrou a grandeza de tais propósitos e das magníficas almas que os encarnavam.

Com o acordo estuporado entre o MIAP e o PS, os sociais-democratas de Anadia ficaram reduzidos a figuras de corpo presente, uma vez que, como é fácil de compreender, os seus três vereadores, bem como os seus deputados na assembleia municipal, ficaram sem peso, por muito que digam o que disserem, podendo até colocar-se em bicos dos pés que daí não virá nada.

Chegados aqui, e apesar de continuarem a ocupar os cargos, com o argumento já muito estafado de que foram eleitos para tais, como se a demissão fosse algo desonroso, ei-los à espera de uma saída airosa: as próximas eleições partidárias estão à porta e, por isso, deixa esperar pelas mesmas. Nada de fazer ondas, já que entre portas resolveremos, mais mês menos mês, o assunto.

Bem, assim parece que vai suceder. O ainda presidente da comissão política concelhia, acha por bem não se recandidatar nas próximas eleições internas e dá ordens para que o seu “delfim” avance. É, assim, que surge o actual presidente da JSD a querer, qual passe de mágica, passar a sénior. Como é evidente, poucos ficarão enganados com mais este truque, apesar de não ter a menor dúvida da sua eleição. Os militantes votantes – não confundir com a maioria – estão devidamente controlados, para não dizer arrebanhados, e lá irão cumprir mais este frete.

Para concluir, apenas uma palavra para a carta que o candidato a presidente da comissão política concelhia escreve aos militantes, na qual expõe os motivos da formalização da sua pretensão. Para além de não falar, e bem, da sua experiência profissional, já que a mesma é inexistente, da vacuidade, dos imensos lugares comuns, realidade que não me admira, o que não posso deixar de referir é a má redacção da mesma. Será que, com tanta gente ilustre e sábia, não haverá alguém que lhe dê uma “mãozinha”? Nem que seja por espírito solidário!

 

Banhos, 2014.01.20

 

Adenda: artigo publicado na edição de hoje do Jornal da Bairrada

publicado por Hernani de J. Pereira às 18:43

Janeiro 29 2014

A construção do comum tem a palavra cooperação na sua génese. Na verdade, o Homem teve de cooperar com a topografia para encontrar forma de vencer o declive acentuado; o Homem teve de cooperar com factores edafoclimáticos na busca por formas de exploração da terra sustentáveis; o Homem teve de cooperar com o seu vizinho no sentido de desenvolver formas racionais de uso de água; o Homem teve de cooperar com o pastor e com o proprietário florestal no sentido de colmatar as suas necessidades específicas em diferentes alturas do ano.

Ora, se a cooperação foi a razão do sucesso de tantos progressos, não se descortinam razões para não continuar a utilizar a mesma receita. No entanto, hoje-em-dia- são necessárias novas formas de cooperação sem, contudo, deixar cair os “princípios activos” deste remédio.

Esta cooperação é fundamental para alcançar o objectivo de reactivar o há muito adormecido, entender as novas necessidades e definir uma estratégia capaz de reduzir as distâncias, conferindo-lhe dimensão adequada, mesmo que para isso seja necessário substituí-lo na gestão do quotidiano. Dar tempo ao tempo …

Por outro lado, a incerteza do amanhã e o facto de a cooperação ser ou não afectiva pode prejudicar a reciprocidade. Muitas vezes as necessidades dos cooperantes não são como, por exemplo, as dos políticos e, como tal, apercebem-se, a curto prazo, que as suas expectativas não vão ser satisfeitas e, na maior parte das vezes, olvidam que estas têm de ser alteradas como forma de atingir o objectivo inicial da cooperação.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:53

Janeiro 28 2014

A crise económica e, sobretudo, a crise de valores têm tido efeitos perniciosos nas relações humanas. Ora, quando estas se degradam não existe engenho que resista.

Um dos princípios básicos para a criação de equipas de sucesso está na capacidade de juntar talentos que partilhem a visão, postura e valores idênticos. Se já é extremamente difícil conseguir – no papel, entenda-se – processos perfeitos, muito mais difícil se torna se as pessoas não forem a argamassa que os une. Uma equipa coesa cria sinergias de sucesso e é distinguida pela performance superior que adopta nos projectos em que participa.

