O meu ponto de vista

Dezembro 31 2010

Que cada um de nós

- consiga desmistificar a incapacidade de ir mais além;

- encontre motivos para o aumento da criatividade, com vista ao sucesso;

- pense para além do stress profissional, a fim de alcançar o melhor clima organizacional;

- coloque os seus talentos a render e ,sobretudo, não deixe de agradecer, diariamente, ao Senhor da Vida.

Estes são os votos de Bom Ano para todos os meus caros amigos e leitores.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:20
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Dezembro 30 2010

Esta é a altura propícia para se fazer o balanço do ano que está prestes a findar, bem como formular votos para o próximo. Quanto àquele desiderato, o mesmo ficará para um próximo texto.

Sem descortinar qual a vantagem de enunciar muitos e variados objectivos, recusando, por outro lado, entrar no campo da demagogia e muito menos no do populismo, fica desde já assente, que as minhas aspirações para o próximo ano serão poucas e, na medida do possível, concisas.

Existem decisões que custam pouco ou nada e que geram actos de elementar justiça, essenciais para quem delas deve beneficiar. Essas, sem a menor dúvida, deverão ser tomadas e de imediato. Contudo, apesar do optimismo que me caracteriza, seria ingenuidade da minha parte acalentar esperanças que a simplificação burocrática, a gestão rigorosa da “coisa” pública, o fim da corrupção, o aumento da produtividade, o fim do desemprego, entre muitos outros propósitos, seja uma realidade em 2011.

Assim, antes de mais, precisamos, como pão para a boca, de um sinal claro de um Estado preocupado em exercer uma intervenção eficaz e segura junto dos cidadãos.

Como é evidente se isto fosse alcançado já não era pouco. Todavia, permitam que não me fique apenas por este desejo. É que necessitamos também uma mediação que seja ágil e assertiva, de modo a facilitar a vida das pessoas e das organizações, bem longe das velhas e bafientas práticas de sufoco burocrático, as quais, como é óbvio, geraram, quase sempre, uma indesejável desconfiança em relação ao poder.

Na prática, para 2011 desejo fundamentalmente que haja menos Estado, mas melhor Estado.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:54
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Dezembro 23 2010

Tenho consciência do valor deste espaço e do quanto é procurado. Devo isso aos meus leitores, os quais, de um modo ou de outro, uns com agrado, outros, é certo, com azedume, me impelem a quase diariamente escrever algo que seja útil, sobretudo a quem lê.

Acreditem que não é tarefa fácil. Escrever, como, aliás, alguns bem sabem, é, na maior parte das vezes, um acto solitário, em que dum lado se encontra alguém cuja circunstâncias íntimas, o designado eu, por vezes com ar prazenteiro, outras desassossegado, o coage a transmitir o que de mais premente sente. E é, nestes momentos, que a necessidade de escrever deixa de ser apenas una para ser bivalente.

São estes esforços mútuos – de quem escreve e de quem lê – que permitem, perdoem-me a imodéstia, a abrangência e a notoriedade.

Por isso, se mais razões não houvessem, esta simbiose era mais que suficiente para vos desejar Feliz Natal e Bom 2011.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:44

Dezembro 23 2010

Adoro a época natalícia e, por isso, procuro vivê-la na maior harmonia e paz possível. Indo ao encontro dos tempos que correm, demando a contenção e, nessa ordem de ideias, o consumismo, por mim, há muito que já não constava dos dicionários.

Todavia, este estado de espírito não me impede de analisar o que vai pelo mundo e, sobretudo, o que se passa no nosso país.

Assim, é com a maior perplexidade que tomei conhecimento de que a GNR promoveu recentemente cerca de 4000 dos seus militares, enquanto a PSP fez o mesmo com 1200 polícias. Tudo isto com a maior naturalidade, no dizer dos seus responsáveis, os quais adiantaram ainda que o fizeram neste momento, pois em 2011 tal seria impossível.

Entretanto, vendo o desenrolar das nossas contas a agência de notação financeira Fitch cortou, hoje, o rating de Portugal de AA- para A+, justificado com maiores dificuldades de financiamento tanto do Estado como dos bancos. Como é óbvio, para quem tem empréstimos bancários, como, aliás, acontece com a maioria dos portugueses, isso significa maiores prestações mensais.

Assim vai este Natal neste país chamado Portugal.

