O meu ponto de vista

Janeiro 17 2012

Existem sempre oportunidades de se conseguir o almejado, conceitos por explorar que podem fazer a diferença, encontrar novos públicos e reinventar a forma de olharmos para o nosso modo de vida.

Quem, alguma vez na vida, não pretendeu precisamente encontrar essas novas ideias que, na labuta diária, dão novos sabores à vida, inovam-na com outros conceitos - de preferência originais -, promovem a modernização e dão respostas criativas às nossas necessidades, que atire a primeira pedra?

Então, o que falta fazer? Inovar para responder a novas exigências? Sim, mas não basta. Sobretudo, é preciso que o seja de modo mais eficiente e compreensivo. É absolutamente necessário que possamos dizer “o grande culpado de aqui estar sou eu. E estou porque simplesmente quis ou não soube fazer de modo diferente!” Enquanto não formos capazes de frontalmente afirmar esta verdade, nada conseguiremos.

São necessárias pontes? Certamente que sim! Pontes entre a razão e o coração, entre o eu e os interesses mundanos, uma vez que a verdade não está apenas numa única direcção.

Reinvenção? Sim, claro. Não há, hoje em dia, margem para dúvidas. Todavia, o ambiente agradável e descontraído, a sofisticação e, principalmente, a distinção, apesar de serem marcas indissociáveis, não são olhares eternos. Contemporaneamente, feliz ou infelizmente, a tradição já não é o que era, pelo que o contacto se faz muito pela exposição e exibição, mas especialmente por novos conceitos. Descobri-los é primordial!

Goste-se ou não, a verdade manda dizer que, por um lado, somos atraídos por exposições, concertos e/ou outras iniciativas culturais, enquanto que, por outro, o ambiente arrojado nos leva a parecer haver sempre qualquer coisa nova por descobrir. Ambos os lados são capitais!

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:25
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Janeiro 16 2012

Para onde é o nosso bombordo? Será que continua a ser o lado de onde avistamos o facilitismo, para não dizer incúria, quando temos a proa dirigida - por nossa culpa, máxima culpa - por mãos estrangeiras?

Sem esquecer o que hoje nos diferencia, pela positiva, relativamente a outros tempos, actualmente, porém, não somos nem queremos ser o centro do mundo. Contentamo-nos – e já não é pouco - em ser porto de entrada e de saída, num dos vértices dessa nova quadratura constituída pela Europa, Estados Unidos, África e países emergentes – Brasil, índia, China, entre outros.

Importa, por isso, sublinhar que esta nossa vontade de encontrar um novo El Dorado, implica que também saibamos transformar Portugal num bom porto de acolhimento às boas práticas. A nossa reconhecida capacidade de bem receber - valor acrescentado, sem margem para dúvida - não basta para servir como âncora de um desenvolvimento sustentado.

Todavia, o certo é que, infelizmente, os últimos acontecimentos que têm feito manchetes na comunicação social não apontam neste caminho. À atenção de quem de direito.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:50
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Janeiro 15 2012

É cada vez maior o número de mulheres e homens que procuram ginásios com o objectivo de melhorar a sua saúde, bem como obter um corpo mais bonito e saudável.

Numa altura, como já aludi em vários artigos, em que está na moda falar de crise, incerteza, risco, medo, desemprego, etc., é necessário inverter o discurso e falar de confiança, trabalho, esperança, coragem e determinação.

Como é evidente, o caminho de sucesso também passa pela forma física. Todavia, desenganem-se aqueles que acham que o respectivo caminho passa obrigatoriamente pelo ginásio. Toda a actividade física ligada a imensas profissões e/ou hobbies são mais que suficientes para manter uma boa forma física. Claro que conforme afirmam os profissionais de educação física, a melhor ginástica está na boca!

Ora, sendo certo que, por um lado, nos últimos anos assistimos a uma alteração radical das circunstâncias económicas no mundo, por outro, as fontes de riqueza mudaram os paradigmas dos negócios e, como é óbvio, estes alteraram-se. Hoje-em-dia, para além de saber encontrar um trabalho, é fundamental saber criar o seu próprio trabalho. A questão principal não é saber onde está a informação, mas sim o que fazer com ela. É primordial saber transformar o conhecimento num negócio e um negócio num sucesso económico.

Perguntarão os meus caros leitores o que é que uma coisa tem a ver com a outra. Respondo que tem e muito.

