O meu ponto de vista

Dezembro 30 2011

 

Nesta altura do ano recuso-me a falar do aprofundamento das nossas dificuldades financeiras que nos levaram a uma situação de pré-bancarrora, tal como não quero fazer qualquer alusão a todo um sector de economia em enorme crise, com a consequente encerramento de milhares de empresas e dezenas de milhares de emprego que se encontram ameaçados.

O que quero, sim, é dar uma contribuição, por pequena que seja, para desatar o nó deste catastrofismo que diariamente nos entra casa dentro – eliminar é irrealista, mas reduzir é possível –, incentivando, deste modo, o optimismo e, assim, fazer fé no futuro.

É fácil? É evidente que não. Todavia, o acabrunhamento que vemos estampado, nos últimos tempos, no rosto da maioria dos portugueses também não nos leva a bom porto. Sorrirmos, por muito que a alma nos doa, é fundamental.

Por isso, dando valor a pequenos/grandes gestos, desejo

BOM 2012

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:55
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Dezembro 27 2011

A questão da culpa que morre sempre solteira é um tema recorrente da nossa linguagem mediática, e mora, no que mais directamente nos atinge, em quem vendeu vales de caixa de caloteiros como produtos financeiros de primeira qualidade.

Nós, em tempo útil, devíamos ter desconfiado – concordamos todos que bem avisados fomos – desses cantos de sereia, muito mais tóxicos que milagrosos, mas prevaleceu o pecado mortal da gula, próprio de quem pensa que as árvores crescem até ao céu.

Em boa verdade, nem as árvores crescem até ao céu, nem um vale de caixa significa que o valor nele declarado irá ser reposto e no prazo prometido. Qualquer merceeiro de aldeia sabe disso e não cai no velho conto do vigário

Não obstante os avisos, foi isto que o PS, durante seis anos, nos andou a fazer. Permitimos que nos vendesse ilusões sem qualquer cobertura da realidade e, convertidos a essa nova religião que se costuma designar por consumismo, deixámo-nos encantar. Como é óbvio, hoje, sem qualquer outra solução – a troika dixit - pagamos todas as dívidas e com língua de palmo.

E alguém que todos bem conhecemos, em vez de andar a passear pelas margens do Sena e admirar os Champs Elysées, devia, sim, estar a responder perante o tribunal.

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:42
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Dezembro 23 2011

 (Tríptico em marfim de autor desconhecido - Séc. XIV)

- Museu do Louvre -

  

Atravessamos um momento crucial. É tempo de fazer “RESTART” nas ideias, nos comportamentos, nos valores e, sobretudo, nas acções. É neste contexto que nos devemos assumir, cada um de acordo com as suas mais-valias, como catalisadores de redes de colaboração, porque acredito que, para se aproveitarem as oportunidades, é vital partilhar experiências.

E apesar de saber que existem autênticas “ilhas” de excelência, há que avançar com a generalização no comprometimento da cooperação e, principalmente, da doação.

Assim, porque muito mais importante que o dar é a forma como se dá, e tendo em conta que cada dia deve ser  um novo encontro com o Deus feito Menino, aqui deixo os mais sinceros votos de

FELIZ NATAL

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:10
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Dezembro 22 2011

Ser detentor de uma licenciatura há muito que deixou de ser garantia de plena empregabilidade. As estatísticas há muito que o comprovam e agora voltam a reforçar esta certeza.

E ninguém tem dúvidas, pois é nas habilitações mais altas que o desemprego faz mais vítimas, fundamentalmente naquelas que dão acesso à carreira docente. É que, regra geral, os postos de trabalho que se criam nesta conjuntura adversa são de baixa qualificação e diminutos salários.

Vêm estas palavras a propósito das declarações de Passos Coelho sobre a hipótese de trabalho que os professores futuramente terão, ou seja, aqueles que não pertencem aos quadros, terão de emigrar. Comungando com a ideia de que nem tudo o que é verdade se deve dizer publicamente, principalmente por alguém que ocupa o lugar cimeiro da governação do país, manda a verdade que se diga que também não existem outras opções. Aliás, tal já acontece - e há bastantes anos - com engenheiros, gestores, economistas, enfermeiros, entre outras profissões de topo, sem que tenham havido quaisquer manifestações de condenação.

