O meu ponto de vista

Março 31 2011

Quero viajar. Quero percorrer espaços onde apetece andar perdido. Neste dia de sol, em que o céu se encontra mais azul, quero ir ao encontro das cores vivas, aliciar-me com propostas tipo “dois em um”, em lugares que escondem outros e, no seu interior, de forma amovível ou não, possa desfrutar intemporalmente de peças que se encaixam ou se retiram … sofisticadamente, como é óbvio.

A cada passo quero encontrar uma nova sugestão tentadora, onde os planos se entrecruzem e, posteriormente, se vão (re)formulando ao ritmo da visão. E, em cada ambiente (re)criado, em cada curva … da estrada, em cada modulação … do terreno novas formas quero encontrar, identificando características que marcam indelevelmente, tais como a versatilidade, a modularidade, a alta qualidade e, sobretudo, a liberdade de escolha.

Será, com certeza, nos grandes espaços que – quase parafraseando a poetisa - usufruirei do prazer de me perder para, no fim, me (re)encontrar, conseguindo, deste modo, a solução mais adequada às necessidades e gostos.

No fundo, confesso, estou certo que jamais me perderei. Tratar-se-á, quanto muito, de um luxo de quem sabe que terá ao seu lado um conjunto de sinais – a natureza, como bem sabemos, é imensamente pródiga - que guiará os meus passos. Afinal de contas, para além da experiência de viajante, somam-se etapas já vencidas de pioneirismo.

Todavia, também sei o que esperam de mim: que nunca perca “o norte”. Por isso, o início e o fim, incluindo o … meio, jamais serão gratuitos, uma vez que o viajar, por poucas comodidades e garantias que possa ter, será sempre uma adaptação às “circunstâncias”.

Aliás, podia ser de outra maneira? De modo algum, pois, apesar de se tratar de um impulso, procurarei que o resultado final seja fruto de um processo continuado, durante o qual tudo será feito para manter uma relação de proximidade, mas preservando sempre a liberdade de escolha.

Mais: no final da jornada, quero que faça sentido apresentar soluções abertas para continuar a ter o poder de escolher o que mais me agradar ou, mesmo até, fazer as modificações que achar oportunas.

Adenda: texto escrito por volta do meio-dia.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:02
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Março 30 2011

Como imensas vezes já tive oportunidade de referir, a qualidade é claramente uma das palavras-chave para se alcançar o sucesso. A oportunidade é muito importante, mas é, sem sombra para dúvidas, efémera. A qualidade, porém, sabemo-lo bem, é duradoura.

No sector de prestação de serviços, onde a educação se insere, o serviço ao utente – leia-se, essencialmente, aluno - deve conter uma característica fundamental de qualidade. A Escola deve oferecer, em prazos cada vez mais curtos, um serviço com mais atenção e um maior comprometimento com os resultados finais, entre muitos outros. Por isso, reputo de muito importante a adopção de políticas do tipo “em caso de falha, a culpa jamais poderá morrer solteira”, havendo, deste modo, lugar à responsabilização. São, efectivamente, uma garantia de qualidade para o utilizador e mobilizam a organização.

Num tempo em que se regista uma natalidade muito baixa, com a consequente escassez do número de discentes, o conceito “Word of Mouth” ou “Passa-Palavra” é uma das formas mais eficazes de marketing e captação de novos públicos. Cada aluno bem servido representa a possibilidade de obter vários outros.

Por outro lado, os meios de informação existentes alargam enormemente a possibilidade de partilhar boas experiências, seja através de blogs, sites na internet, entre tantos outros, tornando a qualidade cada vez mais importante. Nesta ordem de ideias, não se compreende a diminuta utilização destes meios por parte de algumas direcções de escolas. O que em tempos se dava a entender como tendo um futuro promissor, transformou-se, num ápice, em quase derrocada total. O retrocesso na implementação destas práticas, bem como o não aproveitamento do know how existente é, para além de vergonhoso, criminoso até.