É do conhecimento geral que alguém bem sucedido profissionalmente, na maioria das vezes, também o está a nível físico e, subsidiariamente, no âmbito da saúde. Não é por acaso que a maior parte das pessoas, onde, aliás, infelizmente, me incluo, não sabe tirar partido de todas as oportunidades que existem para aumentar o seu desempenho activo – profissional, familiar e afectivo -, os seus rendimentos financeiros ou planear a aplicação das suas poupanças e, consequentemente, estar de bem consigo próprio.

publicado por Hernani de J. Pereira às 14:14
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Janeiro 12 2012

Quando chega a hora de classificar a mulher, só existe uma certeza: não é tarefa fácil, bem pelo contrário. Podemos tentar pela cor: loura, âmbar, dourada, cristalina, amarela, morena, negra, etc., todas elas variando entre o muito claro e o escuro. Mas podemos tentar lá ir pelo odor: aromática, perfumada, frutada, floral, resina, noz, cereais, caramelizada, torrada, sabão simples, entre tantas outras. Podemos ainda alargar o leque e tentar pelo sabor: doce, ácida, salgada, amarga, adstringente, metálica, etc. Ou ainda pelas formas: alta, baixa, pequena, rechonchuda, magra e …

E podíamos continuar a utilizar dezenas de adjectivos para qualificar cada uma das peculiaridades dos diferentes tipos de mulher, mas o propósito não é esse. Mais que enumerar exaustivamente todas as variedades que existem – ainda que o quisesse fazer não teria espaço em todo este blog – apenas quero mostrar que uma mulher não é somente uma mulher.

A mulher é um “produto” milenar que evoluiu ao longo dos séculos e cuja originalidade está nas combinações de ingredientes, suas quantidades, processos químicos e técnicas usadas na sua formação. É a mistura de todos estes factores que origina tanta diversidade.

No entanto, há uma forma mais fácil, e aceite pela larga maioria dos homens, que serve para diferenciar a mulher: classificá-la consoante se a ama ou não. E isto é independente da sua forma, beleza, raça ou credo. Mesmo para aquela cuja beleza, pelos padrões estereotipados, claro está, não foi tida em conta na hora do seu nascimento, relembro o que diz o ditado: quem ama o feio, bonito lhe parece.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:46
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Janeiro 11 2012

Como diz o ditado, não há fome que não dê em fartura. Com toda a certeza, os que habitualmente passam por esta página, estão recordados que, por diversas vezes, aludi ao facto da quase ausência de informação que chega aos docentes. Aliás, também tive oportunidade de realçar, cara a cara e de viva voz, tal facto.

Então, não é que de repente as nossas caixas de correio electrónico são inundadas – é certo que, na maior parte das vezes, com assuntos menores – com as mesmas informações provenientes de várias fontes! É a direcção ou os seus adjuntos, são os coordenadores de estabelecimento, são os coordenadores de departamento e até os representantes de grupo, todos a enviar a mesma instrução e/ou esclarecimento.

É caso para dizer: caramba, organizem-se!

Numa ronda atenta pelos dicionários de bom português escrito, o termo charme aparece invariavelmente associado a sedução ou encanto. Pois, então, quais são os parâmetros e os critérios sedutores e encantadores que uma escola poderá seguir e colocar em prática para fazer jus a esta palavra tão cara?

Bem, segundo parece, para os actuais corpos gerentes, quer sejam de topo ou intermédios, tal passa pelo envio de emails

Contudo, esquecem-se que, para alcançar aquele, antes de mais, há que apostar na diferença e evitar a banalidade, a todos os níveis: serviços personalizados, mas sempre discretos, máxima higiene, decoração cuidada e original, dando especial atenção aos detalhes, cumprimento escrupuloso dos horários, com uma especial relevância para a presença constante, investimento em novos equipamentos (móveis e/ou imóveis) e, sobretudo, oferta de uma panóplia abrangente de opções que complementem quem mais e melhor trabalha, por muito subjectivo que este conceito possa ser. Pelo menos estes, entre tantos outros requisitos.

Desde cedo, aprendemos a crescer escolhendo os melhores caminhos. Por isso, a minha recomendação passa por conhecer esses mesmos trilhos e depois ter a coragem de não se desviar.

É certo e sabido que, entre alguns pseudo-entendidos na matéria, se tornou comum acharem que escolas ditas banais se podiam promover encostadas ao sinónimo da sedução e encanto, bastando, para isso, a existência de, por exemplo, um sorriso constante e um não levantar de voz, bem como a assinatura de um ou outro expert para ascenderem ao estrelado.

A verdade é que o tempo desmente tal e, como não podia deixar de ser, a desilusão acentua-se.

publicado por Hernani de J. Pereira às 23:49

Janeiro 10 2012

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Todos já ouvimos esta verdade máxima! Contudo, em matéria de prazer esta não tem de ser uma verdade universal para quem entra no Outono da vida. Sim, bem sei, que existem mitos impostos culturalmente que acabam por determinar comportamentos. Cabe-nos, porém, não nos deixarmos vergar.

