O meu ponto de vista

Setembro 19 2011

Nem sempre a conseguimos encontrar, é certo, mas diz-nos a experiência que a melhor opção, tanto na vida familiar como profissional, é aquela que antecipa e previamente supera os problemas, ainda que estes, muitas vezes, nem se sonhe que estão em vias de surgir.

Esta regra, válida para qualquer actividade e/ou situação, deve estar permanentemente presente e, por maioria de razões, em momentos como o actual, o qual exige o melhor de todos nós. Num mundo globalizado, a capacidade de acautelar e superar as adversidades faz toda a diferença, chegando, inclusive, a evitar a linha fatal da sobrevivência.

O que hoje se aceita com naturalidade, indo ao cúmulo de criticar quem não o faz, como sejam a racionalização e rentabilização dos escassos recursos humanos e materiais – fotocópias, iluminação, aquecimento, higiene e limpeza, entre tantos outros gastos -, procurando fazer mais e melhor como menos, em tempos passados, mas não muito distantes, pessoas houve, felizmente não todas, que se “levantaram com o santo e com a esmola” contra tal política, numa nítida atitude de oposição pela oposição, sem olhar ao estado do país, sem quererem saber o que o mais ignorante em matéria de finanças diria, diz e dirá: “não poderá haver investimentos – leia-se construção de anfiteatros, apetrechamento de meios técnicos, contratação de pessoal, etc. – se não houver poupança”.

Ressalvando algumas diferenças, que, como é óbvio as há, qualquer organização em geral, e a escola em particular, deve ser gerida como a nossa casa. Se ganhamos 100 e gastamos a totalidade em alimentação, em futebóis, em cafés e restaurantes, em roupa de marca, e em demais futilidades, numa óptica de quase puro consumismo, como é bem de ver, jamais conseguiremos comprar uma nova TV, fazer esta ou aquela obra de reparação, ir de férias aqui ou acolá e muito menos comprar um carro. A mais elementar lição de economia diz-nos que só podemos almejar um nível de vida superior se pouparmos. A não ser que tenhamos uns progenitores ricos ou uns tios sem herdeiros directos.

E se, naquela altura, em vez de obstaculizarem, tivessem tentado disseminar a ideia, não tenho a menor dúvida que hoje o país não estava no “buraco” em que se encontra ou, pelo menos, não era tão grande, não necessitando, por isso, de cortes em vencimento e subsídios, bem como dispensaria o aumento de impostos.

publicado por Hernani de J. Pereira às 15:18

Setembro 16 2011

Como o nosso bom povo costuma dizer, tudo o que é de mais é impossível de aguentar. É o que se passa com a Região Autónoma da Madeira, onde novo “buraco” financeiro foi descoberto, ou seja, para além dos 568 milhões de euros em dívida anteriormente sabida, relativa ao ano corrente, soube-se hoje que, afinal, o calote contempla mais 1113 milhões de euros concernentes aos anos de 2008 a 2010, obrigando a rever os valores dos respectivos défices, conforme divulgado pelo INE e Banco de Portugal. E se ficarmos só por aqui!!!

Irra, já basta de tanto desconchavo. Já não chegava a imprensa internacional dizer, recentemente, tanto mal de José Sócrates – e com razão – para agora ouvir o mesmo do PSD-Madeira?

Ora, se quem não deve não teme, também não é menos verdade de que quem deve cada vez mais, quem fura todas as normas e regulamentações, para além de se colocar fora da lei, é perigoso e indigno de confiança, quando ainda por cima o faz uma, duas, três … contínuas vezes.

Se ninguém pode acusar Alberto João Jardim se aboletar de qualquer importância, o certo é que é fácil para qualquer um fazer obras, por muito caras e ostentosas que sejam, se houver alguém que, mais cedo ou mais tarde, as pague, ou seja, no dizer daquele político, os cubanos do continente.

Por isso, o actual governo só tem uma hipótese: não pactuar com mais este grave dislate e, assim sendo, deve colocar, de uma vez para sempre, a Madeira na ordem. Caso não queira submeter-se à legalidade, deixando para sempre de ultrajar todos os restantes portugueses, só veja uma solução: peçam a independência. Por minha vontade há muito tempo que a tinham.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:22

Setembro 15 2011

Não existem fórmulas fixas em relação aos princípios da harmonia entre as pessoas. De um modo geral, as denominadas pessoas indiferentes têm uma melhor receptividade, sobretudo a partir da fase adulta. Ora, isto fica-se a dever, por um lado, ao universo daquelas se encontrar arredado de informações, interpretações e acções problemáticas, levando a ter uma forma de agir pouco exigente, por outro, à medida que vão “crescendo”, apresentarem, quase que sofregamente, uma tendência para a procura de ambientes repousantes, bem como de se organizarem mentalmente de um modo neutralizante.

