O meu ponto de vista

Junho 16 2010
De acordo com um relatório do Tribunal de Contas, o montante total da dívida dos metropolitanos de Lisboa e do Porto, da Carris e da STCP ascendia, no final de 2008, a 5,8 mil milhões de euros. Como é óbvio, hoje este valor é muito maior.
Se até aqui bastava aquele valor para nos assustar, imagine-se como ficamos quando sabemos que os motoristas da Carris têm subsídio para estacionar os autocarros e eléctricos?
É esta perplexidade que exprimem os juízes do Tribunal de Contas que analisaram a situação das transportadoras públicas de Lisboa e do Porto, depois de terem descoberto que o subsídio de tarefas complementares de condução dos motoristas e guarda-freios da Carris os visa compensar não só pela venda de bilhetes, como pela "preparação e estacionamento dos veículos". "Não é entendível como a Carris tem de compensar o pessoal tripulante para preparar e estacionar os veículos, quando estas não são tarefas dissociáveis da função de condução", escrevem no seu relatório. Outro subsídio que causou perplexidade aos juízes foi o de ajuramentação, que se destina aos controladores de tráfego por exercerem funções equiparadas às de agentes da autoridade. "Não depende de qualquer prestação de serviço especial", observam, recomendando a revisão dos acordos de empresa em vigor.
Lemos, relemos e quase não acreditamos! E depois admiramo-nos por o país estar como está?

Hernâni de J. Pereira
publicado por Hernani de J. Pereira às 21:40

Junho 15 2010
Nos tempos que correm, a instituição mais sólida é a que melhor cuida dos seus colaboradores. Num contexto em que a situação, que as organizações enfrentam, é tão complexa, onde a maior parte não possui margem - leia-se autonomia - para aumentos salariais, os planos de bem-estar, a cujos objectivos deve haver adesão voluntária, podem ser a única forma de manter ou mesmo melhorar o nível de vida dos seus colaboradores.
Existem, fundamentalmente, dois factores que, em conjunto, devem responder eficazmente aos requisitos mais valorizados pelos colaboradores: maior protecção, comodidade e conveniência para com aqueles; melhor serviço de aconselhamento disponível e próximo.
As vantagens para as partes são claras, ou seja, as instituições ganham notoriedade, motivação e satisfação dos seus colaboradores e, por outro lado, estes beneficiam de um serviço exclusivo e cómodo e da sua conveniência.
Vêm estas palavras a propósito de nunca ter gostado de ver ninguém ser lançado “às feras”, deixado sozinho, dizendo-lhe apenas, algo do género, “desenrasca-te”. Todavia, infelizmente, hoje em dia, é o que de mais comum sucede. E bem perto de nós.

Hernâni de J. Pereira
publicado por Hernani de J. Pereira às 22:23

Junho 14 2010
É bom recordar. A tua imagem funciona como método de auto-referenciação de beleza e também do lugar, em que os tons actuam em contraponto, entre a claridade zenital e a artificial. E, num meio mais intimista, onde as vozes são projectadas em contenção, condição essencial a respeitar quando se está numa ambiência de quase intemporalidade, a tua essência é impar.
Recordo ainda o mote dado pela cor das tuas faces, pelo brilho dos teus olhos, pelo teu corpo ondulado de verdadeira sereia, conferindo um carácter simbólico, mas não menos marcante, ao circundante, pois, independentemente da cor, do brilho, ou mesmo dos locais, continuas sempre a associar um ecletismo nas abordagens político-sociais aos sentimentos mais profundos.
Por outro lado, não é menos verdade que poucos são os que ficam indiferentes a um ambiente gizado por ti. Excelência, elegância e contemporaneidade são algumas das características que marcam o teu quotidiano. É certo que a natureza, as pessoas e tudo o que te rodeia é a tua principal fonte de inspiração. Não admira, assim, seres considerada uma mulher do Mundo, em que vês a tua criatividade apreciada e vivida por tantas e diferentes culturas. Acima de tudo, não segues tendências, antes procuras recriá-las.
Para ti, Mulher, vai toda a minha admiração e enlevo.

