O meu ponto de vista

Julho 31 2011

Mesmo tendo em conta que há quem continue a olhar para os feitos dos outros, desdenhando o seu autor e a própria obra, numa manifestação de iletrismo e, pior ainda, revelando a mais pura das invejas, a verdade é que pessoas existem que apresentam um potencial digno de nota.

Diz-se que os nossos artistas são expostos nos museus londrinos, franceses ou nova-iorquinos e que as suas obras atingem valores astronómicos – pelo menos, tendo em conta o valor da minha bolsa -, bem como muitos dos nossos escritores são traduzidos e imensamente lidos no estrangeiro. As razões de tais sucessos – reconheço-o – devem-se muito mais ao seu poder criativo do que ao incremento por parte dos até aqui responsáveis governamentais, os quais preferiram ter armazém/apartamento em Veneza, para passarem um dias em relaxe, do que investir propriamente em cultura.

Na verdade, neste momento, a nossa imagem não pode ser resumida a algo semelhante à Grécia, pois bem sabemos que o desenvolvimento da nossa sociedade senão prosseguiu - em tempos p.p. bem sabemos que não - há-de prosseguir em bom ritmo em todos os sectores, mas fundamentalmente em torno do sector do ensino – prefiro esta designação à que usa habitualmente, ou seja, educação. Todavia, tal não pode ser independente dos resultados que venham a ser alcançados, pois o sentido das enormes responsabilidades, que pendem sobre os ombros de cada um, a isso obriga.

Nesta ordem de ideias, é com enorme apreensão que se vêm alguns ditames que, de muito perto, nos cercam, onde se nota já alguma prepotência e discricionariedade e, pelo andar da carruagem, com tendência a piorar. Não se esqueçam que quando vemos as barbas do vizinho a arder, devemos colocar as nossas de molho. Alerta, pois!

Voltaremos a este assunto.

publicado por Hernani de J. Pereira às 16:40

Julho 29 2011

Conhecedora do terreno, pouco a pouco, foi construindo a vida em diferentes geometrias, de modo que fossem simultaneamente contrastantes com a paisagem algo inóspita que a circundava.

A sensação de liberdade, transmitida à nascença, nunca a abandonou. Por isso, desde tenra idade toda a sua vivência teve uma organização que se pode classificar como tudo menos linear. Procurando a materialização do anti-paradigma de uma agricultura pobre, pouco mais de subsistência, cedo demandou outras paragens. Contudo, em momento algum se sentiu “desligada” da terra que a viu nascer, mesmo quando imersa nas muitas responsabilidades – profissionais e familiares - que sempre teve.

Se a solidão é, hoje-em-dia, a sua companhia quase diária isso deve-se à reclusão que, por opção, a si própria impôs. Todavia, não é menos feliz. O enfoque quotidiano não está tanto nas comodidades, mas, sobretudo, no impacto das pequenas coisas que vai construindo, assim como na sua pequena biblioteca onde escreve, lê, medita e descansa.

Aprendeu a viver de coisas simples, tirando proveito da multidisciplinaridade à sua volta disponível. A interactividade que imprime ao seu dia-a-dia tem sempre como tema a beleza, ao mesmo tempo frágil e poderosa.

Desiludam-se, porém, aqueles que pensam que tal recolhimento lhe retirou a capacidade analítica e o acompanhamento do que se passa à sua volta. Portadora de uma alma grande, mantém-se atenta ao mundo exterior, contemplando-o e acreditando na sua renovação.

publicado por Hernani de J. Pereira às 11:55

Julho 28 2011

Foi o princípio de tudo! Todos se recordam como tudo começou. A duplicidade de trabalhar como indivíduo mas também como equipa, aceitar e partilhar o processo criativo foi um desafio estimulante. Com muito profissionalismo, enfrentando contrariedades diversas, procurando o melhor conseguiu-se atingir o equilíbrio, obtendo-se, no final, uma sensação de bem-estar e serenidade muito grande.

Sim, é verdade! Procurámos ir sempre além daquilo que estávamos obrigados, proporcionando respostas ecléticas para as questões que nos eram colocadas. Acima de tudo, éramos muito exigentes e apaixonados pelo nosso trabalho. Prezávamos muito a precisão e, para além disso, o rigor.

Colocávamos no nosso trabalho muita emoção. Tentávamos constantemente ser verdadeiros e criar um misto de espectacularidade e simplicidade, sabendo que tais conceitos, numa primeira análise, não combinam. Quando atingíamos tal – e foram muitas as ocasiões – sabíamos que estávamos no caminho certo.