Sinceramente, se fosse mais novo emigrava. Nunca a desilusão foi tão grande.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:10
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Dezembro 21 2010

Era frequente, há duas ou três décadas atrás, ouvir-se a expressão “para quem é bacalhau basta”, querendo dizer que a pessoa não era muito importante e, por isso, não valia a pena dar-lhe uma refeição mais elaborada, isto é, com outros acepipes.

Mas isso era antigamente. Hoje, face ao contínuo aumento do custo de vida, registado ao longo dos últimos trinta anos, aliado à presente crise, tudo mudou. O bacalhau com couve e batata deu lugar ao frango com arroz, bem acompanhado de muito molho. Quem o afirma é o INE através da última avaliação da balança alimentar portuguesa, hoje publicada. A comida saudável, que deu realce à tão elogiada culinária mediterrânica, e que, em tempos, foi rainha e senhora das nossas cozinhas e mesas, deu lugar, hoje, a carne e, o pior, a gorduras polinsaturadas.

Todavia, esta situação, só por si, não é de toda má. É que enquanto houver frango e arroz não passaremos fome. O pior é quando até estes produtos faltarem na mesa dos portugueses, o que, aliás, já se verifica em muitas e, pelo andar da carruagem, em mais irá escassear.

 

P.S. - Os portugueses levantaram na semana passada 580 milhões de euros e fizeram compras no valor de 772 milhões na rede Multibanco, valores ligeiramente superiores aos registados em 2009. Segundo a SIBS, entre 13 e 19 de Dezembro, foram efectuados nas caixas automáticas nove milhões de levantamentos, no valor total de 580 milhões de euros, enquanto de 14 a 20 de Dezembro do ano passado este montante foi de 571 milhões, ou seja, mais 1,6 por cento.

Onde está a crise?

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:37

Dezembro 21 2010

Mudança é a palavra de ordem nos dias que correm. Contudo, sabe-se que a mudança não se constrói com facilidade. Muitos há para quem a mobilidade profissional e/ou geográfica está fora de causa, sobretudo por razões familiares e de ordem pessoal.

No entanto, para aqueles que procuram arriscar em tempos de crise e tentam mudar o seu modo de vida, a realidade mais presente é terem de lidar com uma baixa nas suas expectativas pessoais, o que, em boa verdade, poucos estão dispostos a tal. Por isso não admira que a maioria das intenções de mudança não se cheguem a concretizar, uma vez que as propostas e/ou incentivos que recebem não vão ao encontro dos seus objectivos.

Por outro lado, a mudança pressupõe obrigatoriamente o mínimo de confiança em si próprio e nos outros. Ora, a confiança é a base de uma relação, seja ela afectiva ou profissional. É isto e não só. É igualmente o alicerce e o cimento da construção do próprio indivíduo, enquanto ser racional. Assim, não estranhamos que quando alguém vê diminuída a sua autoconfiança se deixa sucumbir num destino sem brilho e muito menos com glória, minado pela descrença e pelo medo de arriscar.

Nesta ordem de ideias, “a gestão baseada no medo não é simplesmente uma questão moral, de certo ou errado: é uma questão de eficiência e de resultados” (in Confiança – A chave para o sucesso pessoal e empresarial, de Leila Navarro e José M. Gasalla). E continuam estes autores afirmando que, segundo uma pesquisa realizada no Brasil, 49% dos funcionários de organizações têm medo de dizer o que pensam, incluindo críticas, propostas de mudança, reclamações e ideias. “O medo faz com que as pessoas se fechem, não comuniquem, não arrisquem, não se desenvolvam e não criem. E sem isto não há inovação, não há eficiência competitiva e não há sucesso”.

Nestes locais, cuja realidade nos toca bem de perto, as mudanças não acontecem, uma vez que implicam riscos. Até podem atrair profissionais talentosos, mas estes não tardam em descobrir que correm o risco de sofrer punições caso proponham coisas novas.

Poderão, deste modo, as organizações de hoje manterem-se com uma gestão de ontem? É a questão que deixo à consideração de cada um dos leitores.

publicado por Hernani de J. Pereira às 10:58

Dezembro 16 2010

Há quem seja valorizado pela sua determinação, capacidade de superar obstáculos e dedicação. Há quem tenha uma enorme preocupação com o desempenho profissional e, por isso, capaz de abdicar de momentos de lazer com a família ou amigos em prol do trabalho. Todavia, nada disto é muito preocupante, se tudo for bem doseado. É que a fronteira entre ser um bom profissional, exemplar e motivador até, e ser considerado um workaholic é cada vez mais estreita. De acordo com estudos recentes, estima-se que 10% dos portugueses sejam viciados no trabalho, ou seja, para quem a actividade profissional é tudo e ter uma mera semana de férias constitui uma fonte de constante sofrimento.