Hernâni de J. Pereira
publicado por Hernani de J. Pereira às 20:54

Junho 11 2010
As preocupações pessoais, que o tempo húmido exponenciava, acentuavam-lhe as rugas da fronte. Por outro lado, um estado de espírito, para usar uma expressão benevolente, reservado – astral em baixo, diriam alguns – levando-o a questionar tudo e todos, não era bom sinal. Bem pelo contrário. Nesses dias, o melhor era deixá-lo consigo próprio, de modo a que pudesse mutilar as caturrices, lamber as feridas, remoer a consciência, morder a língua, alimentando-se, assim, do desânimo que exarava por quase todos os poros. Todos sabiam que tal disposição durava, no máximo, dois ou três dias, aparecendo posteriormente de cara lavada, rejuvenescido como tivesse sofrido uma metamorfose. Ciclos da vida, diriam outros.
Todavia, naquele dia não resistiu. E, em vez de se remeter ao silêncio, decidiu investir num debate, parecendo-lhe que o mesmo, à priori, era pacífico. Puro equívoco. Bem sabemos que o entendimento total é impossível. E, mesmo que fosse possível é, igualmente, do nosso conhecimento que tal seria indesejável. É devido à existência de diferenças, de distintos pontos de vista, que o mundo pula e avança
Contudo, também não deixa de ser verdade que, ao arredio de todas as expectativas, a inexistência de acordo de princípios em questões tão basilares, originou, consequentemente, que o seu grau de insatisfação subisse de forma extraordinária. Não havia dúvidas, todos os dias continuava a ser enormemente surpreendido, o que o levou a concluir que jamais conseguiria conhecer integralmente as pessoas.
Depois de ter escorrido a sua opinião, após ter argumentado e contra-argumentado com o melhor que, naquele momento, soube e pôde, e sem conseguir demover a obstinação dos seus interlocutores, retirou-se. E, se é certo que abandonou, não é menos verdade que o fez mais amargurado, aborrecido e auto-flagelando-se com nomes aqui não pronunciáveis. Saiu acabrunhado e vergado como se carregasse, nas suas costas, todo o peso do mundo. Uma interrogação lhe assaltava o espírito: será que os outros não conseguiam descortinar o erro em que persistiam?
Oh, que gente esta! Lamentamo-nos constantemente que este é um mundo cão, mas quando temos oportunidade, nada fazemos para o alterar. Já os antigos diziam: “fica-te mundo cada vez pior”.

Hernâni de J. Pereira
publicado por Hernani de J. Pereira às 20:03

Junho 09 2010
Recentemente a comunicação social fez eco de uma notícia, a qual relatava que “aos 80 anos, Prahlad Jani - ou Mataji, como é conhecido - garantia que sobreviveu os últimos 69 anos sem comer nem beber, praticando um tipo especial de ioga que, segundo o octogenário, utiliza o Sol como alimento.
Durante quinze dias, Prahlad Jani foi observado por médicos e cientistas de um instituto de pesquisa fisiológica do Ministério da Defesa indiano, que comprovaram a capacidade do octogenário de se manter saudável privando-se de comer e beber.
Isolado numa sala com um sistema de videovigilância que transmitiu, aos médicos, todos os seus passos 24 horas por dia, Prahlad Jani manteve-se saudável sem comer, beber, urinar ou defecar durante os 15 dias de internamento no hospital do estado indiano de Gujarat onde a pesquisa foi levada a cabo. Os testes médicos revelaram uma saúde de ferro, com um quadro neurológico e metabólico invulgarmente favorável para um homem de 80 anos”.
Ora, apesar de não parecer, esta informação é de uma importância capital para os portugueses. Com o agravamento da crise, e consequente “apertar de cinto”, isto sem contar com o que ainda nos aguarda, só nos resta fazer como aquele indiano.
Há apenas uma senão. É que Prahlad Jani apenas medita, isto é, segundo os padrões ocidentais, não trabalha, pelo menos fisicamente. Assim sendo, tenho as minhas dúvidas que esta solução se aplique a pessoas que exerçam esforços físicos, ou seja à grande maioria dos portugueses.