E, tal como diz o ditado, para grandes males, grandes remédios. Certo de que não podemos esquecer de que à medida que a idade avança, as necessidades vão decrescendo, também não deixa de ser verdade que, com equilíbrio e bom senso, existem imensos casos em que o passar dos anos não patenteia diferenças significativas. Aliás, por vezes, até se verifica o inverso.

Assim, há que encarar esta nova fase da vida como tempo de alegria e de colheita e, sobretudo, com um sorriso nos lábios. Segundo alguns estudos, à medida que os anos passam o usufruto do deleite não é uma miragem, bem pelo contrário, principalmente, porque não tem contra-indicações, o que, só por si, já é uma enorme vantagem.

Por outro lado, está absolutamente comprovado que, neste âmbito, ao não nos deixarmos prematuramente “morrer”, aumentamos a auto-estima, assim como o bem-estar físico e mental.

O grande problema é quando estamos motivados para a auto-promoção de uma pretensa qualidade de vida física, marca que acresce à própria vertente lúdica, esquecendo outros fomentos e promessas. Quando assim acontece, com toda a franqueza, não existe envolvência que nos valha e os constrangimentos são o pão-nosso de cada dia.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:44
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Janeiro 09 2012

A análise dos reais problemas do país continua, pela generalidade da imprensa, pelos comentadores e, sobretudo, pelos políticos - da baixa política, entenda-se -, a ser relegada para segundo plano. Infelizmente, é dado relevo ao sound bite, à política-espectáculo, em claro detrimento da discussão séria sobre o modo como sair desta crise que tanto nos atrofia e, mais grave que isso, sem querer parecer catastrofista, parece que nos vai matando pouco a pouco.

A última farsa que estalou, que tanto brado tem dado na comunicação social, prende-se com a maçonaria, algo que trespassa todos os partidos, incluindo o PCP, como bem lembrou António Arnaut – maçom assumido e que já foi presidente de um dos seus ramos -, apesar do secretário-geral deste partido ter jurado, a pés juntos, que nada disto tem a ver com os comunistas.

De qualquer forma, independentemente de aceitar plenamente que cada um é livre de professar os seus ideais e praticar o seu credo, desde que não coloque em causa os pilares do regime democrático e do estado de direito, é triste verificar que somos governados por “irmãos” de uma qualquer organização secreta. Note-se que nove em cada dez deputados são geridos por maçons, pois, de acordo com as notícias vindas a público, os líderes parlamentares dos três maiores partidos seguem e praticam esta tendência filosófica.

Tal como não concordo com o secretismo de algumas tendências religiosas como, por exemplo, a Opus Dei, a qual, em tempos, também me convidou – friso, para que fique bem claro, a palavra convidou - a assistir a algumas das suas celebrações litúrgicas, igualmente desprezo a total privacidade, para não dizer ocultismo, de que enfermam as lojas maçónicas.

Agora, o que acho mesmo caricato é, para além do “ventalinho” estar na moda, o facto de estas irmandades arrastarem a política ainda mais para as ruas da amargura – se é que isso é possível(!) – quando os seus ideais são, segundo afirmam, os mais nobres, ou seja, acreditar em um princípio criador, ter boa índole, respeitar a família, possuir um espírito filantrópico e o firme propósito de tratar sempre de ir em busca da perfeição, aniquilando seus vícios e trabalhando para a constante evolução de suas virtudes.

Então, alguém acredita num político, seja ele deputado, presidente de câmara, governante, ou detentor de outro cargo qualquer, que horas antes argumentou com o seu adversário partidário, chegando, inclusive, imensas vezes, ao insulto mais soez, e a seguir, em cerimónia inundada de salamaleques, vénias e beijos em ambas as faces, o abrace e o trate por irmão? E alguém dá credibilidade a um dirigente que, em meio totalmente privado, discuta o futuro do país com outros “irmãos” que, à priori, professam, pelo menos publicamente, outro modo de estar na política, i.e., que percorrem ideologias complemente antagónicas?

Haja ética e termine-se com o secretismo seja de que índole for.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:09
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Janeiro 06 2012

Esta é uma época em que a frustração, de certo modo, é a palavra que está na ordem do dia. Enfim, “é um tempo em que a cultura se tornou consumo e o consumo virou cultura”, como bem escreveu Boaventura Sousa Santos, académico de quem, aliás, não gosto.

Assim, nos inícios de um novo século podemos dizer que as grandes questões já não se centram na ética e muito menos na moral, para não dizer nos bons costumes, mas, cada vez mais, em escolhas que, por estarem dependentes do individual em detrimento do conjunto, são de duvidosa classificação.