É do conhecimento geral que o fortalecimento da ligação das pessoas à instituição favorece, de forma exponencial, o seu êxito. Contudo, para que isso aconteça há que criar planos de carreira moldados ao ritmo e à ambição do todo, sem olvidar o individual, pois é sabido que o valor das partes é maior que a respectiva soma.

Isso, porém, só pode acontecer quando se tiver uma postura que vise, numa abordagem sistemática, colaborar junto do público-alvo na optimização dos processos com vista a alcançar resultados mais eficientes.

Tal desiderato só é possível, repito, quando as equipas não são deixadas em “roda livre”, mas sim constituídas e incentivadas por talentos que demonstrem, além das capacidades técnicas requeridas, uma forte componente comportamental e comunicacional, facilitando a sua integração em ambientes e projectos desafiantes e com elevado nível de exigência corporativa.

publicado por Hernani de J. Pereira às 18:39

Janeiro 27 2014

Nunca praxei e jamais fui praxado. Aliás, sou muito pouco adepto da larga maioria das praxes, não pelo facto de, quando estudante em Coimbra, as mesmas estarem proibidas – resquícios do luto decretado após as lutas académicas de 1969 – mas, sim, devido a não entender – porventura defeito meu - o porquê de tantos e tantos actos e, sobretudo, atitudes, as quais se aproximam muito mais da barbaridade do que algum espírito integrativo.

Hoje, face aos dislates que, um pouco por todo o país, se vão sabendo, tal convicção cada vez mais se arreiga em mim. Aliás, esta minha posição tem-se vindo a fixar desde há uns anos. Quem não se recorda da brutalidade da praxe infligida a um ex-aluna do Instituto Piaget de Mirandela? E da horribilidade, para não dizer bestialidade, das praxes instituídas, ainda há poucos anos, na Escola Superior Agrária de Coimbra, entre tantos outros casos?

Por conseguinte, não foi o caso da estúpida morte de alunos da Universidade Lusófona na Praia do Meco que despertou a minha consciência para tais actos.

Embora entendendo que não é com proibições, i.e., passando do oitenta para os oito, que se resolvem estes assuntos, também sei que não se deve deixar tudo na mesma. Há que averiguar, o mais profundamente possível, o que está na génese de tais nefandos impulsos e, posteriormente, com serenidade implementar legislação específica – até ao momento inexistente, aplicando-se as normas gerais que regem a sociedade – que controle os aludidos desmandos.

Que existem muitos interesses na rectaguarda é um dado adquirido: comerciais, académicos e de outra índole. Todavia, tais não podem, de modo algum, ser impeditivos de se tomarem medidas para impedir a ultrapassagem dos limites do razoável, apesar da contingência da subjectividade que este conceito acarreta.

Já agora, em abono da verdade, não é sério dizer que existe, desde sempre, uma prática praxística no ensino superior, uma vez que apenas Coimbra tem tradições nesta matéria.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:55

Janeiro 23 2014

Se consultarmos qualquer dicionário, por mais pequeno que seja, observamos que louvor significa distinção, benção, elogio, glorificação, apologia, entre outros termos. Assim, apesar da sua subjetividade, é digno de louvor aquele que se destaca entre os seus pares.

É do conhecimento geral que, desde há muito, tenho o hábito diário de “folhear” o Diário da República. Ora, qual o meu espanto quando no p.p. dia 21 vi que um director cessante de uma escola secundária fez publicar naquele jornal oficial - nada mais, nada menos - nove louvores, tecendo os mais rasgados elogios a tudo e a todos, começando pelos vices e adjuntos, assessores, pessoal docente e não docente, directores de turma, coordenadores disto e daquilo, não esquecendo até as diversas comissões de horários!

Com toda a gente digna de louvor é caso para dizer que tal escola deve ser - não a conheço pessoalmente - uma instituição de referência nacional a nível do ensino público, o paradigma dos paradigmas.

Ironias à parte, bem sabemos que quando se louva todos os que colaboram com a instituição, verdadeiramente não se louva ninguém, pelo que o acto anteriormente referido não passa de uma mera acção de propaganda e de, no fundo, querer ficar de bem com Deus e com o Diabo.

Agora, reparem quanto tempo e dinheiro se despendeu nesta operação de puro marketing político. Será que não haveria outros assuntos mais importantes a resolver na dita escola? Será assim que se dignifica a escola pública?