Foi uma experiência incrível, apesar dos erros cometidos. E cometemo-los porque, sem receios ou tibiezas, jamais navegámos ao sabor da espuma das ondas. Bem pelo contrário, sempre enfrentámos as tempestades, pois, já lá diz o ditado, quem não as enfrenta, mais cedo ou mais tarde, acaba por soçobrar.

Não inventámos nada. Apenas trabalhámos muito, pois tínhamos a noção da dimensão do quanto estávamos expostos. Aliás, quando, hoje em dia, se fala tanto em racionalização dos recursos e contenção financeira, é salutar observar que há cerca de seis anos já o praticávamos. Tivemos razão antes do tempo. O presente, e melhor ainda o futuro, reconhece tal.

Acredita, foi um prazer e, sobretudo, foi uma grande honra. Obrigado por tudo.

publicado por Hernani de J. Pereira às 11:30
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Julho 27 2011

A meados deste mês foram divulgados os resultados dos exames realizados no presente ano lectivo. E o que se viu foi uma verdadeira hecatombe, pois, tanto no 9º como no 12º ano, os resultados foram muito abaixo das expectativas, com a maioria dos alunos a apresentar níveis negativos, principalmente às disciplinas de Matemática e Língua Portuguesa. Aliás, diga-se, em abono da verdade, que é necessário recuar catorze anos para se ver algo semelhante.

Claro que li as mais diversas justificações, umas com sentido, outras autenticamente mirabolantes. Todavia, o que eu não vi é a explicação cabal para os milhões gastos no Plano de Acção para a Matemática e no Plano Nacional de Leitura. E já agora, onde pára a excelsitude com que se arvoram muitos dos docentes daquelas disciplinas?

Por isso, não por acaso que continuo a (re)afirmar que o problema do ensino em Portugal não é da quantidade de dinheiro que se possa investir, mas sim na qualidade imprimida, sendo que esta não é, de modo algum, proporcional àquela.

publicado por Hernani de J. Pereira às 14:35

Julho 25 2011

Poucos foram aqueles que, com a entrada de funções do novo governo e uma nova composição da Assembleia da República, não sentissem uma lufada de ar fresco e não absorvessem - não a plenos pulmões, pois, com o clima reinante, ainda faria mal (!) - uma réstia de esperança.

Passado um mês continuamos confiantes, uma vez que, senão todos, pelo menos, boa parte dos ministros têm dado boa conta dos espinhosos dossiers que têm em mãos. Recordo, por exemplo, o ministro Nuno Crato, que, retirando a questão da ADD, sobre a qual já anteriormente me pronunciei, tem falado e aparecido pouco, o que só por si já é uma virtude. Mas, para além disso, tem descomprimido o poder tutelar exercido sobre as escolas, dando-lhes autonomia e simultaneamente pedindo-lhes responsabilidades.

Por outro lado, depois do triste episódio Fernando Nobre vs Presidência da Assembleia da República, ter encontrado em Assunção Esteves a solução para este relevante cargo foi, todos o reconheceram, uma jogada de mestre. Por isso, custa-me imenso ver o que, hoje-em-dia, corre pelos emails caseiros e não só, e que foi publicado no Diário da Assembleia da República, II Série - E — Número 1, de 24 de Junho de 2011:

Despacho n.º 1/XII — Relativo à atribuição ao ex-Presidente da Assembleia da República Mota Amaral de um gabinete próprio, com a afectação de uma secretária e de um motorista do quadro de pessoal da Assembleia da República.

Ao abrigo do disposto no artigo 13.º da Lei de Organização e Funcionamento dos Serviços da Assembleia da República (LOFAR), publicada em anexo à Lei n.º 28/2003, de 30 de Julho, e do n.º 8, alínea a), do artigo 1.º da Resolução da Assembleia da República n.º 57/2004, de 6 de Agosto, alterada pela Resolução da Assembleia da República n.º 12/2007, de 20 de Março, determino o seguinte:

a) Atribuir ao Sr. Deputado João Bosco Mota Amaral, que foi Presidente da Assembleia da República na IX Legislatura, gabinete próprio no andar nobre do Palácio de São Bento;

b) Afectar a tal gabinete as salas n.º 5001, para o ex-Presidente da Assembleia da República, e n.º 5003, para a sua secretária;

c) Destacar para o desempenho desta função a funcionária do quadro da Assembleia da República, com a categoria de assessora parlamentar, Dr.a Anabela Fernandes Simão;
d) Atribuir a viatura BMW, modelo 320, com a matrícula 86-GU-77, para uso pessoal do ex-Presidente da Assembleia da República;

e) Encarregar da mesma viatura o funcionário do quadro de pessoal da Assembleia da República, com a qualificação de motorista, Sr. João Jorge Lopes Gueidão;

Palácio de São Bento, 21 de Junho de 2011

A Presidente da Assembleia da República, Maria da Assunção Esteves.