Concluindo, pode-se (re)afirmar que a palavra qualidade no serviço ao utente tem, cada vez mais, de estar no centro da Escola. Quem o exige, acima de tudo, são os usuários, tanto os de hoje como os de amanhã. E, atenção, é também o nosso futuro, enquanto profissionais, que igualmente a impõe.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:25

Março 29 2011

Saber que até à entrada de um novo diploma obrigatoriamente se tem de cumprir o estipulado no actual, penso que não há quem não saiba.

Também não deixa de ser verdade que em casos de intenso melindre como é o referente à ADD, manda o bom senso que se digam duas coisas: a primeira é que, de modo oficial, o que ainda é lei é para cumprir, não havendo, por isso, qualquer necessidade de a publicitar; a segunda, unicamente dita, como é óbvio, em off the record, é que todos os procedimentos devem ser suspensos.

Por isso, admirados ficamos com a célere afixação de informação que transmite o que todos já sabíamos, isto é, “cumpra-se ...”

Todavia, se pensarmos melhor, em tal acto não existe absolutamente nada para nos admirarmos. O contrário, sim, é que era para estranharmos. Mais «papistas que o Papa», novamente denotam apenas uma certeza: como lamentam o fim da ADD. Por eles e respectivos compagnons de route este execrável modelo continuaria ad aeternum.

Já agora vale a pena pensar nisto: o que em tempos era mau e, por tudo e por nada, se tentava boicotar, presentemente tudo se desculpa e, pior ainda, se aceita.

publicado por Hernani de J. Pereira às 23:53
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Março 28 2011

Quando jovem, a política, para mim, sempre foi vista como motivo de debate e de análise e jamais como profissão. Hoje, observo que perdi oportunidades que tarde ou nunca mais alcançarei. A ideia de uma pseudo-independência, hoje sabiamente inexistente, paga-se caro.

A verdadeira revolução de mentalidade, como os respectivos manuais especificam, faz-se por volta dos vinte anos, apetrechando ideologicamente o interior, (des)materializando ingenuidades, eliminando e simplificando caminhos. Caminhos estes que, hoje em dia e de modo até faustoso, são vistos de modos distintos, ou seja, não tão inúteis e anquilosantes como se julgava.

A ousadia denotada nesses tempos, mais que uma revolução mais ou menos ruidosa, pretendia aniquilar a burocracia interior e exterior, encurtando e aplainando vias - ainda que, nos dias de hoje, infelizmente, algumas delas continuem a ser consideradas sufocantes - traduzindo-se numa efectiva e genuína prestação de serviço público.

Ao ruído juvenil sucede não o silêncio total, mas um salto para a idade madura, apesar de constantemente acharmos que estamos remoçando. O certo é que aquela só se consolida pela alteração das mentalidades, especialmente quando as práticas cuja transformação reclamamos, escondem privilégios, quase sempre herdeiros dessa casta de pessoas que gostam, de inventar dificuldades para, insidiosamente, melhor conseguirem vender facilidades.

Mudando um pouco o sentido da agulha, o certo é que ninguém quer regressar ao tempo em que só visionários acreditavam ser possível possuirmos menor e melhor Estado. Tampouco, podemos aceitar que a geração que desempoeirou e simplificou a vida a milhares de cidadãos seja acusada de obstruir o desenvolvimento do país. Por isso, tenho algumas dúvidas sobre as verdadeiras intenções da designada “geração à rasca”. Mas, atenção, não enjeitemos culpas. Temo-las e não são poucas, pois também são criação nossa.