Hernâni de J. Pereira
publicado por Hernani de J. Pereira às 19:09

Junho 07 2010
Não irei falar de sonho. Estejam descansados, caros leitores, que não vou falar de uma ficção. Irei, sim, escrever sobre algo bem real que todos temos oportunidade de conhecer, se assim quisermos. Trata-se de uma instituição educativa onde todos têm oportunidade para desenvolver aptidões de comunicação, tomadas de decisão, negociação, organização e gestão de tempo, bem como potenciar aptidões específicas.
Concebida e gerida para terem profissionais que vivem o seu «métier» a tempo inteiro, reúne o melhor dos desempenhos: auto-estradas de eficácia, rapidez nos acessos e sucesso garantido. Acrescenta, ainda, a serenidade do seu funcionamento, a qual assegura a tranquilidade quotidiana.
Mas não só. O «modus vivendi» é diariamente projectado para que se desfrute, com qualidade, de todos os momentos aí passados. Jamais se viu, se vê ou verá, por parte de quem quer que seja, a agressão gestual, a libertinagem no uso de linguagem desbragada e, muito menos, a inexistência estética/visual de quem aí executa o seu trabalho.
O desempenho individual, consubstanciado, como é lógico, na eficácia colectiva, é, então, caracterizado por um preenchimento (intersticial) de vários módulos, sendo que a cada um deles correspondem funções programáticas distintas. Esta ocupação dá, assim, origem a circulações primordiais dos objectivos, proporcionando uma simbiose entre a criação e a operacionalização, sendo que o programa institucional tem a particularidade de ser um espaço não somente de trabalho, mas também de carácter social e de visita.
Aqui, o sucesso funciona como método de auto-referenciação modelar e de lugar. A concorrência é salutar, pelo que o triunfo está na diferenciação de “produtos”” e projectos feitos à medida. Ou seja, é necessário procurar e encontrar soluções pensadas caso-a-caso e não uma panóplia de “produtos” standard.
Tanto havia a aprender com este e outros exemplos. E tantos profissionais existem que gostariam de colocar tal em prática. Todavia, por outro lado, era necessário que outros, felizmente poucos, mas com algum poder nas estruturas protectoras do status quo, nascessem de novo, e de preferência de pais diferentes, pois a (de)formação com que se encontram imbuídos jamais lhes deixará ver o óbvio. Apenas pretendem ver, após a terra queimada, os “amanhãs que cantam”.

Hernâni de J. Pereira
publicado por Hernani de J. Pereira às 22:17

Junho 04 2010
Com toda a certeza que todos já ouvimos, mais que uma vez, afirmar que o futuro pertence aos que acreditam na beleza e na força dos próprios sonhos. Aliás, um acreditar e uma determinação que não tem idade. Há quem, sendo jovem, prove e dê autênticas lições de querer e força de vontade de ir mais além aos adultos mais acomodados, tal como existem idosos, ou, como hoje se costuma dizer – politicamente correcto «oblige» - menos jovens, que proporcionam reais lições de vida aos jovens mais aquietados. No fundo, apenas é fundamental ter empenho para “fazer acontecer” independentemente da idade.
E os sonhos concretizam-se. Já dizia Walt Disney “todos os grandes sonhos se realizam, desde que tenhamos a coragem de os perseguir”.
O importante é ser o melhor profissional possível, excelente diria mais, exercendo com o máximo prazer todas as tarefas e processos de aprendizagem, sem cair, de modo algum, na tentação do deslumbramento. E os assuntos que requerem uma atenção mais premente, devido ao seu elevado grau de dificuldade, de modo algum devem ser contornados e/ou adiados. Serão esses que deverão merecer a nossa melhor e mais eficaz atenção, onde devemos concentrar todas as energias, já que, no fim, nos darão maior prazer. É, na adversidade, que se vêm os Homens. É uma certeza lapalassiana, mas não deixa de ser verdade. Assim, neste âmbito, é imprescindível possuir uma capacidade de superar e, por vezes, ultrapassar os limites, impondo, a si mesmo, a vontade de chegar mais além.
A mente é uma aliada extraordinária e possui um poder inimaginável. Todavia, é necessário treiná-la diariamente, reafirmando constantemente “eu também consigo, eu também sou capaz”. Acreditar em si, sem ser, de algum modo, narcisista, é, como dizia aquele velho slogan, “meio caminho …”. A autoconfiança é o primeiro passo para realizar as nossas ambições e, por isso, quotidianamente temos de estabelecer metas e planear objectivos. Com dignidade e sem egocentrismos exacerbados, de modo a que nos possamos olhar no espelho do palco diário da vida de cabeça erguida, e vendo, sempre, um brilho nos olhos impossível de apagar.

Hernâni de J. Pereira
publicado por Hernani de J. Pereira às 17:17

Junho 03 2010
O documento seguinte, com o pedido expresso para que fosse lido no CP, foi apresentado, por mim, em reunião de Departamento, em Março último, e anexo à respectiva acta. Soube recentemente que, afinal, não foi lido naquele órgão, pelo que aqui se publica para conhecimento geral.

“Apesar de nos últimos tempos se ter registado, por diversas vezes, o mau hábito de apontar, por tudo e por nada, o dedo à gestão anterior deste Agrupamento, como é exemplo a pretensa dívida de água à CM de Mealhada, serve a presente para, publicamente, me congratular com os seguintes apoios recepcionados durante 2009:
• 138 660,59 € para o CNO (ver DR, 2ª série, de 28.07.2009);
• 20 535,71 € para o CEF (ver DR, 2ª série, de 15.03.2010);
• 19 193,59 € de lucro dos bares e papelaria, geridos pelo sistema Astuto.
Como é óbvio todos estes financiamentos e receitas são fruto do labor e empenho do ex-Conselho Executivo.
Por fim, lamento que a estes factos não seja dada a devida publicidade. Entende-se, porém, do porquê de tal postura.”

