O meu ponto de vista

Maio 03 2016

Quando pensamos, vemos, ouvimos e lemos vem-nos à mente algo, na maior parte das vezes, inusitado. Por exemplo, há quem defenda que entre um bom político – vá-se lá saber como se pode classificar tal - e a melhor das iguarias culinárias há mais semelhanças do que diferenças. Na verdade, dizem aqueles, em ambos os casos, o que se serve resulta de uma combinação harmoniosa de ingredientes que deve ser agradável à vista, mas sobretudo deve suprir uma necessidade. Se no segundo caso ela é alimentar, no primeiro trata-se de conjugar os vários elementos de modo a transmitir ao cidadão comum que é o ingrediente que faz a diferença no seu voto.

Muito mais do que a mera soma das partes, o político tem de dar sentido às várias etapas de carreira cumpridas e demonstrar a capacidade de cidadão primus inter pares e a sua adequação aos novos desafios que se perfilam. É com base nesta premissa que muitos políticos (e candidatos a) se perguntam se devem colocar toda a sua vida em jogo, mesmo aquilo que nada tem a ver com a função, como são exemplos a família e os amigos.

Uma coisa é certa. Não gosto de “bater” em políticos de forma demagógica e populista, do género “são todos uma corja de gatunos”. Há que fundamentar, separar o trigo do joio, e acima de tudo, ter constantemente presente que em todas as classes sociais e/ou profissionais há excelentes, bons, médios e maus homens, independentemente do género, raça ou religião. A generalização foi e sempre será perigosa.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:30

Abril 29 2016

O texto que se seguirá, falará essencialmente da mulher. Todavia, pode ser lido independente do género. Por isso, quem assim o entender, onde está escrito mulher pode ler homem. Feito o aviso prévio à navegação, vamos à reflexão que hoje me anima.

As mulheres não se escolhem nas revistas ou em páginas dos jornais, isto apesar de saber que proliferam por esse vasto mundo da Web imensos sítios onde se podem catrapiscar. Mesmo que o mediatismo de determinada mulher possa gerar a ilusão de ser, automaticamente, e sem qualquer processo de comparação prévia com outras, aquela tal, a especial, não é conveniente ir por aí.

Conseguir a mulher dos nossos sonhos não é matéria fácil e, na maior parte das vezes, tal só acontece cirurgicamente e quando pensado ao detalhe, exigindo estudo, paciência e, sobretudo, assertividade elevada a um exponencial muito alto.

O desafio para o homem é ser seleccionado o melhor de entre os melhores. Focalização na beleza, ainda que esta seja relativa? Ser, simultaneamente, carinhoso e másculo? Estar orientado para a afectividade, para a visão do conjunto ou da parceria, para a criatividade e inovação, bem como para a resiliência? Bem, são muitos os factores a ter em conta e bastante complexos, tanto mais que não se podem comprar em qualquer farmácia.

Ora, sabendo que não vêm com livro de instruções, que cada uma é um ser especial, i.e., que de estandardização não têm nada, que se acham o centro do mundo, por esta pequena amostra se vê que é tarefa ingrata aquela que espera o homem.

Não há milagres, nem fórmulas de sucesso. Há, sim, muito trabalho e dedicação, abundante investimento de tempo e de espera. A empresa americana de pesquisa, Stanton Chase, identifica que a escolha da mulher certa implica considerar sempre, pelo menos, o conhecimento de 40 possibilidades. Desafortunado de mim, pois nem à quarta parte cheguei. Bem, como dizia em tempos alguém, “não é coisa de que me deva orgulhar”!!!

Por outro lado, as boas competências reveladas por um homem, “técnicas” e comportamentais, são relevantes, mas o fundamental é que saiba manter-se atractivo aos olhos dela. Dito de outo modo: não basta ter low prolife, mas sim com o ser reconhecido entre pares, ter consolidado prestígio em áreas de intervenção paralelas, como a responsabilidade social e possuir o “saber estar e ser” em qualquer circunstância. Sublinho qualquer circunstância!

Finalizo com uma máxima: um homem se tem razão deve calar-se; se não tem deve pedir desculpa.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:58

Abril 28 2016

A promessa tinha sido feita e as escolas assim esperavam que viesse acontecer. Não é que todos concordassem com a medida, uma vez que, a ser implementada, tal acarretaria um aumento de despesa, a qual, segundo os especialistas, poderia chegar aos 700 milhões de euros.