O azar do primeiro-ministro, no caso dos professores, é serem “liderados” por uma estrutura que “não brinca em serviço” e, por isso, aproveita todos os casos para, desavergonhadamente, explorar até à exaustão, e de forma demagógica, algo que não tem alternativa. Ou melhor, alternativa existe: é ir ao encontro daquilo que se passava na ex-URSS - e ainda presentemente acontece em Cuba - em que todos os trabalhadores eram funcionários públicos, mas pagos com simples senhas de racionamento.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:53
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Dezembro 20 2011

Morreu no sábado passado, apesar de somente ontem ter sido noticiado, o querido líder da Coreia do Norte, Kim Jong-il.

Sei, de fonte segura, que na Soeiro Pereira Gomes vai um autêntico vale de lágrimas. Despojados de tão grande referência choram desalmadamente e não há quem os console. Então, para Bernardino Soares, líder parlamentar do PC, o qual, em tempos, afirmou não haver país mais democrático que a Coreia do Norte, não há perda maior.

E tal como fez Hugo Chavez e o Irão, o PCP apresentou “as mais sentidas condolências ao povo norte-coreano”, ao contrário do que fizeram os comunistas espanhóis e franceses. Sintomático!

Resta-lhes, vá lá, um lenitivo. A Kim Jong-il sucede-lhe o seu filho mais novo, Kim Jung-un, tal como aquele já tinha sucedido a seu pai, cumprindo a melhor tradição dinástico-comunista.

publicado por Hernani de J. Pereira às 18:02
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Dezembro 16 2011

Quem não se lembra, nas inúmeras reuniões em que os docentes são flagelados, da discussão e análise das designadas competências? Era competências para aqui e para ali, horas intermináveis de verborreia, sabendo, os que nunca estiveram com o “eduquês”, de que tais serviam fundamentalmente para acentuar a incompetência.

É o ponto final na matriz definida para o ensino básico pelos governos socialistas de António Guterres, essencialmente guiados pela mão de Ana Benavente, alguém que deveria ser condenada à prisão perpétua, por tanto mal ter feito ao ensino em Portugal.

Primeiro desaparecerem as áreas curriculares não disciplinares e agora um despacho do actual ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, põe fim à vigência do documento Currículo Nacional do Ensino Básico - Competências Essenciais, que desde 2001 foi assumido como a referência central para aquele nível de ensino. As "metas curriculares" que substituirão aquele documento irão ainda ser elaboradas.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:43

Dezembro 15 2011

Facilitar o despedimento pelo mau desempenho – sublinho mau desempenho - profissional é fundamental, mas tal não basta para reanimar o mercado de trabalho. Pôr cobro à impunidade de certas pessoas que quanto muito trabalham nos primeiros tempos e depois mantém-se anos a fio praticamente sem fazer nada, jogando com a morosidade, senão com a cumplicidade, da justiça, é importante, mas não chega.

É preciso erradicar essa doença, que se traduz na ocupação ilegítima de um posto de trabalho alheio. Aliás, alguns daqueles, após uma já longa e ilegítima ocupação, ainda sugerem e aceitam “luvas” para deixarem aquilo que ocupam “ilegalmente”.

A empresa não só fica sem o produto do trabalho que acordou, como ainda terá de vestir a pele de uma empresa insensível, que interpõe processos de despedimento contra um empregado, supostamente frágil, na imagem que consegue fazer passar, mesmo que a realidade seja muito diferente.

Por isso, agilizar o despedimento por justa causa, neste contexto, é fundamental. A lei, como é óbvio, terá de contemplar os cuidados sociais que estas situações possam implicar, mas longe pretender ser um mecenas, uma vez que o Estado – no fundo, todos nós – não deverá ter obrigação de cuidar de quem não quer trabalhar.