Todos sabemos que vencer na profissão não é fácil, por muito bom que se seja. Momentos existem em que se não estamos presentes, perdemos o “comboio”. Como é evidente, o facto de se empenhar activamente, em manter-se presente, mesmo quando não se está no local de trabalho, acarreta um preço elevado ou, dito por outras palavras, resulta numa perda de qualidade de vida, bem como num acentuado agravamento de saúde.

Chega-se a dormir quatro ou, quanto muito, cinco horas por noite e já não nos lembramos de um fim-de-semana em que não tenhamos mexido no computador para tratar de coisas de trabalho. Distúrbios de sono, stress, ansiedade, queda de cabelo, arritmias, para não falar em úlceras, são patologias do dia-a-dia.

E, quando nos perguntam se somos viciados no trabalho, prontamente respondemos que não. Gostamos, sim, é muito da nossa profissão, a qual é extremamente importante para nós. No fundo, enganando-nos ou não a nós próprios, dizemos a todos e em todos os momentos que adoramos o que fazemos.

Se fica nervoso só de pensar em desligar o telemóvel ou o computador; se está a jantar com os amigos e na sua mente passam emails que, àquela hora, já aguardam, no computador, uma resposta sua; se, na maior parte do dia, apenas sabe falar de testes para corrigir, aulas para preparar, comportamento de alunos e inúmeras burocracias a fazer frente; se sente que se irrita com facilidade ou tem mudanças repentinas de humor; se sofre frequentemente de dores de cabeça, fadiga, nervosismo, tensão muscular ou perturbações do sono, então é PROFESSOR e desconhece que há mais vida para além do trabalho.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:09

Dezembro 15 2010

Em nove de Abril do corrente ano, o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) afirmou que todas as preocupações que os professores levaram à reunião com o ministério foram positivamente respondidas e terão consequência no próximo regulamento sobre avaliação de desempenho, noticiou, então, a Lusa. Todas as preocupações que a Fenprof trouxe a esta negociação foram positivamente respondidas, o que quer dizer que terão consequência no próximo regulamento que vai sair, o que para nós é positivo, afirmou Mário Nogueira, à saída de uma reunião com o secretário de Estado Adjunto e da Educação.

Esta introdução surge a propósito da avaliação de desempenho docente (ADD) publicada posteriormente e que, hoje em dia, é considerada, sem sombra para dúvidas, muito mais gravosa que a anterior, isto é, a vigente em 2008. E, para que não me acusem de facciosismo, vejam o que, resumidamente, escreveram Ana Paula Rodrigues e José Rodrigues Ribeiro no blog “A Educação do meu umbigo”  (http://educar.wordpress.com/2010/11/08/add-opinioes-ana-paula-correia-e-jose-rodrigues-ribeiro):

  1. Avaliadores e avaliados são concorrentes na mesma carreira profissional, o que fere inapelavelmente as garantias de imparcialidade.
  2. A divisão entre professores e professores titulares não acabou. Foi substituída pela divisão entre avaliadores e avaliados.
  3. Na escolha dos avaliadores não preside o mérito, mas apenas a vontade dos directores e dos coordenadores de departamento.
  4. Não existe objectividade nos instrumentos e métodos de avaliação a utilizar.
  5. As garantias de defesa contra classificações injustas são, se possível, ainda menores.

Mais palavras para quê? Não se nota bem como foram devidamente acautelados os interesses dos docentes?

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:30
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Dezembro 14 2010

Como é do conhecimento público são muitíssimas mais as vezes que estou em desacordo com Manuel Alegre (MA) do que ao contrário. Contudo, existem excepções. Por exemplo, apesar de saber, de antemão, que a culpa não foi de Cavaco Silva (CS), uma vez que, apesar de ilustre convidado, não teve qualquer interferência na escolha do local, concordo com o poeta e candidato a PR quando afirmou que a pobreza e a fome não se atenuam à porta do casino, embora também saiba que não é com demagogia e incoerência, onde MA é mais que pródigo, que se combatem.