Todavia, existem posturas contemporâneas que pelo seu objectivo de (des)equilíbrio (des)concordante não se ausentam e muito menos receiam a (des)armonia. Colocar valores intensos debaixo de uma capa de savoir faire não é a medida acertada, uma vez que tal vai provocar, mais cedo ou mais tarde, um forte contraste, quer seja através da forma, do volume, da escala e até da textura.

Não é por acaso que se diz que existem silêncios que agridem tanto com certas palavras e acções.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:21
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Setembro 14 2011

Já quase tudo foi dito sobre o novo modelo de avaliação de desempenho docente (ADD). Que é

  • menos burocratizante, pois elimina definitivamente o recurso a documentos verdadeiramente redundantes, como seja, de entre outros, a comprovação das designadas evidências;
  • mais simples, uma vez que a avaliação efectivar-se-á somente no final de cada escalão e não de dois em dois anos como até aqui;
  • mais justa, por via da avaliação externa e pelo facto dos avaliadores obrigatoriamente terem de pertencer a escalões superiores ao avaliado, acabando com as situações de concorrência de interesses;
  • positiva, já que deixa, no caso dos docentes do quadro, de ter efeitos sobre a graduação profissional para efeitos de concurso;
  • progressiva, uma vez que permite a todos os docentes, com a classificação mínima de bom, alcançarem, em tempo útil, o topo da carreira,

já todos sabemos.

O que desconhecemos é o verdadeiro motivo que levou a Fenprof a não assinar o acordo com o ME, quando há um ano subscreveu, com Isabel Alçada, um modelo de ADD muito mais gravoso. Aliás, desconhecer não será a palavra exacta, já que todos bem sabemos que tal se deveu apenas e somente apenas a motivos de agenda política.

Já agora, lamento que o ME tenha cedido na questão da avaliação dos docentes posicionados nos três últimos escalões. A proposta original era, sem sombra para dúvidas, aquela que melhor servia os interesses da educação e, sobretudo, o erário público. Estes docentes – a maior parte com trinta ou mais anos de serviço – não necessitam de provar o que quer que seja. Isto sem invalidar o raciocínio de que existem docentes menos bons em qualquer escalão.

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:51
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Setembro 12 2011

Jesus contou uma parábola aos discípulos: «Pode um cego guiar outro cego? Não cairão os dois num buraco?

Nenhum discípulo é maior do que o mestre; e todo o discípulo bem formado será como o seu mestre.

Porque olhas para o argueiro que está no olho do teu irmão e não prestas atenção à trave que está no teu olho?

Como é que podes dizer ao teu irmão: "Irmão, deixa-me tirar o argueiro do teu olho", quando não vês a trave no teu próprio olho? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e então verás para tirar o argueiro do olho do teu irmão». (Lucas, 6, 39-42).

 

Vem esta passagem da Bíblia a propósito de mais um ano lectivo que agora se inicia. Um ano antecipadamente condenado a ser um ano de reabilitação da escola pública, processo sem o qual seremos incapazes de regenerar, pela mudança, a educação em Portugal.

Já ninguém duvida que as questões da Educação – formal, informal e não formal – são determinantes para o desenvolvimento económico das populações.

E sem ver apenas argueiros nos olhos dos outros, ao mesmo tempo incapazes de vermos traves nos nossos, temos de saber reinventar soluções para os problemas que afectam o ensino, encontrando paradigmas mais adequados aos novos tempos, na certeza que o nosso futuro passa por um olhar integral sobre a nossa própria realidade.

Os problemas não andam desligados uns dos outros. O exemplo grego é extremamente elucidativo disso mesmo.

Assim, livres de peias teremos obrigatoriamente de fazer mais e melhor com menos.

publicado por Hernani de J. Pereira às 23:34

Setembro 11 2011

Quem acompanhou, como eu, a discussão que, em 2007/08, se desenrolou à volta do actual modelo de gestão dos estabelecimentos de ensino não superior (Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril), sabe que fui dos primeiros a concordar com tal. Essencialmente, por duas razões: primeiro, responsabilizava o director, uma vez que, ao nomear/destituir todos ou quase todos os dirigentes cimeiros e intermédios, deixava de se desculpar dos eventuais insucessos com a ineficácia dos seus mais directos colaboradores; segundo, pelo facto de implementar um órgão fiscalizador, o conselho geral, o qual possuía poderes para, inclusive, demitir o director.