Hernâni de J. Pereira
publicado por Hernani de J. Pereira às 21:59

Junho 02 2010
A diversidade reflecte a pluridisciplinaridade o que implica estudo, investigação e, sobretudo, agregação de sinergias. E, apesar de genericamente se associar esta actividade aos especialistas da educação, o certo é que frequentemente deverão ser também chamados a pronunciar-se, sempre que a dimensão e tipo do projecto o justifique, profissionais de áreas muito díspares, dos quais não se está à espera quando se fala de estudo deste tipo.
É, pois, natural e desejável a presença de membros individuais e colectivos (organismos da Administração, promotores privados e outras entidades), ligados aos sectores da agricultura, indústria, transportes, comércio e turismo, autarquias, instituições de ensino, investigação e formação e organizações não governamentais.
Encarados por muitos como autênticos “empatas” nos processos de implementação, a verdade é que a interdisciplinaridade surgiu para trazer a ordem e a sustentabilidade a um determinado projecto com o qual se pretende efectuar uma intervenção. Esta espécie de selo de garantia de que as iniciativas a serem aprovadas serão feitas de modo a que sejam respeitados os princípios básicos de uma política de inserção na sociedade, fazendo, desde logo, um instrumento fundamental para a criação de espaços onde dá gosto trabalhar.
E, para que não se caia no absurdo dos promotores da referida interdisciplinaridade sejam, em boa verdade, uns “incomodativos”, é essencial que os projectos sejam poucos e bons. Três ou quatro por organização, no máximo. É impossível que cada profissional seja proponente de uma acção. Por três razões fundamentais: tudo o que é demais, não é bem feito, acaba por ser banal e aborrece; segundo, deixa de haver lugar às aludidas parcerias; e, em terceiro, retira espaço e tempo para o essencial, isto é, a aprendizagem do currículo.
Bem se sabe que a actual ordem política, promove, neste âmbito, o individualismo. A «caça» ao excelente a isso leva. E os «jovens turcos» aí estão a demonstrá-lo. Contudo, cabe aos dirigentes uma palavra de contenção, pois “o óptimo é inimigo do bom”.

Hernâni de J. Pereira
publicado por Hernani de J. Pereira às 21:32

Junho 01 2010
O outro dia o “Público”, num artigo intitulado «Escolaridade média dos portugueses é a segunda pior da OCDE», afirmava que «em 50 anos, os portugueses mais do que duplicaram o seu tempo médio de permanência na escola, mas apesar deste salto Portugal continua a estar em penúltimo lugar entre os países da OCDE, mantendo assim a mesma posição relativa que ocupava em 1960, segundo confirmam dados da OCDE respeitantes a 2010. A escolaridade média dos portugueses entre os 15 e os 64 anos que já não frequentavam a escola era, em 1960, de 3,15 anos. Na OCDE só a Turquia estava, então, pior. À semelhança de Portugal, também não conseguiu descolar desta posição: é a mesma que ocupa em 2010, apesar de a escolaridade média ter subido para 6,89 anos. Em Portugal, situa-se agora em 7,89».
Ora, em face deste negro panorama, quase aterrador, acrescento eu, qual deveria ser o papel das instituições em geral, mas fundamentalmente as ligadas ao ensino? A resposta é óbvia e não pode deixar de ser de apoiar, por todos os meios, o retorno à escola daqueles que, pelas mais variadas circunstâncias, em tempo apropriado, não souberam ou não puderam aproveitar as oportunidades que lhes foram proporcionadas.
Certo de que ninguém duvida que esta deverá ser a tomada de decisão, por ser a correcta, é de estranhar que organismos existam que, em vez de apostar na volta das pessoas à escola, aumentando, deste modo, o nível de qualificações da população activa, tudo façam para impedir tal, com argumentos falaciosos como sejam o da pretensa confidencialidade de dados, parecendo dar a entender que existem serviços mais sérios que outros. Ou será que todos os serviços são iguais, mas uns são mais iguais que outros?
Aliás, não é por acaso que no seu relatório da Primavera, o Banco de Portugal (BP) confirmou que o fraco nível educacional dos agregados familiares e as prioridades estabelecidas por estes poderão ajudar a explicar o baixo nível de escolaridade dos portugueses. Os filhos "têm um trajecto escolar fortemente influenciado pela experiência educativa dos pais. Portugal é um dos países da OCDE em que esta transmissão intergeracional é particularmente marcada".

Hernâni de J. Pereira
publicado por Hernani de J. Pereira às 21:18

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
hernani.pereira@sapo.pt
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