O certo, é que não haverá uma diminuição de alunos por turma, como, pelo contrário, nos próximos anos aumentará. É o que reza o Despacho Normativo n.º 1-H/2016, de 15 de Abril, que, a pretexto de querer introduzir uma maior inclusão dos alunos com NEE nas respectivas turmas, obriga estes a terem pelo menos uma carga de 60% de tempo curricular para que aquelas sejam reduzidas, i.e., sejam constituídas por um máximo de 20 alunos.

Ora, para corroborar o que anteriormente se referiu, basta atentar que um aluno com deficiência cognitiva grave e sujeito – por especialistas, como é óbvio - à leccionação de Português e Matemática Funcional (aplicada à vida do dia-a-dia), no âmbito do seu CEI (Currículo Específico Individualizado), para que a turma não possa ter direito à redução.

Se isto é grave, tanto ou mais é o silêncio da Fenprof, a qual, em tempos não muito distantes, vociferava contra tudo e contra todos. O suporte ao governo por parte do BE e, sobretudo, do PCP a isso obrigam.

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:15

Abril 27 2016

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Já aqui o disse e repito: tudo o que é excessivo é mau. Na vida, independentemente do lugar e/ou da posição, há que ter contenção e, perdoem-me o lugar comum, ter sempre presente que no meio é que está a virtude.

Então, não é que Marcelo Rebelo de Sousa quer visitar, nos cinco anos do seu mandato, as cerca de 3000 freguesias? Caramba, isto não será visita mas sprints constantes. Senão vejamos: os cinco anos terão 1825 dias o que, dividindo por aquele número das autarquias, quer dizer que em cada dia, em média, o Presidente da República visitará duas.

Ora, como haverá alguns dias, como foi, por exemplo, o de hoje, em que não visitará nenhuma – felizmente, acrescento eu -, dias virão que será uma corrida contra-relógio.

Alguém descortina, efectivamente, o valor de tal iniciativa?

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:32

Abril 26 2016

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Nos primeiros três meses do corrente ano a despesa pública aumentou 0,8% enquanto as receitas se quedaram por uns mero 0,2%. Como consequência, o défice aumentou e o desequilíbrio orçamental na administração pública já vai em 824 milhões de euros.

Perante estes dados, i.e., a despesa a aumentar e a receita a diminuir, o governo, através do seu sempre sorridente Ministro das Finanças, Mário Centeno, diz que tudo está sobre controlo e que a execução orçamental está a decorrer segundo o previsto.

Bem, porquê a admiração? Já vimos este filme e não há muito. Quem vier atrás que feche a porta e, já agora, que (a)pague a luz.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:42

Abril 22 2016

Quem cabras não tem e cabritos vende … Este é o velho ditado, aplicado a muitas situações – usado, inclusive, no processo movido a Sócrates – e que, à semelhança de muitos outros, é, tanto na ordem jurídica como na política, inteiramente correcto.

Ora, este provérbio veio-me à memória a propósito dos últimos desenvolvimentos político-económicos lavados a cabo por este governo. O desenvolvimento sustentável está em queda, para além de bastante longe do previsto, pelo que é recomendável a revisão de todas as metas e acautelamentos no que respeita ao alcançar ou não os objectivos programados. E, apesar, de todos os avisos emitidos pela CE, FMI, BdP, UTAO, entre outras, António Costa continua a apostar – compreende-se bem porquê, i.e., os parceiros políticos, que sustentam o governo, assim o exigem – na continuidade, (re)afirmando que tudo continua debaixo de controlo e de acordo com a conjectura prevista.

Dito de outro modo: continua a distribuir cabritos sem ter cabras. Que é bom pastor, ninguém duvida. Veja-se a sua habilidade em transformar uma grande derrota em modo de governar o país. Todavia, uma coisa é ser um político arguto e capaz de tecer as jogadas mais arriscadas. Outra coisa, contudo, é transformar rosas em pão.