Hoje, porém, face à continuada desresponsabilização por parte das direcções de muitas escolas, bem como a não assunção das competências por parte do órgão máximo, vejo-me na contingência de mudar de opinião e, por isso, pugno pela alteração do regime jurídico de autonomia, administração e gestão dos estabelecimentos públicos da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, facto que, aliás, segundo sei, está nos propósitos de Nuno Crato.

Assumindo-me, cada vez mais, com um pensamento sustentado em três eixos – desempenho, responsabilidade e autoridade -, abraço como desígnio maior responder eficazmente a estas três vertentes. Para isso torna-se necessário proceder a algumas alterações na forma como se organiza a vida dentro das nossas escolas, de modo que os colaboradores assumam diariamente novos desafios e adaptem rapidamente novas formas de trabalhar.

Para alcançar estas metas e responder com qualidade às demandas de um público cada vez mais global e exigente, é fundamental adoptar um estilo de gestão mais inspirador e menos hierárquico, o que não significa menos autoridade. Na essência, trata-se de um modelo de gestão mais focalizado nos resultados.

Ora, para isso, uma das primeiras medidas passa pela forma como são nomeados os responsáveis pelas estruturas de coordenação e supervisão. Estes deverão passar a ser eleitos, de modo a tornar o conselho pedagógico num verdadeiro órgão de gestão, onde o debate seja possível, e não, como acontece actualmente, uma mera câmara de yes man.

Outras alterações, a seu tempo, aqui as reportarei.

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:37

Setembro 10 2011

Na voragem do tempo tudo se consome, tudo passa, tudo se consolida ou desvanece e não é por acaso que se costuma dizer que o tempo tudo cura. Por outro lado, todos sabemos que nada é definitivo e a frase “nunca digas nunca” aí está a prová-lo. E, apesar da nossa memória ser curta, mesmo assim sempre recordamos um ou outro facto, uma ou outra situação, umas caricatas, outras nem tanto, sendo certo, porém, que, por vezes, vale a pena voltarmos ao passado.

Por isso, observando que Kadhafi, outrora o líder todo-poderoso da Líbia e grande amigo do nosso ex-primeiro, se encontra fugido em parte incerta, procurado pelos rebeldes, os quais colocaram a sua cabeça a prémio, lembro o que em finais de Agosto do ano passado, numa visita a Itália, defendeu que o Islão deveria tornar-se, no menor prazo de tempo possível, a religião de toda a Europa, ou seja, ao fim de dez anos todos nós deveríamos adorar apenas Alá.

Afinal, viu-se quem teve de mudar!

Ah, já agora, evocando novamente a aludida visita, diga-se que Kadhafi, num gesto de enorme extravagância que, aliás, lhe era tão característico, enviou 30 cavalos puro-sangue para Itália com vista a que desfilassem numa parada. Como todos vimos recentemente, a sua verborreia, jactância e auto-endeusamento custou-lhe caro. O povo líbio, cansado de tanto vilipêndio, acabou com a demência.

publicado por Hernani de J. Pereira às 00:15
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Setembro 08 2011

Numa altura em que o nosso dia a dia se resume a mais ou menos, ou seja, mais impostos, mais desemprego, mais rareza de qualidade de vida, bem como menos dinheiro, menos subsídios, menos regalias sociais, precisamos urgentemente de um super-homem com fortes poderes económicos, de preferência usando calças pretas, camisa verde e capa amarela, isto é, vestindo as cores da Alemanha.

Todavia, à falta daquele, o esforço necessário para superar as nossas débeis finanças, terá obrigatoriamente de incidir em vários aspectos do nosso quotidiano, nomeadamente no plano do trabalho e respectivo desempenho. Ora, para tal, todos nós, os que se empenham em fazer funcionar esta economia de mercado, temos de nos assumir como super-heróis atentos aos efeitos fatais das nossas kryptonites verdes. Estes fragmentos radioactivos do planeta natal do super-homem, nefastos para este, traduzem-se, no nosso universo, no pessimismo, na inércia e numa crónica atitude demissionária face às vicissitudes conjunturais que temos o dever de combater.