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:51

Janeiro 20 2014

O governo, apesar de, por vezes, governar mal – não são assim tão poucas quanto isso -, nem sempre erra e uma das medidas acertadas e assertivas foi o aumento do horário semanal para as 40 horas. Como é evidente, não se justifica que um motorista, uma escriturária, um engenheiro, uma economista, entre tantas outras profissões, trabalhasse numa dada empresa 40 horas por semana e ao lado, numa instituição pública, outras pessoas com a mesma categoria profissional apenas laborassem durante 35.

Até aqui, e parafraseando um título do grande escritor alemão, Erich Maria Remarque, “a oeste nada de novo”. Todavia, o caso muda de figura quando se sabe que apenas 113 das 308 câmaras municipais do país estão a cumprir o regime das 40 horas, entre os quais se contam Lisboa, Sintra, Marco de Canaveses, Amarante e, como não podia deixar de ser, todos os municípios sob alçada dos comunistas. Não deixo de realçar, no entanto, que esta atitude atravessa autarquias de todas as cores, o que quer dizer que cada um faz o que muito bem entende. Uma autêntica república das bananas!

Este duplo comportamento perante a lei só é possível porque o Tribunal Constitucional, no acórdão em que declarou a constitucionalidade do diploma do Governo que aumentou para as 40 horas o horário de trabalho da função pública, deixou uma porta aberta que admite as 35 horas em novos contratos coletivos de trabalho, o que, resumindo permite, como é bem de ver, enormes injustiças. Por exemplo, existem municípios vizinhos onde, num deles, os funcionários trabalham 35 horas e no outro 40.

Claro que os funcionários públicos adstritos à administração central não tem outra hipótese que não seja trabalharem 40 horas por semana.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:27

Janeiro 16 2014

O mundo é composto por modas. A última, que tem varrido o país, literalmente de norte a sul, chama-se hortas urbanas. Novos aromas e cores invadem varandas, ruas e quintais, lançando, dizem, sementes para cidades mais verdes!

Pessoalmente, tenho as maiores dúvidas. Não produz quem quer e muito menos em qualquer sítio, mas quem sabe. É evidente que não se nasce agricultor, faz-se. Porém, apesar de ser adepto da máxima de que "nunca é tarde para aprender", também não me esqueço de que “burro velho não aprende línguas” e, por isso, vejo com algum ceptcismo a proliferação de jovens e menos jovens a querer cultivar tudo e mais alguma coisa e, por vezes até, pretendendo dar lições a quem durante toda a sua vida teve como única ferramenta a enxada.

As câmaras municipais, como sempre, com receio de não acompanhar os movimentos mais in, mas também numa de populismo básico, disponibilizam terrenos, água, ferramentas e técnicos, dispensando, porém, as contas, i.e., o custo económico de tais operações, numa tentativa balofa de captar votos a qualquer preço.

Pelo seu lado, estes novos "agricultores", a larga maioria, com ideias preconcebidas do politicamente correcto – leia-se biológico – apostam não só nos produtos habituais, mas sobretudo em novos, muitos deles importados a peso de ouro e de modo algum adaptados ao nosso clima, provocando o cruzamento de espécies, com claro prejuízo para as autóctones.

O resultado, que, por vezes, me é dado a observar, é, sem exagero, medíocre, para não dizer ridículo. Couves e nabos raquíticos, tomates e pepinos difíceis de destrinçar a olho nu, alfaces, orégãos e outras espécies tão amarelas que até parecem que têm icterícia.

Concluindo, tirem-se de modas e deixem produzir quem sempre o soube fazer.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:02

Janeiro 15 2014

Há quem diga, e com dados fundamentados, que uma boa parte do actual desemprego há muito existia, só que estava mascarado.

Com a crise, o sistema económico quase colapsou, as oportunidades reduziram-se ao mínimo e, portanto, o emprego que existe absorve apenas os que vêm de áreas de procura consolidada. Assim, o maior desafio está em procurar maximizar a contribuição de cada um para inverter a actual situação económica.

Como é fácil de compreender, o presente panorama de emprego em Portugal, em larga medida, fica a dever-se à fraca competitividade dos trabalhadores, bem como às excessivas e continuadas reivindicações destes, ou melhor, por parte de quem, com intuitos políticos, os manejam.