Por isso, para além de cortes na despesa, haverá aumento de receita. Dou a mão à palmatória, acreditando que não será, esta última, obtida através de impostos directos, mas que será de outra forma, isso não tenho a menor dúvida. Argumentos nunca faltaram e jamais faltarão aos políticos para justificar o injustificável.

publicado por Hernani de J. Pereira às 22:11

Abril 21 2016

 Fica a minha homenagem.

publicado por Hernani de J. Pereira às 20:55

Abril 19 2016

Admito perfeitamente, uma vez compreender tal postura, que, em tempos não muito distantes, a maioria dos portugueses – e portuguesas, para usar os termos pretendidos pelo BE - estivesse contra o governo de Passos Coelho. Isto, independentemente de ter, sem margem para dúvidas, vencido as últimas eleições legislativas, ainda que com maioria relativa. Foram, a partir de 2011, tempos muito difíceis, os quais obrigaram, não por culpa própria, mas sobretudo dos governos de Sócrates, a implementar medidas extremas. Contudo, não foi somente por causa destas avaliações, mas também por situações muito mal compreendidas e, pior ainda, pessimamente explicadas, se é que o chegaram a ser, que se alcançaram tais resultados em termos de votos.

Estando convencido que a análise anteriormente exposta está certa, não deixa de ser verdade que, hoje-em-dia, muitos daqueles que acreditaram numa real mudança de paradigma, estejam plenamente desiludidos, ainda que o não confessem abertamente. Lá chegaremos!

A nível de Ensino, um dos mal-estares relacionava-se com a dita municipalização da educação, a qual avançou contra tudo e contra todos. Nem toda a gente se preocupou, uma vez que, como é sabido os políticos sabem fazer a “coisa”, e, por isso apenas uma pequeníssima franja de municípios se sentiu lesada. Sobre este facto muito já escrevi e prometi não voltar a maçar os meus leitores. Acontece, porém, que hoje são conhecidos novos desenvolvimentos e não resisti. Vamos a eles.

Agora, novo governo, novas políticas, e, principalmente, novos modos de agir se esperavam. Bem se enganaram! A observar pelas últimas notícias sobre o dito processo, ao qual, aliás, nos querem fazer crer que mais não se trata do que descentralização de competências, o mesmo vai avançar e a todo o vapor.

Vajamos, então:

  • Na verdade, repito, durante o mandato do anterior governo houve a intenção manifesta de se proceder a essa alteração;
  • A sobrecarga de ordem financeira, bem como a indefinição de competências na gestão do currículo e dos recursos humanos, foram, na altura, algumas das questões que motivaram acesas discussões e muitas divergências. O governo à época, relembro, apenas conseguiu que cerca de uma dezena de municípios se mostrassem disponíveis para a sua implementação a título experimental;
  • A opção pela generalização do modelo estava dependente da avaliação experimental destes projectos-piloto, como, aliás, consta do Decreto-Lei n.º 30/2015, de 12 de Fevereiro;
  • É, assim, com evidente espanto, que me confronto com as declarações veiculadas pelo presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) que dá como dado adquirido a sua generalização já em 2018;
  • Além de não serem produzidas por um membro do governo, o que à partida me questiona sobre como e quem gere este processo, dá-se como adquirida uma decisão, ainda antes de se conhecer o resultado da avaliação dos projectos-piloto em desenvolvimento;
  • Estranho, assim, esta afirmação premonitória e reafirmo o que sempre defendi, nomeadamente em relação à descentralização da educação para os municípios: jamais a autonomia pedagógica das escolas poderá ser colocada em causa.
publicado por Hernani de J. Pereira às 22:13

Abril 18 2016

Dizer que o petróleo é a maior fonte de energia do planeta, excluindo, como é óbvio, a nuclear, e a mais importante para a economia de todos os países não é exagero. As empresas do sector espalharam-se por todos os continentes. Embora, é certo, fonte de enorme poluição, também não é menos verdade que a procura do combustível perfeito é incessante, i.e., que, ao mesmo tempo que alimenta o motor, lhe dê o maior rendimento e melhores funções de limpeza.

Abro um parêntesis, para esclarecer do porquê da apelidação do petróleo por ouro negro. Esta designação foi criada em meados do século XVI por Georg Bauer, um mineralogista alemão. Resulta da união das palavras grega petros, que significa pedra, e da latina oleum, que se traduz por óleo. Aliás, a oriente, a descoberta ocorreu muitos anos antes, ou seja por volta de 347 a.C., ano em que há registo da construção do primeiro poço de petróleo na China, o qual era feito de canas de bambu e tinha 240 m.