Num país que transformou a facilitação em facilitismo, é bom que se repare como se está a propagar a ideia de quem não tem medo de dizer que o rei vai nu está a mais, como se dificultam enormemente os processos de avaliação … e como, no mesmo momento, se entrega a quem não tem a mínima preparação aquilo que deveria ser eternamente do domínio de quem domina a matéria.

Vivemos uma insustentável desarticulação entre políticas económicas, educativas e culturais. Não percebemos sequer a quem cabe regular e promover a salvaguarda activa das nossas melhores tradições; a quem cabe a preservação e ascensão da melhor instrução – atenção que, por desígnio próprio, não aludo a educação – e onde cada direcção se encerra cada vez mais nos seus limites ou reduz fronteiras do seu próprio território.

Como em tudo na vida, os grandes dramas sociais surgem hoje, como, aliás, sucedeu ontem e se afirmará amanhã, de fronteiras entre o bem geral e os meros interesses individuais. Por isso, tem toda a lógica discutirmos um novo tipo de desenvolvimento onde o verdadeiro mérito não se transforme em travão absurdo, mas, pelo contrário, possa constituir-se como motor de outra forma de (re)construir o futuro.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:30
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Janeiro 05 2012

Anda por aí uma polémica sobre uma eventual demissão em bloco dos actuais directores e respectivos adjuntos face à forma “negativa, subjectiva e injusta” da sua avaliação respeitante ao biénio 2009/2011.

Aludem ainda que, para além da “avaliação não ser a adequada a quadros dirigentes da administração escolar” – e os outros, pergunto eu, como nada soubesse sobre estas coisas? – aludem “ao excesso de trabalho e, sobretudo, que ganham pouco tendo em conta as enormes responsabilidades que lhe são assacadas”. Outros ainda – poucos, como é óbvio – até vão mais longe e dizem-se saudosos das salas de aula. (Deixem-me rir!)

A busca pelo excelente e muito bom extravasou fronteiras e quebrou o bom senso. Muitos deles provaram do próprio fel, sem que, infelizmente, se tivessem dado conta. Lamento.

Para além de não acreditar na demissão de um que seja e muito menos me condoer por, quanto muito, ver lágrimas de crocodilo, bem gostaria de ver tal gesto consubstanciado na prática.

Já agora, falta muito para passarem da palavra ao acto?

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:59

Janeiro 04 2012

O mal-estar de quem não consegue ganhar nas urnas, mas faz das ruas vitórias, aí está! Ontem, hoje e amanhã, os barómetros dos opinion makers do costume registavam, registam e vão registar a pior das tormentas e, como é óbvio, na concepção daqueles, a tendência será para piorar. Este ano, para além do frio, sente-se uma “humidade” incomodativa que a quase todos tolhe e mais acentua o confrangimento que a dureza que os tempos que correm, já por si, exponencia.

Todavia, quando as pessoas, algumas delas com inteira razão, se queixam, ouvem-se de certos (i)responsáveis comentários do género : “não olhes para o passado, pois isso nada importa! Luta e trespassa tudo, nem que seja a ferro e a fogo!” Todavia, esquecem-se, demagogicamente, de acrescentar que, muitas vezes e em larga medida, muitas delas tenham sido causadoras do estado a que chegámos. Aliás, como poderiam agir de outro modo, já que ajudaram a conduzir o “rebanho”

Depois existem os que se encontram do outro lado da barricada. Falo, por exemplo, do grupo Jerónimo Martins, proprietários, de entre outros, do “Pingo Doce” e “Recheio”, o qual, à semelhança de outros, por motivos meramente económicos e anti-patriotas, muda a sede do respectivo empório económico para um país com uma tributação fiscal mais baixa, esquecendo-se que a superação da presente crise deve ter o contributo de todos.

Estes, nestes momentos, são capazes de perguntar: “como podem ter frio? Sinceramente, nós não sentimos frio algum!” E, ainda por cima, com o maior dos despudores, são capazes de rematar com a pérola das pérolas: “como podem ter frio num país como o nosso onde, quase sempre, um bonito sol brilha?”

É nestas alturas que uma pessoa ouve, abre a boca de espanto e diz para consigo: belisquem-me pois devo estar a sonhar. Não pode ser verdade o que estou a ouvir!

 

Adenda: Num outro âmbito, i.e., fora do registo anterior, quero acrescentar que o sossego acabou. Ponham-se a pau, pois, mais cedo ou mais tarde, o vendaval virá. Não se esqueçam que quem vos avisa amigo é!

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:46
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Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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