Que os sindicatos solicitem aumentos pecuniários, que lutem conta os salários em atraso e, sobretudo, combatam os despedimentos não há ninguém que não compreenda. Os exageros é que são intoleráveis.

Agora, quando a imprensa refere que "cinco funcionários da União de Sindicatos de Braga (CGTP) ainda não receberam o salário do mês de Dezembro e o subsídio de Natal, acrescentando que há alguns meses que os salários têm sido pagos atrasados, estando, neste momento, sem receber e que os alegados problemas financeiros levaram já a que, pelo menos, um administrativo tenha recebido uma carta de despedimento evocando a extinção do posto de trabalho”, é caso para dizer “olha para o que digo, não para o que faço”.

Imaginem o que aconteceria se qualquer instituição pública manifestasse a mesma postura que a filial da CGTP de Braga? Imediatamente o seu mais alto responsável – a nível de ministro ou secretário de estado - seria chamado ao Parlamento, pelo PCB e BE, claro está, para que explicassem devidamente a situação, sem esquecer a admoestação na praça pública e em todos os media onde pudessem chegar.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:30

Janeiro 14 2014

Concluído, ainda que breve, o balanço de 2013, eis-me de volta às reflexões, sobretudo, de ordem político-social, campo que, como vós, caros leitores, bem sabeis, é o meu predilecto.

Profissionalmente, pertenço a um mundo que, como se costume dizer, sofre de um mal incurável, designado comumente de deformação laboral, uma vez que, salvo raras e honrosas excepções, não sabe falar de outra coisa que não sejam alunos e aulas, em suma, de escola.

Todavia, esta realidade começa, pouco a pouco a mudar. Há, hoje, uma nova geração, constituída por jovens, entre os 23 e os 30 anos – os Millennils -, com formação pós-universitária, com os olhos postos no futuro e a ambição de vir a ocupar posições de liderança.

O conceito e a designação têm origem na vivência americana, mas qualquer semelhança com os jovens profissionais de outros países, incluindo o nosso, economias ou realidades culturais não é mera coincidência, é, sim, o efeito da globalização.

Jovens que não colocam fronteiras geográficas à sua ambição e, por isso, são cada vez, mais globais, na disponibilidade para trabalhar e na ambição com que encaram a carreira.

Ora, segundo os especialistas, esta renovada geração encara a comunicação pessoal durante o horário de trabalho como um direito e não um benefício. Assim, estes jovens, ao contrário do costume, trazem uma boa parte das suas vidas pessoais para o trabalho, sem permitir, necessariamente, que o trabalho entre nas suas vidas privadas. Embora estes profissionais estejam determinados em ter um bom desempenho no trabalho, é impossível para eles deixar a vida pessoal para trás.

Porém, como “não há bela sem senão”, esta geração possui um eventual defeito, porventura adveniente da sua juventude: são impacientes. A espera e os tempos mortos não são para eles, o que talvez até nem seja um inconveniente, bem pelo contrário.

publicado por Hernani de J. Pereira às 17:56

Janeiro 13 2014

Na Madeira deu os primeiros pontapés na bola, mas foi nessa grande escola que é o Sporting – estou perfeitamente à vontade para a elogiar, tanto mais que jamais fui “lagarto” - que se formou e sobressaiu para o mundo do futebol.

Recordo-me bem. Foi na época 2002/2003 que, pela primeira vez, como profissional da redondinha, deu nas vistas com dois memoráveis golos ao Moreirense. Daí para cá foi o que todos nós sabemos. Um talento excepcional que o levou ao sucesso mundial, aliás, por todos reconhecido. Bem, todos, todos é um exagero. Bem nos lembramos – perdoar é uma coisa, esquecer é outra – das palhaçadas do presidente da FIFA, o senhor Blatter, sobre a rivalidade entre o CR7 e Messi.

Nele, nos revemos, nele depositamos o muito orgulho que sentimos por ter nascido neste rectângulo à beira-mar plantado. E não existe défice, dívida exorbitante, resgate ou programa cautelar e muito menos troyka que nos roube isso.

O Cristiano Ronaldo é nosso e é, com todo o mérito, o melhor do mundo.

Parabéns Cristiano e, já agora - vai cair o Carmo e a Trindade -, também à Irina, uma vez que ao lado de um grande homem, está sempre uma bela mulher.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:00

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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