Este episódio veio-me à memória quando sou convidado a participar num jantar de homenagem a um ex-funcionário, o qual por estar, neste momento, no desemprego necessita de ajuda.

E aqui chegados, há que, antes de mais, indagar: o aludido ex-colaborador apresenta um bom desempenho e é absolutamente necessário para a prossecução dos objectivos da instituição? Se sim, como é por todos reconhecido, não lhe promovam um jantar, mas pressionem quem de direito a proporcionar-lhe o merecido emprego. Tanto mais que, pelo menos na aparência, as relações entre os mais directos responsáveis são as melhores, como os actos eleitorais o provaram. Ou será que o encantamento já se desvaneceu?

Voltando ao cerne da questão, socorro-me de MA e também eu digo que não é deste modo que se dignifica alguém. Por exemplo, não seria mais curial e prestigiante promover um abaixo-assinado? Seria dos primeiros, senão mesmo o primeiro a subscrevê-lo.

Todavia, isto não invalida que haja pessoas que participarão de boa fé em tal evento. Conheço-as bem e, por isso, sei que não entram, por dá cá esta palha, em jogadas de bastidores. A estas compreendo-as. Às outras … Bem, se hipocrisia pagasse imposto não estávamos nesta crise.

Saliento, por fim, que, como é evidente, a solidariedade com aquele é incondicional, como ele, aliás, bem sabe. Não foi por acaso que, em tempos, fui eu que o seleccionei de entre muitos outros candidatos.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:46

Dezembro 13 2010

É um dado adquirido e reafirmá-lo é repetir uma verdade lapalaciana: o dinheiro é importante mas, como se costuma dizer, não traz felicidade … No entanto, que ajuda e ajuda muito é algo indesmentível.

Contudo, felizmente, existe uma percentagem apreciável de pessoas dispostas a não pensar unicamente em dinheiro para a sua satisfação, quer seja no âmbito pessoal, quer seja - principalmente aqui – no campo profissional. As aspirações com a sua satisfação pessoal, bem como o usufruto do melhor bem-estar possível encontram-se na primeira linha das suas preocupações.

Bem sabemos que a conjuntura é adversa. Por isso, desafios e projectos aliciantes são objectivos que, tal como a boca necessita de pão, uma vida com qualidade almeja.

Porém, o que diariamente vemos? Para nosso desagrado, observamos, a cada momento, uma ausência de espaço para o essencial, roubando-nos a resiliência para podermos, com deleite, contribuir profissionalmente e familiarmente para a nossa felicidade. E não culpemos apenas os outros. Mais: não apontemos constantemente a responsabilidade às instâncias máximas, quer elas sejam nacionais e/ou regionais, pois muitos dos que nos estão próximos, numa óptica de mais papistas que o próprio Papa, denotam secretos prazeres em nos afogar administrativamente no preenchimento deste e daquele documento, em nos solicitar aquele requisito, em nos exigir a demonstração daqueloutra valência, entre tantas outras provas e testemunhos.

Como é evidente, todas elas ocupam-nos horas e horas, afastando-nos do que é mais importante: o trabalho directo com os alunos e a disponibilidade para nós e para as nossas famílias. E bem sabemos que se esta retaguarda falha, por mais profissionais que sejamos, aquele torna-se ineficaz.

Já não nos chegavam as reuniões intermináveis, onde, em muitas delas, a maior parte do tempo apenas se discute o sexo dos anjos, os mais diversos testes - com cotação (!!!) - que se têm de realizar, as actas de dez ou mais páginas, todas vistas à lupa por alguém que parece não ter mais nada que fazer, relatórios que praticamente ninguém lê e muito menos dá relevo, planificações que, mais tarde, os dias de “tolerância” obrigam a uma “ginástica” extraordinária para cumprir, critérios para isto e para aquilo, requisições, etc., etc., para agora também nos exigirem autoavaliações para tudo e para nada, incluindo as NAC.

Atente-se, por outro lado, que a maior parte desta burocracia não emana do estipulado em forma de lei, mas sim apenas da cabeça de meia dúzia de iluminados, sendo que a maior parte destes, por força dos cargos, estão dispensados de a executar.

O que nos resta, perguntarão os leitores. A resposta só pode ser uma: fazer somente o que a lei determina. Nada mais.

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:37

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
hernani.pereira@sapo.pt
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