Fechado aquele, é altura de voltar ao tema. Diz a Agência Internacional de Energia, organismo da ONU, que se a produção actual se mantiver, as reservas convencionais e não convencionais fornecerão petróleo por mais 45 anos. Daí não admirar a procura de novos poços, bem como do desenvolvimento de energias alternativas, as quais, infelizmente, ainda tardarão uns bons anos a serem perfeitamente rentáveis.

Ora, basta olhar para Angola e Venezuela, retirando a corrupção e o compadrio, para observar como o petróleo é deveras importante. Para não ir mais longe, bastou a enorme queda no preço do crude para aqueles países, os quais essencialmente e estupidamente viviam à sombra das respectivas receitas, se colocarem na lista da bancarrota.

Em Portugal, desde há muito que se procura o aludido ouro negro. Tanto na plataforma continental como no mar. Infelizmente sem resultado. Agora, mercê de novas tecnologias, novas pesquisas irão ser encetadas e o seu enquadramento legal está assegurado. Porém, como não podia deixar de ser – o contrário é que seria de estranhar -, levantam-se, para além dos ambientalistas mais ou menos radicais, a indústria hoteleira, principalmente a algarvia, que, “aqui d’El Rei”, vão matar a galinha de ovos de ouro, leia-se turismo.

Reconhecendo que algum turismo seria afectado, também sei que todo o país sairia a ganhar e muitíssimo. E sei igualmente que 90% dos portugueses não podem ficar reféns dos interesses turísticos algarvios, por muito que eu e muitíssimos outros adoremos esta região.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:12

Abril 14 2016

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Circunvagar pelo país, conhecer um pouco melhor todos os locais do mapa e verificar que há, em cada canto, sempre algo a descobrir pode ser muito retemperador.  Hoje é, também, muito mais fácil. Com a ajuda do computador e da internet podem-se construir itinerários, marcar alojamentos e repastos, aproveitar as muitas sugestões de turismo que existem em Portugal.

Afinal, somos um país com grande diversidade de norte a sul, de Caminha a Vila real de Santo António, e basta estar de mente aberta, à procura de algo familiar ou novo.

É isto, por exemplo, que oferece o noroeste do país, a região berço do vinho verde, uma cognominação que representa frescura, leveza, em suma, que é parceira para petiscar à mesa. No percurso, a cor que designa a região é dominante numa paisagem onde o relevo prevalece, contendo cursos de água refrescante, separando terras sedutoras como Melgaço, Monção, Amarante ou Ponde de Lima, entre outras, locais de excelente repasto, vistas maravilhosas e outros motivos de visita.

E foi por entre os rios e as pequenas elevações ladeantes, entre a paisagem luxuriante no meio de nenhures, entre o mil chilrear dos pássaros nas árvores e o sossego dos prados, que nos rimos, chorámos, conversámos muito seriamente e de seguida, quais doidos despegados, nos divertimos imitando este ou aquele conhecido, contando esta ou aquela situação caricata.

Importa, porém, o final. De ti me apoderei e, simultaneamente, teu escravo fui. Se passou alguém por nós, não demos conta e, para o caso, também é irrelevante. O êxtase - sim, porque nessa altura, Teresa, bem o sabes, por todos os poros exalávamos paixão - de nós se apoderou e nada mais contava.

Pernoitámos em Caminha, numa residencial bem perto das muralhas. Depois de um belo jantar – trutas grelhadas e entremeadas com tiras de presunto, acompanhadas com o alvarinho Via Latina – o passeio impôs-se. De braço dado percorremos algumas ruas e viela da velha vila, comentando este ou aquele episódio.

Cerca de duas horas depois, não sei bem, recolhermos à pousada onde o mundo ficou reduzido àquelas quatro paredes, onde a noite se fez dia, onde as estrelas, ainda que literalmente não as víssemos, ficaram mais brilhantes. Naquele quarto conquistámos o universo e fizemos promessas, as quais - mais eu que tu - não soubemos, ou melhor, não tivemos o engenho de concretizar.

Recordo com saudade. Uma coisa, Teresa, sabes que é verdade: a partir desse momento, fossemos para onde fossemos, jamais levei pijama. Contigo, uma t-shirt chega e sobra para passar a noite. E, propositadamente, não menciono a palavra dormir!

Naquele vasto anfiteatro que se eleva gradualmente a partir da orla marítima para o interior, de igual modo procedemos.

publicado por Hernani de J. Pereira às 21:35

Análise do quotidiano com a máxima verticalidade e independência possível.
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