Por isso, superar estes desafios é nossa missão de super-portugueses, sem complexos ou atavios, sabendo, de antemão, que o encargo se resume a acreditar na possibilidade de dar novas oportunidades ao país em que acreditamos.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:13

Setembro 06 2011

Se algo existe que caracteriza a escola de hoje são os grupos de trabalho a que comummente se designa por projectos. Como já anteriormente escrevi, há-os para todos os gostos e feitios. Há até docentes cujo trabalho se baseia muito mais em projectos do que em dar aulas(!!!). Todavia, isso é motivo para outra conversa.

Contudo, o mais importante é reflectir até que ponto esses projectos se enquadram na estratégia da escola, pois basta aceder a pesquisas de sucesso e fracasso na gestão de projectos para entendermos que algo tem de ser modificado. Ou seja, a taxa de insucesso continua a ser muito elevada face à disseminação de más práticas de gestão, Por isso, o desafio passa por gerir projectos com eficiência e eficácia o que nos leva ao conceito de maturidade e nessa matéria ainda há um longo caminho a percorrer.

Uma vez mais, não basta implementar processos e ferramentas para um (des)controle de projectos, uma vez que temos efectivamente de “mudar”. Dando apenas um exemplo, um gestor de projectos, só pode gerir se verdadeiramente tiver autoridade para o fazer e este conceito prende-se com o modelo de gestão e governação das nossas escolas. Gerir uma efectiva revolução de mentalidades e cultura nas nossas escolas, esse é talvez a maior aposta. Mais: será uma aposta para uma geração.

Não basta, na avaliação de tais projectos, elaborar um relatório no final do ano onde se escreve sistematicamente “foram atingidos todos os objectivos”. Há que actuar sob dois vectores: verificar se os responsáveis o foram de forma adequada e garantir que a escola beneficia dos mesmos com vista a que, de uma vez para sempre, usufrua de uma cultura de qualidade.

Finalizando, o importante é haver uma gestão que saiba distinguir. Apartar os bons dos maus, pois agradar a gregos e troianos não é governação é, sobretudo, dirigir ao sabor da maré.

publicado por Hernani de J. Pereira às 23:27

Setembro 05 2011

De alguns anos a esta parte, as mudanças vêm em diferentes formatos e tamanhos. De algumas apercebemo-nos – e (in)felizmente muito bem -, enquanto outras passam quase despercebidas, mas, mesmo assim, com tanto ou mais impacto que as primeiras. O certo é que as mudanças são o que são e sem elas o nosso mundo, na maior parte das vezes, seria um lugar muito aborrecido.

Contudo, em muitas áreas parece que nada acontece. Por exemplo, se tomarmos em linha de conta o que se passa no nosso modo de ser e estar observamos que não existe muita coisa que possamos qualificar de melhoria e muito menos de “inteligente”.

Já agora reparem o que acontecia, até muito recentemente, no chamado mundo da pobreza. Não querendo, de modo algum, ofender as almas de boa vontade, a verdade é que, para muitos portugueses, era de toda a conveniência não ter emprego, tudo fazer para desbaratar os poucos recursos que estavam ao alcance da sua mão, enfim, não lutar por melhorar o respectivo nível de vida e dos seus, uma vez que sabiam que o designado Estado Social(ista), através do Rendimento de Inserção Social e demais quejandos auxílios, ano após ano, lhes valia. Por isso, era perfeitamente normal(!!!) não existir qualquer ralação com o que quer que fosse, uma vez que o dinheirinho no final do mês era certo.

Veja-se, porém, o que presentemente se passa. Hoje em dia, com a recente imposição de um imposto sobre os mais ricos, isto é, aqueles que auferem rendimentos anuais superiores a 153 000,00 euros, e apesar do eventual paradoxo, todos adoraríamos que houvessem muitos e muitos ricos, já que se assim acontecesse o país estaria salvo. O nosso problema, infelizmente, é que, de acordo com os rendimentos declarados, o seu número é tão reduzido que a receita a arrecadar, através deste imposto especial de solidariedade, não irá além de uns míseros cem milhões de euros, no fundo, uma gota de água no imenso oceano das nossas necessidades.

E, ainda por cima, alguns dos mais ricos – leia-se, por exemplo, Américo Amorim – não passam de meros trabalhadores. Caramba, até nisto temos azar!

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:52

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
hernani.pereira@sapo.pt
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