 

Já não chega que aos ex-Presidentes da República continue a ser afecto ordenado, carro, motorista, secretária e gabinete, para também agora tal regalia ser estendida aos ex-Presidentes da Assembleia da República?

Por isso, não se estranha que os títulos dos emails onde circula tal informação vão de poupar, rigor ... blá blá blá ...  a  poupar????? É só para alguns...

publicado por Hernani de J. Pereira às 11:44

Julho 24 2011

Ah, a palavra! Escrita ou falada, pouco importa, pois por bem é um encanto. A palavra, uma força da realidade quotidiana, um poder tão mágico que tanto pode derrotar a melhor das intenções, como, pelo contrário, elevar quem por terra se encontra. Os que a sabem trabalhar, seja o "arquitecto" do melhor atelier ou mesmo o pior dos "pedreiros", bem o podem testemunhar.

Por vezes, a palavra causa-nos a maior das surpresas. Também não admira, porquanto vem envolvida num banho de luz natural e tão intenso que tende a cegar-nos. Todavia, é só aparência. É que, depois de refeitos do espanto, deparamo-nos com um grande vazio interior.

Outras, porém, a palavra invade-nos de uma forma abrupta, preenchendo-nos quase por completo, alojando colecções de sentimentos, flexibilizando afectos, arejando memórias, e, no final, acrescenta uma nota de ousadia.

Por outro lado, a manipulação a que alguns a sujeitam causa, no entanto, estragos de tal monta, que se descobre, então, o seu lado negro, traduzido na prática e vulgarmente em demagogia e verborreia (fácil). A consistência deste tipo de palavras, na maior parte das situações, é tão dissimulada que mais parece um “fato” feito à medida, levando, inclusive, à protecção contra radiações exteriores, e, pior, apropriando-se – inadequadamente, como é óbvio - de territórios que nem no imaginário são seus.

A palavra, mesmo quando involuntariamente pronunciada, estabelece o perímetro da nossa envergadura filosófica, chegando, por vezes, a constituir uma autêntica camisa-de-forças. Pelo menos para aqueles para quem a palavra é sagrada. Neste caso o seu objectivo é maximizar o bem comum usufruível, mesmo que este nem sempre seja saturadamente compatível com a organização interior.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:43
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Julho 21 2011

Estou de férias, desde ontem. Todavia, estar de férias não significa que arrume a um canto a minha intervenção cívica, quanto muito pode diminuir. Por isso, estejam descansados os meus leitores que ver-me-ão por aqui.

Esta altura do ano é óptima, por um lado, para alinhar ideias e estratégias, definir metas onde se quer chegar e que caminhos a trilhar, sabendo, de antemão, que alguns existem que jamais se devem calcorrear e, por outro, para investir no know how, independentemente de onde seja e sobre o quê. Recorde-se que o saber nunca ocupou lugar. Não tenho a menor dúvida que tal será muito útil na réentrée de Setembro próximo.

Já o disse e repito que tanto ou mais importante que falar é saber ouvir, e, nesta ordem de ideias, deveremos ouvir e muito. Quase que diria que é obrigatório fazer as perguntas que entender –dentro dos limites da boa educação, é claro - com vista a esclarecer todas e quaisquer dúvidas e reter bem as respostas mais pertinentes. Tomar a devida nota sobre as pessoas com quem se conversará, assuntos abordados, interesses comuns e tudo o que considerar importante para contactos futuros é deveras importante. Bem sabemos que os contactos profissionais ou não também podem ser feitos na praia, no campo ou em viagens e é, por vezes, que nestes locais encontramos pessoas que nunca julgávamos encontrar. Mesmo no Verão é fundamental não desperdiçar oportunidades.

E depois de dar estes passos e cimentar o seu repouso – também importantíssimo – é conveniente não esquecer que não pode deixar este esforço cair no esquecimento. Assim, retome, sempre que possível, estes contactos com regularidade e defina uma estratégia de posicionamento activo em todos os locais que frequenta.

Entretanto, boas férias para todos.

publicado por Hernani de J. Pereira às 12:54

Julho 19 2011

Num dia são os autarcas a dizerem que não vêm qualquer necessidade na reestruturação administrativa do país, vulgo redução do número de juntas de freguesia e câmaras municipais, pois tal não contribuirá para a diminuição do défice público. E vão mais longe, afirmando que, face a não terem qualquer culpa pelo estado económico do país – ao que chega o despudor! -, não devem ser, de modo algum, penalizadas, tanto em termos financeiros, como no que respeita à diminuição de funcionários.