Contudo, ao mesmo tempo que não devemos rejeitar responsabilidades, pessoalmente recuso-me a pactuar com muitas das acusações que fazem a uma geração, a que honrosamente pertenço, a qual, igualmente e no seu apogeu, foi muito sacrificada. Ter outra postura seria, no mínimo, conivente com um acto de injustiça, bem como reconhecer que fazer política nos dias de hoje, jamais poderia ser algo de nobre, isto é, ao serviço de todos, sem excepção. É que, felizmente, pessoas ainda existem, as quais apesar de pertencerem a uma geração, por vezes, injustamente, chamada de acomodada, continuam apostadas em ensaiar e a desarmadilhar toda uma série de velhas ideias que, quotidianamente, alimentamos sobre estas matérias.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:21

Março 25 2011

E continuamos, dia após dia, espantados, tal o anúncio de novas medidas. Primeiro foi a demissão de José Sócrates. Agora, o fim da ADD!!!

Como diz um amigo meu: “carrega PSD”, pois estás no bom caminho. Que venha outra avaliação, com maior ou menor pendor externo, já que esta, pela amostra, já se viu o que tinha para dar.

Ah, como gostaria de ver a cara de alguns docentes - directores, coordenadores de departamento, relatores e quejandos –, em tempos tão críticos, hoje tão céleres nesta matéria, ao saber da exclusão desta atribuição, com a qual pensavam, artificialmente, fazer valer o seu pseudo-poder, do que nunca deram, in loco, provas, e que jamais alguém lhes reconheceu. Será que nunca ouviram falar de fogos-fátuos?

A este assunto voltarei com análise mais alargada.

publicado por Hernani de J. Pereira às 16:20

Março 24 2011

(…) Então a mãe dos filhos de Zebedeu aproximou-se de Jesus com os filhos e prostrou-se para Lhe fazer um pedido. Jesus perguntou-lhe: «Que queres?» Ela disse-Lhe: «Ordena que estes meus dois filhos se sentem no teu reino um à tua direita e outro à tua esquerda» (…) (Mt 20, 17-28).

E, tal como há dois mil anos, também hoje quantos não querem e, por isso, tudo fazem para se sentar, infelizmente não ao lado de Jesus Cristo, mas à mesa do poder?

Todos bem os conhecemos! Para alguns, é indiferente a mesa e o “senhorio”. O importante é que os sirvam. Outros, contudo, sabem que apenas em determinadas mesas se podem banquetear. E de que modo o pretendem ser?

Todavia, estes últimos, isto é, aqueles que por facção ou ideologia se arrogam no direito de serem servidos, são os mais perigosos. O lema “quem não é por nós, é contra nós” rege-os de modo constante e, até, despótico. E ai daqueles que coloquem em causa a sua pseudo-legitimidade, mesmo quando esta jamais lhes foi outorgada pelo voto de quem quer que seja.

Aliás, não é por acaso que já lá diz o ditado: “não sirvas a quem serviu, nem peças a quem pediu”. 

Honra e glória, porém, aos que servem sem outros fins que não seja a doação. São poucos mas existem e, ditosamente, conheço alguns. Deles será o Reino dos Céus.

publicado por Hernani de J. Pereira às 18:53

Março 23 2011

Tinha preparado um outro texto para, hoje, aqui colocar. Todavia, face aos acontecimentos da última hora, não resisto a adiar tal, tanto mais que aquele não perde pela demora.

E, tal como, ontem e neste espaço, vaticinava, José Sócrates acabou por pedir a demissão. Hoje e sem ironia, direi que apenas lamento que tal acto tenha tardado tanto. Ufa, até que enfim!

O país ficou a ganhar.

Somente nas ditaduras existe apenas uma solução. Em democracia, o investimento no discernimento dos eleitores encontra sempre soluções viáveis.

Uma última nota. Preparem-se para uma série de nomeações que ocorrerão durante estes meses de governo de gestão, de modo a que, aquando da tomada de posse do próximo, os entretanto nomeados usufruam de chorudas indemnizações. A pagar por todos nós, como é claro.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:42

Março 22 2011

Ou muito me engano ou José Sócrates está a queimar “os últimos cartuchos”. E não imaginam, a verificar-se tal cenário, o que, aliás, é o mais provável, a minha dor e raiva, o meu ar contristado. Sinceramente tal desiderato parte-me o coração.

