O meu ponto de vista

Agosto 16 2017

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Aperitivo

  • Martini com gelo, limão e água tónica

 

Entradas:

  • Queijo fatiado
  • Empadas de vitela
  • Chamuças
  • Croquetes de carne
  • Crepes de legumes
  • Rissóis de carne
  • Azeitonas curtidas ao ajo e coentros, acompanhadas por
    • vinho branco Vila Ruiva
    • vinho rosé Campestre
    • Água Nª Srª dos Banhos
    • Sumos

 

Consommé

  • Massa confitada com galinha caseira esfarpada, acompanhado por
    • vinho tinto Cabreira

 

Primeiro prato

  • Fiel amigo no forno encorpado em molho de ervas e arroz de passas

 

Segundo prato

  • Miríade de vegetais, carnes e enchidos cozidos ao vapor, acompanhada por
    • vinho tinto Cabreira

 

Terceiro prato

  • Uma das sete maravilhas de gastronomia de Portugal, acompanhada por
    • salada de tomate, pepino e alface
    • laranja do Algarve em rodelas de tornedó
    • batata frita
      • vinho espumante bruto Quinta das Bageiras

 

Sobremesa

  • Fruta variada
  • Doce de bolacha com cobertura aveludada
  • Tarte
  • Gelado

 

Café acompanhado de aguardente velha

 

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:43

Agosto 08 2017

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 de um almoço extraordinário, a tarde foi algures por aqui!

publicado por Hernani de J. Pereira às 23:46

Agosto 06 2017

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foi assim. Tuna da Faculdade de Medicina da UC numa praia não "muito" perto de si.

publicado por Hernani de J. Pereira às 23:53

Agosto 04 2017

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... foi assim. Arroz de lingueirão. 

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:18

Julho 28 2017

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publicado por Hernani de J. Pereira às 11:18

Julho 23 2017

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Costumo dizer que o dinheiro é lixado. Não há como contornar: o dinheiro tem uma importância fundamental na nossa vida e na sociedade em que vivemos. Mas, como todos bem sabemos, a árvore das patacas não existe e as moedas e notas não são elásticas.

É com dinheiro que pagamos as necessidades básicas do nosso dia-a-dia. A casa, o carro, os estudos, o supermercado e tantos outros itens indispensáveis. E também é com ele que concretizamos alguns dos nossos sonhos. Para a maioria das pessoas, a única forma de obter maior poder de compra é através da poupança e de decisões de investimento inteligentes que colocam o dinheiro a “trabalhar para nós”.

Todavia, pessoas existem que para materializar minimamente os seus objectivos mais imediatos necessitam da ajuda de outros. Ora, sabendo-se de antemão que não existem almoços grátis, tal obriga a posturas diferentes.

Não compreender isto é meio caminho andado para o insucesso. Os sonhos conquistam-se e se assim for não existirão impossíveis.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:26

Julho 19 2017

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Sim, sim, é real. Roam-se de inveja, mas até 31 de Agosto aqui o je só pensa em agricultura, amigos – bem mais em amigas, diga-se em abono da verdade - e praia. Por isso, os postes serão poucos. Habituem-se!

publicado por Hernani de J. Pereira às 17:23
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Julho 16 2017

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Uma das principais razões que leva uma pessoa a tomar a opção de deixar de se sentir bem é a desmotivação gerada pelo facto de não sentir o seu valor reconhecido. Tanto ou mais do que uma palmadinha nas costas, dada de vez em quando, as pessoas valorizam um estado e, sobretudo, quando as fazem sentir como um elemento-chave para o sucesso das relações e jamais como peças de puzzle que podem, a qualquer momento, serem consideradas dispensáveis.

Pode parecer estranho que depois de investir tanto tempo e recursos na identificação, amizade, entreajuda e colaboração para, de um momento para o outro, surja amiúde a negligência, situação, aliás, muito mais comum do que à primeira vista se pensa. São inúmeros os especialistas a teorizar sobre o custo da desvalorização e o impacto que tal escolha tem para os relacionamentos.

Pode uma pessoa que não aprende com os erros afastar os outros? Claro que sim, é a resposta. Qualquer pessoa pretende de quem se relaciona um tratamento em que sinta que faz a diferença. Por isso, o compromisso tende a ser maior se sentirem o reconhecimento pelo seu empenho e uma preocupação com a sua motivação.

publicado por Hernani de J. Pereira às 19:38

Julho 10 2017

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Não, não abram a boca de espanto. Habituem-se a tal pois não é de agora o uso sistemático de subterfúgios por António Costa com o fim de esconder as mazelas da sua governação. O seu problema é que, devido à actual e grave crise, tal medida é mais proeminente e, daí, mais visível.

Acham a análise muito rebuscada? Pois observem que até a presente demissão de três secretários de Estado obedeceu a uma estratégia de marketing, ditada pela análise dos “focus group” criado pelo governo. Como é possível? Bem, basta pensar que era absolutamente imprescindível que a atenção dos media, i.e., da voz pública se virasse para outo lado, deixando, assim, de ter uma atenção centrada nos fogos de Pedrógão Grande e no furto de material de guerra de Tancos.

Não acreditam? Vejam as primeiras páginas dos jornais e as notícias que fazem a abertura dos telejornais. Aqueles que rodeiam António Costa não brincam em serviço e as agências de comunicação, pagas a peso de ouro, que o assoreiam muito menos. Tudo isto foi estudado ao milímetro e apenas aguardava a chegada daquele das suas férias.

Não concordam? Notem, então, que o caso Galp, em que os actuais secretários de Estado cujas demissões apresentaram “agora”, é conhecido há precisamente um ano. Acham que após tantas vozes terem solicitado a sua demissão e tanto tempo passado só agora é que sentiram o apelo à dignidade?

publicado por Hernani de J. Pereira às 13:32

Julho 09 2017

Sim, eu sei que esperavam outra coisa. Porém, pelo inusitado bem como pelo dia, abordarei apenas circunstâncias do amanho que ditou o presente.

Assim, é geralmente consensual nas instituições dizer que todos os desafios actuais requerem trabalho de equipa. Nas escolas, este pensar é, com maior acuidade e de um modo mais assertivo, pela maioria dos docentes, uma forma constante de vida. É que a soma do todo é maior que a soam das partes. Verdade mais que assumida, mas que não é demais realçar.

Esta verdade inabalável tem por vezes pouca representação real se não passar da visão para o único teste comprovador de qualquer teoria organizacional – a sua implementação. Durante muitos e demasiados anos, no desenho das funções estratégicas raramente se representava, como hoje, o papel do professor. Este existia, estava lá, mas estava meio que desactivado, como que me fligth mode.

E porquê? Porque o valor que adiciona numa escola implica que se concentre em desenvolver, lado a lado com a pedagogia, aqueles que são os vectores principais sobre os quais uma instituição consegue evoluir, liderando áreas tão críticas como a formação e desenvolvimento contínuo e a gestão e retenção do talento.

Actualmente, estas preocupações estão presentes na lista de prioridades da maioria das reuniões de docentes e não pensamos sequer que já foi possível viver de outra forma. O grande segredo para a evolução é, e sempre será, o trabalho de equipa, capitalizando nas complementaridades, sinergias, diversidades, conseguindo com isto convergir na solução corporativa óptima que transporte cada uma das carreiras para o seu máximo potencial.

Sabemos o que pode um professor ao ajudar a assegurar que todos os jogadores estejam em campo e com cada vez mais amor à camisola.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:39

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
hernani.pereira@sapo.pt
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