Também é certo que não basta solucionar este problema, pois subsiste outro – igualmente inibidor do desenvolvimento do país -, neste caso um problema de injustiça fiscal detectável. Por exemplo, como é possível solicitar o pagamento do IVA mesmo quando comprovadamente a mercadoria vendida não foi sujeita a qualquer pagamento? Quantas vezes a empresa, para além de perder o que vendeu, já que não lhe pagam, ainda tem de desembolsar aquele imposto?

Como é evidente, tudo isto para que os verdadeiros trabalhadores, os que esperam anos e anos por uma oportunidade, sobretudo os jovens, vejam, enfim, a luz ao fundo túnel.

Já agora, não se pense que este texto diz apenas à iniciativa privada. O emprego público deve estar sujeito às mesmas regras, pois o emprego para toda a vida deve ser entendido como “chão que já deu uvas”.

Por fim, bem sei que, pelo teor do presente texto, mais uma vez, vou ser crucificado pelos pseudo-esquerdistas. Não obstante, continuarei a escrever o que realmente penso ser o melhor para o país.

 

P.S. – De acordo como DN de hoje, o presidente dos “mouros”, Luís Filipe Vieira, durante o almoço de Natal do clube, levantou-se da mesa onde estava sentado e dirigiu-se ao palco para fazer o tradicional discurso, sendo, no caminho, atacado pela águia Vitória. A mascote do clube prendeu as garras ao casaco de Vieira, que se virou para trás e, olhando nos olhos da Vitória, soltou um "Ai, Ai" reprovador.

Mas porque é que tal facto não me surpreende? E tenho a certeza de que um dia destes acontecerá algo bem pior! Ou melhor, quem sabe?

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:15
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Dezembro 14 2011

Há homens que, por muita apetência que tenham, jamais chegarão a ser alguém. E, apesar da sofisticação que afirmam possuir, do ar humilde ou aristocrático que, ao se cruzarem connosco, ora apresentam, ora não, do ar sobranceiro que, certas vezes, denotam, por muito que o disfarcem com um comportamento pseudo-democrático, tudo não passa de fogo-fátuo. O saber ser dá muito trabalho e não é por aí que lá vão. Por dentro a vacuidade quase total, externamente ostentam serem uns senhores.

Outra característica é de estarem sempre à volta do poder, servindo-o independentemente da cor. A vacuidade, de que no fundo são formados, leva-os a rastejar, nem que seja por um lugarzito ao sol. No entanto, verdade seja dita, sabem-no fazer com toda a elegância e discrição. Aliás, não é por acaso que enganaram e continuam a enganar meio mundo. Todavia, por vezes, conseguem ter rasgos de coragem, como a seguir são perfeitamente capazes de não se importarem de prestar vassalagem a quem quer que seja. Tudo depende das conveniências do momento.

O charme, que ainda acham possuir, há muito que começou a rarear, pois a idade não perdoa, criando uma insegurança tal que lhes acentua o nervosismo, levando-as ao riso fácil e à adulação quase constante. Têm-se em tão grande conta que não admitem que haja quem não goste.

Por outro lado, a frustração pessoal e profissional, aumenta-lhes, de modo exponencial, o ar desmotivado a que, diga-se em abono da verdade, desde sempre deram provas, por muito que, durante algum tempo, qual canto de sereia, consigam iludir este e aquele.

publicado por Hernani de J. Pereira às 23:25
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Dezembro 13 2011

Por muitas razões de queixa que tenhamos – e a verdade é que as temos – não é menos verdade ser raro aquele que não se orgulha de ser português. E quando indagados se desejaríamos trocar de nacionalidade, uma esmagadora maioria responde que não, acrescentando desejar orgulhar-se, cada vez mais, de ser português.

Porque essa é a missão dos nossos governantes e também nossa – cada um à sua medida, como é óbvio – há que, em cada dia, oferecer o melhor de si, dando asas ao admirável poder da sua imaginação e capacidade de inovação.