Noutro dia, é os Açores a proferir que nem um cêntimo do imposto extraordinário, o qual, como é do conhecimento geral, incidirá sobre o subsídio de Natal, deve sair da região, uma vez que não lhes podem ser assacadas quaisquer responsabilidades no estado nas nossas contas públicas. Ouvimos, abrimos a boca de espanto e rimo-nos num sorriso triste. Eles, contudo, mantêm o ar circunspecto, como estivessem a dizer a coisa mais inquestionável deste mundo.

E, para mal dos nossos pecados, estes exemplos multiplicam-se quase de forma exponencial.

Como é óbvio, se nos dermos ao trabalho de indagar junto de qualquer ramo da economia ou segmento profissional, ou, mesmo ainda, de qualquer sector da nossa sociedade, de forma colectiva ou individual, sem margem para dúvidas, todos dirão que o desvario económico deve ser imputado aos outros, mas a eles não.

É, assim,o país!

Enganam-se, porém, aqueles que acham que esta forma de pensar é recente. Há muitos anos que os mais atentos, os que não se ficam pelos sound bites do momento, ouvem estes estafados argumentos, contra os quais, aliás, lutaram. Pelo que se vê, foi em vão.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:27
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Julho 18 2011

Tomamos conhecimento e por muito que nos garantam a veracidade da informação, levamos tempo a acreditar. Aliás, quando nos comunicaram os factos, perguntaram, antes de mais, se não estávamos sentados, não fossemos cair de tanta estupefacção. Nestes momentos só um conceito assalta o pensamento: o crime compensa.

Em tempos tão estranhos – primeiro estranha-se, depois entranha-se e finalmente habituamo-nos, que remédio! - como são os que atravessamos, vencer não depende da força do trabalho, nem da inteligência, mas sim da estratégia e quanto mais enviesada melhor.

Em tempos que já lá vão, apesar de uma realidade consubstanciada na labuta diária, dificilmente se era transposto para cargos de chefia, onde a noção de grupo e de equipa era essencial para o sucesso, apesar de cada um contribuir de forma distinta com diferentes abordagens para melhor se identificarem problemas existentes e alcançar soluções.

Hoje, porém, as valências necessárias são outras e, como tal, tudo deve ser encarado com uma estratégia diferente, no fundo, de acordo com a prestação, mesmo que esta não passe de constantes golpes. Todavia, todo o cuidado é pouco, pois já no Império Romano se dizia que Roma não paga a traidores.

Todavia, o lado mais negativo, prende-se com a ramificação deste tipo de abordagem. É que esta contribuirá, certamente, para um desinvestimento na actividade profissional, já que é patente a relevância do estratagema, em que é mais importante dar atenção à forma que ao conteúdo, onde se procura identificar as lacunas da concorrência, em vez das próprias.

Jamais alguém observou os seus graus de concentração, as suas capacidades de antecipação, as suas aptidões para decidir sob pressão, o seu planeamento e muito menos o sucesso? Contudo, isso de modo algum é relevante, já que o imenso potencial no desenvolvimento de competências fundamentais se encontra, qual lixo tóxico, na grandeza da … faca.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:37
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Julho 17 2011

Não seria bom que cada um de nós se inserisse, tanto quanto fosse possível, numa vida cujo objectivo explicasse os fundamentos da sua teleologia? Donde resultasse que, nalguns casos, os hábitos naturalmente se mantivessem, outros se alterariam, e, nalgumas situações, até se reduzissem?

Contudo, manter-se inalterável face à filosofia que está subjacente às opções fundamentais é, na maior parte das vezes, terrível, opressor - para não dizer castrador – dos desejos que, por vezes, nos assaltam. Densificou-se, entre nós, por um lado, o princípio da proporcionalidade, enquanto princípio formador, e por outro, o da razoabilidade, que, na prática, se traduz na (re)formulação de soluções transversais, mas que se querem, simultaneamente, homogéneas, permitindo, deste modo, que sejamos aquilo que se convencionou designar por um ser padronizado, ou, como hoje em dia se diz, formatado.

Este sentido de “justiça” nascitura(!!!), qual cadinho que nos molda, mede-se pelo tempo gasto na busca da felicidade, e pela simplicidade ou complexidade dos nossos actos, tendo por referência o esforço efectivo que expendemos. E se é verdade, por muito que o possamos negar, que dependemos mais das razões inerentes ao equilíbrio emocional, do que do desempenho profissional ou equilíbrio financeiro, então, porque não nos submetemos à manutenção e ao desenvolvimento da sustentabilidade da boa-ventura?

A resposta sincera, estou certo, traria maior satisfação a cada um de nós e um acréscimo de bem-estar.

publicado por Hernani de J. Pereira às 00:16
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Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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