Será que o país está devidamente seguro e implementou medidas imprescindíveis de forma a garantir a qualidade do nosso dia-a-dia, tendo em linha de conta o abandono do nosso ainda primeiro? Será que a resiliência dos processos e das operações, face a tal ausência, se manterá?

Como temo que não. O que será de nós sem este timoneiro, sem esta obra-prima de bem vestir e de melhor falar? Como poderemos viver, daqui para a frente, sem este paladino da verdade insofismável?

De uma forma sumária, temos consciência que tão ilustre defensor da causa pública bem tentou abrir a frente para o abismo, reforçando, assim, o estado pantanoso? Por acaso, desconhecemos que nos comandou de forma (des)organizada, o que nunca é de mais realçar, para a maior dívida alguma vez registada? Ignoramos que este governo chegou ao cúmulo de nos curto-circuitar em termos de finanças, vulgarmente designada, pelos maus da fita, como é óbvio, por quase bancarrota?

É ou não verdade que este e o anterior governo, com base em discernimentos superiormente esclarecidos, permitiu:

  • Maior velocidade … no incumprimento da palavra dada?
  • Maior facilidade … na ocultação da verdade?
  • Maior produtividade … nos tempos de lazer?
  • Maior qualidade na gestão … dos seus interesses?
  • Maior transparência … de tal modo que até desligaram a luz ao fundo túnel, por motivos económicos, como é lógico?
  • Maior valor acrescentado … nas suas transacções?
  • Melhor ambiente e conforto no trabalho … uma vez que sempre estiveram longe deste?

E tudo isto é para esquecer como nada se tivesse passado?

De que nos queixamos? Ah, quanto ingratos somos!

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:12

Março 21 2011

Sim, eu sei que vale a pena esperar de modo a que, juntos, possamos viajar e, assim, rasgar fronteiras, uma tarefa, aliás, urgente e necessária, a qual começa à nossa porta.

Para isso as medidas de desformalização são imprescindíveis, uma vez que somente desta forma se pode registar a evolução de vontades comuns. Apenas o esforço de simplificação, e, sobretudo, o abandono das velhas e retrógradas ideias, pode constituir-se como instrumento de enlevo e capaz de assumir-se como vector de uma confirmação prática de sentimentos, desmentindo suspeitas de que, por vezes, tais sensações não passam de ecos dissonantes.

Tenho para comigo que a mesma atitude de dinamismo nos há-de revoltar – no bom sentido, é claro – e, com tal postura, percorrer o caminho dos que não se resignam e, acima de tudo, enfrentar as vicissitudes que os momentos menos bons sempre causam. Este é, também, um bom exemplo do papel que nos cabe desempenhar em prol do estado que pretendemos almejar.

Uma vocação, porém, que não é exclusiva de ilustres visionários, como implicitamente a História, durante séculos, nos comprovou. Mais: é uma certeza absoluta para aqueles – friso o plural - que permanentemente procuram novos mundos através da mudança do actual.

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:46

Março 19 2011

Pode haver misto de dor e alegria? Penso que sim, uma vez que é isso que sinto.

Hoje é o teu dia, Pai. E não contando, infelizmente, com a tua presença física, junto da tua sepultura, para além do habitual arranjo floral, ajoelhei, rezei e chorei. Chorei fundamentalmente por mim, pois tenho a perfeita consciência de que não fui o filho perfeito que merecias, mas sobretudo por ser o homem que, dia após dia, continua a tropeçar e a cair.

Todavia, se coisa houve que me ensinaste, para além da ambição, da honestidade e do honrar da palavra dada – o que já é bastante -, é que não importa quantas vezes caia. O essencial é que, por cada vez que caia, me levante sempre de cabeça erguida.

Mas voltando ao início, bem sei que é o teu dia, tal como sei que é o meu. E, graças a Deus, logo pela manhã, a tua adorada neta e minha filha fez questão de me lembrar. Bonitas palavras, aquelas que ouvi e que repeti, como tu bem sabes, junto de ti e da mãe.

Amo-te Pai.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:19

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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