Todos reconhecemos que possuir tecnologia, fundamentalmente de ponta, não basta. É necessário usá-la, transformá-la em produtividade – muito distinto de passar muitas horas no emprego -, reinventar a forma como é usada e, sobretudo, convertê-la em valor acrescentado.

Ora, para que tal aconteça é fundamental ter atitude, ambição e irreverência. E para aqueles que questionam a capacidade de mudança de Portugal, desafio-os a conhecer o que de bom existe de Norte a Sul do país, onde nos habituámos – eu inclusive – a falar apenas da crise e a publicitar a mediocridade, menosprezando o que de bom se vai fazendo diariamente.

Mais do que nunca, torna-se imprescindível entender a forma como estamos perante a vida: resignados ou de cabeça levantada. Relembrando que perder uma batalha não é sinónimo de perder a guerra, há que compreender que o nosso crescimento pessoal não pode ter barreiras, uma vez que o mesmo tem um papel fulcral na evolução da sociedade e, consequentemente, na dinâmica do país.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:01
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Dezembro 12 2011

O ME divulgou hoje a sua proposta de revisão curricular, da qual, apesar de saber que merece um estudo mais aprofundado, se pode destacar o seguinte:

  • fim da Formação Cívica (FC) em todos os níveis de ensino;
  • Educação Visual e Tecnológica dá origem a duas disciplinas: Educação Visual (EV) e Educação Tecnológica (ET), leccionadas por um só professor;
  • a EducaçãoTecnológica alterna com Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no 2º CEB;
  • no 2º CEB passará a ser obrigatório a frequência de Inglês;
  • prestação de maior apoio ao aluno, através da oferta de apoio diário ao estudo no 2.º ciclo;
  • aposta no conhecimento estruturante, mantendo o reforço da Língua Portuguesa e da Matemática;
  • eliminação do desdobramento em Ciências da Natureza, no 2.º CEB;
  • aposta no conhecimento científico através do reforço de horas de ensino nas ciências experimentais no 3.º CEB;
  • alteração do modelo de desdobramento de aulas nas ciências experimentais do 3.º CEB, através de uma alternância entre as disciplinas de Ciências Naturais e de Físico-Química;
  • fim das TIC no 9º ano;
  • reforço da carga horária a História e a Geografia do 3º CEB;

Numa primeira análise direi que o fim da FC não estranha ninguém. Aliás, há muito que devia ter terminado.

No que concerne à alternância, no 2º CEB, entre ET e TIC espero para ver como se poderá operacionalizar tal.

Por outro lado, gostaria que me explicassem como é possível reforçar, no 2º CEB, o ensino de LP já que o número de horas finais se mantém.

Depois, a proposta alude, ainda no 2º CEB, a 5 horas para Apoio ao Estudo. Todavia, este é facultativo para os alunos, o que, na prática, quer dizer que tal será dado no início ou no fim do bloco da manhã ou da tarde, desmotivando a inscrição daqueles. Como não haverá, certamente, penalização para a não assuidade por parte dos discentes, muitos professores chegarão a meio do ano com a sala vazia.

Quanto ao 3º CEB a proposta refere que deixa de existir a possibilidade dos alunos no 9º ano poderem escolher uma das três áreas de expressão artística e técnica que tiveram nos dois anteriores anos, ou seja, terão apenas EV. Sabendo, de antemão, que vou ser acusado de puxar a brasa à minha sardinha, isso não me impedirá de dizer que não concordo com tal. Quando a maioria dos discentes, entre as três ofertas, de um modo inequívoco optam por ET, como ainda este ano aconteceu, retiram-lhes essa possibilidade?

Uma última nota: afinal tanta especulação para nada. Quase me apetecia dizer que a montanha não pariu um rato, mas sim uma formiga e, ainda por cima, pequena.

Voltarei, com toda a certeza, a este assunto.

 

Adenda: tal como se sabe que colocar mais dinheiro num determinado problema não é a solução para o mesmo, também dar mais horas à disciplina A, B ou C não resolve, per si, a dificuldade de aprendizagem das mesmas.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:23

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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